Últimas Notícias | 23 de agosto de 2022

Atualizado: 31 de ago.

Ano 15, Edição 043


"Brincar é condição fundamental para ser sério." (Arquimedes)


Som e estimulação elétrica na pele tratam dores crônicas

A estimulação elétrica do corpo, combinada com o som, ativa o córtex somatossensorial, ou "tátil" do cérebro, aumentando o potencial de uso dessa técnica híbrida para tratar a dor crônica e outros distúrbios sensoriais. Esta demonstração abre o caminho para a aplicação clínica desta terapia não invasiva para tratar dores que atualmente não têm alívio por meio de medicamentos. Os pesquisadores planejam começar os ensaios clínicos em humanos em curto prazo. Durante os experimentos, os pesquisadores tocaram som de grande largura de banda, consistindo de múltiplas notas simultâneas, enquanto estimulavam eletricamente diferentes partes do corpo das cobaias. A combinação dos dois métodos ativou neurônios no córtex somatossensorial do cérebro, que é responsável pelas sensações de toque e dor em todo o corpo. Embora a estimulação elétrica tenha sido feita por meio de agulha nestes primeiros experimentos, resultados semelhantes podem ser obtidos usando dispositivos de TENS - estimulação elétrica nervosa transcutânea, como os usados por fisioterapeutas, mas que também estão amplamente disponíveis na forma de equipamentos pessoais, que podem ser comprados em farmácias e lojas.



Tratamento multimodal

Os pesquisadores esperam que suas descobertas levem a um tratamento para a dor crônica que seja mais seguro e acessível do que as abordagens medicamentosas, que têm apresentado o ainda não resolvido problema da dependência dos analgésicos opioides. "A dor crônica é um grande problema para muitas pessoas e, para a maioria, não é suficientemente tratável," disse o professor Cory Gloeckner, da Universidade de Minnesota Cidades Gêmeas, nos EUA. "Neste momento, uma das maneiras que tentamos tratar a dor são com opioides, e todos sabemos que eles não funcionam bem para muitas pessoas. Esta, por outro lado, é uma aplicação simples e não invasiva. Não é algum dispositivo médico caro que você precisará comprar para tratar sua dor. É algo que acreditamos que estará disponível para praticamente qualquer pessoa por causa de seu baixo custo e simplicidade." Os pesquisadores planejam continuar investigando essa abordagem "multimodal" para tratar diferentes condições neurológicas, potencialmente integrando a musicoterapia, para ver como eles podem modificar ainda mais o córtex somatossensorial.


(Texto extraído do artigo científico entitulado “Topographic and widespread auditory modulation of the somatosensory cortex: potential for bimodal sound and body stimulation for pain treatment”, dos autores Cory D Gloeckner, Jian C Nocon, e Hubert H Lim, publicado no Journal of Neural Engineering)


GSK finalizes Affinivax acquisition

GSK has wrapped up its acquisition of the privately-held biopharma Affinivax. Cambridge, Massachusetts–based Affinivax has established a vaccine technology platform known as MAPS - Multiple Antigen Presentation System, designed to elicit a strong B-cell and T-cell immune response. GSK was attracted to Affinivax, given its aim to bolster its portfolio of specialty medicines and vaccines.

AFX3772

Affinivax’s most advanced program is the AFX3772 vaccine candidate for streptococcus pneumoniae, which is currently in a Phase 2 trial. AFX3772 is a 24-valent vaccine candidate. In addition, the company is planning a Phase 3 study of AFX3772. In July 2021, FDA awarded the AFX3772 Breakthrough Therapy designation to protect against S. pneumoniae invasive disease and pneumonia in adults 50 and older. On a related note, Pfizer recently announced positive data related to a 20-valent pneumococcal conjugate vaccine candidate. Affinivax is also working on a 30-plus valent pneumococcal candidate, which is now at the pre-clinical stage.


The MAPS platform

The company notes that its MAPS platform supports the development of vaccine candidates with a high valency. “Affinivax’s exciting pneumococcal vaccine candidates, the potentially disruptive MAPS technology and their fantastic scientific talent, further strengthen our pipeline of novel vaccines and presence in the Boston area,” said Tony Wood, GSK’s chief scientific officer, in a news release. GSK announced its intent to acquire Affinivax in late March for $2.1 billion upfront. It could shell out an additional $1.2 billion in milestone payments. Pneumococcal vaccines can be significant money-makers. Last year, Pfizer’s Prevnar family of vaccines generated $5.3 billion in revenue. GSK shares nudged up 0.76% to $35.20. In mid-July, GSK completed its demerger with Haleon. Recently, GSK and Haleon shares have seen their shares dip, given rising investor worries about U.S. litigation related to the heartburn drug Zantac over concerns about carcinogen exposure. The former company officials rebranded from GlaxoSmithKline earlier this year. (Pharmaceutical Processing World newsletter - Brian Buntz)


Alura se junta a FIAP, entra no ensino superior e vai faturar quase meio bilhão de reais

A Alura — a plataforma de aulas de programação online — está se fundindo com a FIAP, uma faculdade voltada a graduação e pós-graduação em tecnologia com três campi em São Paulo. A transação, transformacional por permitir à Alura entrar no mercado de ensino superior e dobrar seu faturamento para 420 milhões de reais este ano, é a maior da história da companhia fundada em 2004 pelos irmãos Paulo e Guilherme Silveira. De lá para cá, a plataforma levantou capital com fundos como a Crescera e a Seek, e fez alguns pequenos M&As, incluindo a compra da PM3 ano passado. As duas empresas não abrem o valor nem os detalhes da transação, mas Gustavo disse que continua com “uma parcela significativa do negócio e como CEO da FIAP, que vai ser tocada de forma independente.” A transação vem num momento em que o mercado de graduação em tecnologia está aquecido, e ficando cada vez mais competitivo.


