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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 020

“O sucesso não é definitivo e o fracasso não é fatal. O que importa é ter a coragem para continuar.” (Winston Churchill)

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Pele eletrônica que sente e se cura sozinha

Cientistas da Universidade do Colorado, nos EUA, desenvolveram uma pele eletrônica maleável, auto-curável e totalmente reciclável. A e-skin, como é chamada, é feita de um material fino e translúcido que pode imitar a função e as propriedades mecânicas da pele humana através de sensores que detectam temperatura, pressão, umidade e fluxo de ar. Este novo material foi desenvolvido visando aplicações em áreas médicas ou em produtos eletrônicos usados no dia a dia. Os responsáveis foram professores dos departamentos de Engenharia Mecânica, Química, Bioquímica e Materiais da universidade. A tecnologia tem várias propriedades únicas, como a poliimina, um novo polímero que é atado com nanopartículas de prata para aumentar sua resistência mecânica, estabilidade química e condutividade elétrica. Segundo os pesquisadores, se a e-skin for rompida, existe um mecanismo de regeneração por meio de ligações químicas dos componentes presentes nos dois lados da fenda. Desta forma, a matriz é restaurada e a película volta a ser como era antes. Em casos mais graves, a pele pode ser mergulhada numa solução de reciclagem e o material se dissolverá em componentes menores que podem ser reutilizados para criar novas e-skins.


O futuro da e-skin - “O que é único aqui é que a ligação química da poliimina que usamos permite que a e-skin seja autocurável e totalmente reciclável à temperatura ambiente”, disse Jianliang Xiao, professor adjunto da Universidade do Colorado. ”Dado os milhões de toneladas de resíduos eletrônicos gerados em todo o mundo a cada ano, a reciclabilidade da nossa e-skin tem um bom sentido econômico e ambiental.” Um dia, essa pele eletrônica poderá ser usada em próteses, robôs ou equipamentos com superfícies inteligentes, já que é facilmente adaptável a superfícies curvas sem apresentar tensões excessivas.


Dispositivos mais realistas e funcionais - Se a e-skin estiver envolvida em torno de uma mão protética, seria possível sentir pressão ao segurar uma xícara de vidro. Saber a quantidade de pressão que a mão mecânica está aplicando pode impedir que o usuário esmague acidentalmente a xícara, explicou Xiao. A e-skin pode, eventualmente, substituir a cobertura de dispositivos e equipamentos eletrônicos, proporcionando superfícies que são mais agradáveis ao toque e que permitam a interação com o usuário. Imagine o seu smartphone dizendo: “Ei, isso faz cócegas”. As aplicações são promissoras e a possibilidade de reciclagem é um bônus para a animação dos criadores. Como toda nova descoberta, ainda é preciso muito estudo para a comercialização, mas já é um passo em direção a essa tecnologia. (Portal Saúde Business - Fernanda Fortuna)


As marcas preferidas de Beleza e Cuidados Pessoais do consumidor brasileiro em 2017

Em sua sexta edição, o ranking brasileiro do Brand Footprint, realizado pela empresa de consultoria Kantar Worldpanel, listou as marcas preferidas dos consumidores brasileiros. Colgate, Sorriso, Rexona, Palmolive e Seda integram o top 5 no setor de beleza e cuidados pessoais. Em 2017, a Colgate reconquistou a 3ª posição ao subir um ponto no ranking geral, liderado pela Coca-Cola. Entre as empresas que compõem o top 10, a Dove está na 6ª colocação, Avon (7ª), Natura (8ª), Intimus (9ª) e Nivea (10ª). Esta última avançou dois pontos em relação ao ano anterior e, em 2017, figurou em 55% dos lares brasileiros, um crescimento de 14 milhões em CRPs - Consumer Reach Points, que estabelece a relação de número de lares compradores com frequência de compras.


