ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 014

“O que faz andar o barco não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê...” (Platão)

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Atividade física do dia todo é que importa - incluindo esforços esporádicos

Durante décadas, temos sido inundados por uma confusão de mensagens sobre a melhor forma de combater os riscos para a saúde do estilo de vida sedentário: caminhar 10 mil passos por dia, fazer um treino de sete minutos usando um aplicativo de celular e até rodar pneus pesados em acampamentos de fim de semana. Acontece que qualquer tática de atividade física, mesmo quando feita em pequenos períodos ao longo do dia, resulta na redução do risco de doenças e morte por qualquer causa, afirmam pesquisadores. "Nos últimos 30 anos, as diretrizes têm sugerido que atividades moderadas a vigorosas podem trazer benefícios à saúde apenas se você mantiver a atividade por 10 minutos ou mais. Isso está estampado nas recomendações de saúde pública que aconselham a subir escadas em vez de usar o elevador e estacionar mais longe do seu destino. Mas isso não leva 10 minutos, então por que eles são recomendados?" questiona o professor William Kraus, da Universidade Duke, nos EUA.


Reduzindo o risco de morte - Os experimentos feitos pela equipe do professor Kraus constataram que breves viagens subindo e descendo escadas de fato devem ser levados em conta e somados aos minutos de exercícios acumulados. Você não precisa fazer 10 minutos de uma vez só e menos ainda passar horas na academia, desde que a intensidade dos seus minutos de exercício atinja um nível moderado ou vigoroso. O esforço moderado foi definido como caminhada rápida em um ritmo que dificulta a conversação. Aumentar esse ritmo para uma corrida seria um exercício vigoroso para a maioria das pessoas. As melhorias mais dramáticas quanto ao risco geral de morte e doença ocorreram com uma quantidade relativamente pequena de esforço distribuído ao longo do dia - ainda que, quanto mais você fizer, melhores serão os benefícios, diz Kraus. Pessoas que fizeram menos de 20 minutos de atividade total moderada ou vigorosa a cada dia tiveram o maior risco de morte. Aquelas com 60 minutos por dia reduziram o risco de morte em mais da metade - 57%. Fazer pelo menos 100 minutos de atividade moderada ou vigorosa por dia reduziu o risco de morte em 76%.


Recomendações - As diretrizes atuais do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, publicadas em 2008, recomendam pelo menos 150 minutos de exercício moderado ou 75 minutos de atividade vigorosa por semana, distribuídos durante vários dias, disse Kraus. Essas diretrizes estão sendo atualizadas e deverão ser anunciadas ainda este ano. Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of the American Heart Association. (Diário da Saúde)


Seis dos 10 anunciantes top do país são do setor farma

Com 64% de aumento em publicidade, a Hypera Pharma, antiga Hypermarcas, foi a maior anunciante de 2017, segundo estudo Retrospectivas & Perspectivas da Kantar IBOPE Media. Além dela, outras cinco empresas que atuam no segmento farmacêutico figuram entre os top 10 que mais investiram em mídia: a Genomma está na vice-liderança seguida pela Unilever. Em 5º lugar vem a Procter e Gamble, com a Divcom Pharma Nordeste em 6º e a Ultrafarma na 10ª posição.


Os líderes da mídia no Brasil - Entre os dez setores que mais anunciaram em 2017, e que juntos representam mais de 80% de toda a atividade publicitária no último ano, o farmacêutico foi um dos que mais cresceram no período, com 22% de variação positiva. De acordo com o levantamento, 61.380 anunciantes marcaram presença nos meios e veículos monitorados pela empresa. Entre os mercados monitorados, São Paulo segue como líder, absorvendo ¼ de toda a verba destinada para compra de espaço publicitário. Ao lado de Rio de Janeiro e Belo Horizonte, os três são responsáveis por receber 38% de todo o investimento de mídia do país. (Panorama Farmacêutico)


Biolab anuncia aquisição da Actavis no Brasil

A empresa farmacêutica brasileira Biolab assinou em 13 de abril contrato para adquirir a Actavis Brasil, pertencente ao Grupo Teva, que atua na fabricação, importação e distribuição de medicamentos, principalmente, genéricos. A Actavis possui uma fábrica localizada no município do Rio de Janeiro, e tem um portfólio com mais de trinta produtos de marca e genéricos. Segundo nota emitida pela Biolab, o objetivo é ampliar e inovar o portfólio da empresa. O Grupo Teva concederá uma licença para a utilização da marca Actavis por um período de transição, após a efetiva transferência do controle acionário. O acordo está sujeito à aprovação do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica e, posteriormente, está prevista a compra da totalidade do controle societário da Actavis pela Biolab, que será responsável pela unidade fabril e por todos os seus produtos.


