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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 035


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"A conjunção de tecnologia de comunicação de Internet e energia renovável está dando origem a uma Terceira Revolução Industrial.” (Jeremy Rifkin, escritor americano, autor dos best-sellers "O Fim dos Empregos" e "O Século da Biotecnologia". )

Bolsonaro anuncia militar para diretoria da ANVISA

O presidente Jair Bolsonaro indicou no dia 30 de maio o contra-almirante Antonio Barra Torres para a vaga de diretor da ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, cargo que estava em aberto há cerca de um ano. Torres comandava atualmente a diretoria de perícia médica da Marinha. A mensagem de nº 216 com a indicação está publicada no Diário Oficial da União. O nome do contra-almirante será avaliado pela CAS - Comissão de Assuntos Sociais do Senado, presidida pelo senador Romário e pelo plenário da Casa.


É a segunda indicação de Bolsonaro - Trata-se da segunda indicação do presidente para a diretoria da agência reguladora. A primeira ocorreu em fevereiro, quando escolheu o general de brigada médico Paulo Sérgio Sadauskas, cuja indicação foi retirada um mês depois. A vaga para a diretoria da ANVISA está desocupada desde o governo Michel Temer. Nas últimas semanas de dezembro, o ex-presidente tentou viabilizar a indicação do então deputado André Moura (PSC-SE). Com condenações na Justiça, o nome foi barrado pelo Senado.


A diretoria da ANVISA - Trata-se de uma diretoria colegiada composta por cinco integrantes com mandatos de três anos cada, cujo começo e término não são coincidentes entre si. Os dirigentes são sabatinados pelo Senado Federal antes de sua nomeação e têm estabilidade durante o período do mandato. Dentre os cinco, um é designado por decreto do Presidente da República para exercer o posto de diretor-presidente. As decisões são tomadas em sistema de colegiado, por maioria simples. Os atuais diretores da ANVISA são William Dib (presidente), Alessandra Bastos, Fernando Mendes Garcia Neto e Renato Porto.


Os cinco medicamentos mais caros do mundo

A AveXis, empresa de biotecnologia da Novartis, recebeu do FDA a aprovação do Zolgensma, primeira e única terapia gênica para pacientes pediátricos com AME - atrofia muscular espinhal. Com o custo de US$ 2,1 milhões, o equivalente a R$ 8,4 milhões, é o medicamento mais caro do mundo e promete praticamente a cura com apenas uma única dose. O remédio passa a ser comercializado nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de quando chegará ao Brasil. O Zolgensma custa mais do que o dobro do Luxterna, a segunda droga mais cara, cujo valor chega a US$ 850 mil. Administrado em dose única, o medicamento da Spark Therapeutics trata problemas de visão.


Os outros remédios mais caros - Terceiro colocado, o Ravicti, um líquido comercializado pela Horizon, custa US$ 793 mil por paciente ao ano. O medicamento evita o acúmulo de amônia perigosa no sangue em pacientes com desordem do ciclo da ureia. Na quarta posição está o Brineura, comercializado pela BioMarin Pharmaceutical com um custo de US$ 700 mil ao ano. É a primeira droga do mercado a reduzir os sintomas da lipofuscinose ceroidal neural tipo 2 tardia infantil (CLN2), uma forma da doença de Batten, neurodegenerativa e cujos primeiros sintomas aparecem já na infância, permitindo uma sobrevida de apenas cinco anos. Fechando a lista, vem o Carbaglu, utilizado no tratamento de uma doença rara em que a falta de uma enzima hepática provoca hiperamonemia, uma condição de acumulação elevada de amoníaco no sangue. Administrado por via oral, custa de US$ 419 mil a US$ 790 mil por paciente por ano. O tratamento pode durar em média sete anos.


Somente um dos cinco remédios mais caros está no Brasil - O ranking foi baseado em pesquisas do Valuewalk, Drugs.com e AHIP - America’s Health Insurance Plans. Da lista, apenas o Brineura é comercializado no Brasil, a um valor de R$ 150 mil (caixa com duas ampolas), segundo tabela PMC – Preço Máximo ao Consumidor. (Portal Panorama Farmacêutico)


É brasileira a primeira cerveja instantânea do mundo

Uma cervejaria brasileira, a Pratinha, da cidade de Ribeirão Preto, SP, é responsável pelo lançamento da primeira cerveja instantânea do mundo. Apelidada de Magic Booze, o produto é comercializado em sachês individuais, que podem ser levados no bolso e rendem 250 ml de cerveja cada, pouco mais de um copo. A cervejaria nacional é a primeira do mundo a lançar esse tipo de produto. A cerveja instantânea está disponível em pré-venda pela internet no e-commerce da Cervejaria Pratinha e custa, em média, R$14,99. A empresa também realiza testes com cápsulas cervejeiras similares às usadas para o preparo de café. Basta adicionar um copo de água com gás ao conteúdo para obter uma cerveja artesanal pronta para ser bebida.


