Últimas Notícias | 31 de maio de 2021

Ano 14, Edição 032.


“Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.(autor desconhecido)


HISTÓRIA INACREDITÁVEL

O atual Presidente da República encontrou um País com uma dívida pública de 4.1 trilhões, que, só de juros, consumia 50.7% do orçamento anual. Encontrou, logo de cara, um tema emergencial e polêmico, que foi a REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Os riscos de faltar dinheiro para pagar aposentados e pensionistas eram enormes. O presidente diminuiu o número de ministérios de 39 para 22, e isso gerou problemas com os presidentes da Câmara e do Senado, que desejavam ministérios para distribuir cargos para suas bancadas, como sempre era feito. Em represália, o Presidente da República teve 70% de suas Medidas Provisórias propositadamente expiradas. Câmara e Senado não colocavam em plenário, para votação, a maior parte do plano de governo do atual presidente.



O Orçamento para 2019, aprovado em dezembro de 2018, que foi elaborado pela equipe do ex-presidente Temer, previa um déficit de 138 bilhões de reais. Qualquer leigo vai, logo de cara, entender que deixaram o governo sem recursos para investimentos públicos. O orçamento foi apertadíssimo, e o governo federal teve que CONTINGENCIAR, ou seja, cortar temporariamente, gastos em algumas áreas, a exemplo da Educação, onde meses depois, após uma melhora nas contas públicas, todo o orçamento foi repassado.


Problemas na Amazônia - O Governo Federal encontrou problemas seríssimos na Amazônia. Países que usavam ONGS como escudo foram impedidos de explorar nossas riquezas. Em represália, atacaram o governo, que mal acabara de entrar, colocando-o como culpado pelo desmatamento da região. Seguimentos de esquerda, insatisfeitos com a derrota, não pararam de executar planos para atrapalhar o Governo.


O vazamento de óleo de um navio fantasma, no litoral do Nordeste, foi algo muito estranho. A imprensa, quase toda aparelhada, dava toda ênfase contra o governo federal. Com todas as dificuldades encontradas, o País fechou 2019 com um déficit nas contas públicas de 60 bilhões de reais. Ou seja, metade do Deficit permitido pela lei de diretrizes orçamentárias.


A inflação terminou o ano dentro da meta e só não foi abaixo, por conta do aumento no preço da carne, acontecido em outubro de 2019, em virtude de o governo chinês ter feito a maior compra de carnes para um período. Ainda assim, todas as empresas estatais deram lucros e muitas delas bateram recorde de lucros. O BNDES teve o maior lucro de sua história. A Petrobrás voltou a ter lucros, e as companhias elétricas finalmente se recuperaram. Os Correios, empresa estatal que atua sem concorrência dava prejuízos bilionários todos os anos nos governos anteriores e passou a apresentar altos lucros. A SELIC, que em dezembro de 2018 era de 6,5%, e que hoje está em 2%, fechou 2019 em 4.5%, o que já era uma das menores da história.


O Risco País fechou 2019 abaixo dos 100 mil pontos. Uma pontuação como essa é a certeza de que no momento é seguro investir no País. Nossa Bolsa bateu recordes em cima de recordes.


O dólar aumentou? Sim, aumentou muito!!! O Ministro da Economia, Paulo Guedes, fez com que o especulador saísse do País quando ele diminuiu em muito nossa taxa SELIC, pois eles pegavam dinheiro emprestado em outros mercados, a juros baixos, e emprestavam em nosso mercado a juros altos. Essas operações são chamadas CARRY TRADE, mesmo com o rompimento da barragem de Brumadinho, que gerou forte queda no setor extrativo mineiro e capixaba, mesmo com o desaquecimento da economia global, onde o PIB Chinês, que é o nosso principal comprador, cresceu bem menos, mesmo com a crise na Argentina que é o nosso terceiro maior comprador.


O PIB - Mesmo com a briga comercial entre EUA e CHINA, o nosso PIB cresceu 1.1%, com os investimentos privados superando o investimento público em crescimento, e mostrando sustentabilidade, já que tivemos um crescimento, sem nos endividar.


Obras paradas a décadas foram inauguradas - Mesmo com a escassez de recursos na área de transportes, foram asfaltadas estradas que estavam paradas há 43 anos. Como no caso da BR 163, que escoa a produção de grãos entre os estados de Mato Grosso e Pará, e mesmo na pandemia, o ministro Tarcísio dos Transportes, não parou de inaugurar obras. Foram 38 até junho de 2020. Mesmo assim, obras como a transposição do Rio São Francisco, que começaram a ser executadas em 2007 e deveriam ser concluídas em 2012, e ainda seus orçamentos, com o valor incialmente orçado ter triplicado, foram concluídas no segundo ano do governo atual.


