Últimas Notícias | 18 de junho de 2021

Ano 14, Edição 038.


“A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo”. (Fernando Pessoa)


“Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.” (Luis Fernando Verissimo)


Leia agora em nosso boletim:


Espanha vai dispensar uso de máscaras ao ar livre

Perspectivas econômicas segundo o BTG Pactual

Mapa e BNDES dão concessões florestais na Amazônia



Espanha vai dispensar uso de máscaras ao ar livre

O presidente da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou hoje que o uso da máscara deixará de ser obrigatório ao ar livre a partir de 26 de junho em todo país, diante da melhora da situação sanitária pela pandemia da covid-19. "Este será o último fim de semana com máscaras ao ar livre, porque no próximo 26 de junho não precisaremos mais da máscara em espaços públicos", declarou Sánchez em um evento em Barcelona. De acordo com Sánchez, a medida será aprovada pelo governo em "um conselho de ministros extraordinário na próxima quinta-feira. 24". "Nossas ruas e nossos rostos vão recuperar seu aspecto normal nos próximos dias", disse Sánchez. Obrigatório nas ruas desde maio de 2020, sob pena de multa, o uso da máscara se impôs na Espanha logo depois da primeira onda da covid-19. A pandemia atingiu duramente o país, um dos mais afetados na Europa.



Sem máscara para tomar sol na praia - Em abril passado, as autoridades tiveram de esclarecer que a lei não obrigava o uso da máscara para tomar sol na praia, ou mergulhar no mar. Essa possibilidade gerou grande reação pública, em especial nas regiões costeiras, muito dependentes do turismo. A Espanha registrou mais de 80 mil mortes e 3,7 milhões de casos de covid-19. Nas últimas semanas, porém, o número de infecções vem caindo, diante do avanço da campanha de vacinação. Segundo dados oficiais, 47% dos 47 milhões de espanhóis receberam pelo menos uma dose, e quase 29% já foram totalmente imunizados. Com a pandemia sob controle, a maior parte dos países da União Europeia já desobrigou o uso de máscaras ao ar livre, assim como os Estados Unidos. (Portal UOL, com informações das agências de notícias AFP e Ansa)


Perspectivas econômicas segundo o BTG Pactual

Abrindo recente recomendação de uma carteira promissora de ações para seus clientes e investidores o banco BTG Pactual inicia mencionando suas perspectivas para a economia do país, informando o que segue. O Ibovespa teve outro bom desempenho em maio, subindo 6,2% em reais, e 9,7% em dólares, acumulando uma alta de 14,7% em reais e 22,1% em dólares nos últimos três meses. A combinação de uma recuperação econômica mais rápida do que a prevista: projeções de PIB foram aumentadas por nós, de 3,5% para 4,3%, e pelo mercado. A pesquisa Focus do Banco Central agora aponta para um crescimento do PIB de 4,0% em 2021, vs. 3,1% há um mês, e a situação fiscal melhor do que a esperada. Nossa equipe macroeconômica agora espera que a dívida em relação ao PIB termine o ano abaixo de 85%, em comparação com uma projeção de acima de 90% há alguns meses estão provavelmente por trás de melhores perspectivas econômicas.


Selic, melhoria da Saúde, leilões bem sucedidos, privatizações - Além disso, depois que o Banco Central passou a elevar a Selic de curto prazo, de 2,0% para 3,50% e deve encerrar o ano em 5,5%, o real finalmente dá sinais de estabilidade, valorizando-se frente ao dólar pelo segundo mês consecutivo. A melhora da situação de saúde do país nos últimos meses, ainda que marginal, e o que parece ser um ambiente político com menos ruídos também contribuíram para a recuperação recente do Ibovespa. Também é importante destacar os leilões bem-sucedidos de diversos projetos de infraestrutura em abril, tanto pelo governo federal quanto pelos governos estaduais, juntamente com a privatização da empresa de água e esgoto do Rio de Janeiro CEDAE. Enquanto isso, a legislação que permitiria a privatização da gigante de energia elétrica Eletrobrás está tramitando rapidamente no Congresso e pode ser aprovada ainda em junho. (Portal Exame em 17 Junho 2021)


Mapa e BNDES dão concessões florestais na Amazônia

O MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social deram início na quarta-feira, 16, aos estudos para estruturação da concessão florestal em cinco áreas do Amazonas para o manejo florestal sustentável em florestas públicas federais na Região Norte: Balata-Tufari, Iquiri, Jatuarana, Pau-Rosa e Gleba Castanho, todas localizadas no Amazonas. No total, 2,3 milhões de hectares poderão ser concedidos, com uma estimativa de produção de cerca de 1,3 milhão de metros cúbicos, gerando 3,9 mil empregos diretos e 7,8 mil empregos indiretos. Os objetivos da concessão florestal são a conservação das florestas públicas brasileiras, a promoção da produção sustentável e o estímulo ao desenvolvimento econômico regional, com a melhoria da qualidade de vida das populações que vivem no entorno dessas áreas.

