Últimas Notícias | 02 de julho de 2020

Atualizado: Ago 18


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"Quem não for belo aos vinte anos, forte aos trinta, esperto aos quarenta e rico aos cinquenta, não pode esperar ser tudo isso depois.”

(Martinho Lutero)

Dólar fecha trimestre em alta, ganhando 35,6% no ano

O dólar fechou com leve ganho ante o real em 30 de junho e encerrou mais um mês e trimestre em alta, ainda em meio a intensa volatilidade diante de um conjunto de incertezas que inclui os rumos da pandemia, da atividade econômica e de coesão entre forças políticas no País. Em junho, o dólar acumulou valorização de 1,87%. No trimestre, a apreciação foi de 4,73%. Em 2020, a moeda valorizou 35,56%.

O segundo trimestre - A primeira metade do trimestre, do começo de abril até meados de maio, foi marcada por forte e contínua alta do dólar, que flertou com o recorde histórico nominal perto de R$ 6, diante de acirramento de tensões políticas domésticas e da percepção de que o Banco Central estava minimizando a volatilidade. A partir do meio de maio até início de junho, a melhora do ambiente externo, massivas injeções de liquidez por bancos centrais e uma maior atuação do BC no mercado de câmbio motivaram desmontes de posições compradas em dólar, o que levou a divisa à casa de R$ 4,85 em 8 de junho. Mas a gangorra persistiu e, desde então, o dólar ingressou em novo período ascendente, tendo como pano de fundo volatilidade ainda maior no mercado de câmbio interno. O fluxo cambial ao Brasil também piorou, indicando menor oferta de dólar, ou maior pressão sobre a cotação. Em 30 de junho, o BC vendeu US$ 365 milhões em moeda spot, operação realizada comumente em momentos de fluxo negativo. Em 26 de junho, a autarquia voltara a recorrer desse instrumento, não utilizado desde o primeiro dia do mês de junho.

O segundo semestre - Alessandro del Drago, gestor do fundo Mauá Capital Machine-D, lembra que historicamente o segundo semestre não costuma ser de apreciação cambial. “Adicione todas as evidências de percepção de risco do primeiro semestre a esse padrão de sazonalidade, temos um cenário ainda incerto para o câmbio”, disse. Ele nota que a volatilidade do real segue em patamares acima dos vistos antes da pandemia, diferentemente de alguns pares emergentes da moeda brasileira, e avalia que isso é um fator importante para se analisar o quadro para o câmbio no curto prazo. “Se a volatilidade cair a níveis pré-pandemia, vejo o câmbio indo a R$ 4,50. Mas se a volatilidade não reduzir, se tivermos problemas de harmonia no ambiente político, se não tivermos controle maior da pandemia e de seus efeitos econômicos, o câmbio continuará depreciando”, completou.

O real versus outras moedas - De uma lista de moedas composta também por rand sul-africano, rublo russo, lira turca, peso mexicano, peso colombiano e peso chileno, apenas o real tem volatilidade implícita colada nas máximas vistas em meados de março, quando os mercados estavam sob forte estresse por causa da pandemia. A volatilidade associada às demais moedas, por outro lado, retrocedeu e em alguns casos já se aproxima de patamares pré-pandemia. Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, ainda estima dólar mais baixo, a R$ 4,70, ao fim do ano. Seu cenário-base é de “normalização” da economia, diminuição da pandemia e apreciação cambial em outros mercados emergentes, o que se estenderia ao Brasil. (Portal REUTERS-Connect - Gary Cameron)

Preços de remédios variam até 41% entre farmácias

Pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP apontou diferença de até 41% nos preços de medicamentos entre farmácias. Segundo o órgão, as variações no preço final, seja o aumento e a redução de preço, são decorrentes das variações de descontos concedidos por cada estabelecimento. Foram pesquisados os preços de dezessete medicamentos de referência nas farmácias de São Paulo e em estabelecimentos de venda pela internet em duas datas, com um intervalo de uma semana - nesse período foram constatados quatro aumentos de preços e seis reduções. Na comparação entre os preços praticados por cada uma das farmácias em ambas as datas, a maior diferença de preço encontrada foi no medicamento Luftal (simeticona, 75mg/ml, solução oral, 15ml). Na primeira data, o medicamento foi encontrado por R$ 25,01 em um estabelecimento e em outro por R$ 17,71 (diferença de R$ 7,30 ou 41,22%). Na segunda ocasião, o item era vendido a R$ 24,90 em uma farmácia e a R$ 17,71 em outra (diferença de R$ 7,19 ou 40,60%).

