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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 002


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"As redes sociais deram voz aos imbecis." (Umberto Eco)

A conexão entre redes sociais e emoções negativas

As redes sociais não parecem estar tornando as pessoas mais felizes e nem mais socializadas. Na verdade, os sites de mídia social parecem estar fazendo o oposto. A ligação entre o uso dos sites de mídia social, como Facebook, Snapchat e Instagram, e o bem-estar pessoal tem sido discutida há anos, com seguidas vinculações das redes sociais com menos felicidade e emoções negativas. E nos EUA, a professora Melissa Hunt, da Universidade da Pensilvânia, acredita ter obtido a primeira prova de uma conexão causal entre o uso das redes sociais e o aumento da depressão e do sentimento de solidão. O estudo, feito em parceria com Rachel Marx, Courtney Lipson e Jordyn Young, foi publicado no Journal of Social and Clinical Psychology.


Os estudos realizados anteriormente - Segundo a psicóloga, os estudos científicos feitos anteriormente a esse respeito colocaram os participantes em situações irreais ou limitaram a amplitude, por exemplo, pedindo que os voluntários abandonassem completamente o Facebook, ou fazendo os experimentos em um laboratório em tão pouco tempo quanto uma hora. Além disso, todos se basearam em dados de auto-relatos dos voluntários, e não em medições objetivas.


Estudo atual - "Nós nos propusemos a fazer um estudo muito mais abrangente e rigoroso, que fosse também mais ecologicamente válido," disse Hunt, acrescentando que o experimento incluiu as três plataformas de rede social mais populares entre uma coorte de estudantes universitários, e, em seguida, coletou dados de uso objetivo rastreados automaticamente dos aplicativos ativos rodando nos celulares durante dias normais dos voluntários. Cada um dos 143 participantes foi submetido a uma avaliação psicológica no início do estudo e teve os dados de uso de seu celular rastreados por uma semana antes do experimento. Os participantes foram então aleatoriamente designados para um grupo de controle, no qual os usuários mantiveram seu comportamento típico de mídia social, ou um grupo experimental, que limitou o tempo no Facebook, Snapchat e Instagram para 10 minutos por plataforma por dia. As experiências duraram três semanas e os pesquisadores analisaram sete indicadores psicológicos no período, incluindo medo, ansiedade, depressão e solidão.


Menor uso de mídias sociais não machuca ninguém - O que realmente importa é que usar menos mídia social do que você normalmente usa leva a reduções significativas tanto na depressão quanto na solidão. Esses efeitos são particularmente pronunciados para as pessoas que estavam mais deprimidas quando entraram no estudo," relata a pesquisadora. Melissa Hunt ressalta que os resultados não sugerem que os jovens entre 18 e 22 anos deveriam parar de usar as mídias sociais, ainda que se venha constatando que os jovens sentem mais solidão do que os idosos. Na verdade, ela elaborou os experimentos desta forma para evitar o que considera uma meta irrealista - a interrupção total do uso das redes sociais. O trabalho, no entanto, sugere que limitar o tempo de tela nesses aplicativos não vai machucar ninguém.


Os resultados fazem sentido - "É um pouco irônico que reduzir seu uso de mídia social na verdade faça você se sentir menos solitário", comentou Meliisa. Mas quando analisados mais a fundo, os resultados fazem sentido. "Uma parte da literatura científica sobre mídias sociais sugere que há uma enorme quantidade de comparação social ocorrendo. Quando você olha para a vida de outras pessoas, particularmente no Instagram, é fácil concluir que a vida de todos é mais legal ou melhor do que a sua."


Deixado de lado pelos amigos - Os sites de mídia social, como o Facebook, por vezes apresentam aos usuários informações de exclusão social que geram emoções negativas nos usuários que as lêem. Os efeitos de curto prazo dessas postagens podem afetar os processos de raciocínio, de forma a tornar os usuários menos felizes e até mesmo mais suscetíveis a mensagens publicitárias. Esta foi também a conclusão da equipe do professor Michael Stefanone, da Universidade de Buffalo, nos EUA.


A exclusão social - O que é digno de nota é que a "exclusão social" a que os pesquisadores se referem não é intencional. Os usuários não estão compartilhando insensivelmente informações de exclusão com seus amigos. Os sites de mídia social, no entanto, devido ao seu próprio mecanismo de funcionamento, disponibilizam a maior parte das informações de um amigo para outro, e as consequências resultantes da interpretação dessas mensagens são significativas. Por exemplo, você não precisa dizer que está se divertindo neste momento em uma festa a um amigo específico que não foi convidado. A plataforma cuida disso para você. É a esse tipo de "exclusão social" que os pesquisadores se referem. "Estes resultados são convincentes," disse Stefanone. "Estamos usando essas tecnologias diariamente e elas estão levando informações aos usuários sobre suas redes de amigos, que é o que os sites são projetados para fazer, mas no final há um efeito negativo no bem-estar das pessoas".   (Diário da Saúde)


