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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 052


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O mais influente de todos os fatores educacionais é a conversa na casa da criança.” (William Temple, arcebispo de Cantuária)

As pessoas, e não o dinheiro, são a chave para melhorar as escolas

Fortes relações entre professores, pais e alunos nas escolas têm mais impacto na melhoria da aprendizagem dos alunos do que um maior volume de recursos financeiros. "Quando nós falamos sobre o porquê de algumas escolas terem um desempenho melhor do que outras, as diferenças na quantidade de dinheiro que gastam são consideradas uma explicação. Nós constatamos que o dinheiro é certamente importante. Mas um importante  estudo também mostra que o capital social merece um papel em nosso pensamento sobre maneiras custo-efetivas para apoiar os estudantes, especialmente os mais vulneráveis," disse o professor Roger Goddard, da Universidade do Estado de Ohio, nos EUA. "O capital social não apenas é mais importante para a aprendizagem do que os gastos com instrução, mas também mais importante do que a pobreza, composição étnica ou realização anterior das escolas," disse Goddard. A pesquisa, que Goddard realizou juntamente com Serena Salloum, da Universidade Estadual Ball, e Dan Berebitsky, da Universidade Metodista do Sul, foi publicada no Journal of Education


O capital social vence o capital financeiro - O capital social é o nome dado à rede de relacionamentos entre os funcionários, os professores, os pais e a comunidade onde a escola está instalada, o que cria confiança e normas que otimizam o desempenho acadêmico. Um estudo envolveu 5.003 estudantes e seus professores em 78 escolas públicas selecionadas aleatoriamente no estado de Michigan, nos EUA. A amostra foi representativa da demografia de todas as escolas de ensino fundamental no estado. Os professores preencheram um questionário que mediu os níveis de capital social em suas escolas, avaliando o quanto concordavam com declarações do tipo "O envolvimento dos pais dá suporte ao aprendizado", "Os professores desta escola confiam em seus alunos" e "O envolvimento da comunidade facilita o aprendizado". Os resultados mostraram que, em média, as escolas que gastaram mais dinheiro tiveram melhores resultados nos testes do que aquelas que gastaram menos. Mas o efeito do capital social foi 3 vezes maior do que o efeito do capital financeiro nos resultados de matemática e 5 vezes maior nas notas de leitura.


Farmarcas terá mil pontos de venda até abril de 2019

Farmarcas, associação afiliada à FEBRAFAR – Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias, e que administra atualmente nove redes de farmácias, deve fechar 2018 com 890 lojas em funcionamento e um faturamento próximo a R$ 2 bilhões – um montante 45,7% superior ao de 2017, de acordo com dados dos últimos 12 meses até outubro. Há um ano, a administradora contabilizava 685 pontos de venda. Atualmente, 111 lojas estão em processo de montagem, sendo 80 delas novas e 31 conversões.


A meta da Farmarcas - A Farmarcas almeja tornar-se, até 2022, o quarto maior grupo do comércio farmacêutico brasileiro em faturamento. Até abril de 2019, a expectativa é ter um total de mil unidades e fechar 2019 com 1.100, alcançando um faturamento de R$ 3 bilhões. Hoje, as lojas estão presentes em 21 estados brasileiros. Para isso, aposta no crescimento orgânico, repaginação das lojas e foco em aumentar o volume de vendas. Segundo o diretor geral, Paulo Costa, a venda de não medicamentos cresceu 65% nos últimos 12 meses. A Farmarcas é formada pelas redes AC Farma, Bigfort, Drogarias Maestra, Entrefarma, Farma100, Maxi Popular, MegaPharma, Super Popular e Ultra Popular.(Panorama Farmacêutico)


Fleury anuncia compra da gestora de saúde Santécorp

O grupo de medicina diagnóstica Fleury anunciou na terça-feira, 4 de dezembro a aquisição da holding Santécorp, que presta serviços de gestão de saúde por meio de ferramentas de consultoria e assessoria na área de medicina assistencial, por R$ 15,5 milhões. "Essa aquisição permitirá ao grupo Fleury desenvolver presença estratégica no segmento de gestão de saúde", afirmou a companhia em comunicado ao mercado. Na véspera, o grupo Fleury havia anunciado a compra da Newscan, dona da Lafe Laboratório de Análises Clínicas, por 170 milhões de reais. (Jornal DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços)


Oferta de ações da Notre Dame Intermédica movimenta R$ 2,7 bi

A operadora de planos de saúde Notre Dame Intermédica fixou em 26 reais o preço por ação nas ofertas primária e secundária de ações, movimentando um total de 2,712 bilhões de reais, informou a companhia em fato relevante e comunicado divulgados na quarta-feira, 5. A empresa levantou um total de 312 milhões de reais com a emissão de 12 milhões de novas ações, elevando o capital social da companhia para 1,690 bilhão de reais. Na oferta secundária, os acionistas da empresa levantaram um total 2,4 bilhões de reais, com a venda de 92,4 milhões de ações.  (Jornal DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços)


