Últimas Notícias | 10 de janeiro de 2022

Atualizado: 19 de jan.

Ano 15, Edição 001.


O Ano Novo representa o começo de um novo ciclo,

a porta para novas oportunidades.


No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade.



Leia agora em nosso boletim:


Impacto dos remédios nos micróbios intestinais é maior do que pensávamos

SulAmérica compra Sompo Saúde

MT tem os municípios mais ricos do agronegócio

Agronegócio brasileiro mantém otimismo para 2022

Impacto dos remédios nos micróbios intestinais é maior do que pensávamos

Somos certamente uma das gerações mais medicadas que já viveu em nosso planeta. Muitas vezes, muitos de nós toma vários medicamentos diários durante meses ou mesmo anos. Um dos resultados é que vivemos mais e melhor, mas nossa maneira de fazer isso tem um custo. Muitos medicamentos comumente usados têm efeitos poderosos sobre nossas bactérias intestinais. O microbioma intestinal consiste em bilhões de microrganismos essenciais para o funcionamento normal do corpo e ainda não sabemos como a maioria dos medicamentos interage com eles - e o que isso nos causa, seja para o bem ou para o mal. Uma equipe de várias instituições da Alemanha decidiu iniciar os esforços para sanar esse hiato em nosso conhecimento. "Analisamos os efeitos de 28 medicamentos diferentes e várias combinações de medicamentos. Descobrimos que os medicamentos podem ter um efeito mais pronunciado no microbioma do hospedeiro do que as doenças, dieta e tabagismo combinados," contou o professor Peer Bork, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular de Heidelberg. "Muitos medicamentos afetam negativamente a composição e o estado das bactérias intestinais, mas outros, incluindo a aspirina, podem ter uma influência positiva sobre o microbioma intestinal."



Separar efeitos dos medicamentos e das doenças - Ao desenvolver uma abordagem estatística que leva em conta os efeitos de vários fatores de confusão, os pesquisadores estão conseguindo descobrir os efeitos dos medicamentos e das doenças, separadamente. "Agora temos uma estrutura metodológica robusta que torna possível se livrar de muitos dos erros padrão," disse o professor Bork. "Isso nos permitiu mostrar que a medicação pode mascarar as assinaturas de doenças e ocultar biomarcadores ou alvos terapêuticos em potencial." A equipe está esperançosa de que esses resultados iniciais, e os que virão a seguir, possam ajudar no reaproveitamento de medicamentos, bem como no planejamento de tratamentos individualizados e estratégias de prevenção.


Efeito cumulativo - Embora o impacto negativo e duradouro dos antibióticos nas bactérias intestinais já seja bem conhecido, este estudo mostrou que esses efeitos provavelmente se acumulam com o tempo. "Nós descobrimos que o microbioma intestinal de pacientes que tomam vários cursos de antibióticos ao longo de cinco anos tornou-se menos saudável. Isso incluía sinais indicando resistência antimicrobiana," contou Sofia Forslund, do Centro Max Delbruck de Medicina Molecular de Berlim. "Sabemos que o microbioma pode refletir o estado de saúde de um paciente e fornecer uma gama de biomarcadores para avaliar a gravidade das doenças. O que muitas vezes é esquecido, no entanto, é que o medicamento usado para tratar uma doença também afeta o estado do microbioma," acrescentou Rima Chakaroun, da Universidade de Gotemburgo.


