Últimas Notícias | 23 de junho de 2020


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"O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas sempre pensa tudo o que diz.”

“O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

“A dúvida é o princípio da sabedoria.”

(Aristóteles)


Todos os olhos voltados para as healthtechs

As startups de saúde estão atraindo a atenção de todo mundo: de consumidores até aos investidores. Mas investir nesse segmento exige uma série de atenções, que vão desde o alto custo pré-operacional até a qualificação dos empreendedores. Uma cura ou vacina para o novo coronavírus poderá surgir dos trabalhos de pesquisa de uma healthtech. Na medida em que a Covid-19 empurra a população para uma quarentena forçada e por tempo indeterminado, os olhares de pacientes, familiares e investidores se voltam para o segmento. Não é exagero afirmar que uma grave questão de saúde pública está redefinindo nossas vidas. Essa pandemia nos modifica em muitas dimensões. Mas é inegável que as healthtechs têm um charme natural e agora também viraram sinônimo de esperança.


A evolução dos investimentos em healthtechs - Um relatório da KPMG aponta que entre 2010 e 2017 o volume de investimentos em startups da área de saúde cresceu 90%. Já em 2018, de acordo o relatório Money Tree, elaborado pela PwC, o setor foi o segundo que mais recebeu capital de risco – o primeiro foi a internet. Os efeitos desses aportes se traduzem na previsão de que até 2024 este mercado continue crescendo 12% ao ano até alcançar um valor global de cerca de 432 bilhões de dólares.


A evolução dos investimentos em healthtechs no Brasil - Com a maior população da América do Sul e a economia até então em ascensão, o Brasil já via esses números se refletindo por aqui. Entre 2015 e 2019, o número de healthtechs passou de 235 para 374 em todo o País. São Paulo é o Estado que mais concentra esse tipo de empresa, com 34% das companhias.


Investir em healthtechs - Bola da vez entre as startups e nos fundos de venture capital, sobretudo em tempos de crise, investir em healthtechs demanda alguma cautela e muita observação. É preciso lançar um olhar real para compreender sua complexidade, levando em consideração o contexto brasileiro para dosar o “oba-oba” de retornos financeiros em torno dessas companhias. Um sem-fim de empresas e serviços podem entrar dentro desta categoria. Desde softwares de gestão hospitalar, de prontuários, análises de big data, linhas de crédito para cirurgias eletivas, conteúdo para pacientes… A lista é imensa até alcançar as chamadas ciências da vida. É aí que entra o tipo mais fascinante de healthtech, aquelas que nos trazem os riscos de produto e mercado.


A taxa de mortalidade das healthtechs - Existem muitas explicações para a alta taxa de mortalidade das empresas que se arriscam na seara da pesquisa por novos fármacos, moléculas e tratamentos. Entre as duas principais estão os custos pré-operacionais, como pesquisa, testes clínicos, fábricas e as barreiras regulatórias – entraves e exigências minuciosas de órgãos como a ANVISA. As healthtechs enfrentam particularidades que, por exemplo, várias Agtechs e Fintechs não encontram. No preço final de um produto na área de saúde está diluído o enorme investimento pré-operacional e todo o tempo da burocracia. Isso sem contar a paciência dos investidores e a resiliência dos empreendedores. Em suma: é tarefa para poucos. Uma vez o risco de produto resolvido, chega a hora de enfrentar o mercado, o chamado risco de go-to-market.


Mão de obra especializada - É outro ponto delicado, não por carecermos de instituições educacionais sólidas. Pelo contrário, a academia brasileira produz profissionais extremamente capacitados e com grande potencial. Contudo, falta diálogo com o mercado e ainda é desafiador encontrar um ambiente propício para pesquisadores-empreendedores prosperarem. Uma prova disso é o baixo número de CEOs de startups com mestrado e doutorado. Potências empreendedoras, como Israel e o Vale do Silício, progrediram assim e aqui não deveria ser diferente.


O crescimento de healthtechs no mercado brasileiro - Entre 2015 e 2019, o número de healthtechs passou de 235 para 374 em todo o País. Principal mercado de saúde na América Latina e o sétimo maior do mundo, o Brasil já tem ótimas iniciativas em curso. Para a Abstartups - Associação Brasileira de Startups o segmento de saúde é uma das principais apostas de crescimento para os próximos anos no País. Por exemplo, o Eretz Bio é uma incubadora de startups com impacto em saúde do Hospital Albert Einstein. A proposta é estimular a criação de produtos com tecnologia e potencial de crescimento, com validação científica. Outras iniciativas, como o Centro de Diagnóstico em Genômica, da DASA, com investimento de R$ 60 milhões, também mostram o fôlego do segmento.


A realidade das healthtechs no Brasil - As transformações são nítidas nos últimos anos e as healthtechs já são mais do que uma tendência, mas uma realidade e uma esperança de repostas em tempos de incerteza. Já não parece tão improvável que uma possível vacina ou tratamento contra a nova doença possa vir de renomados institutos de pesquisa globais, grandes farmacêuticas ou então de uma jovem empresa com olhar fresco e inovador. Ou ainda de uma parceria entre vários desses atores. Que ganhem a força que merecem. (Blogspot Fusões & Aquisições - Renato Ramalho)


Cinco lições para se aprender com a Walgreens em tempos de pandemia

Desde o início da pandemia da Covid-19, a a rede drogarias americana Walgreens assumiu a tarefa de aliada da comunidade e do consumidor como prestadora de serviços essenciais de saúde em suas 9.200 lojas nos Estados Unidos. E cinco estratégias podem ser consideradas inspiradoras para o varejo farmacêutico brasileiro.


