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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 053

Atualizado: 3 de Set de 2019


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"Nem sempre os homens guiam seus atos pelos favores que recebem, mas antes pelas vantagens que esperam conseguir.” (Daniel Defoe, autor de Robinson Crusoé)

Pesquisa testa medicamento à base de casca de maracujá contra pressão alta

Um estudo do curso de Farmácia da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte investiga a eficácia de um produto feito a partir da casca do maracujá para o tratamento da pressão alta. Muito usada em dietas de emagrecimento e para diminuição dos níveis de colesterol, a farinha da casca da fruta é facilmente encontrada em feiras livres e em lojas de produtos naturais. Segundo pesquisadoras responsáveis pelo estudo, a proposta é buscar a comprovação da eficácia e segurança de um produto obtido a partir dela. Em uma das fases da pesquisa, ratos hipertensos tiveram diminuição da pressão arterial e até melhora na função vascular. Agora, os pesquisadores convocam pessoas interessadas em participar como voluntárias nos testes em humanos. Os pacientes voluntários serão submetidos a uma série de exames, todos realizados gratuitamente. Para tanto, eles devem ter hipertensão leve, não serem usuários de medicamento e terem entre 18 e 60 anos.


O novo fitoterápico - “O diferencial desse estudo é que foi preparado um extrato da casca, não é apenas a planta seca e moída, vendida na forma de pó. Foram extraídos os metabólitos responsáveis pelo efeito terapêutico, é um extrato concentrado. Por isso, ao contrário do que o mercado oferece atualmente, a ideia é produzir um fitoterápico (medicamento) de fato”, explica a professora Silvana Zucolotto, coordenadora da pesquisa, em relatório apresentado.


A hipertensão no Brasil - Os idosos com mais de 65 anos são os mais afetados pela hipertensão. Ao todo, 60,9% dessa população que vive nas capitais brasileiras afirma ter o diagnóstico. Dados do SIM - Sistema de Informações sobre Mortalidade do DataSUS, também mostram 388,7 mortes por dia em 2017. Em 2018, 24,7% da população que vive nas capitais brasileiras afirmou sofrer de hipertensão. Os novos dados do Vigitel 2018 - Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2018 mostram também que a parcela da sociedade mais afetada é formada por idosos. Quase 70% dos entrevistados com idade acima de 65 anos disseram ser hipertensos, assim como 49,5% na faixa etária de 55 a 64 anos. (Portal Consumidor Moderno)


Glifosato combate células cancerígenas

"Efeito inibidor significativo na proliferação celular." Na contramão de milhares de processos alegando que o glifosato causa câncer, vários estudos vêm sendo publicados nos últimos seis anos sugerindo exatamente o contrário: o ingrediente ativo pode, na realidade, coibir o crescimento de células cancerígenas. O último deles foi publicado no último dia 24 de junho de 2019 no Journal of Environmental Science and Science, parte B. O estudo, intitulado “Avaliação dos efeitos citotóxicos dos herbicidas glifosato no fígado, pulmão e nervo humanos” é o quarto trabalho deste tipo desde 2013 a sugerir que o herbicida pode ter propriedades de combate ao câncer. Os autores afirmam que os co-formulantes, substâncias que melhoram o desempenho do ingrediente ativo glifosato, inibiram o crescimento de células cancerígenas de fígado, pulmão e nervos humanos, sendo relativamente inofensivo ao corpo humano.


Glifosato não tem toxicidade significativa - “Recentemente tem havido controvérsias sobre a carcinogenicidade e possíveis efeitos colaterais do glifosato na saúde humana. Os GBHs, herbicidas comerciais à base de glifosato consistem em ingrediente ativo declarado, ou sais de glifosato e um número de formulantes como os etoxilados (4130®, 3780® e A-178®). O objetivo do nosso estudo é investigar se a toxicidade dos GBHs está relacionada aos formulantes”, declaram os autores. De acordo com eles, os efeitos dos GBHs na saúde humana foram estudados no nível celular com base em sua toxicidade para o fígado, pulmões e tecido nervoso: “A toxicidade inibitória para viabilidade celular por GBHs foi examinada com sistemas baseados em células usando três linhas celulares humanas: HepG2, A549 e SH-SY5Y. Os dados obtidos mostraram que todos os formuladores etoxilados testados e suas misturas com o sal de GP - isopropilamina de glifosato, declarado como ingrediente ativo têm um efeito inibidor significativo na proliferação celular, enquanto que o ingrediente ativo declarado não tem toxicidade significativa“.


O efeito tóxico seria originário de formulantes do glifosato – “Nosso estudo demonstra que o efeito tóxico do GBH é principalmente devido ao uso de formulantes. Este resultado sugere que o GP é relativamente seguro e uma nova abordagem para a avaliação da toxicidade deve ser feita”. Confira o estudo na íntegra pela internet, cujo título é “Evaluation of the cytotoxic effects of glyphosate herbicides in human liver, lung, and nerve”.


