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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 019

Atualizado: 30 de Jul de 2018

“O pessimista vê dificuldades em cada oportunidade, mas o otimista vê oportunidades em cada dificuldade.” (Winston Churchill)

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Seu nome influencia percepção dos outros sobre sua personalidade

Será que o nome que seus pais lhe dão ao nascer marca seu destino? Provavelmente não. Mas o seu nome pode ser mais importante do que parece. Pesquisadores afirmam que seu primeiro nome molda a maneira como as pessoas percebem sua idade, sua personalidade e até sua eficiência no trabalho, e esses resultados podem significar que alguns experimentos clássicos de psicologia estavam errados. Leonard Newman e seus colegas da Universidade de Syracuse, nos EUA, pediram a 500 estudantes universitários que classificassem 400 nomes masculinos e femininos populares das últimas sete décadas. As perguntas tinham estruturas como: "Imagine que você está prestes a encontrar alguém chamado [...]. Quão competente/acolhedor/velho você acha que ele é quando você vê o nome dele?" O experimento foi feito para nomes de pessoas nos EUA, mas os resultados podem dar dicas importantes para a importância do nome em geral. Veja os resultados, considerando que o adjetivo "quente" é usado no sentido de acolhedor, amigável, empático:

Nomes "quentes" e competentes - Ana, Carolina, Daniel, David, Elizabeth, Emily, Emma, Evelyn, Felícia, Graça, James, Jennifer, James, Jonathan, Júlia, Kathleen, Madeline, Marcos, Maria, Mateus, Miguel, Michelle, Natália, Nicolau, Noé, Olívia, Paulo, Raquel, Samantha, Sarah, Sophia, Stephen, Susan, Thomas, William.

Nomes "quentes", mas menos competentes - Hailey, Hannah, Jesse, Kellie, Melody, Mia. Nomes competentes, mas menos "quentes" - Arnold, Gerard, Herbert, Howard, Lawrence, Norman, Reginald, Stuart.

Nomes "frios" e pouco competentes - Alvin, Brent, Bryce, Cheyenne, Colby, Cristal, Dana, Darrell, Devon, Domingos, Dominique, Duane, Erin, Larry, Leslie, Lonnie, Malaquias, Márcia, Marco, Mercedes, Omar, Regina, Rex, Roy, Tracy, Trenton, Vicki, Whitney.

Em termos de ser caloroso e competente, houve um claro efeito de gênero - Nomes associados a baixa competência e forte acolhimento tendem a ser femininos. Por outro lado, nomes associados a alta competência e mais frios tendem a ser do sexo masculino. "Os resultados refletiram os estereótipos de gênero," defende Newman. Segundo o pesquisador, os resultados têm implicações para experimentos psicológicos, que muitas vezes invocam personagens fictícios como parte de cenários hipotéticos: os nomes desses personagens hipotéticos podem distorcer os resultados, diz Newman.Um experimento famoso, feito na década de 1960, mas citado até hoje, pediu que as pessoas dessem notas para redações assinadas por "João" (John) ou por "Joana" (Joan) - o detalhe é que os dois textos eram idênticos. O texto assinado por Joana recebeu notas menores, o que foi considerado evidência de sexismo. Mas, como Joana era um nome típico da geração mais antiga, é possível que as pessoas estivessem de fato tendo um viés de idade, e não de sexo, propõe Newman.