A Biolab - Com mais de 20 anos de atuação no pa, a Biolab exibe um portfólio formado por mais de 100 produtos e 2.500 colaboradores. Tem uma das maiores equipes de vendas de produtos farmacêuticos no Brasil, com 1.200 integrantes, realizando 250 mil visitações por mês. A empresa conta com três fábricas em São Paulo - Jandira, Taboão da Serra e Bragança Paulista, dois centros de PD&I, em Itapecerica da Serra, em São Paulo e Ontário, no Canadá, contando com um Centro de Distribuição em Extrema, MG. (Panorama Farmacêutico)


Takeda faz nova proposta para comprar a Shire

A empresa japonesa Takeda Pharmaceutical informou na sexta-feira, 20, que fez uma nova proposta pela farmacêutica Shire de 47 libras esterlinas por ação (US$ 66.6). A Shire confirmou a oferta de cerca de 44 bilhões de libras esterlinas (US$ 62,4 bilhões) e informou que avalia o negócio. Na quinta-feira, 19, a companhia havia feito uma oferta de 46,50 libras esterlinas por ação, o equivalente a US$ 60 bilhões, que foi recusada pela companhia sediada em Dublin. Apesar de levemente acima, a nova proposta corresponde a um valor maior em dinheiro, de 21 libras esterlinas por ação e 26 libras esterlinas em novas ações. Anteriormente, a proposta havia sido de 17,75 libras esterlinas por ação em dinheiro e 28,75 libras esterlinas em ações.

Como fica o negócio - Se confirmado, os acionistas da Shire ficariam com cerca de 49% da Takeda, com base no valor de mercado atual da empresa japonesa. De acordo com os termos propostos no acordo, a Takeda deve manter sua sede e ações listadas na Bolsa de Tóquio, mas implementará um programa de ADR - American Depositary Receipt para permitir que os acionistas da Shire continuem a deter papéis da empresa combinada. De acordo com as regras do Reino Unido, a Takeda tem até o dia 25 de abril para fazer uma oferta firme. Um dia antes da última oferta da Takeda pela Shire, a empresa farmacêutica Allergan, dona do Botox, também chegou a manifestar interesse pela Shire, mas recuou após queda de suas ações. (Jornal Valor Econômico)


A empresa Farmacêutica BenevolentAI

A farmacêutica britânica BenevolentAI, que usa inteligência artificial para identificar novos candidatos a medicamentos, disse que levantou 115 milhões de dólares em uma rodada de financiamento que avaliou a empresa em 2 bilhões de dólares. A companhia, que tem mais de 20 remédios em desenvolvimento, planeja usar os fundos para aumentar a escala de suas atividades e ampliar as áreas de doenças em seu foco. Uma parte também irá para outras áreas científicas como materiais avançados, agricultura e armazenamento de energia. A BenevolentAI cresceu rapidamente desde sua fundação, em 2013, espelhando o crescente interesse da indústria farmacêutica no aproveitamento do poder da inteligência artificial para acelerar a descoberta de medicamentos e o desenvolvimento. O objetivo é usar supercomputadores modernos e sistemas de aprendizado de máquina para prever como moléculas vão se comportar e qual a probabilidade delas fazerem um medicamento útil, economizando assim tempo e dinheiro com testes desnecessários.


