Últimas Notícias | 26 de agosto de 2020


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"A perseverança é o caminho do êxito."

(Charles Chaplin)

A neurociência da motivação

Não há dúvida de que a motivação é um dos fatores mais importantes da vida, mas também é um dos mais difíceis de manter. De fato, a motivação pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso, entre o estabelecimento de metas e a falta de objetivos, entre o bem-estar e a infelicidade. E, no entanto, por que é tão difícil ficar motivado? Por que, quando conseguimos, é difícil manter-nos motivados? Estas foram as perguntas que Carmen Sandi, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça e Gedi Luksys, da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido procuraram responder. A dupla partiu de conhecimentos anteriores que lhes diziam duas coisas: primeiro, que as pessoas diferem muito em sua capacidade de se envolver em comportamentos motivados e que problemas motivacionais, como apatia, são comuns em distúrbios neurodegenerativos e psiquiátricos. Em segundo lugar, muitas pesquisas apontam para uma área do cérebro chamada "núcleo accumbens". Situado próximo à base do cérebro, o núcleo accumbens tem sido muito estudado porque se descobriu que ele desempenha um papel importante em funções como aversão, recompensa, reforço e motivação.


Fazer parte de um esforço conjunto aumenta a motivação - Para testar e quantificar a motivação, a equipe projetou o que é conhecido como "força-tarefa com incentivo monetário". A ideia é que os voluntários realizem uma tarefa com esforço crescente, e mensurável, e recebam somas de dinheiro que correspondam ao seu esforço. Basicamente, faça mais e ganhe mais. A ideia do experimento era que as diferentes somas de dinheiro levariam os voluntários a decidir se iriam investir energia e realizar cada tarefa. Os pesquisadores também realizaram o experimento em condições de isolamento e de grupo, para analisar a influência da competição no desempenho. A análise revelou que a chave para o desempenho e, por extensão, a motivação, aparecia na proporção de dois neurotransmissores no núcleo accumbens: a glutamina e o glutamato. Especificamente, a proporção de glutamina para glutamato está relacionada à nossa capacidade de manter o desempenho por um longo período de tempo, o que os pesquisadores chamam de "perseverança". Outra descoberta foi que a competição parece melhorar o desempenho mesmo no início da tarefa. Foi o que aconteceu no caso de indivíduos com baixas razões glutamina/glutamato no núcleo accumbens.


Os resultados - "Os resultados fornecem novos insights no campo da neurociência da motivação," disse a professora Carmen Sandi. "Eles mostram que o equilíbrio entre a glutamina e o glutamato pode ajudar a prever componentes computacionais específicos do desempenho motivado. Nossa abordagem e nossos dados também podem nos ajudar a desenvolver estratégias terapêuticas, incluindo intervenções nutricionais, que lidem com os déficits no engajamento em um esforço focando no metabolismo." (Texto extraído do artigo científico “Glutamine-to-glutamate ratio in the nucleus accumbens predicts effort-based motivated performance in humans”, dos autores Alina Strasser, Gediminas Luksys, Lijing Xin, Mathias Pessiglione, Rolf Gruetter e Carmen Sandi, publicado na revista científica Nature Physics)


Rede D’Or contrata bancos para realizar um IPO de até 15 bilhões de reais

O grupo hospitalar Rede D’Or, o maior do país, finalmente contratou bancos para realizar um IPO, em uma oferta aguardada há anos pelos investidores. Segundo duas fonte que acompanham o mercado, a empresa de Jorge Moll Filho contratou o Bank Of America para liderar uma captação inicialmente estimada em cerca de 15 bilhões de reais. Caso o negócio se concretize, será a maior transação do tipo em um ano especialmente movimentado para IPOs. Segundo as fontes, que preferiram não ser identificadas porque as informações ainda não são públicas, a maior parte da oferta seria do tipo secundária — ou seja, sem a emissão de novas ações. Isso permitiria que o fundo de participações americano Carlyle se desfizesse de parte substancial da fatia que adquiriu no negócio em 2015.


Os ofertantes além do BofA - Não está claro quanto cada sócio venderia no IPO, porém. atualmente, a família Moll controla a Rede D’Or, detendo uma fatia de quase 60%. Além do Carlyle, também é sócio o GIC, fundo soberano de Cingapura. De acordo com as fontes, além do Bank of America, também participarão da oferta o Bradesco BBI, o BTG Pactual e a XP Investimentos. O Bradesco tem um relacionamento comercial com o grupo hospitalar há anos, enquanto o BTG Pactual foi acionista relevante da Rede D’Or até 2015.


As expectativas – São de que a operação ocorra entre o fim de novembro e o início de dezembro, permitindo que a companhia apresente aos potenciais investidores dados operacionais relativos ao terceiro trimestre do ano. Esse cronograma também tem a vantagem de prever uma oferta após as eleições americanas, evento que terá influência direta sobre as condições de mercado. Caso esse prazo não seja cumprido, a janela seguinte viria em fevereiro. Deve ajudar no processo o fato de a Rede D’Or já ter registro de companhia aberta junto à CVM ´Comissão de Valores Mobiliários desde 2019. Os detalhes da oferta são preliminares e podem mudar de acordo com as condições de mercado, ponderaram as fontes.


