Últimas Notícias | 23 de julho de 2021

Ano 14, Edição 047.


“As pessoas nem pensam em mim como um músico, pensam como um som. O som de um coral sem palavras. O som de um ritmo.” (Maestro Ray Conniff)


Leia agora em nosso boletim:


Morte do maestro silenciou críticos e emocionou fãs em todo mundo

Two doses of COVID-19 vaccines effective against Delta variant: study

Juiz nega pedido de bancário cansado do home office

Nunca o Brasil importou tanto fertilizante



Morte do maestro silenciou críticos e emocionou fãs em todo mundo

A morte do maestro Ray Conniff, ocorrida na noite de 12 de outubro de 2002, na cidade de Escondido, na Califórnia, EUA, silenciou um capítulo da música orquestral do século 20, que foi escrito com muitas lágrimas, beijos e danças de rostinho colado, por um lado, e por uma fileira sem precedentes de narizes torcidos da crítica, por outro. Vítima de um AVC, um segundo derrame cerebral, pouco mais de um mês antes de completar 86 anos, que aconteceria em 16 de novembro, o músico norte-americano construiu seu império de palmas e vaias com uma discografia que ultrapassou facilmente uma centena de títulos - em 1997 completou cem álbuns só na gravadora Columbia - e, sobretudo, com animações de incontáveis bailes, ao longo de mais de 50 anos de estrada.





“S’ Wonderful” inaugurou sua marca sonora - Conniff não foi desde o princípio o sinônimo do açucarado e dos ''pá pá rás'' que viraram sua marca registrada. Antes de gravar seu ''S' Wonderful'' em 1956, o primeiro disco com sua clássica sonoridade, o músico chegou a emprestar seu trombone para uma série de orquestras com boa reputação, a mais notável delas a de Artie Shaw, na qual também atuou como arranjador, em 1939. Mas foi com a batuta de sua própria big band que o maestro da franja linear e branca, que já exibia nos anos 60, aconteceu na história da musica popular do século 20.


Entre os mais vendidos – Entre muitos outros, ele produziu 25 álbuns que ficaram entre os 40 mais vendidos nos Estados Unidos. Abocanhou dez discos de ouro e dois de platina e empilhou prêmios Grammy sobre a lareira de seu chalé em San Diego, na California. ''Sou bom com ritmo e orquestração. Minha orquestração de ''Besame Mucho' é um clássico. As pessoas nem pensam em mim como um músico, pensam como um som. O som de um coral sem palavras. O som de um ritmo. Os trombones, os saxofones, os violinos. Ray Conniff é uma sonoridade. Serei sempre lembrado por isso'', disse o próprio em entrevista em reportagem no final de 2000.


Esteve no país “mais carinhoso” todos os anos, de 1969 a 2000 - Bem-humorado, o maestro disse que nunca entendeu por que foi chamado com frequência de músico de elevador. ''Não sei por que fazem isso. Tenho 84 anos e em minha vida já estive em muitos elevadores. Nunca, nunca, nunca ouvi um de meus arranjos dentro deles'', cravou o autor de versões modelares de ''New York, New York'' e ''Somewhere My Love'', a linda música conhecida no Brasil como “Tema de Lara”, do famoso filme campeão de público, “Doutor Jivago”, que estreou no Brasil no início de 1966. Na entrevista, Ray Conniff lembrou que nenhum país do mundo havia sido mais carinhoso com ele do que o Brasil, que diz ter visitado todos os anos de sua vida desde 1969 a 2000.


(Texto editado, extraído do jornal Folha de Londrina, PR, de 14 de outubro de 2002, escrito por Cassiano Elek Machado)


Nota do editor: Como curiosidade, o último show na vida de Ray Conniff e sua orquestra aconteceu no Brasil, em Santos, SP, em 30 de setembro de 2001.


Two doses of COVID-19 vaccines effective against Delta variant: study

A large real-world analysis published in the NEJM – New England Journal of Medicine found "only modest differences" in the effectiveness of COVID-19 vaccines against the Delta variant, as compared with the Alpha variant, after the full course of two doses is administered. However, data showed that one dose of vaccine provided "notably lower" protection against the Delta strain than against Alpha. The analysis included 19,109 sequenced cases from people in the UK who had symptomatic COVID-19 caused by the Alpha or Delta variants and who had received at least one dose of either AstraZeneca's Vaxzevria or Pfizer and BioNTech's Comirnaty. The researchers noted that the Alpha variant was detected in 14,837 samples and the Delta variant in 4,272 samples.


At least 67% effective against Delta - Results showed that the effectiveness of two doses of Vaxzevria was 74.5% among people with the Alpha variant and 67% among those with the Delta variant. Meanwhile, two doses of Comirnaty demonstrated effectiveness of 93.7% among people with the Alpha variant and 88% among those with the Delta variant. The research confirms earlier data released by Public Health England suggesting two doses of the vaccines offered similar levels of protection against Delta. However, the NEJM report said the effectiveness of one dose of COVID-19 vaccine was 30.7% among people with the Delta variant, down from 48.7% in those with the Alpha variant. Specifically, a single dose of Vaxzevria had an effectiveness of 30% against the Delta strain, versus 48.7% against Alpha, while the respective figures for Comirnaty were 35.6% and 47.5%. "Our finding of reduced effectiveness after the first dose would support efforts to maximise vaccine uptake with two doses among vulnerable groups in the context of circulation of the Delta variant," the study authors concluded.