(Texto extraído do artigo científico “Combinatorial, additive and dose-dependent drug-microbiome aassociations”, dos autores Sofia K. Forslund, Rima Chakaroun, Maria Zimmermann-Kogadeeva, Lajos Markó, Judith Aron-Wisnewsky, Trine Nielsen, Lucas Moitinho-Silva, Thomas S. B. Schmidt, Gwen Falony, Sara Vieira-Silva, Solia Adriouch, Renato J. Alves, Karen Assmann, Jean-Philippe Bastard, Till Birkner, Robert Caesar, Julien Chilloux, Luis Pedro Coelho, Leopold Fezeu, Nathalie Galleron, Gerard Helft, Richard Isnard, Boyang Ji, Michael Kuhn, Emmanuelle Le Chatelier, Antonis Myridakis, Lisa Olsson, Nicolas Pons, Edi Prifti, Benoit Quinquis, Hugo Roume, Joe-Elie Salem, Nataliya Sokolovska, Valentina Tremaroli, Mireia Valles-Colomer, Christian Lewinter, Nadja B. Sondertoft, Helle Krogh Pedersen, Tue H. Hansen, Jens Peter Gøtze, Lars Køber, Henrik Vestergaard, Torben Hansen, Jean-Daniel Zucker, Serge Hercberg, Jean-Michel Oppert, Ivica Letunic, Jens Nielsen, Fredrik Bäckhed, S. Dusko Ehrlich, Marc-Emmanuel Dumas, Jeroen Raes, Oluf Pedersen, Karine Clément, Michael Stumvoll, e Peer Bork, publicado na revista Nature)


SulAmérica compra Sompo Saúde

O grupo de seguros de saúde SulAmérica fechou na madrigada de 30 de dezembro a aquisição de 100% da Sompo Saúde, seguradora japonesa com 116 mil usuários de convênio médico no Brasil, por 230 milhões de reais. A transação surpreendeu, já que a Sompo não manifestava interesse em se desfazer do seguro saúde, ainda que seja aos seguros gerais que a companhia japonesa tenha dedicado mais atenção nos últimos anos. Já a SulAmérica fez, recentemente, um movimento contrário: vendeu a área de automóveis e ramos elementares para focar em saúde. A empresa centenária SulAmérica foi bater na porta da também centenária Sompo em outubro do ano passado, com o argumento de que escala é o nome do jogo no mercado de planos de saúde. A compradora, fundada pela família Larragoiti, já tem cerca de 2,4 milhões de usuários de convênio médico e mais 2 milhões de plano odontológico. “A Sompo não tem plano dental. Enxergamos oportunidade de sinergias, cross selling. Atendemos o mesmo perfil de clientes, nossos corretores são os mesmos, a rede credenciada também é igual”, diz Ricardo Bottas, CEO da SulAmérica. A Sompo encerrou o ano com receita operacional de R$ 650 milhões, com o negócio de convênio médico. É um naco da operação da SulAmérica que, no acumulado de nove meses, somou receita de 14,3 bilhões de reais nos segmentos de saúde e odonto. (Portal Fusões & Aquisições)


MT tem os municípios mais ricos do agronegócio

Um levantamento do IBGE buscou identificar os municípios mais ricos do agronegócio do país. Duas classificações foram utilizadas: pelo valor da produção das lavouras permanentes e temporárias, e pelo Produto Interno Bruto dos Municípios. Foram classificados 100 municípios, a partir do total levantado pelo IBGE, e verificada a posição de cada um em relação ao valor da produção e ao PIB. A maior parte dos municípios com maior valor da produção situa-se em Mato Grosso. Os estados de Mato Grosso, Bahia, Goiás e Mato Grosso do Sul, contém a maioria dos municípios classificados entre os 100 mais ricos. O Mato Grosso tem 35 municípios, Bahia 9, Goiás 10, Mato Grosso do Sul 13, Minas Gerais 8, São Paulo 6. O estado do Mato Grosso ocupa na primeira colocação o município de Sorriso. Dos 470 bilhões de reais comercializados em 2020 pelo país, a cidade do médio-norte mato-grossense foi responsável por 5,3 bilhões de reais, conforme os dados apresentados pelo MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.


Os 100 municípios classificados - Geraram em 2020 um valor da produção de 151,2 bilhões de reais, 32,0% do total, estimado em 470,5 bilhões de reais. O destaque desses municípios se dá pelo elevado valor da produção agropecuária e pelo valor do PIB municipal. Principalmente em Mato Grosso, a Agropecuária tem participação relevante no PIB do estado, estimada em 21,36%.


