Últimas Notícias | 21 de janeiro de 2021

Ano 14, Edição 005.


"Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz, e o que você faz estão em harmonia." (Mahatma Ghandhi)


Próteses parecem mais leves graças à neurotecnologia

Pacientes que usam próteses de perna muitas vezes não ficam inteiramente satisfeitos mesmo com as próteses mais sofisticadas hoje disponíveis. Uma razão importante para isso é que eles percebem o peso da prótese como muito alto, apesar do fato de que as pernas protéticas geralmente têm menos da metade do peso de um membro natural. Pesquisadores suíços agora encontraram uma solução para isso: Eles descobriram que os pacientes podem passar a sentir um peso menor quando as próteses são conectadas ao sistema nervoso. Essa conexão é feita por meio de eletrodos implantados na coxa, que são conectados aos nervos da perna. As informações dos sensores táteis sob a sola da prótese do pé, e dos sensores angulares na prótese eletrônica da articulação do joelho, são convertidas em pulsos de corrente e passadas para os nervos. "Para enganar o cérebro de um amputado acima do joelho, fazendo-o acreditar que a perna protética é semelhante à sua própria perna, nós restauramos artificialmente o feedback sensorial perdido," explica a professora Stanisa Raspopovic, do ETH - Instituto Federal Suíço de Tecnologia.


Feedback sensorial faz pacientes andarem mais rápido - Outro ganho importante foi que o feedback sensorial gerado pelos eletrodos fez com que os pacientes alcançassem uma marcha mais rápida. "O neurofeedback não só permite uma caminhada mais rápida e segura, como influencia positivamente a percepção do peso," diz Raspopovic. "Nossos resultados também sugerem que, fundamentalmente, isso pode levar a experiência dos pacientes com um dispositivo artificial para mais perto daquela com um membro natural."


(Testo extraído do artigo científico “Lightening the Perceived Prosthesis Weight with Neural Embodiment Promoted by Sensory Feedback”, dos autores Greta Preatoni, Giacomo Valle, Francesco M. Petrini, Stanisa Raspopovic, publicado na revista Current Biology)


EUA retorna ao acordo global do clima

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quarta-feira o retorno dos EUA ao acordo internacional de Paris para enfrentar as mudanças climáticas, como parte de uma série de medidas com o objetivo de restaurar a liderança do país no combate ao aquecimento global. O anúncio também incluiu um decreto abrangente para revisar todas as ações do ex-presidente Donald Trump enfraquecendo o combate às mudanças climáticas, a revogação de uma licença vital ao projeto de oleoduto Keystone XL, da TC Energy’s, e uma moratória a atividades de exploração de óleo e gás no Refúgio Nacional de Vida Selvagem no Ártico, que o governo Trump havia recentemente aberto para desenvolvimento. As ordens do presidente recém-empossado marcarão o começo de uma grande reversão de políticas no segundo maior emissor de gases do efeito estufa do mundo, atrás da China, depois de o governo Trump atacar a ciência do clima e recuar em regulamentações ambientais para maximizar o desenvolvimento de combustíveis fósseis.


Entrada de dólares supera saída em quase 3 bilhões

Depois de encerrar dezembro de 2020 com saídas líquidas de US$ 8,353 bilhões, o País registrou fluxo cambial positivo de US$ 2,914 bilhões em janeiro de 2021 até o dia 15, informou ontem o Banco Central. O período corresponde às duas primeiras semanas úteis do ano. O canal financeiro apresentou entradas líquidas de US$ 3,240 bilhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 23,303 bilhões e de retiradas no total de US$ 20,063 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.