O ranking - No total, foram analisadas 239 marcas dos segmentos de alimentos, bebidas, lácteos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica, das quais 58% cresceram em volume em 2017 e 50%, em consumidores. O ranking refletiu um cenário econômico mais positivo em 2017 onde a maior parte das cestas e categorias conseguiu se recuperar em 2017, comparado a 2016, ainda que lentamente. (Panorama Farmacêutico)

Ex-Petrobras, Pedro Parente na presidência da BRF

O executivo Pedro Parente pode assumir hoje, 14 de junho, a presidência executiva da BRF, empresa de alimentos formada pela fusão de Sadia e Perdigão. Parente recém deixou o comando da Petrobras, por não concordar com a intervenção do governo nos preços praticados da empresa, após a greve dos caminhoneiros. Hoje o conselho de administração da BRF tem uma reunião extraordinária para discutir a nova estrutura de comando da companhia e a escolha do diretor-presidente. Parente, que já preside o colegiado, é o favorito para o cargo de principal executivo. Ainda haverá uma discussão no conselho sobre a remuneração do executivo e sobre quem ocupará a função de chairman, já que Parente não pode ficar com os dois cargos. Parente chegou ao conselho BRF no fim de abril no lugar de Abilio Diniz, com a função de colocar um fim na disputa entre o empresário e os fundo de pensão Petros (Petrobras) e Previ (Banco do Brasil), principais acionistas da BRF.


Missão difícil na BRF - O nome de Parente agrada os investidores, porque o executivo é conhecido por ser um bom gestor de crises. Foi o responsável por conduzir o apagão de energia elétrica no governo FHC e, recentemente, por recuperar a Petrobras após o escândalo da Operação Lava Jato. Sua missão na BRF, no entanto, não será fácil. A gigante empresa de alimentos amarga prejuízos provocados pela má gestão dos antigos administradores, pelas investigações da Operação Carne Fraca e pela disputa entre os principais acionistas. (Portal do Jornal Gazeta do Povo, Curitiba, PR)


Metformin Found Safe For Most Diabetics With Kidney Disease

Results of a large-scale study suggest that the oral diabetes drug metformin is safe for most diabetics who also have CDK - chronic kidney disease. The study of more than 150,000 adults by Johns Hopkins Medicine investigators found that association with the development of a life-threatening condition called lactic acidosis was seen only among patients with severely decreased kidney function. A report on the study appeared online June 4 in JAMA Internal Medicine.


Metformin and Lactic acidosis – Metformin is the first-line medication for treatment of type 2 diabetes in adults and the fifth most commonly used drug in the United States. However, there has been a longstanding concern in the medical community about prescribing metformin for people with both diabetes and CKD because it may cause lactic acidosis, says senior study author Morgan Grams, M.D., Ph.D., M.H.S., an associate professor of medicine and epidemiology at the Johns Hopkins University School of Medicine. Lactic acidosis is a rare but serious complication, occurring when lactate—a product of glucose breakdown--builds up in the bloodstream, producing symptoms such as severe muscle pain, cramps, nausea, and weakness. Because patients with CKD may be at increased risk of metformin-associated lactic acidosis, health care providers historically avoided prescribing metformin in this population.


FDA recently revised metformin labeling - The Food and Drug Administration recently revised its labeling of metformin, so the drug could be used more by CKD patients, says Grams, and some regulatory and professional society guidelines cautiously support use of the drug by diabetic patients with moderate kidney disease. But data addressing the drug's safety for patients with moderate to severe kidney disease had been inconclusive, she added. A better assessment of acidosis risk could "provide reassurance that millions of people with diabetes and CKD may be able to safely use metformin," Grams says.


Metformin multiple benefits - Past studies show that metformin has multiple benefits beyond controlling blood sugar, including less weight gain, a lower risk of heart attack,; and even higher long-term survival than other medications that patients take to control blood sugar. About 380 million people worldwide and 29 million people in the United States are affected by diabetes. Approximately 19 percent—or around 5 million—of those in the U.S. with diabetes also have CKD, Grams says. "Our study demonstrates that the first-line and common diabetes medication is safer in patients with CKD than once thought," Grams says.


Metformin is inexpensive - From a public health perspective, the potential benefits of using metformin for patients with diabetes and CKD are vast, given the increasing number of people affected with both diseases worldwide. Beyond having potential health benefits, metformin is relatively inexpensive. The medication can be obtained for $4 per month for the 500 milligram dose. In contrast, some of the newer diabetes agents can cost more than $400 per month. (John Hopkins Medicine Drug Development)


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