Últimas Notícias | 30 de junho de 2020

Atualizado: Ago 18


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"Prefiro os erros do entusiasmo à indiferença da sabedoria.”

(Anatole France)

Dependência externa preocupa indústria farmacêutica

O futuro da indústria farmacêutica brasileira foi o tema de uma live promovida na última quarta-feira, 24 de junho, pela XP Investimentos. Três CEOs de laboratórios farmacêuticos foram unânimes em destacar a necessidade urgente de diminuir a dependência da China e Índia na importação das matérias-primas. Para a CEO do Aché Laboratórios, Vânia Machado, a Covid-19 pegou todos desprevenidos no que se refere à projeção de volume. “Tivemos alguns medicamentos cuja demanda explodiu, como a Losartana, o que contribuiu para uma escassez mundial pelos princípios ativos”, afirma. Segundo ela, a carência atual é de anestésicos utilizados para ajudar na intubação dos pacientes. “Temos dois produtos nessa linha e vimos a procura multiplicar por cinco. Nesse cenário, a ajuda da ANVISA tem sido ainda mais estratégica”, avalia. Vânia acredita que, sem uma política que efetivamente trate do custo Brasil, dificilmente se conseguirá levar adiante um projeto de implantação de uma indústria farmoquímica no país.


Etapas fabricadas fora do Brasil - “Existem várias etapas que vão continuar sendo fabricadas lá fora. Temos laboratórios nacionais que produzem IFAs (Insumos Farmacêuticos Ativos), mas que cobrem apenas três ou quatro etapas. De qualquer maneira, sempre terão outras duas que continuarão sendo produzidas na China e na Índia”, afirma. É preciso haver uma mudança de mentalidade, principalmente por parte da ANVISA. “A agência deveria transformar em definitivas medidas temporárias implementadas em função da pandemia. Exemplo disso é a RDC 348/2020, que expira em setembro e é essencial para agilizar o processo de prospecção de fabricantes de IFAs”.


Questão de segurança nacional - Cleiton Marques, CEO da Biolab, acha que o governo federal deveria enxergar a indústria farmoquímica como estratégica, assim como fez com a área de biotecnologia. “O que aconteceu aqui foi uma falta de valorização, com as matérias-primas sendo tratadas como commodities a preços ridiculamente baixos. Ao mesmo tempo, assistimos a China e a Índia ganharem este mercado mundialmente com uma quantidade enorme de incentivos fiscais. E agora, todos olham novamente para as pequenas moléculas percebendo que isso é uma questão de segurança nacional”, reitera. Para se produzir esses insumos no Brasil, Marques aponta a importância de uma política de estado e não de governo. “É preciso oferecer incentivos para que a indústria possa ter competitividade e uma política de longuíssimo prazo”, ressalta.


Falta de previsibilidade e perda de relevância - Gaetano Cruppi, CEO da BMS - Bristol-Myers Squibb, considerou infeliz a decisão do governo de congelar os preços dos medicamentos. “Com a desvalorização do real, o custo em dólares da importação das matérias-primas aumentou demasiadamente. E o governo simplesmente quebra uma regra de preços que já é estabelecida com bastante antecedência, criando uma anomalia que dificulta a recuperação econômica do setor”, ressalta Cruppi. Na sua visão o país perde relevância na competição por um investimento pela falta de flexibilidade. “Quando se trata de aportes em pesquisa & desenvolvimento, o mais básico leva de cinco a oito anos, com gastos que chegam a 1,6 bilhão de dólares, antes que se possa fazer um produto. Obviamente, a chance de se trazer investimentos no Brasil do ponto de vista de estudos clínicos cai muito por essa falta de previsibilidade”, explica o executivo. (Portal Panorama Farmacêutico)


Vacina imuniza 100% em testes na China

O CNBG - Grupo Nacional Biotec da China informou que a sua vacina contra a Covid-19 começou a ser testada e imunizou 100% dos voluntários. Isso porque, de acordo com os responsáveis pela pesquisa, as doses usadas conseguiram induzir o surgimento de anticorpos em todos os 1,1 mil voluntários. “Com referência a produtos similares no passado, combinados com dados humanos existentes, sugere-se inicialmente que a nova vacina desenvolvida seja segura e eficaz”, afirmou o grupo, em nota oficial. Nesse cenário, o governo de São Paulo anunciou, na semana passada, uma parceria com o laboratório Sinovac Biotech para testar outra vacina chinesa, segundo informou o Pleno News. Já o governo federal falou sobre o acordo com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, para a fabricação de vacinas contra o novo coronavírus.

