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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 013

“Se você troca uma laranja com um amigo, cada um fica com uma, mas se você troca uma idéia com ele, cada um fica com duas." (Confúcio)

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Duzentas horas para fazer um amigo de verdade

Cientistas chegaram à conclusão de que demora mais de 200 horas para que alguém possa ser considerado um amigo próximo. Isso inclui o tempo gasto saindo, batendo papo, jogando videogame e coisas do tipo. "Temos que investir esse tempo. Você não pode estalar os dedos e fazer um amigo. Manter relações estreitas é o trabalho mais importante que fazemos em nossas vidas. A maioria das pessoas em seus leitos de morte concorda sobre isso," diz Jeffrey Hall, professor de comunicação na Universidade de Kansas, nos EUA, responsável pela mensuração inusitada do tempo que se gasta para fazer um amigo. Hall chegou a esse número partindo de estudos anteriores que propuseram que nosso cérebro só pode lidar com cerca de 150 amizades, e que "a quantidade de tempo e o tipo de atividade compartilhados com um parceiro podem ser pensados como investimentos estratégicos para as necessidades de pertencimento a longo prazo", uma visão deveras inusitada da amizade.


De conhecido a amigo de verdade - O cientista começou analisando respostas a uma pesquisa online de 355 pessoas que mudaram de residência nos últimos seis meses e estavam procurando por novos amigos em suas novas casas. Depois entrevistou 112 calouros da universidade que se mudaram recentemente para estudar. O questionário envolvia perguntas sobre pessoas conhecidas nas duas semanas anteriores. Esses voluntários foram então ouvidos novamente quatro e sete semanas depois para ver como esses relacionamentos haviam progredido. Combinando os resultados das duas amostras, Hall estima que leva entre 40 e 60 horas para formar uma amizade casual, 80 a 100 horas para a transição que torna a pessoa um amigo, e mais de 200 horas para definir "bons amigos".


Sinais de interesse de amizade - "Quando as pessoas fazem a transição entre os estágios, elas duplicam ou triplicam a quantidade de tempo que passam com a outra pessoa nas próximas três semanas. Eu encontrei calouros que passaram um terço de todas as horas em que estavam acordados em um mês com um bom amigo.""Se você está interessado em uma amizade, mude o contexto. Se você trabalha junto, vá almoçar ou saia para tomar uma bebida. Essas coisas sinalizam para as pessoas que você está interessado em ser amigo delas," aconselhou Hall. (Diário da Saúde)


Você irá perder metade dos seus amigos nos próximos sete anos

Você tem um amigo importante que o ajudou recentemente? Então você terá sorte se esta pessoa ajudá-lo novamente daqui a sete anos. O sociólogo holandês Gerald Mollenhorst pesquisou como o contexto no qual nós encontramos as pessoas influencia nossa rede social e chegou a várias conclusões. Uma delas é a de que você perderá metade dos seus amigos mais chegados a cada sete anos. Sempre se diz que você está preso à sua família, mas é livre para escolher seus amigos. Será mesmo? Por anos os sociólogos têm argumentado que o tamanho de sua rede social é resultado de suas próprias preferências ou do contexto no qual você encontra alguém. Por exemplo, o seu melhor amigo seria de fato o seu melhor amigo se vocês não tivessem estudado juntos vários anos? E se, em vez de ter conhecido sua esposa através de amigos comuns, você a tivesse conhecido em um bar, será que ela seria hoje sua esposa?


A pesquisa referente à manutenção dos amigos - A fim de responder a estas questões, Mollenhorst fez uma pesquisa com 1007 pessoas com idades entre 18 e 65 anos. Sete anos mais tarde, os respondentes foram contatados novamente e 604 deles foram reentrevistados. Eles responderam perguntas como: Com quem você conversa a respeito de questões pessoais importantes? Quem ajuda você a realizar pequenos consertos em sua casa? Onde você conheceu essa pessoa? E onde você encontra essa pessoa hoje? O pesquisador esperava verificar que a influência dos contextos sociais sobre as similaridades entre os relacionamentos fosse mais forte para os relacionamentos mais frágeis do que para os mais fortes. Afinal, somos menos exigentes na escolha de um colega eventual do que de um marido ou esposa.


