Últimas Notícias | 26 de junho de 2021

Ano 14, Edição 040.


“Sem a cultura e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. Por isso toda a criação autêntica é um dom para o futuro.” (Albert Camus)


Leia agora em nosso boletim:


Cultura controla a evolução humana mais que a genética

A primeira coisa que fizer logo de manhã pode aumentar sua produtividade

Grupo português compra a Oro Agri

Sobre o preço da soja

Shocking Development in Weed-Killing Business


Cultura controla a evolução humana mais que a genética

Largamente negligenciada pela teoria darwinista da evolução, a cultura pode ajudar os humanos a se adaptarem ao ambiente e a superar os desafios de maneira melhor e mais rápida do que a genética. É o que acabam de demonstrar os professores Tim Waring e Zach Wood, da Universidade do Maine, nos EUA, que descobriram que os humanos estão passando por uma "transição evolutiva especial", na qual a importância da cultura está ultrapassando o valor dos genes como o principal motor da evolução humana. Devido à natureza orientada para o grupo que a cultura apresenta, a própria evolução humana está se tornando mais orientada para o coletivo, afirmam eles.



Evolução e cultura - A cultura sempre foi um fator subestimado na evolução humana. Contudo, assim como os genes, a cultura ajuda as pessoas a se ajustarem ao ambiente e a enfrentar os desafios de sobrevivência e reprodução. A diferença é que a cultura faz isso de maneira mais eficaz do que os genes, porque a transferência de conhecimento é mais rápida e mais flexível do que a herança dos genes, defendem os dois pesquisadores. A cultura é um mecanismo de adaptação mais rápido porque a transferência de genes ocorre apenas uma vez por geração, enquanto as práticas culturais podem ser aprendidas rapidamente e atualizadas com frequência. A cultura também é mais flexível do que os genes, uma vez que a transferência de genes é rígida e limitada à informação genética de dois pais, enquanto a transmissão cultural é baseada no aprendizado humano flexível e efetivamente ilimitado, com a capacidade de fazer uso de informações de inúmeros colegas e especialistas, seja pessoalmente, seja através da leitura, do cinema ou da internet.


Evolução coletiva - Como resultado, a evolução cultural é um tipo de adaptação mais forte do que a velha e boa genética. "Esta pesquisa explica porque os humanos são uma espécie única. Nós evoluímos geneticamente e culturalmente ao longo do tempo, mas aos poucos estamos nos tornando cada vez mais culturais e cada vez menos genéticos," disse Waring. Outra conclusão recente na área é que a evolução darwinista não explica o surgimento da criatividade nos humanos. Os dois pesquisadores destacam que a cultura também é especial em um aspecto importante: Ela é fortemente orientada para o grupo. Fatores como conformidade, identidade social e normas e instituições compartilhadas, fatores que não têm equivalente genético, tornam a evolução cultural muito orientada para o coletivo. Portanto, a competição entre grupos culturalmente organizados impulsiona adaptações, como novas normas cooperativas e sistemas sociais que ajudam os grupos a sobreviver melhor juntos. Com os grupos orientando a cultura e a cultura agora alimentando a evolução humana mais do que a genética, Waring e Wood concluíram que a própria evolução se tornou mais orientada para o coletivo.


Covid-19 na conclusão do estudo - "No muito longo prazo, sugerimos que os humanos estão evoluindo de organismos genéticos individuais para grupos culturais, que funcionam como superorganismos, semelhantes a colônias de formigas e colmeias," disse Waring. "A metáfora da 'sociedade como organismo' não é tão metafórica, afinal. Essa percepção pode ajudar a sociedade a entender melhor como os indivíduos podem se encaixar em um sistema bem organizado e mutuamente benéfico. Veja a pandemia de coronavírus, por exemplo. Um programa nacional de resposta à epidemia eficaz é realmente um sistema imunológico nacional e, portanto, podemos aprender diretamente do modo como o sistema imunológico funciona para melhorar nossa resposta à covid."