Johnson & Johnson´s single dose Covid 19 vaccine - The findings come shortly after results from a laboratory study suggested that Johnson & Johnson's single-dose COVID-19 vaccine is much less effective against the Delta and Lambda variants than the original virus. (FirstWord Pharma newsletter - Matthew Dennis)


Juiz nega pedido de bancário cansado do home office

Um engenheiro da Caixa Econômica Federal, de 62 anos, entrou com um processo inusitado no Judiciário. Pediu para voltar a trabalhar presencialmente. Alegou que o home office lhe causou problemas psiquiátricos e ergonômicos e que já contraiu a covid-19. O pedido, porém, foi negado pela Justiça do Ceará. O juiz André Esteves de Carvalho, da 17ª Vara do Trabalho de Fortaleza, entendeu que a empresa deve zelar pela segurança de todos os funcionários e está cumprindo os protocolos ao manter em casa um trabalhador do grupo de risco. Hoje, cerca de 7,3 milhões de trabalhadores atuam de forma remota no país, segundo a última PNAD- Covid - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada em novembro pelo IBGE.



O pedido chamou a atenção de advogados trabalhistas. “Essa é a primeira decisão que vemos com um funcionário que pede para o Judiciário obrigar o empregador a aceitar o retorno dele ao trabalho presencial. Até o momento tínhamos conhecimento apenas das muitas decisões abrangendo pedidos de afastamento do regime presencial”, diz Fabio Medeiros, sócio da área trabalhista do Lobo de Rizzo Advogados. No processo, o funcionário apresentou atestados médicos para comprovar que, desde junho do ano passado, vem sofrendo problemas de saúde, como dores fortes na coluna vertebral e depressão, que o afastaram do trabalho por determinados períodos. Ele atua na gerência executiva de habitação do banco, em Fortaleza.


A decisão do juiz - O juiz afirma que, ainda que o trabalhador assuma os riscos, o retorno às atividades presenciais não poderia ser aceito, uma vez que o direito à vida é indisponível, nos termos previstos na Constituição Federal de 1988 e nas normas internacionais de direitos humanos. Para o magistrado, ainda que o trabalhador já tenha superado a covid-19, “não é fato que, por si só, o afaste de qualquer risco, devendo continuar classificado como grupo de risco, ressaltando-se que, mesmo que a pessoa já tenha sido vacinada com qualquer das vacinas existentes no mercado, não existe prova concreta de que não possa ser reinfectado pelo vírus covid-19”. Por fim, destaca, na decisão, que o retorno ao trabalho não é única “cura” para esse funcionário “sendo plenamente viável a adaptação, com a prática de demais atividades de uma vida normal”. Para o juiz, o novo normal não agrada a todos, “mas deve ser respeitado”. E “a empatia de toda a sociedade será necessária para superarmos esse marco histórico”. (Jornal Valor Econômico)


Nunca o Brasil importou tanto fertilizante

Nunca antes na história do País tanto adubo foi trazido do exterior. Foram 14,1 milhões de toneladas de fertilizantes importados no primeiro semestre de 2021, de acordo com o Globalfert, portal especializado do setor que informa que o volume representou um aumento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o Globalfert, o mês de junho alcançou o maior patamar entre os seis primeiros meses deste ano. A principal origem foi a Rússia, totalizando 3 milhões de toneladas, seguida da China, Bielorrússia, Canadá e Catar. Destaque também para o grande volume de importações provenientes de Marrocos, Omã e Alemanha. O levantamento aponta que Paranaguá liderou como o principal porto de entrada de fertilizantes e superou 2020 em 3% no volume importado, seguido por Santos, Rio Grande e São Luís. São Francisco do Sul foi o 5º porto com mais entradas de fertilizantes no primeiro semestre.


Os fertilizantes mais importados - Dos fertilizantes mais importados, o Cloreto de Potássio aparece em primeiro lugar. Cloreto de Potássio e MAP – Fosfato Monoamônico tiveram como origem principal a Rússia, já a Ureia foi mais importada do Catar. O preço do MAP vem apresentando alta desde o começo do ano, passando de US$ 366 por tonelada em janeiro para US$ 573 por tonelada em junho, aumento médio de 57%, aponta o portal.

No começo do ano, destaca o Globalfert, a demanda brasileira para milho safrinha estava alta e a Mosaic tinha autonomia de preços no mercado norte-americano devido às taxações dos Estados Unidos: “No fim do semestre houve alta demanda por países asiáticos e Estados Unidos para MAP, aumento das importações brasileiras e alta dos custos de matéria-prima. Isso contribuiu para elevação dos preços”. “O preço do Cloreto de Potássio teve estabilidade entre janeiro e fevereiro – US$ 244 por tonelada e depois seguiu em alta até alcançar o valor médio de US$ 273 por tonelada em junho, na média um aumento de 12%. O início do ano houve maior demanda brasileira para adubação de cobertura do milho safrinha e preparativos das safras nos Estados Unidos e Europa. No fim do semestre houve aumento da demanda do Brasil e Estados Unidos para Cloreto de Potássio, ocasionando aumento nos preços”, conclui o reporte. (Portal AGROLINK)


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