Mercedes SUV elétrico para competir com Tesla

A Mercedes-Benz, controlada pela Daimler, revelou ontem o EQA, um novo SUV elétrico compacto esportivo, que faz parte de seus planos para enfrentar a rival Tesla e oferecer mais veículos capazes de cumprir regras de emissões de poluentes da Europa e China. O EQA, o primeiro de vários modelos elétricos que a Mercedes-Benz planeja lançar este ano, terá inicialmente um alcance de 426 quilômetros, com um modelo de 500 quilômetros a ser lançado posteriormente, disse a montadora. O SUV será vendido na Europa a partir de 4 de fevereiro a “faixas de preço muito atraentes”, disse a executiva Britta Seeger. As vendas de EVs - veículos elétricos decolaram na Europa no ano passado, com as montadoras investindo para cumprirem novas metas mais restritas de emissões de CO2 da União Europeia. As vendas receberam um impulso de subsídios governamentais incluídos em medidas de estímulo econômico implementadas na França e na Alemanha, em particular.


CSN acerta preço para viabilizar IPO de mineradora

A CSN - Companhia Siderúrgica Nacional bateu o martelo em relação ao preço e seguirá com a oferta inicial de ações de sua unidade de mineração. A fabricante de minério de ferro da companhia de Benjamin Steinbruch buscará estrear na bolsa de valores com um valor de mercado entre R$ 47,5 bilhões e R$ 63 bilhões. Inicialmente, a gigante esperava avaliação mínima de R$ 60 bilhões, mas o empresário aceitou reduzir o preço depois de interação com potenciais investidores. A estreia na Bolsa brasileira está prevista para a segunda semana de fevereiro. A oferta deverá girar R$ 5,3 bilhões, ou cerca de 1 bilhão de dólares, e será apenas secundária, ou seja, com a CSN vendendo ações da sua subsidiária, disseram fontes. Com isso, os recursos provenientes do IPO irão para o caixa da CSN, que os utilizará exclusivamente para reduzir seu endividamento, uma demanda antiga do mercado. Ao fim de setembro último, a dívida líquida superava os R$ 30 bilhões. (Notícias do Portal IN, com informações do Jornal O Estado de S Paulo e da agência de notícias REUTERS)


Produção global de grãos será menor

O IGC - Conselho Internacional de Grãos, com sede em Londres, anunciou a nova projeção mundial para a safra de grãos 2020/21. Segundo a estimativa a safra será menor. O órgão intergovernamental reduziu a estimativa para a produção de grãos em 9 milhões de toneladas, com um corte de 13 milhões de toneladas na safra de milho sendo parcialmente compensada pela alta do trigo. Com isso são esperadas 2,21 bilhões de toneladas. O volume ainda é um recorde. A redução foi motivada pelas perdas no milho, especialmente nos Estados Unidos, na Argentina e no Brasil, motivadas pelo clima. Para a safra 2019/20, a entidade manteve a previsão de colheita em 2,186 bilhões de toneladas.


Os números principais - A expectativa de colheita de milho caiu 13 milhões de toneladas, para 1,133 bilhão de toneladas. A produção nos EUA, maior produtor mundial do cereal, foi reduzida para 360,3 milhões de toneladas, frente a uma projeção anterior de 368,5 milhões. Já a safra de milho 2020/21 do Brasil foi estimada em 105,8 milhões de toneladas, abaixo da projeção anterior de 112,5 milhões, mas ainda acima dos 102,5 milhões vistos na temporada anterior. A previsão para produção de soja na safra 2020/21 foi revisada para baixo, para 359 milhões de toneladas ante 365 milhões, na comparação mensal, principalmente por preocupações com o clima na América do Sul. Quanto ao trigo, a estimativa de produção foi pouco alterada, de 769 milhões de toneladas para 768 milhões de toneladas, volume recorde.


Continua crescendo o consumo de grãos no mundo e os estoques caem - O IGC também revisou o consumo global de grãos que deve cair 5 milhões de toneladas e ficar em 2,216 bilhões de toneladas, mas segue acima dos 2,192 bilhões de toneladas da safra anterior. Com isso o consumo total deverá crescer pelo quinto ano consecutivo. No milho serão consumidas 8 milhões de toneladas a menos, ficando em 1,161 bilhão de toneladas. Na soja o consumo cresceu e fica em 365 milhões de toneladas. No trigo o consumo subiu de 752 milhões de toneladas para 753 milhões de toneladas. Os estoques de grãos, enquanto isso, tendem a cair para uma mínima de cinco anos de 611 milhões de toneladas. (Portal AGROLINK)


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