Últimas Notícias | 11 de fevereiro de 2021

Ano 14, Edição 008.


"Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar." (Esopo)


Leia agora em nosso boletim:


Moderador de apetite levou perda média de 15kg em estudo internacional

América Latina - preferência chinesa para aquisições

WhatsApp ganha força como canal de vendas

Gigante do agro lança marca de sementes de arroz



Moderador de apetite levou perda média de 15kg em estudo internacional

Um medicamento que suprime o apetite fez com que algumas pessoas perdessem mais de um quinto do peso corporal, mostra um grande experimento internacional. Uma injeção semanal da droga semaglutida foi dada junto com conselhos sobre dieta e preparo físico. O estudo, conduzido em quase 2.000 pessoas, mostrou uma perda de peso média de 15 quilos durante o tempo de duração do experimento, de 15 meses. Os cientistas disseram que os resultados podem marcar uma "nova era" no tratamento da obesidade com ainda mais terapias no horizonte. A semaglutida já é familiar para algumas pessoas que a usam como tratamento para o diabetes tipo 2, mas este estudo examinou a possibilidade de administrá-la em doses mais altas. O medicamento atua sequestrando os níveis de apetite do corpo e imitando um hormônio - chamado GLP1 - que é liberado após uma refeição farta.


A Semaglutida, usada no tratamento do diabetes tipo 2, atua sequestrando os níveis de apetite do corpo e imitando um hormônio GLP1 que é liberado após uma refeição farta.



'Sem esforço' - A inglesa Jan perdeu 28kg, o equivalente a mais de um quinto de seu peso corporal. "A droga mudou minha vida e alterou completamente minha relação com os alimentos", disse ela. Ela disse que fazer dieta a deixou "infeliz", mas tomar a droga era completamente diferente, pois ela estava com menos fome. No entanto, agora que o experimento acabou, seu apetite voltou e ela está ganhando peso novamente. Ela disse: "Foi fácil perder peso durante o teste, mas agora voltou a ser uma batalha constante com a comida".


O estudo - O experimento deu a algumas pessoas a droga e a outras, um placebo, enquanto os dois grupos receberam conselhos sobre estilo de vida. Os resultados, publicados na revista científica New England Journal of Medicine, mostraram que as pessoas perderam uma média de 15 kg com semaglutida em comparação com 2,6 kg entre aqueles que não tomaram o medicamento. No entanto, 32% das pessoas perderam um quinto do peso corporal com a droga, em comparação com menos de 2% com o placebo.


'Virada de jogo - A professora Rachel Batterham, da UCL - Universidade College London, que fez parte da equipe de pesquisadores do Reino Unido envolvidos no experimento, disse: "Isso é uma virada de jogo na quantidade de perda de peso que causa. Passei os últimos 20 anos fazendo pesquisas sobre obesidade, até agora não tínhamos um tratamento eficaz para a obesidade além da cirurgia bariátrica." Ela disse que perder peso reduziria o risco de doenças cardíacas, diabetes e da covid-19 grave. A semaglutida está sendo submetida a instituições reguladoras de medicamentos, portanto não pode ser prescrita de forma rotineira. No entanto, Batterham diz esperar que a droga seja usada inicialmente por clínicas especializadas em perda de peso, em vez de estar amplamente disponível.


Efeitos colaterais - Houve efeitos colaterais durante o tratamento com a droga, incluindo náusea, diarreia, vômito e constipação. E há estudos de cinco anos em andamento para ver se a perda de peso pode ser mantida em longo prazo. O professor Stephen O'Rahilly, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, disse: "A quantidade de perda de peso alcançada é maior do que a observada com qualquer medicamento antiobesidade aprovado para uso".


Nova era contra a obesidade - "Este é o início de uma nova era para o desenvolvimento de medicamentos contra a obesidade, com o objetivo futuro de atingir níveis de perda de peso comparáveis aos da semaglutida, com menos efeitos colaterais". Na opinião de Duane Mellor, nutricionista e da Aston Medical School, "é útil ter uma opção para ajudar as pessoas a perder peso, no entanto, precisamos reconhecer que a perda de peso ainda dependerá de mudança no estilo de vida e que qualquer medicamento pode trazer riscos e efeitos colaterais potenciais". "Portanto, é sempre aconselhável conversar com um profissional de saúde antes de tentar perder peso”. (Agência de notícias BBC - James Gallagher, repórter de ciência e saúde)


