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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 036


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"Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá.” (Ayrton Senna)

Relevância de inclusão e diversidade para o consumidor

Os conflitos culturais também inauguraram oportunidades para as marcas posicionarem bandeiras em causas importantes para a sociedade. Na esteira dessa discussão, a consultoria Accenture desenvolveu a pesquisa All In: How inclusion and diversity drive shopper’s behavior (Como a Inclusão e a Diversidade impulsionam o comportamento dos consumidores), que trata do impacto desses dois conceitos nas tomadas de decisão. Para se ter uma noção de como esses dois temas são importantes no atual contexto de consumo, 42% dos consumidores pagariam um adicional de 5% ou mais para comprar produtos de empresas engajadas com Inclusão e diversidade. Para o público LGBT esse propósito também ganha força, de modo que 41% dos entrevistados revelaram que mudariam para uma varejista que valorizassem os dois conceitos.


A importância de não se omitir - O silêncio também é visto como um posicionamento negativo quando esse tema se coloca. Três entre quatro compradores querem que as varejistas participem ativamente na construção de diálogo que envolvam causas sociais e a construção de um mundo melhor. Outro dado de relevância é que 29% de todos os compradores tendem a mudar para uma varejista aplicada a esses valores. A omissão no momento de assumir suas culpas também é um fator determinante para os respondentes do levantamento. 55% dos compradores optariam por mudar caso um varejista não se responsabilizasse pelos seus próprios incidentes negativos de inclusão e diversidade. 62% dos consumidores considerariam mudar de uma varejista onde se sentissem indesejados ou tratados injustamente.


Algumas constatações:

1. Produtos: o que você vende - Ao oferecer produtos que atendam às diversas necessidades dos consumidores, os players varejistas se tornam mais inclusivos e, consequentemente, acabam atraindo novos clientes.


2. Publicidade: como você vende - No momento de desenvolver anúncios, é importante que as empresas valorizem aspectos presentes na experiência cotidiana do consumidor em todas as esferas da vida, não apenas na ocasião de consumo. Essa comunicação autêntica com os compradores reforça os valores de inclusão e diversidade.


3. Força de trabalho - Quando adotam práticas de contratações inclusivas, os varejistas se tornam naturalmente mais diversificados e se beneficiam das percepções e experiências dos trabalhadores. (Portal Consumidor Moderno - Vinicius Gonçalves)


Raia Drogasil lidera enquanto Brasil Pharma quebra

A consolidação entre as redes Raia e Drogasil levou a melhora operacional do grupo resultante, e alçou a RD – Raia Drogasil à liderança de mercado, enquanto a aquisição de farmácias regionais reduziu a pó os planos da Brasil Pharma, que pediu falência na última quinta-feira, 6. Fundada em 2009 pelo BTG Pactual, a Brasil Pharma cresceu rapidamente por meio da estratégia chamada de inorgânica. Chegou a ter 1.200 farmácias das bandeiras Farmais (São Paulo), Guararapes (Pernambuco), Rosário Distrital (Centro-Oeste), Mais Econômica (Rio Grande do Sul), Sant’Anna (Bahia) e Big Ben (Pará). Com a estreia na bolsa, em 2011, captou 466 milhões de reais, e suas vendas alcançaram 3,5 bilhões de reais. Não faltava dinheiro, portanto. Faltou integração das farmácias de médio porte que se distribuíam por diversas regiões do país. Faltou também gestão, especialmente porque os antigos donos não aceitavam os executivos indicados pelo BTG. O quadro piorou com o aumento da concorrência. Em 2012, as redes de farmácia Droga Raia e Drogasil se uniram definitivamente, assim como as redes Pacheco e São Paulo. Com isso, a liderança da Brasil Pharma se tornou distante.


A queda da Brasil Pharma e a ascensão da RD - Sem conseguir cumprir as metas, o BTG passou a vender as marcas separadamente. Em abril de 2017, decidiu repassar a operação para o fundo de investimentos Lyon Capital por simbólicos 1000 reais — além do rombo de mais de 1 bilhão de reais. A Raia Drogasil, por sua vez, usou o vácuo da Brasil Pharma para crescer. Com 1.800 unidades espalhadas por quase todo o país, com exceção do Norte, a companhia vem se beneficiando do bom momento para o varejo farmacêutico, em função do envelhecimento da população brasileira e da maior preocupação com a saúde. O faturamento da RD chegou a quase 4 bilhões de reais, no primeiro trimestre, e o lucro líquido alcançou 89 milhões de reais. Esses números levaram o BB Investimentos a estimar um preço-alvo das ações em 80,30 reais, ante os 72,61 reais da segunda-feira, 10. Já o Credit Suisse não está otimista, prevendo que no fim do ano a ação da RD fique em torno de 54 reais, classificando-a como “abaixo da média de mercado”.


