Últimas Notícias | 31 de julho de 2020


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"Recessão é quando o vizinho perde seu emprego; depressão é quando você perde o seu."

(Harry S. Truman)

Botox parece diminuir sintomas da depressão

A toxina botulínica tipo A, o famoso botox, geralmente é aplicado por meio de injeções para aliviar rugas, linhas de expressão, enxaquecas, transpiração excessiva, entre muitas outras aplicações. O tratamento estético, até então, visava fazer pequenas correções com o intuito de promover o bem-estar, satisfação, levantando a autoestima, especialmente do público feminino. Cada vez mais são descobertas e desenvolvidas novas aplicações de uso da toxina. Agora o medicamento parece poder aliviar os sintomas de depressão. Um novo estudo, publicado ontem, 30 de julho, na revista Scientific Reports, mostrou que milhares de pessoas que receberam injeções de botox em seis locais diferentes do corpo relataram a diminuição dos sintomas de depressão, em relação a outros tratamentos para as mesmas condições. A injeção da toxina botulínica está sendo testada em ensaios clínicos devido à descoberta de sua capacidade de tratar a depressão. Mas será necessário realizar testes adicionais para determinar o melhor local e a dose mais adequada na administração do medicamento, especificamente, para tratamento da depressão.


O estudo da nova aplicação - Pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade da Califórnia utilizaram o banco de dados do FAERS - Sistema de Relatórios de Efeitos Adversos da FDA, órgão regulatório americano, para ver o que quase 40 mil pessoas relataram após o tratamento com botox. Os relatórios cobrem o tratamento com botox por razões e locais de injeções diferentes, incluindo testa, pescoço, membros e bexiga. Após analisar os dados, a equipe de cientistas aplicou um algoritmo matemático para procurar diferenças estatisticamente significativas entre usuários de botox e pacientes que receberam tratamentos diferentes para as mesmas condições. Com isso, eles descobriram que a depressão foi relatada de 40 a 88% menos frequentemente pelos pacientes tratados com botox, em seis das oito condições e locais de injeção. "Esta descoberta é emocionante porque apoia um novo tratamento para afetar o humor e combater a depressão, uma das doenças mentais mais comuns e perigosas, e é baseado em uma quantidade muito grande de dados estatísticos, em vez de observações em escala limitada", disse Tigran Makunts, pesquisador da FDA.


Determinação do mecanismo de ação - Os dados utilizados neste estudo, no entanto, não foram coletados com o objetivo exclusivo de explorar a associação entre o uso de botox e a depressão. Ademais, os dados do FAERS representam apenas o subconjunto de usuários de botox que apresentaram efeitos colaterais negativos. A equipe também excluiu relatos de pessoas que estavam tomando antidepressivos. Por isso, o uso de outros medicamentos prescritos e vendidos sem receita pode ter subnotificado alguns casos. Portanto, segundo os pesquisadores, são necessárias mais pesquisas para determinar o mecanismo pelo qual a toxina botulínica tipo A atua como antidepressivo. Ruben Abagyan, PhD, professor de farmácia, e um dos autores do estudo, disse que ele e seus colaboradores levantaram algumas possibilidades que valem a pena serem investigadas para saber se a toxina pode ser transportada para as regiões do sistema nervoso central envolvidas no humor e nas emoções. Também, saber como o botox, comumente usado para tratar condições crônicas, pode contribuir para aliviar a depressão, ou se seu sucesso no alívio de problemas subjacentes, também pode indiretamente aliviar os sintomas depressivos.


A depressão – A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 264 milhões de pessoas em todo o mundo têm depressão. A depressão é frequentemente tratada com psicoterapia, inibidores seletivos da recaptação de serotonina, inibidores da recaptação de dopamina-noradrenalina e/ou inibidores da recaptação de serotonina-noradrenalina. No entanto, essas abordagens são ineficazes para quase um terço dos pacientes. É por isso que clínicos e pesquisadores estão explorando outras opções terapêuticas, incluindo terapia eletroconvulsiva, estimulação magnética transcraniana, infusões de cetamina e, mais recentemente, injeções de botox na testa. (Portal da UOL de notícias = Viva Bem - Saúde)


JM Huber conclui venda de negócios de CMC

A Nouryon, empresa holandesa fabricante de especialidades químicas, concluiu a aquisição, anunciada anteriormente, do negócio de CMC – carboximetilcelulose da JM Huber Corporation. A transação ampliará significativamente o portfólio de produtos da Nouryon na área de CMC, um polímero solúvel em água, de base biológica sustentável, usado como espessante, ligante, estabilizador e formador de filme. A aquisição destaca a estratégia da Nouryon de investir para desenvolver uma posição de liderança em mercados atraentes em crescimento. A CMC é usada em uma ampla gama de mercados, incluindo cuidados pessoais e domésticos, edifícios e infraestrutura, alimentos, produtos farmacêuticos e embalagens.


