Últimas Notícias | 26 de setembro de 2020


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"Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância. Sábio é aquele que conhece os limites de sua própria ignorância."

(Sócrates)

Pixeon compra BoaConsulta e entra em telemedicina

A Pixeon, healthtech controlada pelo fundo americano Riverwood Capital, está comprando o BoaConsulta e entrando com força na área de telemedicina. O valor do negócio não foi revelado. A transação foi realizada em dinheiro e troca de ações. Os atuais investidores do BoaConsulta, que são a Koolen Partners, a Performa Investimentos, a Valor Capital e a 500 Startups, vão agora ter uma participação na Pixeon. “É uma ampliação da nossa estratégia”, disse Armando Buchina, CEO da Pixeon, ao NeoFeed. “Temos uma solução completa para clínicas, laboratórios e hospitais, mas agora estamos incluindo os pacientes nessa jornada.” Com o negócio, a Pixeon consolida sua posição como uma das maiores healthtechs do Brasil. A companhia passa a ter uma base de dados com informações de 42 milhões de pessoas, mais de 150 milhões de exames e consultas por ano e seis mil clientes. A empresa BoaConsulta é dona de uma plataforma de agendamentos de consultas via site ou aplicativo, além de ter desenvolvido um sistema de gestão de clínicas de saúde. Com a pandemia, passou a oferecer uma solução de telemedicina.


A junção da Pixeon e BoaConsulta – A startup Pixeon, que tinha levantado R$ 15 milhões desde sua fundação em 2012, diz que conta com mais de 1 milhão de pacientes cadastrados e mais de 58 mil especialistas. Até agora, foram feitos, via o aplicativo 1,5 milhão de agendamentos de consultas. Em agosto, a startup bateu o recorde de acesso em seu site, com quase 2 milhões de visitas. Os fundadores da startup, Adriana Fontana, Octavio Domit e Victório Braccialli, permanecem na nova operação. Fontana será a head da área que será criada na Pixeon. Todos os 30 funcionários da BoaConsulta vão ser incorporados. A estratégia da Pixeon será a de B2B2C - business-to-business-to-consumer. A ideia é oferecer a solução para clientes corporativos como clínicas, hospitais e laboratórios. Estes, por sua vez, atendem o consumidor final, que pode ser pacientes ou até mesmo médicos ou psicólogos. A Pixeon planeja também criar um grande marketplace para conectar todas as pontas da área de saúde, integrando hospitais, clínicas médicas e laboratórios. A BoaConsulta conta com 4 mil clientes. Em geral, são pequenas clínicas médicas. A Pixeon, ao contrário, tem penetração em empresas maiores, como a HapVida, Alliar e Hermes Pardini. Essa não deve ser a única aquisição da Pixeon. Buchina diz que tem no seu pipeline mais quatro empresas que está avaliando.


O histórico da Pixeon - A Pixeon surgiu nos anos 1990, mas a sua configuração atual tomou forma em 2012, quando se uniu à Medical Systems. Um ano depois, a Intel Capital e a Riverwood Capital investiram na companhia. O aporte, na ocasião, foi de R$ 30 milhões. Os recursos foram usados na compra de outras empresas, como LabLinc, MedicWare e Digitalmed. O aporte ajudou também a companhia a se consolidar como uma empresa de soluções de tecnologia para todos os setores da saúde, de hospitais e laboratórios até centros de imagem e policlínicas. Em 2017, a Riverwood Capital comprou o controle da companhia. A Intel Capital também saiu do negócio, sendo substituída pelo fundo Ória. Roberto Ribeiro da Cruz, que era um dos fundadores e CEO da empresa, foi para a presidência do conselho de administração e tornou-se minoritário junto com os outros três fundadores. Em 2018, Buchina foi contratado com a missão de reestruturar a empresa. Apesar da pandemia, a Pixeon mantém sua meta de faturar R$ 100 milhões em 2020. (Portal NeoFeed - 25/09/2020)


Victory Square compra fábrica brasileira para aumentar produção de testes Covid 19

Victory Square Health Inc., uma empresa de portfólio da Victory Square Technologies Inc celebrou contrato em 24 de setembro para adquirir um laboratório certificado e uma unidade de produção em Minas Gerais. A aquisição permitirá aumentar a produção para mais de 4 milhões de unidades de testes laboratoriais por mês para o “Safetest” após as aprovações da ANVISA, que se aplicam ao laboratório e às instalações de produção. A Victory já recebeu a aprovação da ANVISA para vender e distribuir seus testes ELISA Covid-19, conforme informado no início do mês. (Portal victorysquare de 25/09)