Efeito Obama - Um nome impopular ou incomum não significa necessariamente que seu destino esteja selado, disse o psicólogo. "Muitos anos atrás, meus pais vieram me visitar em Chicago e eu apontei sinais de um político local que estava concorrendo às eleições. Eu disse a eles, 'ele é muito atraente, ele vai longe'. Eles riram de mim e disseram: 'Eu não acho que ele irá muito longe na política americana com um nome como Barack Hussein Obama'. Obviamente, eles estavam errados, e há claramente coisas mais importantes do que nomes," concluiu o pesquisador. (Diário da Saúde, com informações da revista New Scientist)

Coty lança loja online no Brasil

Com a meta de conquistar a liderança mundial no mercado de beleza, a Coty escolheu o Brasil para lançar sua primeira loja virtual. Voltada ao consumidor final e pequenos empreendedores, como manicures, o portal disponibiliza os itens regulares do portfólio da empresa, com lançamentos, kits para presentes e combinações de ofertas especiais. As entregas terão cobertura nacional. “O objetivo foi criar um canal de aproximação com nossos consumidores. O Brasil foi escolhido como teste por sua enorme capilaridade”, afirma Karen Sanchez, diretora de e-commerce da Coty Brasil. O portal nasce com a comercialização virtual de 14 das suas mais de 25 linhas presentes no país, como as consagradas Risqué, Bozzano, Monange, Koleston, Adidas, Cenoura & Bronze e Paixão. “Até o fim de 2018, todos os produtos da divisão de consumo da Coty estarão disponíveis”, ressalta Karen. Com aproximadamente US$ 9 bilhões em receita, a Coty é líder global em fragrâncias, número dois no mercado de produtos profissionais para styling e coloração de cabelos, além de ser a terceira empresa do setor quando o assunto é “color cosmetics”, ou seja maquiagens e esmaltes. Mundialmente a empresa conta com cerca de 20 mil colaboradores. (Panorama Farmacêutico)

Walgreens disponibiliza ferramenta de análise da pele

O portal da rede norte-americana de farmácias Walgreens acaba de lançar uma ferramenta exclusiva de análise de cuidados com a pele chamada SkinID. O portal avalia as necessidades de cada cliente em relação à acnes, espinhas e cravos e desenvolve rotina diária personalizada, na qual os consumidores recebem recomendações de produtos selecionados de marcas comercializadas na própria rede de drogarias Walgreens. “Com isso, ajudamos os usuários a entenderem melhor sobre a saúde geral da sua pele e assim termos compras mais direcionadas”, ressalta Lauren Brindley, vice-presidente de beleza e cuidados pessoais da Walgreens.

O SkinID foi desenvolvido pela J&J Consumer - Segundo a executiva, a Walgreens comercializa quase 2 mil itens para acne. “Comprar uma linha de cuidados para a pele é um desafio. Muitos clientes desconhecem os cuidados necessários para lidar com as condições específicas da sua da pele e acabam adquirindo os produtos errados”, explica. As recomendações de produtos são determinadas pela utilização da tecnologia SkinID, ferramenta da Johnson & Johnson Consumer, que se baseia em respostas fornecidas por usuários individuais e tipos de pele. “Quando os clientes não atingem os resultados esperados pelo uso de um produto não adequado à sua pele, acabam frustrados”, observa Sharon Holubek-Bank, diretora sênior de desenvolvimento de clientes da Johnson & Johnson Consumer. (Panorama Farmacêutico)

Farmarcas abre 146 lojas em um ano

A Farmarcas, empresa que administra nove redes associativistas vinculadas à FEBRAFAR - Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias, apresentou um faturamento de R$ 1,6 bilhão no período de 12 meses até abril de 2018, valor 50,21% acima do mesmo período do ano anterior, quando o número foi de R$ 1 bilhão. Um dos fatores que levaram ao crescimento foi a abertura de 146 lojas no último ano, o que fez o número de unidades saltar de 598 para 744. O objetivo da Farmarcas é chegar a mil pontos de venda até 2019. “Além do aumento no número de lojas, o principal ponto a ser destacado está relacionado à gestão, que possibilita que sejamos competitivos nos preços que oferecemos”, explica o presidente Edison Tamascia.

