Últimas Notícias | 27 de setembro de 2021

Ano 14, Edição 063.


“Aqui eu quero todo mundo estressado. Quem disser que está tranqüilo mando pra casa dormir. No futebol não tem isso. Quero todo mundo ligado, preocupado e estressado. A minha rotina é essa. Estou nervoso todo dia.”

(Muricy Ramalho, treinador de futebol)


Leia agora em nosso boletim:

Tirando proveito do estresse

Hapvida vence SulAmérica na disputa pela HB Saúde

CADE aprova aquisição de 31,66% da BRF pela Marfrig

RANKING: TOP 20 agroquímicas globais



Tirando proveito do estresse

Palmas das mãos suadas durante uma entrevista de emprego, batimento cardíaco acelerado indo para uma apresentação, dores de estômago antes do exame final. Muitos de nós experimentamos uma resposta clássica ao estresse em circunstâncias novas, incomuns ou de alta pressão. Mas reavaliar nossa percepção do estresse pode fazer uma grande diferença para nossa saúde mental, bem-estar geral e nosso sucesso profissional ou acadêmico. Jeremy Jamieson e seus colegas da Universidade de Rochester, nos EUA, treinaram adolescentes e jovens em uma faculdade comunitária para tratar sua resposta ao estresse. O objetivo do treinamento era passar a ver o estresse como uma ferramenta, em vez de um obstáculo. Para reformular sua compreensão do estresse, os alunos fizeram um exercício padronizado de leitura e escrita que os ensinou que suas respostas ao estresse tinham uma função em contextos de desempenho que se aplicavam diretamente a eles, como fazer uma prova.


Bom estresse - A equipe descobriu que, além de reduzir a ansiedade dos alunos, a redefinição da mentalidade para o que se poderia chamar de um "bom estresse", ajudou os alunos a tirar notas mais altas nas provas, procrastinar menos, responder melhor aos desafios acadêmicos e até evitar trancar a matrícula nas disciplinas. "O pensamento convencional sugere que o estresse é inerentemente ruim e deve sempre ser evitado. Isso às vezes pode ser equivocado, porque o estresse é uma característica normal e até definidora da vida moderna. Por exemplo, os alunos que se preparam para a primeira entrevista de emprego podem perceber seu coração acelerado e as palmas das mãos suando como sinais de que estão nervosos e prestes a 'explodir', quando, na verdade, a resposta ao estresse está ajudando a levar oxigênio para o cérebro e liberando hormônios que mobilizam energia.



Reavaliação do estresse - "A reavaliação do estresse não visa eliminar ou atenuar o estresse. Ela não incentiva o relaxamento, mas, em vez disso, concentra-se na mudança do tipo de resposta ao estresse: Se acreditarmos que temos recursos suficientes para lidar com as demandas que nos são apresentadas, não importa se as demandas são altas, se pensarmos que podemos lidar com elas, nosso corpo vai responder com uma resposta de desafio, o que significa que o estresse é visto como um desafio, em vez de uma ameaça.


Processo estressante é essencial para a produtividade - "Ao longo da vida, as pessoas devem adquirir uma ampla e variada gama de habilidades sociais e intelectuais complicadas e, em seguida, aplicá-las para prosperar. Esse processo é inerentemente estressante, mas também é essencial para ser um membro produtivo da sociedade. Além disso, se as pessoas simplesmente se desligarem dos estressores com que se depararem, isso poderia colocá-las em séria desvantagem. Portanto, para que as pessoas prosperem na vida moderna e superem as ameaças à sobrevivência pessoal e global, elas devem encontrar uma maneira de abraçar e superar as demandas estressantes," disse Jamieson.


(Texto extraído do artigo científico entitulado “Reappraising stress arousal improves affective, neuroendocrine, and academic performance outcomes in community college classrooms”, dos autores Jeremy P. Jamieson, Alexandra E. Black, Libbey E. Pelaia, Hannah Gravelding, Jonathan Gordils, e Harry T. Reis, publicado no Journal of Experimental Psychology)


Hapvida vence SulAmérica na disputa pela HB Saúde

A oferta da Hapvida foi aceita por acionistas que representam cerca de 59% do capital total.

