Últimas Notícias | 04 de junho de 2020


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Fusões e alianças para superar a crise. Essa e outras notícias? Leia em nosso boletim!


"Toda força será fraca se não estiver unida." (Jean de La Fontaine)




Fusões e alianças para superar a crise

No Brasil, os pequenos negócios representam mais de 90% do ambiente empresarial, empregam cerca de 50% dos trabalhadores com carteira assinada e representam mais de 27% do PIB do País. Caso sejam adicionados os números da informalidade, esses dados chegam a índices impressionantes, os quais comprovam a importância dessas empresas para o Brasil. Em contrapartida, as pequenas empresas são as que mais estão sofrendo com os efeitos decorrentes da crise instaurada pela pandemia do coronavírus, uma vez que muitas não têm recursos financeiros para suportar o período de lockdown e os seus acessos a créditos são restritos e onerosos. Somado a isso, grande parte dessas empresas iniciaram e mantém os seus negócios sem apoio jurídico, negocial, econômico e contábil, o que acontece por falta de recursos ou compreensão histórica de que alguns desses serviços são reativos e só necessários quando da existência de um contratempo. Dessa forma, o enfrentamento estratégico de crises é quase nulo nesse ambiente, e, no momento atual, o pensamento de 99% desses empresários é: vender, renegociar e manter o fluxo de caixa.


Alianças estratégicas de negócios - Contudo, além dessas alternativas, há maneiras estratégicas e negociais que podem ajudar as empresas e, talvez, até tornar o negócio mais robusto, com menos custos e mais serviços ou produtos. Ou seja, muitas empresas, pela essência de seus setores, têm sinergias entre si, mesmo que não atuem em conjunto. A conexão dessas ocorre por causa dos consumidores, local, fornecedores, tipos de matéria-prima consumida, maquinário entre outras questões empresariais que fazem sentido para ambas. Dessa forma, com a intenção de maximizar resultados, a união de esforços, seja através de uma aliança estratégica contratual temporária, fusão das empresas, venda ou compartilhamento de ambientes e colaboradores com o objetivo de reduzir custos, melhorar negociações, aprimorar tecnologias e alcance dos negócios pode ser a solução mais eficiente, lógica e atrativa para essas empresas, pois as tornará mais fortes. Assim, é importante que os empresários compreendam que, além de renegociar e focar no caixa, existem estratégias negociais e societárias que podem trazer oportunidades muito interessantes para as empresas e até possibilitar a criação de um projeto mais robusto, eficiente e rentável. (Blog Fusões & Aquisições - Renan Boccacio)


Hydroxychloroquine ineffective as post-exposure prophylaxis for COVID-19: study

According to study findings published in the NEJM, hydroxychloroquine did not prevent COVID-19 in people who had been exposed to patients infected with the virus. "The take-home message for the general public is that if you're exposed to someone with COVID-19, hydroxychloroquine is not an effective post-exposure, preventive therapy," commented lead author David Boulware. The study is the first controlled clinical trial testing whether the antimalarial drug could prevent illness in people who have been exposed to SARS-CoV-2, although it did not address whether it can prevent infection if people take it before they are exposed. The study involved 821 people, recruited online, across the US and Canada who had either high- or moderate-risk exposure to a person who had tested positive and was ill with COVID-19.

Most at 'high-risk' exposure - High-risk exposure meant people were less than six feet from a patient for more than ten minutes, wearing neither a mask nor a face shield, with about 88% of study participants falling this group. Moderate risk meant they wore a mask, but no face shield. Meanwhile, none of the subjects exhibited any symptoms of COVID-19 themselves. Study participants ranged in age from 33 to 50 years, with a median age of 40, they were split roughly evenly between men and women, and were considered to be healthy. In addition, 66% of the total consisted of healthcare workers, with most of the remaining having been exposed at home, to an infected spouse, partner or parent. Within four days of exposure, subjects were randomly assigned either hydroxychloroquine or placebo, and then followed to determine whether they had either laboratory-confirmed COVID-19 or an illness consistent with the virus, during the next 14 days. However, the authors acknowledged that due to a shortage of test kits in the US, the "vast majority" of participants, including healthcare workers, were unable to access testing, "thus, an a priori symptomatic case definition was used."

No serious safety issues - Results showed that 11.8% of patients in the hydroxychloroquine arm became ill, versus 14.3% for placebo, a difference that was not statistically significant. Hydroxychloroquine also did not appear to make the illness any less severe. Meanwhile, adverse events, such as nausea or diarrhea, were more common in hydroxychloroquine-treated subjects than in the placebo group, occurring at rates of 40.1% and 16.8%, respectively, but there were no problems with heart rhythm or any other serious adverse effects reported. The authors noted there were limitations in the study, including that trial methods did not allow consistent proof of exposure to SARS-CoV-2 or consistent laboratory confirmation of SARS-CoV-2 infection. "Indeed, the specificity of participant-reported COVID-19 symptoms is low, so it is hard to be certain how many participants in the trial actually had COVID-19," noted an accompanying editorial published in NEJM.

