Últimas Notícias | Ano 13, Edição 072, 30 de dezembro de 2020


Leia agora neste boletim:


As expressões emocionais mais comuns em todo o mundo

Reino Unido aprova vacina da OxfordAstraZeneca

Bolsonaro vai vetar venda de terras a estrangeiros


"As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo." (Epicuro)


Agradecemos mesmo que não tenhamos tudo o que pedimos - a vida está nos dizendo que nem tudo que desejamos é capaz de nos fazer feliz. Um excelente 2021 a todos!



As expressões emocionais mais comuns em todo o mundo

O rosto humano tem 43 músculos diferentes que podem ser ativados ao redor dos olhos, nariz, boca, mandíbula, queixo e sobrancelha para fazer milhares de expressões diferentes. Seja em uma festa de aniversário no Brasil, em um funeral no Quênia ou em protestos em Hong Kong, todos os humanos parecem usar variações das mesmas expressões faciais em contextos sociais semelhantes. Isso inclui sorrisos, olhares carrancudos, caretas e olhares de desaprovação. Esta é uma confirmação da teoria que defende a universalidade da expressão emocional humana, além das fronteiras geográficas e culturais, justamente em uma época em que o nativismo e o populismo parecem estar em alta em todo o mundo, dizem os pesquisadores.



Expressando emoções - "Este estudo revela como as pessoas são notavelmente semelhantes em diferentes cantos do mundo na maneira como expressamos emoções em face dos contextos mais significativos de nossas vidas," disse o professor Dacher Keltner, da Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA. Os pesquisadores usaram uma tecnologia de aprendizado de máquina, conhecida como "rede neural profunda", para analisar as expressões faciais em cerca de 6 milhões de vídeos enviados ao YouTube por pessoas de 144 países, oriundos das Américas do Norte, Central e do Sul, África, Europa, Oriente Médio e Ásia. "Esta é a primeira análise mundial de como as expressões faciais são usadas na vida cotidiana e nos mostra que as expressões emocionais humanas universais são muito mais ricas e complexas do que muitos cientistas supunham anteriormente," disse Alan Cowen, membro da equipe.


Dezesseis emoções - Foi Cowen quem criou um mapa interativo que demonstra como o algoritmo rastreia variações das expressões faciais associadas a 16 emoções. Segundo ele, além de promover a empatia intercultural, as aplicações potenciais desse mapa incluem ajudar as pessoas que têm problemas para ler emoções, como crianças e adultos com autismo, a reconhecer os rostos que os humanos geralmente fazem para transmitir certos sentimentos.


(Texto extraído do artigo científico Sixteen facial expressions occur in similar contexts Worldwide, dos autores Alan S. Cowen, Dacher Keltner, Florian Schroff, Brendan Jou, Hartwig Adam, Gautam Prasad, publicado na revista Nature)


Reino Unido aprova vacina da OxfordAstraZeneca

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca foi aprovada para uso no Reino Unido pela agência reguladora britânica. O imunizante é a base do programa de vacinação do governo brasileiro, mas, para ser usado no Brasil, precisa de autorização da ANVISA. Segundo a Fiocruz, que fabrica a vacina no Brasil, o pedido de registro à agência brasileira deveria ser feito até 15 de janeiro. Tabela da ANVISA atualizada em 23 de dezembro informa que agência recebeu no dia 22 dados primários de eficácia e segurança da vacina, que estão “aguardando análise”, no processo chamado de "submissão contínua", criado para acelerar a aprovação quando for feito um pedido. Legislação aprovada em fevereiro que prevê rito acelerado para autorização no Brasil de imunizante aprovado por agência internacional relevante, mas não cita a MHRA, agência do Reino Unido. Estão incluídas as agências de China, Japão, Estados Unidos e União Europeia.


Imunização mais ampla e rápida, mas há lacunas a serem esclarecidas - A decisão do governo britânico era aguardada com ansiedade porque a vacina OxfordAstraZeneca permite uma imunização mais ampla e rápida que a da Pfizer-BioNTech, única que já havia sido aprovada até agora. O imunizante britânico precisa apenas da temperatura de uma geladeira normal (de 2 a 8 graus Celsius) para ser conservado, enquanto o produto da Pfizer-BioNTech, que usa uma tecnologia diferente, requer ultracongelamento a menos 70 graus Celsius. Também é mais barata que as alternativas da Pfizer e da Moderna: o governo belga, por exemplo, pagou € 1,78 por dose do produto britânico, contra € 12 pela dose da Pfizer e € 18, no caso da Moderna. Em seu maior ensaio, com 11.636 pessoas, a vacina da Oxford registrou eficácia de 62%. Em outro grupo de 2.741, que receberam meia dose inicial mais uma segunda dose, a eficácia foi de 90%, disparidade que levou cientistas a questionarem os dados e pedirem uma revisão do estudo. O texto revisado deixa claro que ainda há lacunas a esclarecer, como, por exemplo, o melhor regime de dosagem e a eficácia em adultos mais velhos.


