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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 053


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“Honrar o Natal no coração e tentar conservá-lo durante todo o ano. (Charles Dickens)

Remédio para pressão alta pode tratar diabetes tipo 1

Um novo estudo publicado no periódico Nature Medicine em 9 de dezembro descobriu que o verapamil, um medicamento usado para tratar pressão alta, também pode ser eficaz na estabilização dos níveis de açúcar no sangue em pacientes com diabetes tipo 1, melhorando a sobrevivência e a função das células beta, produtoras de insulina. "Esta é a primeira indicação de que temos algo em mãos que age de maneira muito diferente de qualquer tratamento para diabetes atualmente disponível, e nos permite melhorar a função das células beta do próprio paciente", diz Anath Shalev, autora do estudo e professora de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da Universidade do Alabama em Birmingham, nos Estados Unidos.


O estudo científico - Para chegar a essa conclusão, Shalev e sua equipe fizeram um experimento com 24 pacientes adultos que desenvolveram diabetes tipo 1 nos últimos três meses. Os resultados mostraram que, se o verapamil é tomado junto com a insulina, os pacientes precisam de menos insulina diariamente, têm menos episódios de hipoglicemia e mantêm bom controle glicêmico. Shalev disse que, embora o verapamil seja aprovado apenas para reduzir a pressão arterial, ele é barato e está amplamente disponível para o público. Segundo ela, estudos anteriores mostraram que a droga pode melhorar as condições dos pacientes com diabetes tipo 2 também. Os pesquisadores querem expandir o estudo para incluir mais pacientes, especialmente crianças mais novas.   (Portal VivaBem)


Drogaria São Paulo em expansão

O Grupo DPSP, que controla as redes de farmácias São Paulo e Pacheco, que apresentou  8,82 bilhões de reais de receita líquida no ano passado, vai abrir ao menos 120 unidades no próximo ano, segundo o presidente da companhia, Marcelo Doll. “Temos visto um adensamento de lojas no setor e maior competição, mas atravessamos esse momento com solidez. A empresa continuará o ritmo de expansão”, afirma. A companhia, que administra 1.300 lojas, inaugurou 110 neste ano e reformou 400 pontos de venda. A previsão é revitalizar no mínimo 100 em 2019, segundo o executivo. A empresa não descarta realizar aquisições, mas prioriza o crescimento de forma orgânica, de acordo com Doll. “Os medicamentos genéricos em alta e o cenário econômico mudaram a dinâmica do segmento. Mesmo assim, estamos entre as redes com melhor resultado”, diz, sem revelar números. A receita do setor cresceu 7,2% no acumulado do ano até outubro, na comparação com o mesmo período de 2017, segundo a ABRAFARMA, associação da qual o DPSP faz parte.  (Jornal Folha de S.Paulo)


J&J abre centro para conhecer melhor o consumidor

A divisão de consumo da Johnson & Johnson deu mais um passo para entender melhor os hábitos dos brasileiros e latino-americanos ao inaugurar em São José dos Campos, SP, o primeiro centro de experiência do consumidor dos países dessa região. A estrutura com laboratórios para testes clínicos, criação de produtos e pesquisas com os clientes dará suporte para que a multinacional americana eleve sua participação nas categorias de cuidados pessoais e saúde. O Brasil é o terceiro país a receber o complexo que já existe nos Estados Unidos e na França. Os 209 cientistas FDA J&J poderão acompanhar em tempo real, inclusive com profissionais em outros países, os resultados dos estudos feitos com os consumidores, possibilitando mais agilidade nas pesquisas para novos produtos e melhorias nos existentes. Em 2017, os investimentos globais em Pesquisa & Desenvolvimento da J&J somaram 10 bilhões de dólares.


Os objetivos do Centro para o Consumidor da J&J - “Queremos aumentar o potencial da subsidiária brasileira para fazer inovação em produtos para cabelos dos bebês e das crianças, proteção solar, saúde oral, cuidados femininos e medicamentos isentos de prescrição. Essas categorias crescem no país e queremos ampliá-los”, disse o líder global de pesquisa e desenvolvimento da área de consumo da J&J, Josh Ghaim. A infraestrutura, que também poderá ser utilizada pelas divisões farmacêutica e de equipamentos médicos, terá capacidade para receber 2 mil consumidores no primeiro ano de funcionamento. A intenção é que o país ganhe mais importância no papel de desenvolvedor global de produtos para linha de bebês e cuidados pessoais. “Como segundo maior mercado para bebês da J&J, o país tem o conhecimento necessário para criar a base dos produtos que atendem os Estados Unidos, a Europa e a Ásia”, disse Ghaim. A vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento para América Latina, Fabiana Gargaro, acrescentou que as fórmulas dos xampus “gotas de brilho” e “força vitaminada”, lançados em 2015 e 2018, respectivamente, foram desenvolvidas no país e se tornaram um sucesso de vendas na Europa. (Jornal Valor Econômico - Alexandre Melo)


Embraer e Boeing aguardam aval do governo

A Embraer anunciou ontem, 17, que seu conselho de administração aprovou a parceria estratégica para combinação de ativos na área de aviação comercial com a Boeing. A fabricante de aviões brasileira ressalta em fato relevante enviado à CVM - Comissão de Valores Mobiliários que a parceria ainda está sujeita à aprovação do governo brasileiro e, posteriormente, será submetida à aprovação dos acionistas e das autoridades regulatórias. O conselho também já autorizou envio de notificação solicitando a aprovação prévia da União. De acordo com a parceria proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de US$ 4,2 bilhões. Em julho, quando o acordo foi anunciado, o valor informado para pagamento à Embraer pela Boeing era de US$ 3,8 bilhões. A joint venture foi avaliada na ocasião em US$ 4,75 bilhões. Agora, o valor anunciado pela empresa em fato relevante é de US$ 5,26 bilhões. Pelos cálculos da Embraer, o resultado da operação, líquido de custos de separação, será de US$ 3 bilhões. Coforme a companhia, a expectativa é que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes. A joint venture deve gerar sinergias anuais de cerca de US$ 150 milhões antes de impostos, até o terceiro ano de operação.