Lucro líquido superior a 1 bilhão de reais - O IPO da Rede D’Or é aguardado há anos pelos investidores e, caso se concretize, será a maior operação do ano. De acordo com as fontes, o IPO tem potencial de fazer com que a Rede D’Or estreie na Bolsa valendo cerca de R$ 100 bilhões. A Rede D’Or opera 45 hospitais próprios em Rio, São Paulo, Pernambuco, Brasília, Maranhão, Bahia e Sergipe, somando 7,3 mil leitos. O Instituto D’Or, que pertence ao grupo, participa dos testes da vacina de Oxford para o coronavírus no Brasil. O grupo fechou o ano passado com lucro líquido consolidado de R$ 1,2 bilhão, e com receita liquida de R$ 13,3 bilhões. A dívida líquida encerrou 2019 em R$ 9,9 bilhões. (Blogspot Fusões & Aquisições - Rennan Setti)


Brasil é o maior produtor mundial de soja desde 2018

O Brasil já era líder mundial na produção de soja em 2018, e não sabia. Há três anos, ninguém entendeu como o país conseguiu exportar 84 milhões de toneladas da oleaginosa. Os números de produção, de estoque e de consumo interno não permitiam se chegar a um volume tão elevado de vendas externas. A pergunta era: de onde saiu tanta soja? A CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento) deu a resposta na terça-feira, 25. Colocados em xeque pelo mercado, os dados brasileiros de produção dos anos recentes foram revisados, e o órgão governamental constatou que, apenas nas últimas três safras, a produção de soja foi 12,4 milhões de toneladas acima do que tinha sido apurado antes.


Apuração dos números de produtividade - Consideradas as sete safras mais recentes, o aumento foi de 14,4 milhões. Sergio de Zen, diretor-executivo de Política Agrícola e Informações da CONAB, diz que os levantamentos de produção foram se perdendo ao longo do tempo e houve a necessidade de um ajuste. Guilherme Soria Bastos Filho, diretor-presidente da CONAB, destacou que dados e inteligência agropecuária são importantes para a condução do setor de forma estratégica e essencial. Toda a sociedade se beneficia. O principal problema estava na apuração da produtividade. Os novos números da Conab indicam que ela foi, na verdade, 3,6% superior ao que se estimou nas três safras mais recentes. Nas anteriores, o desvio foi menor. A Conab está incorporando novos métodos de levantamento de safra, inclusive com viagens a campo a serem feitas pela equipe de pesquisa.


Nova previsão da safra nacional de grãos - Dentro desses novos critérios, a entidade governamental está revisando a safra atual de grãos para 257 milhões de toneladas. Para 2020/21, a produção deverá atingir 279 milhões. Os grandes saltos no próximo ano serão de soja, milho e arroz, itens que somam 93% da produção nacional de grãos. Os 37,9 milhões de hectares que serão destinados à cultura da soja deverão render 133,5 milhões de toneladas em 2021. Esse aumento de área em 2,8% será sustentado pelo crescimento das demandas interna e externa.


Os fatores de incentivo e os números - A manutenção de bons preços e boa rentabilidade também incentivam o produtor a aumentar a área de cultivo. Com demanda externa e câmbio favoráveis, as exportações brasileiras deverão subir para 87 milhões de toneladas no próximo ano. Neste ano, ficam em 82 milhões. O milho também registrará boa evolução em 2020. A safra deverá atingir 113 milhões de toneladas, 12% mais do que a deste ano. Preços bons, embalados pela produção de proteínas e pela demanda externa, vão incentivar o produtor a aumentar a área semeada com milho para 19,8 milhões de hectares, 7% mais do que na atual. O consumo interno do cereal será de 72 milhões de toneladas no próximo ano, 5% mais. Já as exportações deverão atingir 39 milhões, 13% mais do que as atuais, mas inferiores às do ano passado. Impulsionados pelos preços recordes, os produtores de arroz também vão elevar a área de plantio de arroz. A Conab estima uma evolução de 12%, o que poderá gerar uma produção de 12 milhões de toneladas. A produção total de feijão —são três safras no ano— poderá atingir 3,18 milhões de toneladas em 2020/21, com crescimento de 5,4%. A área fica estável, em 2,9 milhões de hectares, mas a produtividade sobe 5,5%, segundo estimativas da CONAB. Assim como fez com a soja, o órgão governamental vai revisar as produções de milho, café, algodão, arroz, trigo e feijão.

Crescendo apesar da pandemia - O bom desempenho da agropecuária tem permitido ao setor, apesar da crise do coronavírus, manter um ritmo positivo. Neste ano, o PIB do setor deverá aumentar 1,5%. No ano que vem, 3,2%. As estimativas são do IPEA, que vê melhor desempenho das lavouras neste ano: alta de 3,6%, Em 2021, a pecuária, que terá evolução de 5%, superará os 3,2% das lavouras (Jornal Folha de S.Paulo)


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