A cerveja instantânea continua sendo testada - Segundo informações fornecidas pela empresa, não há adição de nenhum ingrediente artificial na receita. A bebida é produzida artesanalmente e, depois de pronta, passa por um processo de congelamento e redução de pressão até chegar ao estado sólido. Para se obter a receita da cerveja instantânea foram necessários nove meses de pesquisas. A produção foi levada a cabo no Beer Hack Lab, um espaço da Cervejaria Pratinha, inteiramente dedicado à inovação. A cerveja instantânea continua em fase de testes. No pré-vendas, os sachês individuais podem levar até 45 dias para chegar no endereço do consumidor. (Portal Consumidor Moderno - Jade Gonçalves Castilho Leite)


Fim da TV analógica impulsiona a internet no campo

O desligamento do sinal da TV analógica tem impulsionado o desenvolvimento de um projeto que prevê ampliar o acesso à internet nas áreas rurais do país. Oito empresas ligadas ao agronegócio ou às telecomunicações desenvolveram um sistema de conexão de internet 4G em uma faixa de frequência de 700 MHz, justamente a que era usada pela TV analógica. Ao fazer esse movimento, as companhias envolvidas buscam vender mais, de planos telefônicos a máquinas e implementos agrícolas. Sem a internet no campo, o maquinário moderno não consegue disponibilizar em tempo real a situação das lavouras, o que retarda as decisões no campo. A conectividade agrícola permite que todos os dados gerados pelas máquinas, em alguns casos, mais de 40, sejam transmitidos imediatamente aos gestores do negócio. Com isso, é possível ganhar eficiência e tempo, reduzir custos e tomar decisões mais qualificadas nas lavouras. Durante a Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação deste ano, realizada em Ribeirão Preto, SP, entre 27 de abril e 1º de maio, foram gerados R$ 2,9 bilhões em intenções de negócios.


O programa Conectar Agro, a John Deere a Tim e as outras - A fabricante de maquinário americana John Deere se mostrou à frente quando lançou, em 2018, um serviço de internet com o fornecedor de telecomunicações Tropico, oferecendo-se para instalar antenas LTE em fazendas para conectar máquinas e veículos. A diferença agora, afirmam os participantes da iniciativa, intitulada Conectar Agro, é que a rede é aberta, o que significa que qualquer pessoa que trafegar por estradas rurais cobertas pelo sinal da operadora envolvida poderá usar seu smartphone como se estivesse na zona urbana. Dados da TIM, uma das participantes do projeto, mostram que a cobertura de sinal no campo não chega a 10% do total. A expectativa da operadora é conectar 5 milhões de hectares, equivalente a 7 milhões de campos de futebol padrão Fifa, neste ano. Hoje, a operadora atende 700 mil hectares. O Brasil tem cerca de 65 milhões de hectares de cultivos de grãos e oleaginosas. A frequência está disponível em 1.497 localidades. Além da operadora, o negócio foi desenvolvido em parceria com AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec e Trimble, que uniram forças para desenvolver a plataforma de código aberto que opera a conexão 4G.


A antena da Tim - “Conseguimos, em cima da frequência liberada pela TV analógica, ter alcance de cobertura em uma antena bastante interessante, de baixa frequência”, diz Rafael Marquez, diretor de marketing do segmento corporativo da TIM Brasil. “Dependendo da antena, é possível atender uma área muito grande. O sinal chegou a 35 mil hectares com uma única antena”, afirma. O custo aos produtores rurais irá variar conforme cada propriedade, mas deve ficar em cerca de meia saca de soja (R$ 35) por hectare. A implementação será gradual, conforme a limpeza da faixa, nome dado ao procedimento adotado para evitar interferências entre canais de TV e o sinal de internet.


A frequência não é exclusiva da TIM - Quando houve o leilão da internet 4G, em 2014, Claro, Vivo e Algar também obtiveram direito de operar a faixa. A frequência de 700 MHz tem como vantagem, diz Marquez, não ter restrição geográfica em nenhuma região. “O grande salto é levar ao campo. Densidade populacional sempre foi o que determinou o crescimento de cobertura de sinal. Começa a ter novos mercados, principalmente o corporativo”, diz ele. Marquez considera um contra-senso um dos principais motores da economia do Brasil, cada vez mais tecnológico, estar desconectado. Christian González, vice-presidente da Case IH para a América do Sul, divisão de máquinas agrícolas da CNH Industrial, afirma que as máquinas modernas, como plantadoras e colheitadeiras, podem ser ajustadas a todo momento durante as operações em busca de maior eficiência. Esse processo só pode ser realizado quando estão conectadas a uma sala de operações. Rival da TIM, a Oi fechou um acordo para fornecer internet para uma das fazendas controladas pela produtora e trading Amaggi, levando a conexão para a fazenda Tucunaré, de 87 mil hectares, em Mato Grosso. (Jornal Folha de S.Paulo)


Vendas de etanol sobem 35,6% no 1º quadrimestre; queda da gasolina foi de 8,4%

As vendas de combustíveis no Brasil somaram 44,76 bilhões de litros no primeiro quadrimestre, aumento de 2,1% ante o mesmo período de 2018, informou a ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. A comercialização de diesel, o combustível mais vendido no país, somou 17,98 bilhões de litros nos primeiros quatro meses do ano, aumento de 1,6% na comparação anual, após um ligeiro crescimento em abril, para 4,65 bilhões de litros. Já as vendas de gasolina C atingiram cerca de 12,4 bilhões de litros no primeiro quadrimestre, queda de 8,4% na comparação anual, uma vez que consumidores têm preferido o etanol, mais competitivo em parte do país. Em abril, as vendas de gasolina apresentaram reagiram levemente ante março, mas apresentaram recuo de 5,3% na comparação anual. As vendas de etanol hidratado, concorrente da gasolina, subiram 35,6% no primeiro quadrimestre, segundo a ANP, para 7,16 bilhões de litros. Em abril, as vendas de etanol hidratado subiram 41,3% na comparação anual. (Agência de notícias REUTERS)


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