Últimas Notícias | 17 de julho de 2020

Atualizado: Ago 18


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"Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só."

(Amyr Klink)

Solidão pode encurtar sua vida

Nenhuma época foi tão adequada para estudar a solidão. E nem tão pródiga nesses estudos. O resultado mais recente confirma que viver isolado - não confundir com o distanciamento social temporário imposto pela pandemia - pode levar a uma vida mais curta. "Nós somos criaturas sociais. A interação e a cooperação sociais alimentaram a rápida ascensão da cultura e da civilização humana. No entanto, as espécies sociais têm grandes dificuldades quando são forçadas a viver isoladas. De bebês a idosos, a inserção psicossocial nos relacionamentos interpessoais é fundamental para a sobrevivência," explica o professor Danilo Bzdok, da Universidade McGill, do Canadá.


Relacionamentos interpessoais fortes são fundamentais à boa saúde - Em vez de idealizar mais um experimento, Bzdok e seu colega Robin Dunbar avaliaram uma ampla gama de estudos, feitos com diversos enfoques e objetivos, o que lhes permitiu captar uma visão completa do grave impacto que a solidão pode ter para a saúde humana.

No balanço geral, esses estudos indicam que ter relacionamentos interpessoais fortes é fundamental para se manter saudável em qualquer fase da vida. Viver isolado é um preditor significativo do risco de morte. A estimulação social insuficiente afeta o desempenho do raciocínio e da memória, a homeostase hormonal, a substância cinzenta/branca do cérebro, a conectividade e as funções cerebrais, bem como a resiliência a doenças físicas e mentais.


Rede social pode espalhar solidão - Sentimentos de solidão podem se espalhar através de uma rede social, causando uma percepção social negativa, aumentando a morbidade e a mortalidade e, em pessoas mais velhas, precipitando o aparecimento de demências como a doença de Alzheimer. A solidão prejudica diretamente o sistema imunológico, tornando-nos menos resistentes a doenças e infecções. De fato, sentir-se sozinho e ter poucos amigos pode resultar em uma defesa imunológica particularmente ruim. Pessoas mais integradas socialmente têm biomarcadores melhor ajustados para a função fisiológica, incluindo pressão arterial sistólica mais baixa, menor índice de massa corporal e níveis mais baixos de proteína C-reativa, ou seja, uma menor resposta molecular à inflamação. "A solidão se acelerou na década passada. Dadas as consequências potencialmente graves que isso pode ter sobre nossa saúde mental e física, há um crescente reconhecimento e vontade política para enfrentar esse desafio social que vem crescendo," disse o professor Robin Dunbar. (Texto elaborado a partir do artigo científico ”The Neurobiology of Social Distance”, dos autores Danilo Bzdok, Robin I. M. Dunbar, publicado na revista Trends in Cognitive Sciences)


Brasil corrigirá excessos e erros na questão ambiental

Em reunião da OCDE, o ministro Paulo Guedes disse que Brasil é um dos países que mais preservam o meio ambiente e protegem seus povos indígenas. O ministro da Economia afirmou na segunda-feira, 13, que o Brasil quer cooperação e ajuda para preservar o meio ambiente. "O Brasil sabe da importância do crescimento sustentável do ponto de vista fiscal e ambiental. O Brasil é um país que alimenta o mundo preservando o meio ambiente. Se há excessos e se há erros, corrigiremos", disse o ministro durante reunião virtual da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Durante seu discurso, Guedes afirmou que o Brasil é um dos países que mais preservam seus recursos naturais e que mais protegem seus povos indígenas. Porém, disse que o país tem dimensões continentais e que, por isso, precisa de ajuda. "Sabemos respeitar tanto o nosso meio ambiente quanto os povos indígenas. Sabemos que temos que preservar e proteger e queremos apoio para fazer isso melhor", afirmou.


Melhorando a imagem - O governo brasileiro tenta melhorar sua imagem em relação à proteção da Amazônia e de povos indígenas diante de críticas e alertas que tem recebido de investidores, preocupados com temas como aumento do desmatamento e de queimadas na região. Na última semana, o INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgou um novo recorde de desmatamento na Amazônia. Nesta segunda, o Ministério de Ciência e Tecnologia exonerou uma das coordenadoras do órgão. Desde que tomou posse, o presidente da República é criticado por ter tomado medidas que afrouxaram a fiscalização ambiental. Nas últimas semanas, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, tem realizado uma série de conversas com investidores nacionais e estrangeiros para apresentar as ações do governo federal e tentar evitar a perda de investimentos no país. Mourão também comanda o Conselho da Amazônia tem sido pressionado a apresentar ações concretas para frear a devastação da natureza.


