Últimas Notícias | 29 de outubro de 2020


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"O segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas viver sábia e seriamente o presente."

(Buda)

Conexa Saúde adquire empresa especializada em software para médicos

Conexa Saúde, plataforma independente de telemedicina, anunciou a aquisição da iMedicina, desenvolvedora de software médico, prontuário eletrônico e especializada em atração e fidelização de pacientes. Com a nova compra, Conexa Saúde passa a gerenciar 6,5 milhões de vidas e ajudar a 48 mil profissionais de saúde na gestão de suas consultas. A empresa iMedicina, fundada em 2016 pelo médico Raphael Trotta, oferece seus serviços no modelo Freemium, modalidade em que o médico não paga nada pelo software de gestão, somente pelas ferramentas avançadas de marketing e CRM. A empresa possui mais de 30 mil médicos cadastrados que já atenderam mais de 1,5 milhão de vidas, com um tráfego resultante de 12 milhões de usuários por mês em sua plataforma. A aquisição, cujo valor não foi revelado, veio quatro meses após o investimento de R$ 40 milhões recebido pelos fundos GA - General Atlantic, família Fraga e Igah Ventures. O aporte pode chegar ao total de R$ 140 milhões nos próximos três anos. Antes desta captação, a startup já tinha recebido R$ 5 milhões em duas rodadas de captação (seed money) e uma do Igah Ventures. “Vamos seguir trabalhando para um alcançar um crescimento orgânico e, provavelmente, novas aquisições”, finaliza Weigert.

Novas soluções tecnológicas - “Ao adquirirmos a iMedicina, nos tornamos uma empresa de saúde digital mais completa. Ao oferecermos novas soluções tecnológicas, além a nossa robusta plataforma de telemedicina, nos aproximamos ainda mais dos médicos parceiros, contribuindo não só para uma gestão de saúde mais eficiente, como também conseguimos proporcionar um atendimento mais fácil, rápido e humanizados aos pacientes, em qualquer lugar do país”, destaca Guilherme Weigert, CEO da Conexa. Essa movimentação é a segunda mais importante após esse aporte. A primeira foi em setembro, quando a Conexa Saúde entrou no mercado B2C ao lançar a Docpass, plataforma de consultas online voltada para o usuário final. “Com este novo movimento, estreitamos ainda mais nosso relacionamento com os médicos parceiros, agentes importantes de mudança na sociedade. Como player de saúde digital, conseguimos ofertar soluções integradas e tecnológicas capazes de ajudar os médicos, tanto no melhor atendimento aos seus pacientes, quanto na gestão de seus negócios com base em recursos digitais e dados inteligentes”, comenta Fernando Domingues, sócio e fundador da Conexa Saúde.

Democratização na prática - A empresa seguirá apostando em plataformas de saúde digital como aliadas no processo de democratização ao acesso à saúde. Para se ter ideia, no Brasil, 60% dos médicos estão concentrados em apenas 39 munícipios (do total de 5.570). Com a oferta de soluções, é possível promover a interação de médicos especialistas com pacientes de qualquer região, inclusive os mais distantes dos grandes centros urbanos. As soluções digitais também auxiliam na gestão de gastos de hospitais, clínicas e empresas. De acordo com dados médicos, mais de 90% das pessoas que vão ao Pronto Socorro não precisariam ir, já que é um lugar para atendimentos de alta complexidade e para pessoas em situação de alto risco (como derrames, enfartos ou fraturas). Os atendimentos poderiam ser realizados por clínicos ou especialistas em situações mais seguras. A teleconsulta, por exemplo, vem exatamente para facilitar esse procedimento. Nos atendimentos realizados pela plataforma Conexa, em 80% das consultas, o paciente tem sua causa resolvida na primeira avaliação, entre 10 e 15% são direcionados para um atendimento com um especialista e apenas 5% encaminhados ao Pronto Socorro.