A nova empresa - Após concluída a transação, a joint venture da aviação comercial será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Dennis Muilenburg, presidente e CEO da Boeing. A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil. No comunicado, Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer, afirma que a empresa está confiante que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo.


Nova joint venture para o KC-390 - As companhias também chegaram a um acordo de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% restantes. A transação também está sujeita à aprovação do governo brasileiro, ratificação pelo conselho de administração da Embraer e autorização deste para assinatura dos documentos definitivos da transação. Na sequência, a parceria estratégica ainda deve ser submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa da Embraer é que a negociação seja concluída até o final de 2019.  (Blog Fusões & Aquisições)


Bradesco prevê mais de 100 bilhões de dólares em investimentos externos na Bovespa em 2019

O Bradesco estima que a melhora da perspectiva com a economia brasileira pode atrair até US$ 107 bilhões (R$ 417 bilhões) em investimentos externos para a bolsa brasileira no ano que vem, segundo o vice-presidente do banco, Marcelo Noronha. Segundo ele, a confiança dos investidores externos no Brasil está aumentando e grandes fundos internacionais voltados para mercados emergentes teriam um potencial de investimento no país de US$ 57 bilhões e os fundos globais teriam mais US$ 50 bilhões para investir, caso o país leve adiante as reformas necessárias para reduzir o déficit público e o crescimento da dívida. A principal é a reforma da Previdência Social, destaca.


Maior entrada de recursos da história da Bovespa - Caso a projeção se confirme, será a maior entrada de recursos na bolsa brasileira da história, superando os R$ 20 bilhões de 2009, que compensaram em parte a saída de R$ 24,6 bilhões de 2008, na grande crise do subprime nos EUA. Neste ano, até dia 12 de dezembro, saíram da bolsa brasileira R$ 8,6 bilhões, pior resultado desde 2008. “A participação do Brasil nas carteiras globais caiu de 16% para 5% nos últimos 10 anos e, mais recentemente, voltou para 7%, mas ainda está muito longe da média”, diz. Segundo ele, se houver uma indicação de que a reforma da Previdência pode ser aprovada, esse crescimento da participação nas carteiras deve se acelerar.


Alta na Bolsa e queda do dólar e dos juros -  Noronha afirma que o Bradesco estima que esses US$ 107 bilhões provocariam uma forte alta da bolsa e uma queda do dólar e dos juros. Além disso, ele estima que outros US$ 200 bilhões poderiam vir para o país para investimentos em infraestrutura nos próximos cinco anos se o governo levar adiante as reformas e o programa de privatização de estatais e redução do tamanho do Estado na economia. (Blog Fusões & Aquisições)


AGRONEGÓCIO ESPERA INVESTIMENTO EXTERNO

O fato de o presidente eleito Jair Bolsonaro criticar abertamente a entrada de estrangeiros em terras nacionais e ter um posicionamento contrário à proposta não demove o agronegócio da ideia de que é preciso abrir as terras do Brasil para o capital internacional. Marcelo Vieira, presidente da SRB - Sociedade Rural Brasileira, afirma que o agronegócio espera que o governo se sensibilize com a necessidade de atrair capital externo para os negócios nacionais. "Temos discutido esse tema há muito tempo com o Congresso. O que queremos é reverter esse parecer da AGU de 2010, que limitou a legislação que sempre vigorou no País. Não defendemos a venda de terra em si para estrangeiros, mas sim a permissão para que investidores internacionais possam investir em empresas brasileiras agrícolas", diz Vieira. "Vamos avançar nessa discussão com o governo novo. Esperamos que ele apoie uma legislação de incentivo ao investidor internacional.


Parabéns da SRB a Bolsonaro - Em carta aberta a Bolsonaro, a SRB deu parabéns a Bolsonaro e lembrou de seu "compromisso de buscar vencer paradigmas para reduzir a estrutura do Estado, desburocratizar, simplificar e assegurar mais liberdade para o empresário brasileiro investir, assim como permitir o ingresso de investimentos estrangeiros, com a garantia de maior segurança jurídica".


Mudanças de impacto positivo sobre exportações do agronegócio - Antes de pensar em aquisições de terras o setor espera respostas para eventuais mudanças locais que possam ter impacto nas exportações do que é produzido por essas terras. "Há uma apreensão sobre algumas políticas que possam criar entraves às exportações. Um exemplo: se houver um aumento forte de desmatamento na Amazônia para plantio de soja, alguns países poderão criar embargos para importação de grãos com origem no Brasil", diz o analista Tarso Veloso, da consultoria em commodities agrícolas ARC Mercosul. (Portal Estadão Conteúdo)


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