Últimas Notícias | 11 de outubro de 2020


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"A ansiedade e o medo envenenam o corpo e o espírito."


As vacinas rápidas contra a Covid

Ken Frazier, CEO de uma das principais produtoras mundiais de vacinas, a empresa farmacêutica Merck & Co., em entrevista à Professora Tsedal Neeley, da Harvard Business School, lembrou que a vacina mais rápida já trazida ao mercado foi o medicamento da Merck contra a caxumba. Levou cerca de quatro anos. A vacina da Merck para o Ebola levou cinco anos e meio e só neste mês foi aprovada na Europa. A vacina para tuberculose levou 13 anos, para o rotavírus, 15 anos e para a catapora, 28 anos. Frazier explicou que o processo de desenvolver uma vacina é demorado porque requer uma rigorosa avaliação científica. No caso da Covid, "nem sequer entendemos o vírus em si ou como o vírus afeta o sistema imunológico".

A indústria de vacinas está sendo “empurrada” - "Ninguém sabe ao certo se algum desses programas de vacinas produzirá ou não uma vacina como essa. O que mais me preocupa é que o público está com tanta ansiedade, tão desesperado para voltar à normalidade, que está nos empurrando [a indústria farmacêutica] para mover as coisas cada vez mais rápido", alertou. "Há muitos exemplos de vacinas no passado que estimularam o sistema imunológico mas não conferiram proteção. E, infelizmente, há alguns casos em que não só não conferiu proteção mas ajudou o vírus a invadir a célula porque a vacina estava incompleta em termos de suas propriedades imunogênicas. Temos que ter muito cuidado", disse Frazier. Em última análise, "se você vai usar uma vacina em bilhões de pessoas, é melhor você saber o que essa vacina faz". "Quando as pessoas dizem ao público que vai haver uma vacina até o final de 2020, por exemplo, eu acho que fazem um grave desserviço ao público. Não queremos apressar a vacina antes de termos uma ciência rigorosa”.

As últimas vacinas produzidas pela indústria farmacêutica – “Vimos no passado, por exemplo, com a gripe suína, que essa vacina fez mais mal do que bem. Não temos um grande histórico de introduzir vacinas rapidamente no meio de uma pandemia. Precisamos ter isso em mente", ponderou o CEO. No último quarto do século passado, foram desenvolvidas apenas 7 novas vacinas, 4 delas pela Merck, contra patógenos para os quais não havia anteriormente nenhuma vacina. Para Frazier, o anúncio que uma vacina está chegando leva políticos e população a reduzirem os cuidados com o vírus. "Há sete bilhões e meio de pessoas no planeta agora. E nunca tivemos uma vacina que tenha sido usada em população desse tamanho", afirmou o executivo.


Problemas a serem previamente resolvidos - Frasier explicou que será preciso resolver não apenas o problema de fabricar em escala que atenda esse número de pessoas, mas também descobrir formas de distribuir o medicamento, particularmente nas áreas do mundo onde as pessoas não podem pagar a vacina e também onde o desafio de chegar ao necessitado é maior. "Precisamos de políticos que tenham a vontade e a integridade para contar a verdade às pessoas", disse o CEO da Merck. "E quando você pensar em mandar as crianças de volta para a escola, nós vamos ter que encontrar uma maneira de fazer isso com segurança porque os pais estão presos se os filhos estão em casa”. “Você tem que encontrar uma maneira de abrir as escolas, sem mencionar o fato de que o aprendizado remoto não funciona para todas as crianças", ponderou Frasier. (Texto extraído de: https://hbswk.hbs.edu/item/merck-ceo-ken-frazier-speaks-about-a-covid-cure-racism-and-why-leaders-need-to-walk-the-talk)

Ministros discutem sustentabilidade com embaixadores da UE no Brasil

Cinco ministros brasileiros e o presidente do Banco Central debateram em 7 de outubro sobre crescimento econômico, sustentabilidade e políticas públicas com embaixadores de países da União Europeia. O encontro, que ocorreu na sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, também debateu a estratégia para a inserção do Brasil na OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, grupo que reúne as economias mais industrializadas do planeta. Promovido pelo Itamaraty e pela Casa Civil da Presidência da República, o encontro teve a participação dos seguintes membros do governo brasileiro: Walter Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Tarcísio Freitas (Infraestrutura), Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Roberto Campos Neto (Banco Central).

Green Recovery Plan - Os embaixadores apresentaram as prioridades atuais da União Europeia, com destaque para o plano de recuperação econômica após a pandemia de Covid-19. Chamado de Green Recovery, o plano terá como eixo central o respeito ao meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável. Os ministros brasileiros e o presidente do Banco Central apresentaram as políticas públicas formuladas pelo Brasil com vistas à recuperação econômica, o plano de reformas estruturais, os programas de sustentabilidade do agronegócio e as concessões na área de infraestrutura. Eles destacaram as iniciativas do Centro de Governo na coordenação de políticas e a promoção de reformas que incluem a acessão à OCDE e a adesão a seus instrumentos. Segundo o Itamaraty, o Brasil é um país não membro da OCDE com maior aderência aos instrumentos legais daquela organização. Os ministros e os embaixadores também discutiram a integração comercial resultante do Acordo MERCOSUL–União Europeia. Os representantes do governo brasileiro enfatizaram o alinhamento do Brasil aos padrões da OCDE de regulação, de investimentos e de governança pública. (Agência Brasil)

Reflexo da soja em queda livre nos EUA

O mercado de soja na CBOT - Bolsa de Chicago tem apresentado consecutivos dias de quedas de preço das commodities agrícolas. De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, esse é um movimento que já era previsto há semanas, uma vez que a alta na CBOT estava “superinflacionada” na perspectiva de demanda chinesa pelo grão norte-americano. “Entretanto, avisamos que essas compras da China estavam sendo realizadas por empresas estatais e que o destino era para reestruturação de estoques estratégicos do Governo. Dito e feito, a necessidade estratégica do Governo da China está próxima de um fim, assim como a nova demanda por soja e milho nos Estados Unidos”, explicam os analistas. Segundo a ARC Mercosul, no entanto, a demanda do setor privado chinês continuou pelo grão sul-americano. “No Brasil as negociações esfriaram com a correção do Dólar em 24 de setembro. Após euforia especulativa ao redor do globo com a percepção de uma segunda nova onda de Coronavírus e investigações que apontavam grandes bancos como culpados em ações de lavagem de dinheiro, o mercado financeiro vê o exagero e corrige parte do pessimismo passado”, argumentam os especialistas.

A guerra comercial depois das eleições americanas - De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, a China está tirando o que pode antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, entendendo que a “Guerra Comercial” pode voltar depois do pleito. “A partir de 2020 a China quer se livrar do incômodo presidente Donald Trump e vai se voltar com força para o Brasil. Isto significa que Chicago vai cair a curto, médio e principalmente longo prazo, mas que os prêmios sul-americanos vão subir com a demanda chinesa”. “É o acirramento da briga EUA x China que vai manter o dólar alto. Então, dois dos três fatores que compõem o preço da soja são altistas. Por isso nossa recomendação: plante toda a soja que puder. O preço para 2020 está ao redor de R$ 120,00, com um custo estimado de R$ 76,00. Faça as contas do lucro. É: venda uma boa parte, mas não tudo”, concluem os analistas da T&F. (Portal AGROLINK)


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