O que os analistas dizem sobre a RD - Para Georgia Jorge, analista da BB Investimentos, em relatório do fim de maio, o plano de expansão acelerado, de 200 novas unidades em 2019, atrelado à boa capacidade de execução do time da empresa, tem levado a ganhos expressivos de fatia de mercado. “Importante ressaltar que sua saudável estrutura econômico-financeira, que une um baixo endividamento a uma confortável posição de caixa e a uma boa geração de caixa operacional, também têm sido fatores primordiais no bom desempenho da companhia”, escreve sobre a RD. Além disso, nos próximos dias, a aquisição da Drogaria Onofre pela Raia Drogasil deve ser concluída, dando ainda mais musculatura para a líder de mercado brasileiro, que é pulverizado em 78 mil farmácias. A transação foi aprovada, no fim de maio, pelo CADE - Conselho de Administrativo de Defesa Econômica. Jorge, do BBI, indica também que a Raia Drogasil pode crescer nas regiões Nordeste, Sul e Centro-Oeste, onde tem poucas unidades, além do Norte, onde ainda não está presente. “Além disso, a legislação pendente de aprovação relacionada à oferta de serviços de saúde dentro de farmácias, principalmente de vacinas, pode aumentar substancialmente o fluxo de pessoas nos estabelecimentos, possibilitando uma maior fidelização dos clientes e uma maior rentabilidade”, afirma. Esse cenário explica por que as ações da Raia Drogasil subiram 1,48% na segunda-feira, 10, ante a queda de 12,68% dos papéis da Brasil Pharma, para 0,62 de real.


Os números do mercado farmacêutico - As 25 redes afiliadas à ABRAFARMA - Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias movimentaram 16,6 bilhões de reais entre janeiro e abril deste ano, um salto de 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Essas empresas respondem por 42% do faturamento do setor. Os medicamentos isentos de prescrição médica lideraram as vendas e foram os principais responsáveis pelo resultado. O faturamento da categoria foi de R$ 2,7 bilhões, o que significou um crescimento de 17,8%. No período, o comércio geral de medicamentos totalizou R$ 11,2 bilhões, índice 8,1% superior ao dos quatro primeiros meses de 2018. Já o segmento de genéricos movimentou R$ 1,9 bilhão, avançando de 5,5%. (Portal EXAME)


Produtores americanos seguem com plantio na lama

"O produtor americano é um crédulo", disse o consultor em agronegócio Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios, sobre o atual sentimento dos agricultores em relação à safra 2019/20. Segundo explica, os produtores têm buscado fazer o que podem diante de condições climáticas tão adversas como as que estão sendo observadas no momento. Embora as chuvas tenham dado uma ligeira trégua em alguns pontos do Corn Belt nos últimos dias, os campos seguem muito saturados e os produtores tentam dar continuidade, ou pelo menos começar seus trabalhos na lama. Imagens de tratores e implementos atolados nos campos americanos têm sido bastante frequentes nas redes sociais nas últimas semanas. Com isso, o cenário já configura um dos piores atrasos no plantio da história dos Estados Unidos. Tais condições intensificam incertezas sobre a área de plantio.


Previsões sobre o milho - A consultoria internacional Informa Economics atualizou suas estimativas para área, produção e produtividade de soja e milho dos EUA com as condições do milho bem mais graves neste momento. Além de já contar com a janela de semeadura encerrada, os números do milho já são menores. A empresa estima uma área plantada de 34,38 milhões de hectares, contra a última estimativa do USDA - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos de 37,56 milhões. Uma atualização dos dados da instituição do governo americano sobre a área será reportada ainda em junho. A Informa estima ainda uma produção de 344,32 milhões de toneladas, com produtividade de 182,01 sacas por hectare. No último reporte do USDA, as estimativas foram de 381,78 milhões de toneladas e 184,11 scs/ha, respectivamente.


Previsões sobre a soja – A projeção da consultoria é de uma área de 34,44 milhões de hectares, contra a previsão do USDA de maio, que foi de 34,24 milhões. Algumas análises ainda sugerem que parte da área que seria inicialmente destinada ao milho poderia migrar para a soja. No entanto, as atuais condições de clima e a janela para o plantio da oleaginosa que começa a se estreitar pode mudar essas perspectivas. Na maior parte dos principais estados produtores, o período adequado para a semeadura da oleaginosa se encerra entre 10 e 20 de junho. Ainda segundo a Informa, a colheita de soja dos EUA deverá ser de 117,38 milhões de toneladas, estimativa consideravelmente maior do que a última do USDA de 112,94 milhões de toneladas, com rendimento de 57,27 sacas por hectare. O departamento de agricultura americano estima a produtividade, até este momento, de 55,48 scs/ha. (Portal Notícias Agrícolas - Carla Mendes)


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