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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 003


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"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. " (Paulo Freire)

Governo tem 40% de avaliação positiva e 20% negativa

O governo do presidente Jair Bolsonaro tem 40 por cento de avaliação ótima ou boa e 20 por cento de ruim ou péssima no início do mandato, de acordo com pesquisa XP Ipespe divulgada ontem, 17. Outros 29 por cento consideram o início da gestão regular, enquanto 11 por cento não souberam opinar ou não responderam, no primeiro levantamento XP Ipespe sobre a popularidade do governo desde a posse de Bolsonaro em 1º de janeiro. Segundo o levantamento, realizado pelo telefone com 1.000 pessoas entre os dias 9 e 11 de janeiro, a expectativa para o restante do governo é ainda mais positiva. Para 63 por cento, Bolsonaro fará um mandato ótimo ou bom, enquanto 15 por cento consideram que será negativo. A pesquisa apontou que 62 por cento aprovam a montagem do governo e as primeiras medidas anunciadas, contra 29 por cento que desaprovam, e mostrou que 58 por cento da população defende que as primeiras medidas enviadas ao Congresso tratem sobre segurança pública.


A avaliação do Congresso - O levantamento apontou que 37 por cento tem uma avaliação negativa do novo Congresso Nacional, que tomará posse em 1º de fevereiro, enquanto 34 por cento o consideram regular e 17 por cento disseram considerar ótimo ou bom. A pesquisa foi preparada pela XP Investimentos em parceria com o Ipespe - Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), e tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais.  (Agência de notícias REUTERS)


As farmácias da Walmart sairão da rede CVS

Segundo informações da CVS Health, as drogarias da Walmart deixarão de fazer parte da sua rede de farmácias por causa de divergências relacionadas a custos. A maior varejista do mundo pleiteava a ampliação dos reembolsos para disponibilizar remédios prescritos aos membros da CVS Caremark, programa de benefícios em medicamentos acessível a consumidores norte-americanos. Em comunicado ao mercado, a Walmart afirmou “estar comprometida em prover valor a nossos clientes em todos os nossos negócios, inclusive na divisão de farmácias, mas não queremos entregar esse valor ao intermediário”. De forma ainda mais enfática, a companhia acrescentou que está contestando as condutas da CVS, “que pressionam as farmácias e desestabilizam a assistência aos pacientes”. A companhia conta com farmácias em boa parte de suas mais de 4,6 mil lojas nos Estados Unidos. A presidente da CVS Caremark, Derica Rice, rebateu esse posicionamento. “Numa época em que todos trabalham arduamente para encontrar maneiras de reduzir as despesas com assistência médica, as taxas solicitadas pelo Walmart resultarão, em última instância, em aumento de custos para os nossos consumidores”. A CVS solicitou à Walmart que continue a atuar como uma farmácia do grupo até o dia 30 de abril. (Panorama Farmacêutico)


Holding dona da Coty e Café Pilão se instala no Brasil

A Jab Holdings, holding europeia com cerca de 110 bilhões de dólares investidos em empresas de consumo, está abrindo um escritório no Brasil que será usado como base para prospectar investimentos em mercados emergentes. Para liderar a iniciativa, a JAB atraiu Ricardo Rittes, um veterano com 14 anos de experiência na ABI - Anheuser-Busch Inbev, a maior cervejaria do mundo, e que acaba de se tornar sócio global da holding. Rittes começou sua carreira na Ambev e chegou a tesoureiro global da ABI. Mais tarde, voltou ao Brasil como diretor-financeiro da Ambev, cargo que deixou em julho do ano passado.


A Jab Holdings - Frequentemente comparada à Berkshire Hathaway, a empresa do lendário investidor americano Warren Buffett, por sua participação em diversas empresas, a holding, juntamente com seu fundo JAB Consumer Fund é controladora de empresas, como Keurig Dr Pepper, Panera Bread, Pret A Manger, Peet’s Coffee & Tea, Krispy Kreme Doughnuts, entre muitas outras companhias de consumo. A Jab também é a maior acionista da Coty, a centenária marca de cosméticos, e da holding da marca de luxo Bally, além de deter uma participação minoritária na Reckitt Benckiser, a multinacional de produtos de limpeza e higiene. Depois da Nestlé, a Jab é a segunda maior empresa de café do mundo, sendo dona do Café Pilão no Brasil.


Os desafios de Ricardo Rittes - Como não poderia deixar de ser, a empresa desembarca no Brasil com grandes ambições. De imediato, Rittes deve ter pela frente pelo menos cinco desafios como sócio: prospectar novos investimentos em mercados emergentes ou globalmente, ajudar na gestão das empresas do portfólio, facilitar os relacionamentos bancários da Jab e das investidas, devido à sua experiência em estruturação de dívidas, ajudar na eventual captação de um novo fundo e trabalhar na gestão de risco do portfólio. Ele estará baseado nos escritórios da Jab em São Paulo e começa a trabalhar em 2 de fevereiro. Rittes está se tornando sócio da Jab com outros dois veteranos da indústria de consumo: o francês Fabien Simon, que será o novo diretor-financeiro da JAB, e o polonês Jacek Szarzynski, que será o principal sócio operacional encarregado dos investimentos na Pret a Manger e Panera.   (Jornal Correio Braziliense)


P&G conclui a aquisição da Merck Consumer Health

Após concluir com sucesso a aquisição da Merck Consumer Health, no início de dezembro, a Procter & Gamble (P&G) inicia operações com a marca P&G Health. A transação foi firmada em abril do ano passado, por um preço de compra estimado em 3,4 bilhões de euros ou  aproximadamente 14,4 bilhões de reais. Com a aquisição, a P&G projeta expandir sua abrangência geográfica nos 15 principais mercados mundiais do segmento de OTC – medicamentos vendidos sem necessidade de recita médica. A divisão de Consumer Health da Merck, com matriz na Alemanha e atuação em 44 países, movimenta em torno de 1 bilhão de dólares e registrou um crescimento de 6% nos últimos dois anos.