Potência agro ambiental - Para a ministra da Agricultura, as concessões florestais mostram para o mundo que o Brasil é uma potência agro ambiental. “Cada dia avançamos mais para cuidar desse patrimônio que o mundo todo olha, às vezes assustado, querendo dizer que nós não cuidamos dele. Mas, com certeza hoje aqui é uma demonstração inequívoca de que queremos fazer o melhor, rápido e bem feito. Não só cuidando do patrimônio ambiental, mas também das pessoas que vivem ali”, disse Tereza Cristina. O diretor-geral do SFB - Serviço Florestal Brasileiro, Pedro Neto, destacou que é preciso consolidar as concessões florestais no Brasil. “O mecanismo de conservação e uso sustentável através do processo de concessão é um processo seguro, robusto e inteligente, e o Brasil precisa consolidá-lo. Vamos deixar uma tendência para o estado brasileiro de que o uso racional inteligente das nossas florestas pode garantir a guarda, a proteção e a transmissão de riqueza para o homem da floresta, além de reverter grandes bens e serviços para o estado brasileiro”.


BNDES e SFB - O trabalho do BNDES é fruto de contrato firmado em dezembro de 2020 com o SFB, para a prestação de serviços técnicos de apoio, avaliação, estruturação e implementação de concessões florestais. Em janeiro, Mapa e BNDES deram início a esta parceria para a gestão de concessão de três Florestas Nacionais na Região Sul. Os dois órgãos assinaram contrato para a prestação de serviços técnicos de estruturação de editais de concessão em oito florestas públicas federais. O BNDES irá estruturar a modelagem de editais de concessão florestal, em conjunto com o Serviço Florestal Brasileiro e com o apoio técnico do Instituto Semeia e de um Consórcio contratado, formado pelas empresas Radar PPP, Evergreen Investimentos e Portugal Ribeiro Advogados. A concessão deverá prever a realização de manejo florestal sustentável; proposição de arranjos produtivos e jurídicos que incentivem o desenvolvimento local; avaliação do potencial de implementação de novos serviços e tecnologias que utilizem a infraestrutura a ser implantada nas florestas; e geração de receitas acessórias, que deverão contar com mecanismos de compartilhamento com a administração pública.


As Flonas – Florestas Nacionais

Balata-Tufari - Com área de 1,1 milhão de hectares, dos quais aproximadamente 564 mil podem ser destinados ao manejo, a Floresta Nacional de Balata-Tufari está localizada no interflúvio dos rios Madeira e Purus, próximo aos municípios de Humaitá, Tapauá, Lábrea e Canutama, no estado do Amazonas.


Jatuarana - Localizada no sul do Amazonas, no município de Apui, a Floresta Nacional de Jatuarana tem área aproximada de 569 mil hectares, com potencial de manejo em aproximadamente 484 mil hectares.


Pau-Rosa – A Floresta Nacional de Pau-Rosa tem área de 988 mil hectares, onde aproximadamente 211 mil podem ser destinados ao manejo, e fica no leste do Amazonas, na fronteira com o estado do Pará, nos municípios de Maués e Nova Olinda do Norte.


Gleba Castanho - A área de Floresta Pública Federal destacada da Gleba Castanho destinada à concessão florestal totaliza cerca de 165 mil hectares, dos quais aproximadamente 120 mil podem ser destinados ao manejo empresarial. Localizada ao sul do Estado do Amazonas, no Município de Careiro, a Gleba compreende duas unidades que são separadas pela BR-174, que é a principal forma de acesso.


Iquiri - A Floresta Nacional do Iquiri é uma unidade de conservação federal gerida pelo ICMBio, com área aproximada de 1,47 milhão de hectares, dos quais aproximadamente 884 mil podem ser destinados ao manejo empresarial. Localiza-se no sul do Estado do Amazonas, integralmente no Município de Lábrea, próximo ao limite com os estados de Rondônia e Acre.


Concessões - Atualmente, o Serviço Florestal Brasileiro tem 17 contratos ativos que autorizam o manejo de produtos florestais madeireiros e não madeireiros, em seis florestas nacionais nos estados de Pará e Rondônia, que totalizam uma área de 1 milhão de hectares. Além da extração de madeira controlada, o vencedor da concessão pode explorar produtos como folhas, frutos, sementes, óleos, látex e resinas e também desenvolver atividades de turismo. Entre 2010 e 2021 a produção foi de 1,46 milhão de m³ de madeira. A concessão florestal é uma modalidade de gestão de florestas públicas para a produção sustentável que permite a delegação, a pessoas jurídicas selecionadas por licitação, do direito de realizar o manejo florestal sustentável, de modo a permitir a exploração do potencial econômico das áreas ao mesmo tempo em que as conserva. A titularidade da terra permanece pública, sob gestão do governo, durante todo o período da concessão, e os concessionários pagam ao governo quantias que variam em função da produção florestal decorrente das atividades de manejo e demais serviços explorados, e do preço ofertado no processo de concorrência pública.


Meta do SFB - A meta do SFB é incluir, até o primeiro semestre de 2022, 19 Florestas Nacionais e 6 glebas de Florestas Públicas não destinadas no programa em sete estados: Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Santa Catarina. Paraná e São Paulo. Isso agregaria em torno de 3,8 milhões de hectares contratados, com a produção de mais 2 milhões de m³ de madeira. (Portal AGROLINK)


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