Bristol-Myers Squibb adquire Celgene por US$ 74 bi

A BMS - Bristol-Myers Squibb anunciou a aquisição de parte do pacote acionário da Celgene, uma das maiores empresas de produtos biotecnológicos dos Estados Unidos, por 74 bilhões de dólares, em comunicado.  Após a compra, que será feita parte em dinheiro, parte em ações, "os acionistas da BMS teriam cerca de 69% da empresa, e os da Celgene, cerca de 31%", explica a nota.  Cada acionista da Celgene receberá uma ação da BMS e 50 dólares por ação. "A transação criará uma companhia especializada em biofarmacêutica avançada para satisfazer as necessidades dos pacientes com câncer, doenças inflamatórias e doenças autoimunes ou cardiovasculares através de medicamentos inovadores", indica a Bristol-Myers Squibb no comunicado. (AFP – agência de notícias France Presse)


BMS will buy oncology bigwig Celgene

The long-predicted deal-making boom in Big Pharma started with a bang on Wednesday, January 2, as Bristol-Myers Squibb announced it will buy Celgene in a cash and stock transaction worth $74 billion. The deal values Celgene at $102.43 a share—54% higher than its closing price on the evening of the day. In a presentation the two companies laid out a combined company that would be the number-one player in oncology, with products including BMS’s checkpoint inhibitor Opdivo and Celgene’s multiple myeloma blockbuster Revlimid. The combined company would also be the top player in the cardiovascular space, with BMS’s blood thinner Eliquis—a fast-growing brand it shares with Pfizer—and it will be in the top five in immunology and inflammation, they contend. During a conference call with analysts after the announcement, Giovanni Caforio, M.D., chairman and CEO of BMS, said that by making the acquisition, the company would benefit from a greatly expanded pipeline and the opportunity for six near-term product launches. They include a CAR-T treatment for multiple myeloma, ozanimod to treat multiple sclerosis and luspatercept for beta thalassemia.(FierceLifeSci Weekly Digest newsletter - Arlene Weintraub)


A delicada missão da nova ministra da Agricultura

Tereza Cristina Dias, a nova ministra da Agricultura, tem a delicada missão de tentar administrar o impacto das fortes opiniões de seu chefe em política externa nas exportações agrícolas do país. Tereza, uma das poucas nomeações políticas feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, disse que está tentando sensibilizá-lo a respeito do impacto que teria transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém. Esse movimento incomodaria muitos clientes no mundo árabe, que se tornou um grande mercado para a carne brasileira. “Tenho colocado para o presidente a preocupação do setor, os números das nossas exportações, o impacto que teriam essas medidas”, disse a futura ministra, que liderou a Frente Parlamentar da Agropecuária. O presidente eleito “está convicto” sobre a transferência da embaixada, mas continua atento a outras opiniões. “Ele é muito sensível, não é inflexível. Ele ouve, tem suas convicções e vamos ter que nos adaptar ao que ele quer para o Brasil”, afirmou. A futura ministra disse que todos no governo têm consciência de que existirá uma reação dos clientes árabes e que, tomada a decisão, o impacto vai depender da forma e timing em que será operacionalizada esta mudança.


O superávit nas exportações para o mundo árabe - O Brasil acumulou um superávit de US$ 7,1 bilhões com as 22 nações da Liga Árabe em 2017, em comparação com um déficit de US$ 419 milhões com Israel. A liga pediu a Bolsonaro que repensasse os planos de seguir os passos dos EUA e transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém. Tereza diz que o alinhamento com os Estados Unidos é uma decisão tomada por Bolsonaro e defende parceria comercial, “inclusive com a China”, já que ambos os países competem pela exportação de mesmos produtos a mesmos mercados.


A dependência da China – Antes de tomar posse, a ministra afirmou que o Brasil precisa reduzir sua dependência comercial da China com abertura a mercados como Índia, Indonésia e Malásia, estes dois últimos de maioria muçulmana e foco de potencial atrito em relação à mudança da embaixada em Israel. “Temos na China um grande mercado, mas vamos vender só para a China ou vamos abrir novos mercados?”, disse. “Temos que ter uma política mais macro, diversificar países. O Brasil vende menos para a Índia, é um país que temos que olhar, assim como a Indonésia, Malásia. Temos que explorar mais o mercado asiático.”

Reformulação do MERCOSUL – A nova ministra defendeu uma reformulação do MERCOSUL, ao questionar o funcionamento do bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. “O MERCOSUL tem algumas coisas que são danosas. O Brasil acaba sendo prejudicado em alguns setores”, disse, citando arroz, leite e maçã. “Não podemos deixar que esses setores produtivos nossos acabem morrendo porque temos que receber de todos os países. O modelo de livre comércio do MERCOSUL não está funcionando para a agropecuária”. Tereza quer chamar os países para conversar e propor “um acordo de cavalheiros” para estabelecer cotas privadas. “Com a Argentina já foi feito e funcionou muito bem”, disse.