Os idosos em primeiro lugar no Reino Unido - Segundo o governo britânico, 4 milhões de doses estarão disponíveis nos próximos dias, e devem ser aplicadas em idosos. O Reino Unido contratou 100 milhões de doses do imunizante, suficientes para vacinar com duas doses quase toda sua população de mais de 66 milhões. A aprovação pela agência britânica foi dada antes da conclusão total dos ensaios clínicos, que ainda estão em curso, e se baseia em resultados parciais divulgados neste mês na revista científica Lancet. O artigo revisado por cientistas independentes indicou eficácia de 70%, com base em dados de três países: Brasil, Reino Unido e África do Sul. A vacina britânica mostrou resultados diferentes de acordo com os locais em que foi testada, o que é esperado, segundo especialistas. Para obter um número final de eficácia, porém, é preciso esperar a conclusão de todos os ensaios.


A vacina da Pfizer - O imunizante da Pfizer-BioNTech, aprovado no começo de dezembro pelo Reino Unido, usa uma tecnologia baseada em material genético do coronavírus e obteve 95% de eficácia em ensaio internacional com 43 mil voluntários. O governo brasileiro encomendou 100,4 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca e 46 milhões da Coronavac, apesar de esta não estar ainda registrada na China, seu país de origem, e mesmo sem comprovação oficial de sua eficácia.


Aquisição de mais doses está sendo negociada - Estão sendo negociadas também 8 milhões de doses da Pfizer, que já obteve autorização emergencial em outros países. A Fiocruz, responsável pela produção no Brasil da vacina da Oxford-AstraZeneca, afirmou que ela começaria a ser entregue ao Ministério da Saúde a partir de 8 de fevereiro. Na segunda-feira, 28, a OMS - Organização Mundial de Saúde afirmou que só deve ter uma decisão sobre o uso emergencial da vacina da Oxford-AstraZeneca a partir de fevereiro, quando tiver em mãos toda a documentação sobre os ensaios clínicos internacionais. A recomendação da OMS não é necessária para a aprovação brasileira. Seu impacto é maior para países sem agências reguladoras estruturadas, que seguem a orientação da agência da ONU. A decisão da OMS também é obrigatória para compras pelo próprio órgão ou por meio de seus fundos.


Vacinação começará em final de janeiro, início de fevereiro - O Ministério da Saúde afirmou hoje que pretende dar início ao processo de vacinação contra a covid-19 no Brasil entre o final de janeiro e início de fevereiro. A pasta salientou, porém, que é necessário que os fabricantes dos imunizantes obtenham o registro das vacinas junto à ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária para uso emergencial ou regular. O secretário-executivo, Élcio Franco, reforçou em coletiva que o Ministério planeja, "na melhor das hipóteses", começar a vacinação em 20 de janeiro de 2021. Segundo ele, o prazo mais longo seria a partir de 10 de fevereiro. (Portal UOL de notícias - Saúde)


Bolsonaro vai vetar venda de terras a estrangeiros

O presidente da República, Jair Bolsonaro, reafirmou que pretende vetar o projeto de lei que abre possibilidade de compra e aluguel de terras brasileiras por estrangeiros. A proposta, já aprovada no Senado e com grandes chances de passar na Câmara dos Deputados, é do senador Irajá Abreu (PSD-TO), filho da senadora Kátia Abreu (PP-TO), uma notória opositora ao governo. Em transmissão semanal feita ao vivo pelas redes sociais, Bolsonaro classificou a proposta como “antipatriótica”, e que não permitirá a venda do Brasil a outras nações. “Você acha justo vender terras aqui para estrangeiros? Se você vender terra para estrangeiro ele nunca mais vai revender para ninguém, vai ser território dele”, justificou o presidente.


O veto - De acordo com Bolsonaro, “não pode acontecer isso no Brasil”. “Passou no Senado... vai para a Câmara. Se a Câmara aprovar, tem o veto meu. Aí o Congresso vai derrubar ou não o veto. Falta patriotismo para nós. Não podemos permitir que o Brasil seja comprado. Ele [estrangeiro] vai comprar terras e municípios que ele sabe de uma forma ou de outra o que tem no subsolo”, sustentou o mandatário maior da República. De acordo com analistas políticos, o projeto do filho de Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o segundo governo da ex-presidente Dilma Rousseff, foi aprovado após articulação entre a bancada ruralista e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A proposta dispensa a autorização para a compra ou posse de imóveis com áreas de até quinze módulos fiscais por estrangeiros. O limite de compra seria de 25% do território de um município, observada a função social da propriedade e com restrições para terrenos na região da Amazônia e também em áreas de fronteiras. (PortalAGROLINK - Leonardo Gottems)


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