PIB do agronegócio cresce 5,26% no 1º semestre

O Produto Interno Bruto do agronegócio do Brasil cresceu 5,26% no primeiro semestre de 2020 na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para o segmento primário, ou atividades dentro da porteira, que registraram alta de quase 15% no mesmo período, conforme estudo divulgado em 23 de setembro pela CNA/CEPEA. O aumento foi registrado em meio a safras recordes de grãos e preços elevados por um câmbio favorável a exportações, que ajudaram também o segmento pecuário. Segundo a pesquisa da CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e o CEPEA - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, os segmentos de serviços e insumos tiveram altas de 4,76% e 1,69%, respectivamente. A agroindústria foi o único elo com queda no período, de 0,76%, sendo o segmento mais afetado pela pandemia da Covid-19. “Pelo lado da oferta, a volumosa safra de grãos tem garantido atendimento à crescente demanda internacional pelos produtos do agronegócio brasileiro, impulsionada também pela desvalorização do real frente ao dólar”, disseram a CNA e o CEPEA em nota.


A pecuária no PIB do Agro – O PIB agrícola registrou alta de 2,93% nos primeiros seis meses deste ano, refletindo preços maiores de janeiro a junho de 2020, frente ao mesmo de 2019. O PIB da atividade pecuária teve expansão de 10,41% no semestre, reflexo também dos bons preços das proteínas animais. “Embora alguns preços do ramo pecuário tenham sido pressionados para baixo diante da pandemia de Covid-19 em abril e maio, em junho houve recuperação”, indicou o estudo. Em junho, a expansão do PIB do agronegócio foi de 1,31%, sexto mês seguido de alta, com crescimento mensal de 3,02% no segmento primário e dos outros elos da cadeia produtiva de forma geral: agrosserviços (1,15%), insumos (0,79%) e agroindustrial (0,27%). “Apesar da pandemia, e de efeitos negativos significativos em diferentes momentos do ano, particularmente nos segmentos de hortícolas, flores e lácteos, os instrumentos de políticas públicas voltados à garantia de renda aos mais impactados pela crise, têm garantido também sustentação da demanda doméstica por produtos agrícolas e agroindustriais”, conforme avaliou o estudo. (Agência de notícias REUTERS, com informações do portal Money Times)


La Niña chega em outubro

Modelos meteorológicos apontam para a chegada do fenômeno climático La Niña já no próximo mês de Outubro, indicando seca para a Região Sul do Brasil. É o que apontam mais modelos meteorológicos pesquisados pelo BOM - Bureau Australiano de Meteorologia, depois que as temperaturas da superfície do Oceano Pacífico tropical continuaram a esfriar neste mês de Setembro. “Temperaturas mais frias dos oceanos no lado ocidental são um indicador-chave de um La Niña se desenvolvendo no Pacífico, que tem o potencial de mudar os padrões de chuva em todo o mundo, e impactar a produção global de alimentos”, afirma a T&F Consultoria Agroeconômica. De acordo com o BOM, “todos os modelos climáticos internacionais pesquisados indicam que os limiares de La Nina serão cumpridos de outubro até pelo menos o final do ano, com cinco dos oito modelos mantendo esses valores até o início de 2021”.


O que diz o BOM - De acordo com o Bureau, isso se compara à sua avaliação no início deste mês, quando disse que “três dos oito modelos pesquisados excedem o limiar de La Nina durante setembro, com mais dois modelos ultrapassando o limite em outubro”. A perspectiva do Bureau, no entanto, permaneceu em ‘Alerta’, o que significa que a semelhança de uma formação permaneceu estática em 70%, cerca de três vezes a probabilidade média, em comparação com uma avaliação anterior há quinze dias. “A La Niña está associada a condições mais úmidas do que a média na Austrália, que pode impulsionar a cultura do trigo, assim como no norte da Índia, Indonésia, norte do Brasil como parte do sul da África. Ao mesmo tempo, condições mais secas são mais prováveis nos estados do sul dos EUA, impactando negativamente a produção de trigo lá, sul da Índia e sul do Brasil e Argentina, potencialmente dificultando a produção de soja e milho”, diz o BOM. O Centro de Previsão do Clima dos EUA calculou a probabilidade de as condições de La Nina continuarem durante o inverno do hemisfério norte com 75% de chance, enquanto a Agência Meteorológica do Japão calculou essa probabilidade em 70%. (Portal AGROLINK)


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