Abertura de novos mercados para a carne brasileira e manutenção dos que foram conquistados – Antes da posse a ministra afirmou que sua missão principal é manter os atuais mercados e abrir novos, comprovando aos países que o sistema de inspeção animal no Brasil é confiável, apesar dos escândalos de corrupção envolvendo a JBS, maior exportadora de proteína animal do país, e os esquemas de fraude em análises sobre a qualidade do frango e da carne bovina, que envolvem diversas empresas do setor. “Temos sistema robusto e o que havia de fragilidades estão contornadas. Precisamos mostrar isso para os países que tiveram mercados suspensos pelas crises”, afirmou. Segundo ela, o sistema de defesa brasileiro é bom, mas não é suficiente para atender o mercado, que cresceu muito nos últimos anos. A ministra afirmou que pretende estabelecer um sistema de autogestão dos frigoríficos, com responsabilidades compartilhadas entre o governo e as empresas.


Sobre o Acordo de Paris - A ministra defendeu a revisão da participação do Brasil no Acordo de Paris, pacto internacional assinado por 195 países em 2015 para combater o aquecimento global. Tereza disse que há pontos positivos e negativos e que não há uma posição fechada no governo sobre a permanência ou não. “Temos de rever algumas coisas e propor algum tipo de mudança. O presidente tem falado no Triplo A, proposta de um grande corredor ecológico que ligue os Andes ao Atlântico, passando pela Amazônia, isso é uma coisa que a gente tem que pensar. Esse governo é muito preocupado com a soberania nacional.” (Portal da revista EXAME)


A exportação de carne aos árabes

As exportações brasileiras de carne bovina aos países árabes somaram US$ 189,75 milhões no primeiro trimestre do ano passado, um aumento de 37,6% em relação ao mesmo período de 2017 segundo o antigo MDIC - Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Foram embarcadas 48,51 mil toneladas, um crescimento de 59% na mesma comparação, segundo dados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. O Egito foi o principal destaque, com compras no valor de US$ 138,58 milhões, um avanço de 193% sobre os três primeiros meses de 2017. O segundo maior destino foi a Arábia Saudita, com US$ 32,61 milhões. Houve, no entanto, uma redução de 43,7% na receita com os embarques ao país em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Em terceiro lugar aparecem os Emirados Árabes Unidos, que importaram o equivalente a US$ 22,52 milhões, um acréscimo de 5% na mesma comparação. Em seguida vem a Jordânia, com US$ 18,45 milhões, um aumento de 60,4%, dados informados pelo portal GIRO DO BOI, em abril do ano passado e pela Agência de Notícias Brasil – Árabe.


Volume recorde de exportações de carne bovina

As exportações totais de carne bovina in natura e processada bateram o recorde estabelecido em 2014, de 1 milhão e 560 mil toneladas movimentadas, alcançando um volume de 1 milhão e 639 mil toneladas exportadas no balanço geral de 2018, informou a ABRAFRIGO - Associação Brasileira de Frigoríficos. Em valores, porém, a receita obtida de US$ 6,5 bilhões ficou abaixo dos US$ 7,2 bilhões obtidos em 2014, ano de melhores preços para o produto brasileiro. A entidade divulgou estes números com base nos dados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através da SECEX/DECEX.

Crescimento das exportações em 2019 - Segundo a ABRAFRIGO, para 2019 a expectativa é de que os volumes cresçam pelo menos 5%, com o retorno das compras da Rússia, que em 2017 havia importado 150 mil toneladas, e em 2018 restringiu suas compras a 7 mil toneladas. Em relação a 2017, quando o Brasil exportou 1 milhão e 485 mil toneladas, a movimentação de 2018 cresceu 10%, enquanto que a receita aumentou 8%. No último mês do ano, as vendas foram de 153 mil e 69 toneladas e a receita de US$ 577 milhões, crescimento de 12% no volume e de 3% nas receitas.


Os principais compradores da carne bovina brasileira - O aumento das compras por parte da China compensou a ausência dos russos: foram 150 mil toneladas a mais em 2018, com o país importando pela cidade estado de Hong Kong e pelo continente,  43,8% da comercialização brasileira do produto, contra 38,2% em 2017. Foram 717 mil e 492 toneladas contra 567 mil e 638 toneladas em 2017. O Egito aumentou suas aquisições em 18%, ficando na segunda posição entre os países importadores, com 181.097 toneladas.  Em terceiro lugar, o Chile apresentou crescimento de 77% na sua movimentação, que atingiu 114 mil e 944 toneladas. Além da Rússia, Irã e os Estados Unidos tiveram queda significativa nas suas importações, de 40% e de 16%, respectivamente. Entre os 20 principais destinos, o Uruguai foi o que mais se destacou percentualmente, com crescimento de 202%: de 4 mil toneladas movimentadas em 2017, saltou para 14 mil toneladas em 2018.  (Assessoria de imprensa da ABRAFRIGO)


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