(Texto extraído do artigo entitulado ”Long-term gene-culture coevolution and the human evolutionary transition” dos autores Timothy M. Waring e Zachary T. Wood, publicado na revista Royal Society Proceedings)


A primeira coisa que fizer logo de manhã pode aumentar sua produtividade

A lei das “primeiras coisas” consiste na ideia de que a primeira tarefa que você faz logo de manhã é capaz de influenciar na sua produtividade pelo resto do dia. O que os bilionários Bill Gates, da Microsoft, e Jeff Bezos, da Amazon, fazem para ter uma manhã mais produtiva? A resposta é a seguinte: eles seguem a lei das primeiras coisas, que não precisam ter relação com o trabalho. Bill Gates, por exemplo, afirma que começa o dia correndo na esteira e assistindo vídeos educacionais. O CEO do Twitter, Jack Dorsey, diz que medita por 30 minutos e depois faz exercícios físicos. Já Jeff Bezos prefere evitar qualquer reunião de trabalho antes das 10 horas da manhã, e faz “coisas em casa” antes. Isso é positivo porque pode evitar que a primeira ação logo de manhã seja pegar o celular, como acontece com quase todo mundo. Em apenas 10 minutos após abrir os olhos, muita gente já consumiu diversas notícias, e-mails, notificações e redes sociais e já está respondendo às forças exteriores, em vez de focar em si mesmos.


Tempo para si próprio - A rotina desses bilionários, aparentemente, inclui um tempo para si próprio durante a manhã, e tem bons resultados na produtividade deles durante o dia. Então a lei das primeiras coisas pode significar que passar um tempo fazendo algo que não tenha relação com o trabalho logo ao acordar pode melhorar o humor e o ritmo das atividades profissionais. O que pode ser ainda uma ajudinha extra em tempos de home office. Um artigo da Harvard Business Review, por exemplo, mostrou que seguir seus hobbies e dar atenção as suas paixões fora do ambiente de trabalho podem ser atitudes capazes de melhorar o seu desempenho em longo prazo. É claro que amar o que se faz é um ponto positivo e pode até aumentar a sua produtividade, segundo estudos, mas amar apenas o seu trabalho pode ser muito prejudicial.


O que há de ruim em amar demais o que se faz - Uma pesquisa mostra que enxergar todo o seu valor como pessoa em seu emprego te faz menos resiliente para lidar com situações ruins, como demissões ou feedbacks negativos. Mas o principal não é isso: o lado negativo de se amar demais o que faz é que se torna ainda mais difícil desligar após o fim do expediente. E isso não é ideal ou saudável para a sua saúde mental. Você não precisa correr como Gates, meditar como Dorsey ou evitar reuniões que muitas vezes são inevitáveis, e se tornaram ainda mais nos tempos que estamos vivendo atualmente. Apenas tire alguns momentos do seu dia, assim que você acordar, para fazer algo que goste. Leia um livro, jogue videogame, faça carinho no seu animal de estimação… as possibilidades são muitas. Só não acorde e vá trabalhar. (Portal EXAME)


Grupo português compra a Oro Agri

O Grupo português Ascenza, que atua em biológicos e nutrição, anunciou a aquisição de ações da multinacional de tecnologia de aplicação, Oro Agri. A transação de 147 milhões de dólares inclui a compra total das ações na África do Sul, Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina. A Oro Agri, que surgiu como uma startup, hoje está presente em 75 países e é considerada estratégica para a Ascenza. “A Oro Agri construiu um negócio de produtos biológicos com uma marca de renome mundial. Sua força regulatória e de propriedade intelectual, assim como sua estratégia técnica orientada para o cliente, são totalmente alinhadas com nossa filosofia e princípios. O portfólio de produtos altamente promissor e as oportunidades decorrentes da integração com o Grupo Ascenza serão impulsionadores importantes”, afirma o CEO da Ascenza, Eric Van Innis.


A aquisição no Brasil - A aquisição também deve impactar no Brasil. A planta nacional fica em Arapongas, PR. No ano passado faturou 100 milhões de reais e para 2020/2021 espera um crescimento de 25%, apoiado em alguns de seus mais recentes lançamentos como um bioinseticida, um condicionador de solo e um antideriva. Para o gerente geral da Oro Agri na América do Sul, Luís Carlos Cavalcante, a planta brasileira já colhe os frutos da negociação. Com sede no Paraná, a unidade aumentou seu efetivo em 75% nos últimos meses, especialmente na força de venda e no setor de pesquisa e desenvolvimento. Além disso, a empresa também duplicou o parque industrial, após a construção de uma nova fábrica, bem como inaugurou uma sede totalmente remodelada.