Sorriso e os municípios campeões - Sorriso, que é o líder na geração de valor, a agropecuária representa 26,65% do PIB do município, e Sapezal, líder na produção de algodão representa 53,17% do valor do PIB municipal. Nesse exemplo, mais da metade do PIB municipal provem da Agropecuária. Nos estados da região Norte do país, também a agropecuária tem participação elevada no PIB – em Rondônia de 13,9% e em Tocantins 14,17%. Soja, algodão e milho são os principais produtos responsáveis pelo sucesso desses municípios, pois carregam elevados níveis de tecnologia e de produtividade. Do valor da produção obtido pelo município de Sorriso em 2020, 52,0 % foi obtido pela soja e 35,0% pelo milho. São Desidério (BA), segundo maior produtor de algodão herbáceo, teve 38,3 % de seu faturamento proveniente desse produto. O município de Sapezal, maior produtor de algodão herbáceo do país, teve 35,5 % de seu faturamento vindo da soja e 54,4 % do algodão herbáceo. O IBGE destaca a produção do Brasil em 2020 foi recorde e que houve destaque no cultivo de algodão, soja, milho, café e cana-de-açúcar. Segundo a Conab, a safra de grãos foi de 257,0 milhões de toneladas.

BRASIL


Agronegócio brasileiro mantém otimismo para 2022

Apesar da redução no ritmo de crescimento, conforme balanço apresentado recentemente pela CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, que prevê um crescimento entre 3% e 5% para 2022, o trade do agronegócio brasileiro tem ainda muitos motivos para manter o otimismo, especialmente após um 2021 histórico com expansão de 9,37% na comparação com o ano anterior, conforme avaliação de Cauê Campos, CEO da Pivot Máquinas Agrícolas e Sistemas de Irrigação, líder nacional na comercialização de irrigação por pivôs centrais e maquinário para o campo. Na esteira do bom momento do agronegócio no País, a empresa comemora o maior crescimento em seus 30 anos de história. “O ano de 2021 foi o melhor ano de vendas da história do setor de irrigação no Brasil. Nossa estimativa é de que cerca de 3.000 novos pivôs tenham entrado em operação, o que cobre aproximadamente uma área de 220.000 hectares.


Agricultura irrigada no Brasil - Dados do Atlas de Irrigação 2021, elaborado pela ANA - Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico mostram que hoje o Brasil possui mais de 8,2 milhões de hectares irrigados com a possibilidade de avançar para mais 4,7 milhões de hectares até 2040. Para Cauê, esse potencial enorme que o País tem para a agricultura irrigada é motivo de otimismo. “O agronegócio brasileiro está cada vez mais maduro e chegando a um patamar de eficiência e produtividade jamais visto no mundo. E a agricultura irrigada é a solução, sustentável, para mantermos e avançarmos nesse alto nível”, afirma Cauê Campos. Cauê lembra que o cenário de seca intensa vivido em 2021 trouxe uma nova iniciativa para estimular a produção irrigada, com a criação, no final do ano, da RNAI - Rede Nacional de Irrigantes, uma entidade cujo objetivo é incentivar o desenvolvimento sustentável da agricultura com irrigação no Brasil.


Custos de produção – Em seu relatório de balanço e perspectivas, a CNA apontou o aumento dos custos da produção como um dos principais desafios para 2022. A Confederação identificou um aumento de mais de 100% nas despesas com fertilizantes e defensivos para culturas como soja e milho, movimento que deve se manter no próximo ano. Para Cauê Campos, a agricultura de irrigação e a tecnologia são as soluções para esses desafios no ano que se inicia. “Os produtores brasileiros, em sua grande maioria, sabem que investir em modernização de máquinas e irrigação é a solução para maior produtividade e menor custo”, destaca. (Portal AGROLINK)



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