Depois de analisar as propostas, os acionistas da HB Saúde aprovaram a venda da companhia para a Hapvida por R$ 650 milhões, segundo comunicado ao mercado enviado pela companhia de capital aberto na manhã da última sexta-feira, 24. Como o valor da oferta foi de R$ 650,0 milhões para a aquisição de 100% do Grupo HB Saúde, o desembolso previsto para cerca de 59% do capital total seria de aproximadamente R$ 383,5 milhões. A segunda maior operadora de saúde de São José do Rio Preto, SP também estava sendo disputada pela SulAmérica, que fez uma última oferta de R$ 563 milhões, mas os sócios da HB optaram pela outra proposta. O Grupo HB Saúde possui uma carteira de cerca de 129 mil beneficiários de planos de saúde e 25 mil beneficiários de planos odontológicos. No mais, a operadora de saúde conta com um hospital, oito unidades ambulatoriais, uma clínica infantil, centros clínicos e de diagnóstico, espaços de medicina preventiva, ocupacional e centro oncológico.


Os restantes 41% - A Hapvida informa que segue aberta para adquirir a participação dos demais sócios pelas mesmas condições ofertadas e destacou que a consumação da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes adicionais, incluindo a coleta dos termos de adesão à proposta; a negociação bem-sucedida dos respectivos instrumentos contratuais de aquisição e suas respectivas formalizações, o que envolve também a condução de maneira satisfatória dos procedimentos de diligência legal, contábil e operacional; e a apreciação e aprovação pelos órgãos reguladores CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica e ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar. (Portal Exame)


CADE aprova aquisição de 31,66% da BRF pela Marfrig

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou na quinta-feira, 23, a aquisição de 31,66% das ações BRF pela Marfrig, informou a empresa em comunicado ao mercado. Com o movimento, a Marfrig se tornou a maior acionista da companhia. O parecer veio quatro meses após a Marfrig iniciar as operações de compra dos papéis da BRF na Bolsa. Em 21 de maio a empresa de Marcos Molina adquiriu 24,33% das ações da companhia. O investimento saiu por cerca de 800 milhões de dólares, conforme adiantado na época. Pouco dias depois, em 3 de junho, essa participação foi elevada para 31,66% do capital.


Governança tumultuada - A chegada de Molina no capital da BRF só tumultua uma companhia que há anos, desde a fusão das duas grandes rivais, vive uma enorme crise de governança. A empresa não conseguiu criar uma cultura própria, unir as famílias antigas em torno de um projeto comum. Para se ter uma ideia do problema, ainda no começo desse ano parte da família Furlan tentava movimentos mirabolantes sonhando em voltar a gerir o negócio. Até no governo foram. A equação tem os fundos de pensão, a família Furlan e os atuais administradores que, certamente, não vão querer sair pela porta dos fundos. Resta saber como o conselho que administra da empresa, boa parte dele pega de surpresa, vai reagir a tudo isso. As sinergias operacionais entre as companhias são consideradas quase nulas. Contudo, isso não muda a percepção, para muitos, de que o movimento faz sentido. Além de a JBS estar turbinando a Seara ao longo dos últimos anos, o entendimento é que ambas, BRF e Marfrig, estão com dificuldades de crescer sozinhas no Brasil. (Portal Exame)


RANKING: TOP 20 agroquímicas globais

O portal especializado AgroPages divulgou a lista das 20 maiores empresas agroquímicas globais para o ano fiscal de 2020. De acordo com o ranking, 15 empresas tiveram crescimento nas vendas nesta temporada, incluindo 10 empresas que alcançaram um aumento exponencial de dois dígitos. “As vendas totais de pesticidas das 20 principais empresas no ano fiscal 2020 chegaram a 61,8 bilhões de dólares, um aumento de 2,9% em base anual. As vendas dos quatro maiores produtores agroquímicos representaram quase 60% dos 20 maiores”, aponta artigo assinado por Grace Yuan, diretora de Marketing Global do AgroPages. De acordo com ela, as 11 primeiras agroquímicas ultrapassaram 1 bilhão de dólares para cada empresa, constituindo uma concentração de quase 90% de mercado. “Onze das 20 maiores são empresas chinesas, com vendas totais de 22,7 bilhões de dólares, o que representa 37% do TOP 20”, acrescenta Grace Yuan.


Desempenho das empresas - A novidade ficou por conta da Sino-Agri Leading Biosciences Co., Ltd., única estreante na lista. De acordo com o levantamento do AgroPages, a empresa ficou em primeiro lugar obtendo a maior taxa de crescimento de vendas entre o TOP 20, com aumento de 53,1%. “A maioria das empresas testemunhou aumentos no volume de vendas e no preço de seus pesticidas. Ainda assim, as companhias foram atingidos pela volatilidade da taxa de câmbio, principalmente pela desvalorização do Real brasileiro. No entanto os desempenhos de vendas foram afetado em graus diferentes por diversos fatores, tais como clima adverso, preços de produtos agrícolas e a crise provocada pelas medidas de contenção durante a pandemia de Covid-19. (Portal AGROLINK)



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