Relacionamento com parceiros - Nos relacionamentos com parceiros, Mollenhorst de fato encontrou mais similaridades do que nos relacionamentos com amigos. Ainda mais interessante, a influência do contexto social sobre a similaridade não difere entre parceiros, amigos e conhecidos. Isto revela quão fortemente as oportunidades de encontro influenciam a composição social das redes de relacionamento pessoal. A pesquisa confirmou que as redes pessoais não são formadas unicamente na base das escolhas pessoais. Essas escolhas são limitadas pelas oportunidades de encontrar as pessoas. Outro forte indicador para isto vem do fato de que as pessoas frequentemente escolhem amigos em contextos nos quais elas já tenham escolhido um amigo antes.


Individualismo - Muitos sociólogos assumem que nossa sociedade está se tornando cada vez mais individualista. Por exemplo, acredita-se que nós separemos estritamente os amigos, os conhecidos do clube e os colegas de trabalho. Contudo, a pesquisa demonstrou que contextos públicos, como a vizinhança e o trabalho, são contextos privados que frequentemente se superpõem. A pesquisa do sociólogo da Universidade de Utrecht demonstra que as redes sociais não estão encolhendo, embora algumas pesquisas norte-americanas mostrem isso. Ao longo de um período de sete anos, o tamanho médio das redes de relacionamento pessoal se mostrou incrivelmente estável.


Perdendo amigos ao longo do tempo - Entretanto, ao longo dos sete anos nós substituímos muitos membros de nossa rede com outras pessoas. Somente 30% dos parceiros de conversa e dos colaboradores em tarefas domésticas continuam ocupando a mesma posição sete anos mais tarde. Somente 48% continua sendo parte de nossa rede de relacionamentos. Moral da história: valorize seus amigos, porque provavelmente você não compartilhará de sua companhia daqui a sete anos. (Diário da Saúde)


Comprador secreto oferece bilhões para adquirir a rede de drogarias São Paulo e Pacheco

Os acionistas do Grupo DPSP, dono das drogarias São Paulo e Pacheco, receberam no fim do mês passado uma proposta informal de compra por meio do escritório Nelson Willians Assessoria Empresarial. A oferta chama atenção pelo tamanho, mas também pelo mistério em relação ao interessado. Os advogados da banca que tiveram reuniões com alguns acionistas da companhia não abriram o nome do interessado em desembolsar até R$ 25 bilhões pela rede de farmácias, valor que gerou estranheza no mercado. Sinalizaram apenas que o interesse do dono dessa oferta multibilionária e misteriosa é na aquisição do controle.


Oferta inusitada - O grupo DPSP pertence à família Carvalho, antigos donos da Drogaria São Paulo, que possui 38%, e à família Barata, dos ex-donos da Pacheco, com 54%. O restante está na mão de fundos minoritários. A família Barata, contudo, sempre demonstrou resistência em se desfazer do negócio, mas nunca uma oferta desse valor, e se for concretizada com esse cifrão, chegou à mesa. Um comprador natural do grupo é a americana CVS, dona no Brasil da Onofre, que negociou mais de uma vez a compra do ativo, mas a oferta foi próxima de R$ 6 bilhões. (Jornal O Estado de S. Paulo)


Gestora ePharma dobra o Ebitda com nova estrutura

Um profundo processo de reposicionamento garantiu à ePharma um dos melhores desempenhos de sua trajetória de 18 anos. A companhia, líder em planos de benefícios em medicamentos e em gestão de saúde populacional, encerrou 2017 com um crescimento de 90% no Ebitda, um salto de R$ 6,2 milhões para 11,8 milhões. O resultado líquido negativo de R$ 10,2 milhões, registrado em 2016, passou a ser positivo e chegou a R$ 4,5 milhões. Essas informações integram o relatório anual da empresa, que contabilizou no ano passado mais de 12,5 milhões de transações e 26,4 milhões de unidades de medicamentos dispensadas. A ePharma está presente em mais de 26 mil farmácias brasileiras, distribuídas por 2.831 municípios. “Nossa estratégia teve como ponto de partida o foco nas capacidades realmente diferenciadas, que nos levaram a reestruturar a companhia em unidades de negócios independentes, que ampliaram a oferta de soluções para o mercado”, argumenta o presidente Luiz Carlos Silveira Monteiro.