O Trabalho, a Segurança e a Pandemia - O governo gerou 700 mil vagas com carteira assinada em 2019. Na área de Segurança, houve queda de 23% nos homicídios. Em janeiro de 2020, tivemos o maior superávit primário nas contas públicas da história. Em julho, mesmo na pandemia, tivemos o maior superávit da balança comercial da história. Enquanto o PIB das 10 maiores potências do planeta mostram previsão de queda entre 6.5% e 15%, o BOFA - Bank of America prevê que o PIB do Brasil vai cair somente 4.8%.


Gestão governamental - Só para termos uma ideia do que é gestão, o Banco Central, mesmo com a FRAUDEMIA, registrou lucros de 400 bilhões de reais no primeiro semestre. O Ministério da Economia quer reduzir nossa dívida pública em 10%, usando esse dinheiro. Isso reduzirá os valores dos juros a serem pagos, obrigatoriamente, pelo governo, e com isso sobrará mais dinheiro para investimentos públicos. Os cinco pacotes emergenciais de R$ 600,00 custaram ao governo 60 bilhões por mês, e os três de R$ 300,00 vão custar mais 30 bilhões por mês. São ao todo 390 bilhões dados para o povo brasileiro não morrer de fome. De onde veio esse dinheiro? Pergunta ao PAULO GUEDES como ele fez para lucrar 500 bilhões com a alta do dólar, entre dezembro de 2019 e maio de 2020. O governo atual, mesmo com os desvios feitos pelos governadores, mesmo com as ações inconstitucionais do STF, e mesmo com a ECONOMIA TRAVADA, na maioria dos estados, foi definido como o maior investidor nesta pandemia, ficando atrás apenas dos EUA.


O texto acima foi recebido em meu WhatsApp de um colega de turma da ESALQ-USP – EA 69 – Engenheiros Agrônomos formados em 1969, e concluiu esta história totalmente verdadeira de fatos com o seguinte comentário: “Nós brasileiros precisamos usar mais a razão no dia a dia, e esquecermos as ideologias. Temos que considerar e aplaudir os acertos. E criticar os erros, sem ideologizar os acontecimentos.”


Compra da Marfrig cria “clima” no conselho e convivência azeda na BRF

Após noticiarmos na semana passada a compra de participação da BRF pela Marfrig, a primeira reunião de conselho da BRF teve questionamentos, cutucadas e sinais de que convivência dos membros do conselho até 2022 será um desafio. O valor da BRF patina em torno de 20 bilhões de reais mesmo após a chegada de Marcos Molina. O clima no conselho de administração da BRF já estava ruim há alguns meses. A coisa foi para o vinagre depois do anúncio da entrada da Marfrig no capital da empresa. A Marfrig, do empresário Marcos Molina, investiu 830 milhões de dólares e anunciou ter adquirido 24,23% do capital da dona das marcas Sadia e Perdigão. A primeira reunião de conselheiros desde que o movimento foi divulgado, no fim da terça-feira, 25, foi um “Deus nos acuda”. Climão e troca de cutucadas e acusações. Não são poucos os espectadores privilegiados da situação que começam a achar difícil que esse conselho dure até a assembleia geral de 2022, quando se espere que Molina deixe de ser passivo, como declarou que será.


A Previ, na jogada do dono da Marfrig - Discussões sobre as informações de que Previ, uma das maiores acionistas da BRF, ajudou Molina a se tornar o maior acionista da BRF. caíram como um tijolo. A fundação fez um leilão na B3 na sexta-feira 21, no qual vendeu 3% da empresa, ou 1/3 de sua fatia. Para completar, de acordo com pessoas próximas à Marfrig, o chairman do Conselho da BRF, Pedro Parente e o presidente Lorival Luz estavam cientes da movimentação da Marfrig, mas sem saber que Previ estava envolvida. Bagunça geral instalada. Não está claro desde quando a administração da BRF tinha conhecimento dos planos ou pretensões de Molina. Mas a noção de que ambos sabiam fez todo mundo se mexer na cadeira. Apurou-se que a Marfrig montou mais lentamente uma posição de 4,99% da BRF até terça-feira, dia 18. Nesse dia, estourou os 5%, participação a partir da qual começa a ser exigida publicidade da informação, e colocou o pé no acelerador. Aparentemente, a companhia de Molina andou em cima da linha e, dentro do prazo de divulgação, montou os quase 20% por meio de compras na B3, em ADRs, opções e derivativos.