O portfólio de produtos da Merck Consumer Health - É superior a 900 medicamentos, para combate a dores musculares, resfriados e dores de cabeça, bem como produtos para apoiar a mobilidade e a atividade física. Entre os carros-chefe no Brasil estão o Alginac, vice-líder entre os remédios para tratamento de dores; o Floratil, para regulação da flora intestinal. Um dos últimos lançamentos de destaque no país foi o Bion3, composto vitamínico com probiótico. Essas linhas serão incorporadas a produtos consagrados pela P&G no mercado brasileiro, entre os quais os das marcas Always, Gillette, Head & Shoulders, Oral-B, Pampers e Pantene.  (Panorama Farmacêutico)


Preços agropecuários sobem 12,78% em 2018

O IgPR - Índice que mede a variação dos preços recebidos pelos produtores paulistas registrou pequena alta de 0,07% em dezembro de 2018 na comparação com o mês anterior, informa o IEA - Instituto de Economia Agrícola, instituição de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Os produtos que apresentaram as maiores elevações foram: feijão (43,23%), banana nanica (13,59%), batata (9,65%) e milho (4,87%). As principais quedas ficaram por conta do leite cru refrigerado      (-13,76%), amendoim (-3,19%), café (-2,25%) e da cana-de-açúcar (-1,89%). No acumulado dos últimos 12 meses, o IqPR acumulou alta de 12,78. "Apesar da maioria absoluta dos produtos apresentar altas acentuadas no período, o fato do preço médio da cana-de-açúcar, que tem grande peso na composição do índice, ter se desvalorizado 1,48% impediu uma apreciação maior para o IqPR”, destacam Danton Leonel de Camargo Bini e Eder Pinatti, pesquisadores do IEA.  (Agência de notícias REUTERS)


Demanda da China por soja retomará força em 2019

As importações de soja da China recuaram 7,9% em 2018 para 88,03 milhões de toneladas, segundo dados da Secretaria Geral da Alfândega chinesa. Este é o primeiro recuo da nação asiática em compras de soja desde 2011. Em dezembro, as importações chinesas caíram 40,1% em relação ao mês anterior e totalizaram 5,72 milhões de toneladas. Ainda de acordo com a secretaria, em novembro, a China não comprou sequer um grão da oleaginosa norte-americana. Os números menores são parte dos resultados da guerra comercial instalada, desde meados de 2018, entre China e Estados Unidos. E apesar dos recentes encontros de delegações de ambos os países, um consenso ainda não foi firmado e o mercado só especula sobre uma possível volta da demanda chinesa ao mercado norte-americano.


Estimativa de importações pelos chineses - O CNGOIC Centro Nacional de Informações sobre Grãos e Oleaginosas elevou sua estimativa para as importações de soja da China para 87 milhões de toneladas no ano comercial que se encerra em setembro próximo. Apesar de mais baixo do que no ano passado, o número cresceu 3 milhões de toneladas em relação à sua estimativa anterior. Além disso, o CNGOIC informou ainda que a China deve, de fato, importar mais 2 milhões de toneladas dos EUA além das 3 milhões que foram adquiridas em dezembro.  No início da semana o CNGOIC trouxe informações de que a safra 2018/19 de soja da nação asiática está estimada em 16 milhões de toneladas, a maior desde 2006. Em contrapartida, estima ainda uma demanda menor de farelo de soja na casa de 4,7% por conta das perdas no plantel chinês ocasionadas pela peste suína africana. O consumo de farelo estimado é de 66,8 milhões de toneladas no ano comercial 2018/19. A doença deve provocar também um consumo menor de milho na China, estimado em 190 milhões de toneladas, 5 milhões a menos do que a estimativa anterior da instituição. As perdas pela peste desestimularam os granjeiros locais, principalmente os pequenos e médios, e fizeram com que buscassem reduzir seus estoques e deixar a engorda dos animais mais lenta.


Os encontros entre os chineses e os americanos - O vice premier chinês, Liu He, deverá visitar Washington entre os dias 30 e 31 de janeiro para ampliar as negociações comerciais entre China e Estados Unidos. O encontro acontece após uma visita da delegação americana a Pequim, no início deste mês, para uma nova rodada de conversas. A expectativa de Liu é se reunir com o Representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e o Secretário do Tesouro, Steven Munchin. O vice premier é uma das peças-chave da equipe econômica de Xi Jinping e tem sido o responsável pelas negociações com os EUA.  (Agência de notícias REUTERS International, com informações da Bloomberg)


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