As nove redes de farmácias da Farmarcas - Segundo o executivo, a comunicação das lojas com os clientes é outro diferencial. “Investimos intensamente no marketing das redes, fornecendo ferramentas e materiais que permitem que os empresários façam frente à concorrência com qualquer outro grande player do mercado”, detalha. Exemplos disso são os aplicativos do programa de fidelidade das redes, que possuem mais de 2 milhões de usuários cadastrados, e também o sistema de elaboração online de encarte de ofertas, que viabiliza a produção de materiais de divulgação de forma muito mais assertiva. Fazem parte da Farmarcas as redes Drogarias Ultra Popular, Farmácia Super Popular, Farma100, Entrefarma, Drogarias Maxi Popular, Farmácias BigFort, AC Farma, Megapharma e Drogaria Maestra. (Panorama Farmacêutico)

Bayer Selling $9 Billion In Ag Business Ahead Of Monsanto Merger

The German pharmaceutical giant has agreed, Tuesday, May 29, 2018, to the U.S. government's demand that it sell about $9 billion in agriculture businesses as condition for acquiring Monsanto Co., a U.S. seed and weed-killer maker. Antitrust regulators at the US Justice Department say it's the biggest divestiture ever required for a merger. The regulators say they directed Bayer to divest assets such as vegetable oils, seeds and seed treatments to ensure fair competition and prevent price spikes after the massive agriculture business deal goes through. The assets will be sold to BASF, a German chemical company. The merger also has won approval from China, Brazil and Australia. Two big mergers last year already have reshaped the global seed and pesticide market: Dow Chemical's combination with DuPont last year, and China National Chemical Corp.'s acquisition of Syngenta, a Swiss seed and pesticide maker

Competition as a result of the Bayer Monsanto merger - "As a result, American farmers and consumers will continue to benefit from competition in this industry," the Justice Department said in a statement. Without the sale of Bayer assets, the merger of two of the world's largest agricultural companies "would likely result in higher prices, lower quality and fewer choices across a wide array of seed and crop-protection products," the statement said. "The merger also threatened to stifle the innovation in agricultural technologies that has delivered significant benefits to American farmers and consumers."

Bayer and Monsanto - Bayer's $57 billion proposed takeover of Monsanto has been watched by competitors and environmental groups, which are fearful that the number of players in the business of selling seeds and pesticides will shrink further and give a single company a stranglehold on the food chain. Monsanto, based in St. Louis, is one of the world's biggest seed companies. The merger would make Bayer the largest supplier in the world of pesticides and seeds for farmers. "This merger is going to have a devastating effect on African American farmers and other small farmers," said John Boyd, founder and president of the National Black Farmers Association. "It means higher prices for small farmers, and more black farmers will end up going out of business due to these higher seed prices." The divestiture proposal will be filed in federal court and opened to public comment for 60 days.

Deeper insights - In March, the European Union approved the merger on condition that Bayer sell $7.4 billion in assets to BASF to eliminate overlaps in seed and pesticide markets. The U.S. Justice Department said after the European action that it continued to have concerns over the proposed deal, especially its potential impact on American farmers and consumers, which could differ from its effects in Europe. Genetically modified seeds, for example, are used widely in the U.S. but mostly banned in Europe. Some antitrust experts had warned that the merger would eliminate direct competition between two of the biggest players in the seed industry, giving the new company lopsided control over U.S. cotton acreage, and commercial seed development for canola, soybean and corn. Under the new U.S. agreement, Bayer must divest:

  • Businesses that compete with Monsanto, including its cotton, canola, soybean and vegetable seed businesses, and its Liberty herbicide business, a key rival of Monsanto's well-known Roundup herbicide.

  • Certain intellectual property and research capabilities for developing new products.

  • Assets needed to ensure that BASF has the same incentives to innovate that Bayer would have as an independent competitor, including Bayer's early stage "digital agriculture" business.

Bayer said it has now secured nearly all the needed government clearances for closing the deal. "Receipt of the (Justice Department's) approval brings us close to our goal of creating a leading company in agriculture," Bayer CEO Werner Baumann said in a statement. "We want to help farmers across the world grow more nutritious food in a more sustainable way." (Food Manufacturing newsletter)


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