O preço final para o consumidor não está congelado - "Embora a MP nº 933 tenha adiado o reajuste anual dos medicamentos, isso não significa que os preços finais para o consumidor estão 'congelados'. De fato, todos os estabelecimentos praticam preços que geralmente estão abaixo do valor máximo autorizado pela ANVISA. São os descontos que promovem a diferença de preços entre um estabelecimento e outro," diz o relatório técnico divulgado pelo Procon. (Diário da Saúde)

Revolução digital no campo

Cerca de 16 milhões de agricultores familiares vivem e trabalham nas zonas rurais na América Latina e no Caribe. Esses trabalhadores e suas famílias são a coluna vertebral da agricultura, que garante a segurança alimentar e nutricional da região. Apesar do papel-chave que desempenham, a maioria sobrevive na pobreza, com serviços deficitários, acesso escasso ou nulo ao crédito e longe das políticas públicas que fomentam o desenvolvimento social. Pelo menos 20% da população rural vive na extrema pobreza e está localizada em pequenas fazendas de baixa produtividade. A pandemia acentuou o papel estratégico da agricultura familiar e ampliou a consciência política e social sobre essa modalidade de produção. Mas impôs barreiras para visitas de extensão rural, que levam informações técnicas e sanitárias decisivas para melhorar a produção e o cultivo de animais. Há efeitos da pandemia que devem ser aproveitados e outros, enfrentados, se quisermos utilizar a capacidade do setor agropecuário de apoiar uma reação da economia, colapsada pela pandemia.

Acesso à internet - Na América Latina, 38% da população não tem acesso à internet. Nas áreas rurais, o isolamento é ainda maior. No Brasil, por exemplo, segundo o censo agropecuário, a internet não chega a mais de 70% das propriedades rurais. Ao mesmo tempo, os serviços de extensão rural devem estar cada vez mais associados às tecnologias disponíveis, capazes de fortalecer a agricultura familiar, aumentar a produtividade e gerar renda.

Informações técnicas pela internet - O IICA - Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura acaba de assinar um acordo com a ONG PAD - Agricultura de Precisão para o Desenvolvimento, cofundada pelo economista de Harvard e Prêmio Nobel de Economia em 2019, Michael Kremer. O objetivo é trazer para a região uma solução simples e barata que sua organização tem aplicado na Ásia e na África, beneficiando 3,6 milhões de pessoas. Trata-se do envio de informações técnicas, com linguagem simples e adaptada, a telefones celulares de pequenos produtores rurais, inclusive por SMS. Com essa prática simples, a PAD conseguiu resultados impressionantes, que chegam a 3,6 milhões de agricultores ao custo médio de US$ 1,46 ao ano por produtor. Para isso, é muito importante o papel da cooperação técnica.

A internet das coisas - Estamos às portas de adotar a tecnologia 5G, que vai introduzir a internet das coisas. Grandes e modernos agricultores certamente não terão dificuldades de conectar suas fazendas a cadeias logísticas inteligentes. Mas essa não será a realidade dos pequenos agricultores. A tecnologia 5G pode aumentar ainda mais as diferenças sociais. Se até o envio de mensagem por uma tecnologia já ultrapassada nos centros urbanos, como o SMS, é capaz de gerar o início de uma revolução, temos o dever de agir e de conectar o campo.

Alcançar a OCDE - Se a América Latina conseguir alcançar os países da OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico em termos de digitalização até 2030, podemos gerar um impacto na produtividade que permitiria um crescimento regional acima de 3% ao ano, de acordo com a CEPAL - Comissão Econômica para a América Latina. Se a força do setor agropecuário na região pode liderar a recuperação no pós-pandemia, devemos focar em estratégias de disseminação de tecnologia, expansão de infraestrutura de telecomunicações e facilidade de acesso massivo a smartphones, que se tornaram a principal plataforma de informação. Essa infraestrutura é a base de uma incipiente revolução agrícola digital, que vai permitir acesso à informação em tempo real para a tomada de decisões e para um manejo mais preciso baseado no uso de boas práticas. É também uma estratégia viável e efetiva para melhorar a vida nos territórios rurais, uma questão de sobrevivência para nossas sociedades cada vez mais urbanas. (Jornal O Estado de S.Paulo - Manuel Otero, diretor-geral do IICA)


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