Inteligência artificial e novos medicamentos - Os sistemas de inteligência artificial já exercem um papel importante em outros setores de alta tecnologia como o desenvolvimento de carros autônomos e software de reconhecimento facial. "Nós somos pioneiros nesse setor e temos evoluído para uma empresa de desenvolvimento de medicamentos totalmente integrada e capacitada para inteligência artificial, com a capacidade de fornecer medicamentos melhores em velocidades anteriormente inimagináveis", disse o fundador e presidente do conselho da BenevolentAI, Ken Mulvany. "No fim, isso significa que os pacientes receberão os medicamentos certos, a um custo menor, em menos tempo." A empresa, com sede em Londres, usa algoritmos para analisar milhões de peças de pesquisa científica e estudos clínicos na busca por possíveis novos medicamentos e novos usos para medicamentos existentes. (Agência de notícias REUTERS)


Kroton negocia compra da Santillana Brasil

A Kroton está negociando a aquisição da operação brasileira da Santillana, dona da editora de livros didáticos Moderna e de outros ativos ligados à educação básica no país. A intenção é que a Santillana Brasil faça parte da recém-criada holding Saber, que já tem sob seu guarda-chuva o colégio Leonardo da Vinci, de Vitória, cuja compra foi anunciada na semana passada pela Kroton, e o sistema de ensino Pitágoras. Com isso, a Kroton segue um modelo parecido ao da Somos Educação que possui colégios, escola de idioma, editoras e sistemas de ensino, com sinergias entre si. (Jornal Valor Econômico)


Bayer vende 3,6% do capital para Temasek visando a compra da Monsanto

A Bayer informou na terça-feira, 17, que fechou um acordo para que a Temasek Holdings aumente em cerca de 3,6% sua participação no capital da companhia alemã, com a aquisição de 31 milhões de novas ações, por 3 bilhões de euros (US$ 3,71 bilhões). Pelo acordo, a Bayer emitirá as ações a uma subsidiária da Temasek a preços de mercado, com direito a dividendos a partir de 1º de janeiro de 2017. Uma vez que o aumento de capital tenha sido concluído, somadas às participações acionárias existentes, a Temasek deterá aproximadamente 4% das ações de capital emitidas pela Bayer, mostra o comunicado. O presidente-executivo da Bayer, Werner Baumann, afirmou que "o investimento confirma a estratégia de negócios, incluindo a proposta de aquisição da Monsanto, bem como as fortes perspectivas de crescimento da Bayer". A expectativa é que a empresa alemã utilize o montante de US$ 3,71 bilhões para compor a negociação de compra da norte-americana Monsanto, orçada em US$ 60 bilhões. A Bayer relatou no ano passado que planeja levantar US$ 19 bilhões em fundos para financiar a proposta de aquisição. (Portal ESTADÃO CONTEÚDO)


Raízen compra a Shell na Argentina

A Raízen, joint venture entre a Cosan e Shell, anuncia a compra da rede de postos de gasolina da Shell na Argentina, buscando crescer no exterior num momento em que o CADE vetou a compra da AleSat pela Ipiranga. O valor da aquisição, de US$ 950 milhões, será pago à vista e equivale a menos de 4 vezes o EBITDA da Shell Argentina. Para efeito de comparação, a BR Distribuidora, pertencente à Petrobras, negocia sua venda por cerca de 9,4 vezes o EBITDA de 2017. Dona de uma rede de 645 postos, uma refinaria, uma planta de lubrificantes, três terminais terrestres, duas bases de abastecimento em aeroportos e ativos de GLP (gás liquefeito de petróleo), a Shell Argentina vende aproximadamente 6 bilhões de litros/ano e é o segundo player do mercado argentino, com uma participação de cerca de 20%. Segundo a Cosan, a operação teve um faturamento líquido (proforma) de US$ 3,3 bilhões no ano fiscal terminado em dezembro de 2017.


A Shell argentina – A operação argentina é administrada por Teófilo “Teo” Lacroze, um veterano da Shell que trabalhou na Raízen entre 2011 e 2015 e em seguida retornou à companhia anglo-holandesa, onde melhorou substancialmente o resultado da operação argentina. Na Cosan, Teo é tido como um dos grandes talentos aportados pela Shell na Raízen. O preço da aquisição assume que a companhias adquirida não possui endividamento e, segundo a Cosan, "está sujeito a ajustes de variações de capital de giro e pelo montante de dívida líquida no fechamento." A Raízen fará um 'carve out’ (separação e venda) dos ativos relacionados à operação de exploração e produção de petróleo que fazem parte da operação. O banco Morgan Stanley assessorou a Cosan. (Portal Fusões & Aquisições - Geraldo Samor)


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