Agência europeia conclui que o herbicida Glifosato não é cancerígeno

O herbicida mais utilizado no mundo, o glifosato, não deve ser classificado como substância cancerígena. A conclusão foi anunciada na semana passada pela ECHA - Agência Europeia de Produtos Químicos, que chegou ao resultado final “baseada em testes realizados com humanos e animais”. “O RAC - Comitê de Avaliação de Riscos da ECHA concluiu que a avaliação científica provou que não há um critério para classificar o glifosato como cancerígeno, mutagênico ou tóxico para a reprodução”, afirma um comunicado oficial no site da Agência, que tem sede em Helsinque, Finlândia.


Resultado por consenso - A ECHA sustenta que chegou a estes resultados da avaliação “por consenso”, e adiantou que essa deliberação “deverá levar a Comissão Europeia a relançar o procedimento para a renovação da licença desta substância utilizada como herbicida.” O parecer foi solicitado pela Comissão Europeia após a falta de um consenso entre os peritos da entidade e representantes dos países-membros, que em junho de 2016 analisaram a proposta de prorrogar a autorização de uso no território da Comunidade por mais nove anos. Na ocasião foi prorrogada a utilização provisoriamente por 18 meses, ou seja, até ao final de Dezembro de 2017. (Portal AGROLINK – Leonardo Gottems - 26/08/2019)


Ministra da Agricultura vê oportunismo em Macron e fala de "histeria com Amazônia"

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, fala na comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados e responsabiliza a imprensa brasileira pela "histeria" ao informar sobre as queimadas na Amazônia. Segundo ela, os jornalistas cometem "crime de lesa-pátria" ao falarem mal do Brasil, prejudicando a imagem do país. Em participação no evento da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em São Paulo, Tereza chamou ainda o presidente da França, Emmanuel Macron, de oportunista. Segundo ela, durante o G7, reunião dos líderes dos sete países mais industrializados do mundo, prevaleceu o "bom senso". O grupo anunciou que ajudará os países sul-americanos da Amazônia a combater as queimadas.


Ajudar a preservar sem interferir na soberania brasileira - "Que país não tem problema no meio ambiente? Mas o Brasil, com essa Amazônia gigantesca, como se nós pudéssemos ter o controle absoluto. O Brasil olha sim, controla sim. Mas é muito difícil", disse Tereza. "Os recursos que são enviados para o Brasil nem sempre dão para o que é necessário, que acho que é a fiscalização. Se querem preservar a Amazônia, coloquem mais dinheiro aqui para ajudar nessa preservação, mas não pode interferir na soberania do nosso país", disse a ministra.


Possíveis boicotes dos europeus - Tereza Cristina não descartou a possibilidade de boicotes dos europeus aos produtos brasileiros, em retaliação à gestão ambiental do presidente Jair Bolsonaro na Amazônia. "Eu não posso descartar, não sou eu quem faz o boicote. Podem ser eles. Mas não existe nenhuma relação entre um problema na Amazônia, que acontece todos os anos, com o exagero que foi colocado nesse problema. Ele existe e o Brasil sabe disso, tem preocupação com as queimadas que acontecem todos os anos. Mas é um oportunismo dizer que tem relação com os produtos brasileiros", declarou a ministra aos jornalistas após o evento.


Dados exagerados da imprensa - Tereza Cristina disse ainda que as informações divulgadas pela imprensa sobre o aumento de 187% nas queimadas em julho é exagero. "Pegar um único mês e não fazer uma média é um exagero. Se você olhar na média de um ano, dá menos do que 15%. Ninguém está dizendo que isso é bom ou que o governo brasileiro tem complacência com as queimadas, mas este dado tem que ser comparado com anos anteriores e com a média", defendeu.


Dados do INPE sobre as queimadas na Amazônia - Segundo o INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em agosto, até o dia 24, foram registrados 78.383 mil focos de incêndio no país, 84% a mais que no mesmo período de 2018 (42.546). Somente na Amazônia, foram 41.332 focos. Esse número representa 52% dos focos totais, o maior percentual já registrado para o bioma desde o início das medições do INPE, em 2003. Neste ano foi registrado um aumento de 67% no desmatamento da Amazônia. Entre janeiro e 18 de agosto deste ano, houve um aumento parecido, de 70%, no número de queimadas no país.


Parcerias com o mundo árabe - Em seu discurso, a ministra falou ainda que em setembro visitará países árabes, cerca de um mês antes do presidente Bolsonaro. Tereza visitará Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kuwait. Ela confirmou ainda que acompanhará Bolsonaro em outubro em seu giro pela Ásia. A ministra falava para empresários árabes, do agronegócio e representantes diplomáticos dos países da região e foi muito aplaudida ao acusar a imprensa de crime de "lesa-pátria". (Portal UOL de notícias - Talita Marchao - 26/08/2019)


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