América Latina - preferência chinesa para aquisições

Investidores da China têm poder de fogo para apostar em grandes empresas latino-americanas que exigem altos investimentos. O ano passado foi um ano desafiador para empresas chinesas em busca de aquisições no exterior, e a América Latina provou ser uma região onde conseguiram fazer alguns casamentos corporativos darem certo. As aquisições no exterior por empresas chinesas devem cair pelo quarto ano seguido em 2020, para um total de US$ 31,1 bilhões, o menor nível desde 2007, de acordo com dados compilados pela consultoria de negócios Bloomberg. Transações com foco na América Latina totalizaram US$ 7,7 bilhões, mais do que o valor combinado da Europa e América do Norte. Os investidores chineses foram alvo de maior supervisão na Europa e nos Estados Unidos em 2020, pois a pandemia deixou setores estratégicos vulneráveis ​​a aquisições hostis e aumentou a preocupação com a segurança nacional. Com isso, compradores da maior economia da Ásia tiveram como foco a América Latina, onde anos de incerteza política e social levaram algumas empresas estrangeiras a deixarem esse mercado. (Portal Infomoney)


WhatsApp ganha força como canal de vendas

Fazer compras pela internet virou um hábito na pandemia. O que antes era uma questão de preferência passou a ser uma necessidade, e os comerciantes precisaram se adaptar rapidamente a essa nova realidade. Para quem já possuía um e-commerce, a mudança foi menos brusca, exigindo, via de regra, apenas alguns ajustes de logística para dar conta do aumento na demanda. Quem nunca havia vendido pela internet precisou correr atrás do prejuízo, e buscar formas de atender seus clientes. Muitos encontraram a solução na palma das mãos: o uso do WhatsApp como canal de vendas cresceu 84,7% no Brasil, de acordo com uma pesquisa feita pela ABEVD - Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas.


Vendas e relacionamento - O levantamento da ABEVD constatou que seis em cada 10 vendedores e revendedores de produtos usam o WhatsApp para fazer negócios. Já há algum tempo, inclusive, o aplicativo mais baixado do mundo conta com uma versão Business, pensada justamente para atendimento ao público. Nos meses em que o comércio permaneceu fechado, o recurso passou a ser utilizado pelos varejistas para manter contato com seus clientes, incentivar compras e fechar vendas. O uso do app também se firmou como parte da estratégia de comunicação das empresas com os consumidores. A empresa de meios de pagamento eletrônico ConectCar, por exemplo, foi a primeira do segmento a lançar, recentemente, um canal de atendimento ao cliente pelo WhatsApp. Com a nova plataforma, o cliente pode consultar seu saldo, fazer transações, consultar informações sobre a empresa e tirar suas dúvidas sobre os produtos e planos oferecidos.


Ferramenta veio para ficar - Um dos principais desafios na pandemia foi chegar até o consumidor. Empresas que não tinham o hábito de realizar o cadastro de seus clientes tiveram dificuldade para conseguir seus números e fazer contato. Além de ter ajudado a manter a roda da economia girando no período mais crítico da pandemia, o WhatsApp, agora, se mostra uma ferramenta importante num cenário marcado pela multicanalidade. Com ele, o cliente pode escolher seus produtos, fechar a compra e retirá-los na loja física, se achar mais conveniente. Se no início o app foi visto como uma saída para que os comerciantes mantivessem parte de suas vendas, hoje o app pode ser considerado uma ferramenta precisa, capaz de estimular a interação com o consumidor e de dar ao vendedor um papel ainda mais ativo no processo. (Blog Televendas & Cobrança)


Gigante do agro lança marca de sementes de arroz

A empresa alemã BASF anunciou sua primeira marca de sementes de arroz. O lançamento acontece no Brasil, primeiro país a receber os novos híbridos. Com o nome Lidero, a marca já apresenta uma cultivar. Trata-se do híbrido BRH0523 CL, que tem como características o ciclo precoce, alto potencial produtivo e qualidade de grãos. Também vem com a tecnologia Clearfield, utilizada para o controle de plantas daninhas em cerca de 80% das áreas de arroz irrigado do país. A empresa já havia apresentado, na safra 2020/21, outras duas cultivares híbridas de arroz - BRH0222 CL e BRH0522 CL. Os híbridos já estão sendo cultivados em mais de 100 áreas comerciais.


A BASF e o arroz - Hugo Borsari, diretor de Sementes da BASF para América Latina, destaca que o arroz é um dos cultivos prioritários para a empresa, que aposta na importância dos sistemas produtivos. Com a marca própria a expectativa é de altos investimentos em tecnologias para o setor. “O sistema soja-arroz beneficia os agricultores que podem ter um planejamento de longo prazo, visando a longevidade das lavouras. Este lançamento realizado primeiramente no Brasil coloca a BASF como parceira que participa de todas as fases do cultivo e oferece soluções conectadas às necessidades dos nossos clientes”, explica. As sementes híbridas serão comercializadas já na próxima safra, de forma verticalizada e pelos canais de distribuição. Nos próximos anos, os híbridos de arroz também vão contar com a tecnologia Provisia, para o controle de plantas daninhas de folha estreita. (Portal AGROLINK - Eliza Maliszewski)


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