Pre-exposure prophylaxis? Still, based on the results, Boulware recommended against using hydroxychloroquine to protect people who have already been exposed to the virus. However, whether the drug may still work as pre-exposure prophylaxis in high-risk populations is "a separate question, with trials ongoing," the authors said. The latest news comes in the wake of disappointing results from a pair of studies published in the BMJ indicating that hydroxychloroquine did not significantly help patients with COVID-19. Meanwhile, a recent study published in The Lancet that had linked hydroxychloroquine and chloroquine to increased risk of irregular heart rhythms and death among COVID-19 patients, and which also led to the World Health Organization (WHO) suspending the hydroxychloroquine arm of its global Solidarity Trial, has since been called into question. On Wednesday, the WHO resumed its study of the drug following a safety review.

(FirstWord newsletter – Anna Bratulic, with information from Financial Post, Business Insider, Minneapolis Star Tribune, The Wall Street Journal, CNN, NEJM – New England Journal of Medicine, ABC News, The New York Times)


Brasil tem maior controle de agroquímicos que Europa

O monitoramento dos produtos agroquímicos no Brasil é “mais amplo que o europeu”, afirma a advogada Letícia Rodrigues, especialista em Saúde Pública, Toxicologia Aplicada em Vigilância Sanitária e Doutora em Políticas Públicas. Letícia, que já foi gerente de Normatização e Avaliação da ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, acrescenta que o número de ingredientes ativos e de alimentos vegetais analisados no Brasil também foi maior que na Europa. “Entre 2017 e 2018 o PARA - Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos coletou e analisou no Brasil 4.616 amostras, média 2.313 por ano. Isso é bem superior à média de 389 amostras por país, avaliadas no Programa Europeu de Controle que, no mesmo período, analisou 11.679 amostras dos 28 Estados-Membros mais Islândia e Noruega” afirmou Letícia ao portal chinês Agropages. De acordo com a especialista, “no Brasil, 14 alimentos foram testados para verificar a presença de 270 ingredientes ativos, enquanto a União Europeia testou 10 alimentos para a presença de 169 ingredientes ativos. Mesmo com maior número de amostras testadas e quase 30% mais ingredientes ativos do que na Europa, segundo a ANVISA, apenas 0,89%, ou 41 do total de 4.616 amostras, apresentaram potencial risco agudo para os consumidores”, explica Letícia.


Brasil adota procedimentos destinados ao mercado internacional - A advogada também afirma que em relação aos alimentos exportados, além das medidas adotadas para os produtos consumidos internamente, há outros procedimentos destinados ao atendimento do mercado internacional. Entre eles está o uso dos pesticidas nas condições autorizadas no país importador e a certificação de produtores e de cadeias produtivas. “Por causa das condições climáticas, estamos mais suscetíveis a pragas e doenças, muitas vezes, inexistentes no país importador. Mesmo assim, este mecanismo é adotado, por exemplo, pelas cadeias produtivas de frutas, soja e citros que publicam listas de produtos destinados ao cultivo de exportação que, para serem utilizados, precisam possuir limites de resíduos estabelecidos nos principais mercados importadores como países da União da Europeia e Estados Unidos. Esta combinação de ingredientes ativos registrados nos dois continentes reduz ainda mais a disponibilidade de ferramentas para o controle fitossanitário”, ressalta a advogada.


Decisões mais políticas do que técnicas nas avaliações de risco da UE - Além disso, explica a ex-gerente da ANVISA, muitos importadores estabelecem padrões secundários específicos: “Notadamente, redes de supermercados, indústrias alimentícias e outros, que requerem a redução dos limites de pesticidas em 50% dos aceitáveis pelos órgãos reguladores ou restrição absoluta de determinados ingredientes ativos. Muitas destas restrições não são explicáveis com base em avaliações de riscos técnico-científicas, mas em decisões políticas de gerenciamento de riscos ou de imagem”. “A segurança dos produtos vegetais exportados pelo Brasil também é demonstrada pelos dados dos sistemas de amostras e notificações estabelecidos pelos países importadores. Na EU, o RASFF - Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações identificou entre janeiro de 2018 e abril de 2020, somente três inconformidades relativas à presença de pesticidas em produtos vegetais: duas inconformidades em melancia e uma em arroz”, completa Letícia Rodrigues. (Portal AGROLINK)


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