Últimas Notícias | 09 de junho de 2020


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Brasileiros descobrem porque o covid-19 é mais grave em diabéticos

Pesquisadores brasileiros desvendaram uma das causas da maior gravidade da covid-19 em pacientes diabéticos. O teor mais alto de glicose no sangue do paciente diabético é captado por um tipo de célula de defesa conhecido como monócito e serve como uma fonte de energia extra, que permite ao novo coronavírus se replicar mais do que em um organismo saudável. Em resposta à crescente carga viral, os monócitos passam a liberar uma grande quantidade de citocinas, proteínas com ação inflamatória, que causam uma série de efeitos, como a morte de células pulmonares. "O trabalho mostra uma relação causal entre níveis aumentados de glicose com o que tem sido visto na clínica: maior gravidade da covid-19 em pacientes com diabetes," reforça o professor Pedro Moraes Vieira, da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas.

Alterações sistêmicas - "Quanto maior a concentração de glicose no monócito, mais o vírus se replicava e mais as células de defesa produziam moléculas como as interleucinas 6 [IL-6] e 1 beta [IL-1β] e o fator de necrose tumoral alfa, que estão associadas ao fenômeno conhecido como tempestade de citocinas, em que não só o pulmão, como todo o organismo, é exposto a essa resposta imunológica descontrolada, desencadeando várias alterações sistêmicas observadas em pacientes graves e que pode levar à morte," explicou Pedro.

Antioxidantes - Para tentar reverter os efeitos, os pesquisadores testaram antioxidantes nas células infectadas, o que mostrou que a hipóxia 1 alfa diminuía a sua atividade e, assim, deixava de influenciar o metabolismo da glicose. Como consequência, fazia com que o vírus parasse de se replicar nos monócitos, as células de defesa infectadas, que não mais produziam citocinas tóxicas para o organismo. "Quando intervimos no monócito com antioxidantes ou com drogas que inibem o metabolismo da glicose, nós revertemos a replicação do vírus e também a disfunção em outras células de defesa, os linfócitos T. Com isso, evitamos ainda morte das células pulmonares," disse Pedro. Como as drogas usadas nos experimentos com células estão atualmente em testes clínicos para alguns tipos de câncer, poderiam futuramente ser testadas em pacientes com covid-19.

(Texto extraído do artigo científico entitulado ”Elevated glucose levels favor SARS-CoV-2 infection and monocyte response through a HIF-1?/glycolysis dependent axis”, dos autores Ana Campos Codo, Gustavo Gastão Davanzo, Lauar Brito Monteiro, et alli, publicado na revista Cell Metabolism)

Saúde imunológica é o que o consumidor procura

O suporte ao sistema imunológico é o motivo mais comum para os consumidores comprarem produtos de estilo de vida saudável, de acordo com a nova pesquisa global realizada pela marca Wellmune® da Kerry, empresa líder em Nutrição. A pesquisa perguntou a mais de 11.000 consumidores em 14 mercados globais sobre as razões pelas quais compraram produtos de estilo de vida saudável. Eles foram convidados a selecionar cinco opções de uma lista de 13 áreas da saúde e classificá-las em ordem de importância. Quase dois terços (63%) escolheram o suporte do sistema imunológico, à frente de ossos e articulações saudáveis, boa saúde digestiva, melhoria dos níveis de energia e o apoio à saúde do coração.

O apoio ao sistema imunológico - Um em cada cinco entrevistados (20%) listou o apoio ao sistema imunológico como o principal motivo para a compra de produtos de estilo de vida saudável. Com 42% dos consumidores globais procurando proativamente produtos que podem melhorar sua saúde, a pesquisa realizada pela Kerry mostra o alto potencial do mercado de suporte imunológico para fabricantes e marcas na categoria de bem-estar.

Café da manhã - A pesquisa também revela que, globalmente, 70% dos entrevistados acreditam que o café da manhã é o melhor momento para consumir produtos com benefícios para a saúde imunológica. Iogurtes e bebidas à base de iogurte, seguidas de sucos de frutas e vegetais, foram as categorias campeãs nesses benefícios.

No Brasil - 84% dos brasileiros entrevistados declararam que compraram um lanche nos últimos seis meses e 31% dos participantes entrevistados em todo o mundo estariam interessados em comprar lanches com benefícios à saúde imunológica. No Brasil, 45% dos participantes disseram que são incentivados a comprar um produto de estilo de vida saudável após fazer pesquisas próprias sobre os ingredientes e os benefícios do produto. Os supermercados são o principal destino dos participantes da pesquisa ao comprar alimentos e bebidas fortificados, sugerindo que é importante posicionar produtos de suporte imunológico nos principais canais de varejo. Uma consideração importante deve ser o que motiva os consumidores a comprarem um produto voltado ao estilo de vida saudável.

Fontes - As conclusões desta pesquisa exclusiva do consumidor estão disponíveis no novo white paper 'Consumer Research Suport Demand Global for Immunity Products' .