O livro de acionistas - É de “propriedade” das empresas e de seus administradores. Contudo, trata-se de informação sigilosa e que, no máximo, pode ser compartilhada com os demais sócios da empresa, quando solicitada. Mas não é um dado público. De qualquer forma, a gestão da BRF pode sim ter visto, o movimento de Molina nascer. Essas dúvidas estão acabando com o foco desse conselho em cuidar de seu principal tema: a BRF. A empresa dona dos principais nomes em proteína de frango e de porco no país não vai excelentemente bem já tem tempo. Mais de uma década depois da união, motivada pela ruína financeira da Sadia com derivativos cambiais em 2008, a fusão ainda não produziu riqueza. Mas, desde que a família Furlan começou a se movimentar no começo de 2021 com projetos mirabolantes na tentativa de reaver sua gestão na Sadia, um inconformismo com a venda da empresa, que já dura 12 anos, o conselho da BRFvem ficando cada dia mais azedo.


A empreitada dos Furlan e a entrada de Molina - Não houve quem levasse a sério no mercado de capitais a empreitada dos Furlan, que chegou a se aproximar de nomes polêmicos como Nelson Tanure e até a se reunir com Flavio Bolsonaro. Com cerca de 2% da empresa e sem capital para movimentos mais ousados, as famílias ainda são vistas como causadoras de tumulto e uma das responsáveis pelo desafio na construção de uma cultura única na BRF. Mas, se por um lado não se botava fé no intento, por outro, ele teve sucesso em desestabilizar o centro de poder da empresa. A chegada da Marfrig foi a bigorna que faltava. Para completar o cenário, a mudança na gestão da Previ coloca na sala um bode de intervenção estatal nos fundos de pensão, um fantasma histórico, e ainda o TCU - Tribunal de Contas da União resolveu questionar os movimentos recentes. Para Molina, que tem agora um leque de possibilidades sobre o que fazer com a BRF à sua disposição, a confusão não é nada ruim. Na BRF, política e economia estão enfraquecidas.


Poder político - O JP Morgan, a instituição que atuou pela Marfrig nas compras, anunciou essa semana que tem uma posição "sintética" de 7,15% em contratos com ações da BRF em nome de clientes. Não informou ser a companhia de Molina a contraparte, mas todo mundo já sabe que sim a esta altura. Duas questões chamam atenção na informação: a primeira é que o banco deixa claro que são contratos de liquidação financeira. Nessas situações, nem a ação nem os seus direitos políticos pertencem ao contratante. Com isso, o poder político da Marfrig na BRF seria apenas da ordem de 17%. Assim, essa fatia do JP Morgan não pode ser usada pela empresa de Molina e nem por ninguém. Está travada como parte de um contrato. Muitas dúvidas ainda existem a respeito da estrutura da posição de Molina. Uma fonte próxima à situação na BRF assim definiu a sensação: "2022, tão perto e tão longe". Por um lado, o debate sobre a governança da empresa foi antecipado. Por outro, uma solução para o futuro do negócio pode estar ainda distante, enquanto a Marfrig estuda o que pode fazer agora com esse investimento. (Revista EXAME - Graziella Valenti, com informações de Rodolfo Buhrer, da agência REUTERS de notícias)


China será quase autossuficiente em trigo e arroz

A China será quase totalmente autossuficiente em grãos básicos como arroz e trigo até 2025, de acordo com o Relatório de Desenvolvimento do Setor Agrícola da China, divulgado em 25 de maio. O relatório, divulgado conjuntamente pela Academia Chinesa de Ciências Agrícolas e pelo Instituto Internacional de Pesquisa de Políticas Alimentares, prevê a produção total de grãos do país em 692 milhões de toneladas naquele ano. A produção geral de grãos da China em 2020 foi de 669 milhões de toneladas, disse o relatório. “A produção de grãos continuará aumentando e a segurança alimentar da China estará absolutamente garantida durante o período do 14º Plano Quinquenal”, disse Mei Xurong, vice-presidente da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas.


China continua líder em trigo e arroz - O plano de cinco anos vai de 2021-2025 e a China, o maior produtor mundial de trigo e arroz, continuará a dominar a produção global desses dois grãos alimentícios. O FAS - Serviço de Agricultura Estrangeira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projeta que a produção de trigo da China atinja o máximo histórico de 136 milhões de toneladas em 2021-22. Ele também prevê importações de trigo em 10 milhões de toneladas, a segunda maior já registrada. A FAS também vê a China estabelecendo uma produção recorde de arroz em 2021-22 em 149 milhões de toneladas, com as importações chegando a 2,7 milhões de toneladas, o segundo menor total nos últimos 10 anos. A história é diferente, porém, no que diz respeito à soja e ao milho. Embora a China esteja projetada para colher uma safra recorde de soja de 19 milhões de toneladas em 2021-22, ainda permanecerá de longe o maior importador com um recorde de 103 milhões de toneladas, de acordo com a FAS. Ela prevê uma safra recorde de milho para a China de 268 milhões de toneladas em 2021-22, mas também 26 milhões de toneladas de importações, igualando o recorde deste ano e quase quatro vezes a quantidade importada três anos atrás. (Portal AGROLINK)


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