O acordo comercial entre EUA e Brasil e as exportações

Brasil tem papel decisivo na disputa entre os Estados Unidos e a China pela liderança global. Não por acaso, a comitiva norte-americana desembarcou em Brasília na última semana. A sete dias das eleições presidenciais nos Estados Unidos, o mundo volta suas atenções ao pleito que já é considerado um dos mais decisivos dos últimos tempos. Muito além do cargo mais importante do mundo, está em jogo também como será a recuperação econômica dos EUA, seus impactos sobre outros mercados, como Brasil, e a geopolítica global nos próximos quatro anos. O professor Dr. Francisco Américo Cassano, pesquisador de Relações e Negócios Internacionais na Universidade Presbiteriana Mackenzie, avalia que uma nova orientação poderia impulsionar a indústria brasileira via exportações para os EUA, mas entraves, como a reforma tributária, ainda são desafios à exploração do comércio entre os países. Seguem as opiniões do prodessor do Mackenzie.

Impacto do acordo firmado na última entre Brasil e EUA - O acordo não traz impacto direto no fluxo comercial entre os países, mas tem foco na redução dos seus entraves burocráticos. As operações teriam procedimentos com menos burocracia, prazos de liberação de mercadorias e custos reduzidos nas operações de forma geral. Isso pode representar uma melhoria de competitividade de preços para determinados produtos. Esse é o principal efeito que esse acordo, mas existe um componente político. Com o acordo, o governo americano acena para a comunidade brasileira que reside nos EUA. É como se Trump dissesse: “eu estou olhando para vocês, eu tenho o Brasil em boa consideração. A eleição está aí, vamos trazer o Brasil do nosso lado.” Os governos já discutem também um financiamento de até US$ 1 bilhão pelo EXIM Bank para empresas brasileiras adquirirem produtos dos EUA com crédito de longo prazo, incluindo componentes voltados para a indústria de defesa.

O que pode mudar se Trump não se reeleger - Existe uma linha divisória que são as eleições de 3 de novembro. Joe Biden não tem interesse em se aproximar do governo Bolsonaro, talvez tenha do governo brasileiro, mas não da gestão Bolsonaro. Acredito que Biden ele não iria reverter o acordo firmado recentemente, pois o acordo também beneficia as empresas norte-americanas e favorece o comércio exterior entre os dois países. Ele não seria tão ofensivo.

Como o Brasil atuava no mercado exterior- A aproximação de Trump ainda não é ampla. Os EUA e a União Europeia já representaram para o Brasil metade, ou seja, 50% da pauta de exportações, até 2002 foi dessa forma. A partir de 2003, no governo Lula, a política externa brasileira teve outro direcionamento e passou a focar em países emergentes e não desenvolvidos. Como já existia uma tradição de relacionamento com os EUA e UE, a política externa brasileira deixou um pouco de lado esses dois parceiros. O resultado é que, atualmente, os EUA representam em torno de 10% das nossas exportações e a UE 15% da pauta brasileira. A China, por sua vez, passou a ser o nosso grande destino, tomando em torno de 40% das exportações brasileiras, ao mesmo tempo que ocupou o espaço dos nossos produtos nestes dois mercados. Existe interesse de reaproximar os EUA do Brasil O Brasil visando ocupar novamente o mercado norte-americano com nossos produtos, diminuindo ao mesmo tempo, a dependência atual do mercado chinês.

E como ficam as relações com a China - Podemos continuar exportando para a China, porque para lá é agronegócio. O que seria interessante para o comércio exterior brasileiro é fazer com que seu setor industrial não perdesse muito espaço. Existe um processo de desindustrialização muito forte no Brasil, desde o momento em que se priorizou países emergentes e não desenvolvidos, que demandaram obras de construção civil, produtos da área de alimentos. Nossa indústria perdeu o mercado norte-americano. Uma aproximação poderia significar uma retomada do mercado americano para a indústria brasileira.