Rede de academias Smartfit prepara-se para IPO

A rede de academias de ginástica e dança Smartfit anunciou na segunda-feira, 3 de dezembro, a convocação de uma assembleia de acionistas para votar uma proposta de realizar uma IPO - oferta inicial de ações. A proposta, que será apreciada em assembleia convocada para acontecer em 10 de dezembro, envolve a oferta primária, de ações novas, cujos recursos da venda vão para o caixa da companhia, e secundária, de papéis detidos pelos atuais sócios. A companhia pretende se listar no Novo Mercado, segmento com as regras mais rígidas de governança corporativa da B3. (Agência de notícias REUTERS)


Takeda tem aprovação para compra da Shire

A Takeda Pharmaceutical ganhou aprovação dos acionistas para financiar a compra da Shire, por 46 bilhões de libras, ou 58,4 bilhões de dólares, abrindo caminho para a maior aquisição da história empresarial do Japão e a criação de um laboratório farmacêutico internacional com receitas combinadas de 32 bilhões de dólares. (Jornal Valor Econômico)


Juiz federal suspende fusão entre Boeing e Embraer

A Justiça Federal de São Paulo suspendeu qualquer decisão do Conselho da Embraer que permita a segregação e transferência da área comercial da empresa para a norte-americana Boeing. O negócio é a criação de uma joint venture avaliada em US$ 4,8 bilhões, em que 80% das ações seriam da Boeing e 20% da Embraer. A decisão foi tomada na quarta-feira, 5, mas até ontem, a AGU - Advocacia-Geral da União informou que ainda não tinha sido  notificada. A decisão é do juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, em uma ação movida pelos deputados federais do PT Paulo Pimenta, RS, Carlos Zarattini,  SP, Nelson Pellegrino, BA e Vicente Cândido, SP contra a Embraer. No despacho, o juiz menciona a proximidade do recesso do Judiciário, a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro e de sua nova equipe, além da renovação do Congresso como motivos para justificar o deferimento da liminar.


O ajuizamento da decisão - O juiz destaca que haveria a possibilidade de que o Conselho da Embraer efetivasse a segregação no período de transição entre o governo do presidente Michel Temer e o futuro governo Bolsonaro. Segundo ele, o Conselho da Embraer poderia criar uma "situação fática de difícil ou de impossível reversão" nesse período. Apesar disso, ele ressalta que não impôs nenhum obstáculo à continuidade das negociações entre as duas empresas. "Por derradeiro, o juízo não deixou de considerar que a presente decisão não provoca uma grave lesão à economia e ordem pública e se contém, exatamente, no objeto da ação popular no sentido de permitir que o cidadão atue de forma efetiva na proteção do patrimônio público que, no caso, é representado pela ação de classe especial de titularidade da União Federal na Embraer sob ameaça de reduzir-lhe a abrangência, limitando-a apenas a uma parte da Embraer a não ser segregada", diz a decisão. (Jornal DCI - Diário Comércio Indústria & Serviços)


AGU pede derrubada de liminar que impede negociação entre Embraer e Boeing

A Advocacia-Geral da União recorreu ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região para tentar derrubar liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo que impede o Conselho de Administração da Embraer de tomar qualquer decisão que permita a separação da área comercial da empresa para formar uma joint venture com a Boeing, informou a assessoria de imprensa da AGU na noite desta sexta-feira, 7. Na véspera, o juiz federal paulista Victorio Giuzio Neto atendeu a pedido em ação popular movida por quatro deputados federais petistas que defendiam a suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing para criar a nova companhia.


O recurso da AGU - No recurso ao tribunal a AGU alerta que a decisão do juiz federal afronta a separação dos poderes e a ordem político-administrativa, uma vez que impede a União de decidir no momento oportuno, ou seja, se e quando as tratativas entre as duas companhias estiverem concluídas, se dá o aval para o negócio. O recurso cita ainda que o poder de veto se deve à chamada "golden share", ação preferencial que o ente público manteve na Embraer durante o processo de privatização da empresa.

“O momento para qualquer manifestação da acionista União somente ocorrerá quando for efetivamente submetida a proposta de eventual fusão, e segundo os termos do que vier estipulado na dita proposta, ao Conselho de Administração da Embraer”, ressalta a AGU, em trecho do pedido de suspensão. O órgão quer suspender os efeitos da liminar até o julgamento definitivo da ação popular proposta para questionar a negociação entre as empresas áreas.


A deliberação do Conselho da Embraer é penas a primeira etapa do negócio - Ainda segundo a Advocacia-Geral, o Conselho de Administração da Embraer “jamais poderia concretizar sozinho a transferência do negócio de aviação comercial” da empresa para a Boeing. “A deliberação do Conselho é apenas a primeira etapa decisória no processo de aprovação da operação, que necessariamente ainda passará pelo crivo, e poder de veto da União, da Assembleia Geral da Embraer e das autoridades regulatórias nacionais e internacionais competentes. Esse processo decisório levará meses para ser concluído”, acrescenta a AGU. Por fim, a Advocacia-Geral alerta que a liminar também afronta o princípio constitucional da livre iniciativa, ao interferir na negociação entre duas empresas privadas, e coloca em risco a ordem econômica, como demonstra a queda verificada no valor das ações da Embraer após a decisão.(Agência de notícias REUTERS - Ricardo Brito e  Tatiana Ramil)


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