[1] Kerry Global Consumer Survey on Immune Health - Saúde Digestiva e Imunidade, 2019

[2] Global Data, Trend Sights Overview: Saúde e bem-estar, agosto de 2018.

(Portal Aditivos Ingredientes – News)

AstraZeneca contact Gilead about potential merger

According to people familiar with the matter, AstraZeneca informally contacted Gilead Sciences last month to assess interest in a potential merger, Bloomberg reported June, 7th. However, while no decisions have been made and the companies are not in any formal negotiations, the sources indicated that Gilead is not currently interested in combining with another large drugmaker, preferring instead to concentrate on partnerships and smaller acquisitions. AstraZeneca did not specify terms for any transaction, the people noted, and a spokesman for the UK drugmaker declined to comment on "rumours or speculation." According to Bloomberg, Gilead is worth 96 billion dollars based on the close of trading on June 5, while AstraZeneca is valued at 140 billion dollars, making a potential merger between the two the largest healthcare deal on record.

Developing COVID-19 vaccine, treatment - Both companies are among several that are racing to develop vaccines or treatments for COVID-19. Gilead's experimental antiviral remdesivir has already demonstrated efficacy in some studies, including the US-led ACTT trial and a couple run by Gilead itself in patients with moderate or severe COVID-19, with one analyst recently predicting the drug could bring in roughly 2 billion dollars in sales this year, and hit a peak of 7.7 billion dollars in 2022. Meanwhile, AstraZeneca is helping to manufacture the experimental COVID-19 vaccine AZD1222 being developed at the University of Oxford, and is targeting more than 2 billion doses following a series of recent deals, including agreements with the US and UK governments. CEO Pascal Soriot has cautioned that the vaccine may not work, but that the company is nevertheless moving ahead with manufacturing anyway at "financial risk."

Deal unlikely, analysts - Two sources familiar with AstraZeneca's thinking questioned the reasoning behind a potential merger, saying that remdesivir for COVID-19 patients was insufficient to justify pursuing a multi-billion-dollar deal that would detract from AstraZeneca's work on a coronavirus vaccine. One of the sources also said that given the impact a successful vaccine would likely have on AstraZeneca's share price, the drugmaker does not need the additional strain of pursuing a record-breaking deal. Jefferies analysts noted that while AstraZeneca may be drawn to Gilead by the potential for cost-cutting and free cashflow, they do not believe a deal is likely. "We think Gilead believes its HIV business is very underappreciated," the analysts said, adding that the company "would prefer to build value over time and do its own tuck-in deals." Failed Pfizer bid In 2014, AstraZeneca fended off a 117 billion dollars bid from Pfizer, as the US-based drugmaker sought to lower its tax bill by relocating to the UK. (First Word newsletter – Anna Bratulic, with information from Financial Post, London South East, Bloomberg)

BR Distribuidora conclui venda de sua fatia na CDGN

A BR Distribuidora concluiu a venda da sua fatia na CDGN Logística, de 49%, anunciada em 26 de dezembro de 2019, por R$ 25,792 milhões ao MDCI Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia. No fechamento da operação na última sexta-feira, dia 5, a empresa recebeu R$ 3.868.915,00 e o saldo restante será pago em seis parcelas iguais, a partir de 5 de agosto, com correção monetária. Como garantia, as partes assinaram contrato de penhor das ações e carta de fiança bancária. A CDGN, com sede no Rio de Janeiro, atua no mercado de logística de GNC - gás natural comprimido, atendendo a clientes dos segmentos industrial e de distribuição de gás. (Portal Estadão Conteúdo)

Sociedade vai exigir confiança total nos alimentos

“A sociedade vai exigir confiança total nos alimentos. A originação passará a ter gigantesca importância no processo decisório dos consumidores finais e das redes supermercadistas. Dessa forma, a confiança de origem é item sagrado, no pós-Covid-19, mais do que já vinha sendo anteriormente." É o que diz José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do CCAS - Conselho Científico Agro Sustentável em artigo que faz a reflexão sobre confiança alimentar. Segundo Megido, o cooperativismo irá se expandir, tanto numa intercooperação nacional e internacional das cooperativas, quanto na busca pelo seu modelo em países emergentes. Dentro do Brasil iremos ver o desenvolvimento do cooperativismo também em áreas onde a pobreza precisa ser enfrentada, e em uma convocação imensa para o cooperativismo de crédito em todo o Norte e Nordeste.

Empreendimento e cooperativismo – “A reinicialização econômica e a intensidade da luta antidesigualdade irá obrigar o capital mundial a investir no desenvolvimento internacional. O empreendedorismo significará o caminho obrigatório das sociedades humanas. Contudo, o empreendedorismo sem o cooperativismo fica um funil de boca larga, porém com boca estreitíssima de saída. Somente com o cooperativismo podemos alargar o sucesso para a grande maioria dos empreendedores. Nunca tantos deveram tanto a tão poucos - seus fundadores. Nesta crise, do bom cooperativismo sairão as rotas da vitória sobre a Covid-19 e o novo planeta Terra.” (Portal AGROLINK - Aline Merladete)


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