Soberania nacional - Apesar de falar em cooperação e ajuda, Guedes declarou que o presidente Jair Bolsonaro fez um "compromisso" com a população sobre a soberania nacional sobre a Amazônia e que o país não aceitará "falsas narrativas" sobre o que aconteceu na região. Disse, ainda, que muitas das críticas escondem políticas protecionistas de outros países.


OCDE - Durante a cúpula, que discutiu os impactos sociais da pandemia do novo coronavírus na América Latina, Guedes reafirmou a intenção do Brasil de entrar na OCDE. Segundo o ministro, a economia brasileira ficou fechada por muito tempo. Por isso, diz Guedes, o que mais impactou a economia brasileira durante a pandemia do novo coronavírus foram as medidas de isolamento social e não a ruptura das cadeias globais. Guedes disse, no entanto, que o país quer aumentar a sua integração e que continua estimulado a entrar para a OCDE. Não há um cronograma exato para que esse processo avance. (Portal G1 de notícias)


“O acordo MERCOSUL-UE trará controle sobre Amazônia”

Jordi Cañas, euro deputado espanhol, e relator do acordo MERCOSUL-UE no parlamento europeu diz que o continente europeu tem visão preconceituosa e estereotipada sobre a América Latina. A missão de Cañas começou a ficar difícil desde junho do ano passado, quando os dois blocos comemoraram um entendimento depois de 20 anos de idas e voltas comerciais. De lá para cá, o Brasil se tornou alvo constante de críticas internacionais que miram especialmente a gestão ambiental do atual governo brasileiro. Os revezes no caminho do relator, que trabalha para que o acordo seja ratificado por todos os países dos dois blocos, começaram com a negação pelo presidente brasileiro à onda de incêndios de 2019 na Amazônia. Bolsonaro dizia que não havia fogo, chegando a culpar ONGs pelas chamas. Os reveses ganharam corpo com o avanço do desmatamento, que alcançou recorde de mais de 10 mil km² nos primeiros nove meses de governo Bolsonaro, e continua crescendo há 14 meses consecutivos segundo o Deter, sistema do governo que mede o ritmo da destruição de matas no país.


A outra pedra no caminho do acordo - Foi a declaração do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre aproveitar a pandemia para "passar a boiada" por meio do relaxamento de regras ambientais. Em junho, a fala foi criticada em uma carta assinada por dezenas de parlamentares europeus alarmados com as propaladas políticas ambientais no Brasil. E em pelo menos dois países, Áustria e Holanda, os Parlamentos locais aprovaram moções contrárias à ratificação do acordo. "Mais preocupante é que esses comentários apareçam em um momento em que as pessoas estão, de forma compreensível, distraídas com a pandemia de coronavírus", dizia o texto. "O Brasil não é Bolsonaro", disse Cañas, mais de uma vez, em entrevista, feita por telefone, à BBC News Brasil, em referência à natureza do acordo: um tratado entre países, não entre governos, com efeitos em longo prazo, ou seja, para além da situação política atual.


Críticas a Bolsonaro e a Macron - À reportagem, Cañas critica Bolsonaro "por suas declarações, parece ir em linha contrária ao que acreditamos ser bom" e o presidente francês Emmanuel Macron, dizendo que "é preciso ser respeitoso com a independência e a autonomia de um país", e diz que a ratificação do acordo significa um controle maior sobre a preservação da Amazônia.


Sobre a proteção da Amazônia e preconceitos - "Estou convencido de que a Amazônia estará mais protegida com um acordo com a União Europeia do que com um não-acordo com uma China que não se importa em nada em como se exploram os recursos". O euro deputado também fala sobre o forte lobby de produtores europeus contrários ao acordo, os riscos do enfraquecimento do multilateralismo e faz uma mea culpa sobre a visão "muito carregada de preconceitos e informações estereotipadas" dos europeus sobre os latino-americanos. (Portal BBC News Brasil)


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