A Nouryon festeja o negócio “de alta qualidade” – A recém-aquisição da JM Huber fabrica uma linha completa de graus de CMC e atende clientes em mais de 80 países, gerando vendas de cerca de 135 milhões de euros. Inclui uma fábrica de classe mundial e instalações avançadas de P&D localizadas em Äänekoski, na Finlândia. Os 248 funcionários da empresa serão transferidos para a Nouryon. "Estamos empolgados com as oportunidades que esse negócio de alta qualidade oferece", disse Charlie Shaver, Presidente e CEO da Nouryon. “Com uma gama de produtos que complementa o nosso portfólio existente de CMC, permite oferecer a nossos clientes atuais e novos um conjunto significativamente mais amplo de soluções de base biológica e confirma nosso compromisso de investir em plataformas de crescimento sustentável. Também temos o prazer de receber os funcionários deste negócio na família Nouryon”. Esta é a mais recente de uma série de aquisições da Nouryon para acelerar o crescimento da empresa. No ano passado, adquiriu a Zhejiang Friend Chemical Co., a maior produtora chinesa de TEAL - trietil alumínio, um importante catalisador de polímero. No início deste ano, a Nouryon também adquiriu o negócio comercial de TEAL da Sasol. (Portal AI – Aditivos Ingredientes)


Ranking das 10 maiores agroquímicas do Brasil

A venda de agroquímicos no Brasil faturou US$ 13,7 bilhões no ano de 2019, o que representou um recorde de faturamento no setor. O total de vendas das maiores empresas de proteção de culturas atuando no país foi superior ao melhor desempenho de vendas já registrado até hoje, os US$ 12,25 bilhões comercializados em 2014. O mercado agroquímico do Brasil é altamente concentrado. No ano passado, a receita total das dez principais empresas líderes, incluindo as multinacionais, atingiu US $ 11,392 bilhões, representando 83,2% de todas as vendas do mercado. Embora o mercado seja dominado por multinacionais, existem várias empresas locais de grande expressão e dinâmica. De acordo com uma pesquisa realizada pelo portal chinês AgroPages, as 10 principais empresas agroquímicas brasileiras geraram US$ 1,069 bilhão em vendas em 2019, representando 7,8% de todo o mercado. A Nortox segue sendo a única empresa agroquímica brasileira no ranking geral das 10 maiores em operação no país incluindo as multinacionais. Um dos fatores que explicou o bom desempenho da Nortox em 2019 foi o lançamento de seu fungicida Mancozeb, além de outros seis novos defensivos agrícolas colocados no mercado no ano passado.


O ranking - “A aceleração do registro e liberação comercial de agroquímicos autorizados pelo atual governo brasileiro é positiva para o setor, que incentiva as empresas locais a registrar e lançar mais produtos. As outras duas empresas que registraram crescimento de dois dígitos são a ALTA e a CropChem LTDA. Segundo a CropChem, após obter 19 registros em três anos, a empresa aposta que é o momento de aumentar as vendas”, afirma o AgroPages. “Ourofino Agrociência também mencionou que o crescimento da empresa é um reflexo do início das vendas de novos produtos. Esses produtos foram aprovados após a colheita de 2018/2019 e começaram a gerar receita no ano passado”, dizem os chineses. As empresas incluídas nessas listas, explica o AgroPages, podem ser parcialmente adquiridas ou controladas por empresas de outros países. No entanto, ainda são consideradas empresas locais de acordo com a Lei das Sociedades, segundo a qual continuam sendo incorporadas no país. Em ordem decrescente de faturamento anual em milhões de dólares as maiores empresas agroquímicas nacionais são as seguintes: NORTOX – 343; CCAB Agro – 260; Ourofino Agrociência – 233; ALTA – 80.8; CropChem – 50; CHDS – 33,7; Prentiss Química – 24,5; BR.A Defensivos – 21.0; Agro Import – 12.2, e Alamos Brasil – 11.5.


Juiz dos EUA nega pedido de análise cientifica do glifosato

A Bayer e seus advogados entraram com um pedido para que o Glifosato seja analisado por uma iniciação científica, fiscalizada por um tribunal, e financiada pela própria empresa, a fim de evitar transtornos futuros e alegações de que o princípio ativo cause câncer. De acordo com a empresa, não existem bases científicas que confirmem a carcinogenicidade do produto e essa iniciação serviria para elucidar a questão. De acordo com Joseph Annotti, que é o presidente e CEO do Center for Truth in Science, no entanto, o juiz responsável pelo caso não permitiu que a iniciativa fosse adiante, dizendo que os juris são capazes de tomar esse tipo de decisão. “Isso é uma perda maciça para a ciência e para aqueles que respeitam a experiência nos tribunais e na opinião pública. A decisão tem o potencial de elevar a emoção sobre as evidências objetivas no tribunal, um movimento que coloca empresas e consumidores com reivindicações legítimas no limbo e a critério de viés”, disse ele.


Decisões relacionadas à saúde devem ser apoiadas pela ciência - “E apenas proliferará o sistema de ‘justiça jackpot’ de ações coletivas que entopem os tribunais, forçando as empresas a pagar bilhões de dólares em acordos por reivindicações que não são apoiadas por evidências científicas - a maioria delas vai para um grande número de grandes escritórios de advocacia - e aumentar os preços de inúmeros produtos domésticos para os consumidores”, completa. Ele finaliza dizendo que as decisões importantes relacionadas à saúde da população devem ser apoiadas por vieses científicos. “Precisamos voltar ao básico - empregar o bom senso na ciência, examinar evidências objetivas e confiar nos blocos de construção fundamentais que nos foram ensinados quando crianças”, conclui. (Portal AGROLINK - Leonardo Gottems)


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