Alura entrando em Graduação - O movimento acelera um plano que a Alura começou a desenhar em meados do ano passado, quando ela entrou com um pedido no MEC para obter uma licença de faculdade. “Sempre quisemos entrar em graduação e um dos caminhos que os investidores nos provocavam era fazer uma aquisição majoritária de quem tivesse o melhor produto e posicionamento,” disse Paulo Silveira. “Essa transação posiciona a gente na vida inteira do profissional de tecnologia e nos torna um player de verdade de lifelong learning”.


A FIAP - Foi fundada pela família Gennari há 20 anos e nasceu como uma escola técnica. Hoje, ela tem três campi (Paulista, Vila Olímpia e Vila Mariana) e mais de 10.000 alunos em 16 graduações diferentes, que vão de cibersegurança à inteligência artificial, de sistemas de informação a desenvolvimento de software. A universidade tem um posicionamento de preço premium, com foco no topo da pirâmide. Ainda assim, tem conseguido crescer volume: no processo seletivo de julho, ela teve um aumento de 70% no número de matrículas na comparação com um ano antes.


Sinergias - A venda da FIAP foi feita num processo competitivo coordenado pelo Itaú BBA, e que contou com a participação de grandes players estratégicos, segundo a empresa. A Alura foi assessorada pelo UBS BB. Gustavo Gennari, o CEO e fundador da FIAP, disse que enxerga uma complementaridade enorme entre as duas empresas, já que a FIAP atua no mercado regulado, e a Alura, com cursos livres. Uma das ideias das duas companhias é trabalhar em conjunto na criação de novos cursos de graduação EAD, que hoje já respondem por pouco menos da metade dos alunos da FIAP. “Vamos lançar produtos cobranded juntando o melhor das duas empresas,” disse Paulo Silveira. (Portal Brasil Journal)


Visando o bilionário mercado de créditos de carbono, Future Carbon faz seu primeiro M&A

No começo deste ano, dois nomes conhecidos do mercado quando o assunto é ESG se uniram para criar uma empresa para atuar desde a geração até a comercialização de créditos de carbono, um mercado com potencial bilionário no Brasil, que pode obter até US$ 100 bilhões em receitas até 2030, segundo cálculos da ICC - Câmara de Comércio Internacional do Brasil. A Future Carbon nasceu da união de Fabio Galindo, que foi presidente do conselho de administração da Aegea por quatro anos, com Marina Cançado, que atuou como sócia e responsável pela área de ESG do private da XP Investimentos por dois anos.


O primeiro M&A - Agora, a Future Carbon está fazendo o seu primeiro M&A, oito meses após a sua fundação. A companhia fechou um acordo para adquirir o controle da Jataí Capital e Conservação, companhia que desenvolveu uma metodologia que permite ampliar as áreas elegíveis para crédito de carbono, conforme revelado com exclusividade pelo site NeoFeed. “A aquisição traz uma nova faixa de produtores, de florestas, de biomas, ampliando o campo de atuação da Future Carbon”, diz Fabio Galindo, co-CEO e presidente do conselho de administração. “Ela também está dentro da nossa estratégia de consolidação de mercado, nos colocando como um ecossistema completo de soluções em carbono.” A operação envolveu a compra do controle da Jataí, que passará a ser uma unidade de negócios dentro do guarda-chuva da Future Carbon chamada Future Carbon Removal. Os detalhes financeiros da transação não foram revelados, mas o valuation foi marcado em 32 milhões de reais. A Jataí desenvolveu uma metodologia para o Brasil que, basicamente, considera que toda floresta de pé promove o sequestro de carbono, possibilitando a geração crédito. Isso difere de um dos principais métodos de cálculo, que leva em conta apenas o desmatamento potencial evitado. (Portal NeoFeed)

Agro pronto para atender demanda internacional

O Brasil chega a recordes em termos de exportação de proteína animal para a China. Os chineses compraram mais de um terço (31,8%) das exportações brasileiras nos últimos dois anos. O mês de julho foi considerado o melhor mês da história em termos de faturamento. 1,1 bilhão de dólares, além do registro do segundo melhor julho da história em termos de volume. Foram 167,3 mil toneladas exportadas. De acordo com Rogério Soares, diretor-geral da JBS Ásia, baseado em Shanghai, na China, que durante muitos anos acompanha as exportações brasileiras de proteína animal para a China, isso é fruto não somente do aumento da demanda, que cresceu em função da urbanização, mas também do aumento do poder aquisitivo da população. À medida que a população se urbaniza e cresce, consome mais carnes.


Agronegócio preparado - “O agronegócio brasileiro vem se preparando para atender diversos mercados, principalmente a China, pelo seu tamanho e sua pujança. Com viés de longo prazo, a interdependência dos dois países deve continuar. A economia chinesa deve e precisa crescer, a urbanização deve continuar, assim como o poder aquisitivo também. Com isso, o Brasil deverá se beneficiar por ter todas as ferramentas para atender a crescente demanda, que não vai conseguir ser suprida apenas pela produção local chinesa”, salientou o diretor-geral da JBS Ásia. (Portal AGROLINK)



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