A aquisição na Ascenza - “A principal mudança na Oro Agri é a filosofia da Ascenza, que investe para ser a empresa número um do mundo na comercialização de produtos biorracionais até 2025. Nossos produtos são seguros para o meio ambiente e não têm ação direta sobre predadores naturais nem polinizadores, em especial as abelhas”, afirma Cavalcante. A compra também deve fortalecer a atuação nos países que fazem parte da jurisdição do Brasil como Argentina, Chile, Bolívia, Uruguai e Paraguai. (Portal AGROLINK)


Sobre o preço da soja

As fortes quedas dos preços da soja não foram simples efeitos especulativos, como alguns comentários no mercado, mas baseadas em fundamentos, aponta a Consultoria TF Agroeconômica. “Com o menor uso de óleo de soja como biocombustível, a produção deste subproduto da soja tende a diminuir, com a consequente menor demanda pelo grão, aumentando os estoques atuais”, apontam os analistas de mercado. Com isto, aponta a equipe da TF, a tendência do preço da soja no mercado é situar-se “em novo patamar, mais próximo do atual, ao redor de US$ 13,50/bushel a US$ 14,00/bushel na Bolsa de Chicago do que dos US$ 15, no qual estava. Por outro lado, a demanda chinesa está levemente menor, com o aumento dos estoques de soja na China e com as margens de esmagamento muito apertadas”.


A recomendação da TF - “O aumento da área plantada nos EUA é negativo, mas as incertezas do clima são positivas, então vai depender muito das condições climáticas daqui para frente, que devem ser observadas de perto. Mas, para o mercado voltar dos atuais R$ 150,00 para os R$ 180,00 que estava em maio, o caminho é longo e achamos um tanto difícil de acontecer, embora, neste mercado, nada seja impossível”, apontam os analistas da Consultoria. A recomendação da equipe da TF Agroeconômica segue consolidada: “Não olhe o número do preço, mas o lucro que você está tendo, e então tome sua decisão. Não tente ser melhor do que o vizinho, porque ele não paga suas contas, nem tente atingir o pico do ano, porque é algo utópico. Concentre-se no seu lucro e agarre-se a ele com todas as forças. Com ele, você progredirá”. (Portal AGROLINK)


Shocking Development in Weed-Killing Business

Farmland weeds may have a new enemy on the horizon and their names are Tom, Dick and Harry. These English robots, created by Small Robot Company, are designed to eliminate weeds with fewer chemicals and heavy machinery as well as improve soil quality and biodiversity. Their method: zapping weeds to death. Co-founder and CEO Ben Scott-Robinson described what the company calls “per-plant farming” by saying, "It creates a current that goes through the roots of the plant through the soil and then back up, which completely destroys the weed.” Scott-Robinson added the robots only venture to where weeds are in the fields. They disregard plants not posing threats to crops. Small Robot Company began work on the trio in 2017. Tom came first this April. Dick and Harry continue to develop in the prototype stage.


Robots capabilities - According to CNN Business, Tom is active on three farms in the UK. The robot’s capabilities include scanning 49 acres per day. The information is relayed to Dick, who does the zapping. Harry caps off the sequence by planting seeds. Small Robot teamed up with RootWave, also out of the UK, to work on the zapping technology. Small Robot claims to have raised $9.9 million and has aspirations of launching its full system by 2023. The company said, in 2017, using robots could reduce chemical usage in arable farming by as much as 95 percent and reduce cultivation energy and associated CO2 emissions by 90 percent. Arable farming revenues could increase up to 40 percent and decrease production costs up to 60 percent. The service will be at a rate of about $568 per approximately 2.5 acres. (Manufacturing.Net newsletter – Nolan Beilstein)


Assista o vídeo demonstrativo no link:

https://www.manufacturing.net/video/video/21521356/shocking-development-in-weedkilling-business?lt.lid=60d37f2d6d1513adaac1dd8e&lt.usr=0795H9346367J6U&utm_source=IMCD210623006&utm_medium=email&utm_campaign=06232021&utm_term=IMCD210623006&oly_enc_id=0795H9346367J6U


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Ruben D.F. Ferraz | r.ferraz@upbeatconsulting.com.br


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