Pressão nas relações comerciais entre Brasil e China – É uma estratégia política do governo Trump, que o levou a ser eleito. “Make America Great Again” começou com essa animosidade com a China. Isso tem origem no fato de que a China foi o país que melhor aproveitou os efeitos proporcionados pela globalização, com a eliminação de barreiras tarifárias em todo o mundo, com a livre circulação de capitais estrangeiros, captando a possibilidade de atrair investidores interessados no baixo custo de mão de obra. A China fez leis para atrair investidores de fora, passando a isentar de Imposto de Renda todo o investimento estrangeiro, desde que associado a uma empresa chinesa. Isso foi uma abertura fenomenal. Várias empresas norte-americanas, europeias e brasileiras foram para a China, que de repente se viu muito bem atendida com indústrias tecnológicas de ponta e, em menos de 30 anos, aproveitou todo esse acesso a tecnologias e conhecimento e formou cientistas. Esse novo grupo de chineses passou a desenvolver tecnologia própria. Um celular da Apple hoje está atrasado em dois anos em relação ao Huawei e ao Xiaomi.

Brasil entre China e EUA - Trump percebeu o que há de perverso na China para a economia norte-americana. O Brasil se interpõe no contexto, e poderia ser a alternativa norte-americana para enfraquecer a China e continuar fornecendo produtos mais competitivos para o consumidor norte-americano. Acho que se Trump for reeleito, para o Brasil, esse deslocamento de atividade produtiva e de interesses industriais passaria da China para o Brasil, o que seria um problema. Se o americano disser: “a partir de amanhã só vou comprar de você”, nós não estamos preparados. Não temos legislação avançada, nossa política tributária não está definida, a política administrativa… enfim, há uma série de reformas necessárias para que o Brasil possa ser a alternativa que os EUA desejam.

A reforma tributária - Os textos atuais Não contemplam os aspectos necessários para aproveitar a oportunidade que se apresentará com a reeleição de Trump. Os estados não querem abrir mão de receitas. Tem que haver uma decisão política do parlamento que vem sendo arrastada há 30 anos.

As relações do Brasil com a China - A China quer é fazer comércio. Nós temos uma vantagem absoluta em relação à China que é a forte dependência por alimentos. Obviamente que a China é um mercadão para o Brasil. Mudar isso desmontaria todo o agronegócio brasileiro. A China, por outro lado, não vai encontrar um fornecedor que atenda as necessidades chinesas como Brasil. (Portal Money Forbes)

ICL anuncia a aquisição da Fertiláqua

Na segunda-feira, 26, a ICL – Israel Chemicals Ltd., empresa líder global em minerais especiais e especialidades químicas, anunciou que firmou acordo definitivo para adquirir a Fertiláqua, uma das principais empresas brasileiras de nutrição especial de plantas, por aproximadamente 120 milhões de dólares. O acordo prevê potencialmente um valor adicional, dependendo do cumprimento de metas de desempenho. De acordo com as informações divulgadas pela assessoria de imprensa da ICL, a aquisição expandirá o portfólio de especialidades de nutrição especial de plantas da empresa, e aumentará significativamente sua base de clientes e sua presença nas principais regiões agrícolas do Brasil, um dos mercados de mais rápido crescimento do agronegócio mundial.

A Fertiláqua - Anteriormente controlada pelo Aqua Capital, um fundo de private equity líder em agronegócio e alimentos, a Fertiláqua tem em seu portfólio mais de 100 produtos diferentes, incluindo aqueles comercializados sob as marcas líderes Aminoagro, Dimicron e Maximus, e oferece uma gama completa de soluções para o ciclo de vida de plantas em nutrição e estimulação vegetal, revitalização do solo, tratamento de sementes e fitossanidade para todas as principais culturas agrícolas brasileiras, como soja, milho, cana-de-açúcar, algodão, café, frutas e outras. (Jornal Valor Econômico)


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