As mudanças - Também conferiram mais visibilidade às operações da companhia, que vão além dos consagrados programas de gestão de benefícios em medicamentos (PBM). “Com a unidade Specialty Care, reforçamos vínculos com laboratórios farmacêuticos e operadoras de saúde, ao facilitar o acesso dos brasileiros a remédios para doenças raras e complexas”, ressalta Monteiro. A carteira de clientes da indústria inclui marcas como AstraZeneca, Boehringer Ingelheim, Bristol Myers Squibb, EMS, Roche e Unilever. A ePharma também diversificou os campos de atuação, ao lançar um produto concebido para o middle market, o ePharma Plenus Middle, que integra a unidade de PBM desde o início do ano. Já a unidade ProHealth possibilita aos pacientes ter um canal direto para dúvidas e aconselhamentos de saúde. “Integramos assistência farmacêutica e gerenciamento de saúde para fomentar o acesso a tratamentos e estimular a mudança de hábitos, beneficiando todas as pontas do canal farma e do setor de healthcare”, finaliza o presidente. Para 2018, as expectativas são ainda mais promissoras, com direito a um fluxo de caixa livre positivo e crescente, o que abre espaço para novos investimentos. (Panorama Farmacêutico)


Quem vai comprar a Nutrimental?

O navegador Amyr Klink salvou a empresa paranaense Nutrimental da falência no início dos anos 1990. Para se alimentar em suas viagens oceânicas, Klink pediu para que a companhia, fundada por Rodrigo Rocha Loures, desenvolvesse um alimento leve e adequado para as suas longas jornadas. Até aquele momento, a Nutrimental era fornecedora de merenda escolar para o ensino público. Mas uma sucessão de perda de contratos colocava o negócio em risco naquele momento. Foi quando surgiu a demanda do aventureiro e a empresa criou as barras de cereais Nutry, que se tornaram referência nesse segmento. Hoje a marca detêm 21,2% desse mercado, quase o dobro da gigante suíça Nestlé, segundo a consultoria internacional Euromonitor. Essa liderança, porém, não tem ajudado a companhia a respirar: ela foi colocada à venda.


Os motivos para a venda - A família Rocha Loures contratou o banco de investimento Itaú BBA para coordenar a venda total ou parcial da empresa. Os motivos alegados seriam a falta de recursos para investir e o aumento da competição. Em 2015, a companhia investiu R$ 60 milhões em diversificação, com uma linha de cookies e barras de cereais com sementes. Mas os resultados ficaram aquém do projetado. Mesmo com um faturamento anual em torno de R$ 300 milhões, a Nutrimental vem acumulando prejuízo. Nos últimos três anos, a perda somada ultrapassa R$ 20 milhões. Os acionistas da companhia querem conseguir cerca de R$ 1 bilhão com o negócio. Mas especialistas a par da situação projetam um valor da venda não deve superar os R$ 500 milhões. Quatro multinacionais estão na disputa: Pepsico, General Mills, Mondelez e Unilever.


As grandes do setor alimentício se interessam por empresas menores - Gigantes do setor de alimentos têm procurado atender os novos hábitos do consumidor por comidas mais saudáveis, diminuindo a quantidade de açúcar nos seus produtos ou adquirindo pequenas empresas. No ano passado, por exemplo, a Unilever comprou a empresa brasileira Mãe Terra, que trabalha com produtos orgânicos. “As grandes indústrias alimentícias estão muito focadas em adquirir negócios menores no ramo da alimentação saudável”, diz Luciana Florência, especialista em comportamento do consumidor na ESPM.


O negócio assusta pelos escândalos na política - Apesar das credenciais que atendem o interesse dos grandes grupos, a ligação política de um dos sócios da Nutrimental assusta. Rodrigo dos Santos Rocha Loures, filho do fundador, cumpre prisão domiciliar. Ele teve o mandato de deputado federal cassado após ter sido gravado saindo de uma pizzaria, em abril de 2017, com R$ 500 mil em uma mala entregue pelo executivo Ricardo Saud, da J&F. O empresário era assessor do presidente Michel Temer. Pessoas familiarizadas com as negociações dizem que as multinacionais demonstram receio de que a Nutrimental possa ter algum sido contaminada por esse envolvimento político. Será preciso convencê-las de que não há ligação, ou a venda pode ser esfarelada. (Isto é Dinheiro - Luana Meneghetti)


CADE aprova aquisição da Eletropaulo pela Energisa

A Energisa informou na sexta-feira, 13, que o CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou sem restrições o Ato de Concentração que apreciou a aquisição do controle da Eletropaulo. “A referida decisão ainda está sujeita a recurso ou avocação do ato de concentração pelo prazo de 15 dias da data de sua publicação no Diário Oficial da União. Caso não seja interposto recurso nem ocorra a avocação em tal prazo, a decisão transitará em julgado, tornando-se definitiva”, explica a Energisa. (Portal Moneytimes - Gustavo Kahil)


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