1 – Agilidade na entrega - Entre os recursos adicionais de atendimento ao cliente, a rede oferece frete grátis, compras aceleradas e uma opção de drive thru com retirada na calçada. “Por meio de uma parceria com o aplicativo de entrega Postmates, aprendemos mais sobre a demanda por nossos produtos de varejo. Todos os investimentos que implantamos com essa proposta permanecerão indefinidamente”, afirma Patrick McLean, vice-presidente sênior e diretor de marketing da Walgreens.


2 – Filantropia - No dia 21 de maio ocorreu a sexta campanha do Red Nose Day, dia de arrecadação de fundos para erradicar a pobreza infantil liderada pela Comic Relief, com apoio de um consórcio de empresas. A Walgreens aproveitou a comoção gerada pela pandemia para estimular as doações online. Resultado: arrecadação de 32 milhões de dólares.


3 – Desconto para colaboradores - Outra iniciativa foi a criação do Frontline Hero Discount Day, que ofereceu, no dia 25 de abril, um desconto especial de 30% para os funcionários que atuam na linha de frente no combate à pandemia.


4 – Educação infantil - A Walgreens também colaborou com a AT&T e a Sesame Workshop, organização responsável pela produção de programas educativos como o Vila Sésamo. Com essa parceria, viabilizou uma iniciativa em resposta à incerteza que crianças e famílias enfrentam com o novo coronavírus. No portal sesamestreet.org, são fornecidos recursos para ajudar os pais a confortar os filhos e gerenciar a ansiedade, além de permanecerem mental e fisicamente saudáveis. Já o programa WE Teachers, também financiado pela Walgreens, oferece treinamento aos professores de todo o país para lidar com esse momento.


5 – Trabalho com saúde mental - A rede também concluiu sua primeira fase de treinamento farmacêutico em primeiros-socorros em saúde mental, administrada pelo Conselho Nacional de Saúde Comportamental e credenciada pelo Conselho de Credenciamento para Educação em Farmácia. Os farmacêuticos estão sendo ensinados a entender os fatores de risco e sinais de alerta para problemas de saúde mental e dependência e estratégias de como ajudar em situações de crise e não crise. (Portal Panorama Farmacêutico)


Insultos à China causam preocupação

Insultos recorrentes de autoridades brasileiras à China, principal comprador de produtos agrícolas do Brasil, geram “grande preocupação” para empresas do setor, disse na última quarta-feira, 17, o presidente da Cargill no país, Paulo Sousa. Apesar de inquietantes, ele não vê risco imediato de interrupção do comércio bilateral em função de declarações desairosas de membros do ministério e da família do presidente. A postura mais agressiva com relação à China foi adotada em mais de uma ocasião por integrantes do governo, e chegou a gerar manifestações de repúdio por parte da embaixada chinesa no país. “É muito preocupante se você tem oficiais no governo brasileiro insultando o nosso maior cliente. Não é perfil ideológico. Nós temos o papel de fornecer alimentos para o mundo independentemente de cor, raça, credo ou preferência política do país”, afirmou Sousa. “Então não é cabível para oficiais do governo brasileiro fazer insultos ao nosso maior cliente. Eu diria que nem é muito inteligente,” disse ele em live promovida pelo jornal Valor Econômico.


“É bom parar de falar...” - A Cargill foi a maior exportadora de soja e milho do Brasil nos cinco primeiros meses de 2020, segundo dados de agências marítimas, que indicam que a trading norte-americana embarcou 8,1 milhões de toneladas da oleaginosa e quase 342 mil toneladas de milho no período. As exportações brasileiras de soja, que possuem a China como maior compradora, ficaram acima das expectativas nos primeiros meses do ano. Mesmo com a pandemia de coronavírus atingindo o Brasil em cheio, a crise sanitária não afetou a capacidade do país de exportar commodities agrícolas como grãos e carnes, acrescentou Sousa. “O maior risco para o agronegócio brasileiro em termos de competitividade e aceitação é o risco ambiental,” disse Sousa, acrescentado que a questão é ainda mais premente que a pandemia e a própria guerra comercial entre Estados Unidos e China, por causa do potencial de afastar compradores. “É bom parar de falar... É bom parar de ser agressivo”, disse o executivo. (Portal BrasilAgro, com informações da agência de notícias REUTERS)


Preços da soja subiram significativamente

De acordo com o boletim informativo do Cepea, os preços da soja em grão subiram significativamente nos últimos dias, preocupando representantes de indústrias quanto ao abastecimento da matéria-prima no segundo semestre, pois grande parte das unidades de processamento de soja no país tem estoques apenas para curto prazo. Segundo pesquisadores do Cepea, a expressiva recente valorização cambial aqueceu a demanda externa pela soja brasileira, o que elevou a liquidez doméstica. Esse cenário, atrelado ao baixo excedente interno, impulsionou os preços da soja no Brasil. No início da pandemia de covid-19 no Brasil, agentes estavam incertos quanto ao consumo de farelo e óleo de soja. No entanto, as procuras doméstica e externa continuaram firmes, especialmente por farelo de soja. Agora, com o câmbio ainda elevado, indústrias, principalmente as do Sudeste do Brasil, preferem exportar o derivado ao invés de vendê-lo no mercado interno, fazendo com que uma parte dos consumidores brasileiros de farelo tenha dificuldades em se abastecer. (Portal AGROLINK - Aline Merladete)


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