Produção local e fase clínica - O Ministério da Saúde anunciou a produção de 30,4 milhões de doses da vacina contra o coronavírus em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido. O investimento será de 127 milhões de dólares, ou 696 milhões de reais e a tecnologia de produção da vacina será compartilhada com a Fiocruz. A fase clínica, em humanos, é dividida em três momentos. O primeiro é a avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto, o segundo são os testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Esta, então, chamada de “ensaio em larga escala”, com milhares de indivíduos, precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos e só então há um registro sanitário. (Portal AGROLINK)


Notre Dame Intermédica compra o Grupo Santa Mônica

A Notre Dame Intermédica fechou acordo para a compra de controle indireto do Grupo Santa Mônica por 233 milhões de reais, em valor que desconta o endividamento líquido a ser apurado na data de fechamento da operação e abatidas eventuais contingências. O Grupo Santa Mônica inclui a SMV Serviços Médicos, o Hospital e Maternidade Santa Mônica, o Incord – Instituto de Neurologia e do Coração de Divinópolis e a Bioimagem Diagnósticos por Imagem e Laboratório de Análises Clínicas. Fundado em 1993, o Grupo Santa Mônica é a maior operadora de saúde verticalizada do centro-oeste mineiro, com uma carteira com cerca de 41 mil beneficiários na região, duas unidades hospitalares em Divinópolis e Nova Serrana, parque de imagem completo e laboratório de análises clínicas, além de uma operação própria de serviços de hemodinâmica. Do total do valor da aquisição, 100 milhões de reais serão pagos à vista, em dinheiro, na data de fechamento da transação, e 133 milhões de reais serão pagos em seis parcelas iguais e anuais. A aquisição inclui os imóveis dos dois hospitais, com mais de 28 mil metros quadrados de área construída. O plano de integração da Notre Dame prevê sinergias operacionais e a criação de uma nova regional da empresa em Minas Gerais. (Agência de notícias REUTERS)


DaVita compra duas clínicas de diálise no Brasil

A DaVita Brasil Participações e Serviços de Nefrologia, subsidiária da DaVita, comprou duas clínicas especializadas em diálise, por valores não divulgados. Elas são a Prorim Serviços Médicos Nefrológicos, localizada em Recife, estado de Pernambuco; e a Pronomed Clínica Médica, localizada em Campinas, SP. Com uma equipe das áreas corporativa e de fusões e aquisições, o escritório Demarest Advogados assessorou o comprador nas duas transações.

A firma Pupe Braga Zirpoli Advogados representou os vendedores, acionistas privados da Prorim, em uma operação que terminou em 14 de maio. Na negociação com a Pronomed, concluída em 12 de junho, o Demarest era a única empresa envolvida.


A expansão da DaVita no Brasil - A DaVita expandiu-se no Brasil através de uma série de aquisições. Nos últimos 18 meses, a empresa comprou cerca de sete clínicas, incluindo Prorim e Pronomed. A empresa opera nas áreas de serviços médicos e tratamento renal. Esta última atende a mais de 10 mil pacientes em todo Brasil. A empresa faz parte de um grupo com presença em mais de dez países. A Prorim oferece atendimento ao paciente com modernas máquinas de hemodiálise importadas do Japão, equipadas com assentos confortáveis. A clínica possui convênios com diferentes instituições e empresas no País. (Portal Fusões & Aquisições)


CNN Brasil vai às compras

Em uma estratégia para ampliar sua audiência e receitas, a CNN Brasil iniciou nesta semana uma ofensiva no mercado de televisão. Começou a negociar a “fusão” com redes nacionais de TV e a compra ou arrendamento de canais abertos regionais, os antigos UHF. Os maiores alvos são o SBT, a RedeTV! e a Gazeta. As negociações passam, neste momento, por análises de viabilidade. A CNN brasileira completou cem dias no ar nesta semana.


Os modelos de compra da CNN Brasil – A empresa está trabalhando com três modelos diferentes: a aquisição completa ou parcial de uma emissora pequena, o arrendamento de um canal e até mesmo a fusão com uma das redes. No modelo de fusão com uma rede aberta, a CNN Brasil assumiria todo o jornalismo da emissora em diferentes faixas horárias, mas sem transformá-la em um canal de notícias 24 horas. Nesse caso, a CNN manteria seu atual canal na TV paga e faria uma expansão de suas operações na TV aberta. Nas demais propostas em análise, com a compra ou arrendamento, a CNN Brasil deixaria de atuar apenas na TV fechada e se tornaria o primeiro canal aberto com 24 horas de notícias por dia no Brasil.


Franquia brasileira da CNN é um caso de sucesso - A estratégia encampada por Douglas Tavolaro, CEO da CNN Brasil, tem o apoio da CNN americana, que nesta semana emitiu nota em que considera a franquia brasileira um caso de sucesso com apenas cem dias no ar. A CNN Brasil estreou em março já como segundo canal de notícias mais visto da TV por assinatura, mas na média das 24 horas ainda fica bem atrás da GloboNews.


Parcerias como as propostas pela CNN são raras, mas não inéditas. Em 1997, por exemplo, o SBT “terceirizou” seu Jornalismo para o canal CBS Telenotícias, que passou a produzir seu principal telejornal e ocupar a madrugada com noticiários. Mas a estratégia da CBS Telenotícias na época era conseguir distribuição nas maiores operadoras de TV paga, o que a CNN Brasil já tem. (Blogspot Fusões & Aquisições)


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