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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 026


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"A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio." (Martin Luther King)

Millennials priorizam qualidade de vida no trabalho

Relatório do Grupo Connect aponta que a qualidade de vida é o item mais valorizado pelos jovens entre 18 e 20 anos para planejar a carreira e permanecerem no trabalho. Foi o que mostrou a pesquisa “Millennials in Europe and Brazil”, do Grupo Geometry/WPP. O segundo aspecto valorizado é a carreira, com 24% das respostas, seguida pela contribuição para a humanidade, com 19% dos resultados. O estudo foi feito com 2 mil pessoas da faixa etária. De acordo com o relatório do Grupo, o jovem de hoje busca envolvimento emocional quando procura por um trabalho. Segundo David Whittaker, diretor executivo da corporação, os resultados indicam possíveis ações para as empresas. “Hoje eles valorizam empresas que os valorizem. Por exemplo, antigamente empresas tinham problema com os hobbies ou trabalhos paralelos dos funcionários e os millennials gostam de estar envolvidos em diversas coisas, e por isso levam em conta os locais que veem nisso algo positivo”, diz.


Prioridades para o futuro - A pesquisa do Grupo Geometry apontou também algumas prioridades para o futuro da geração de Millennials. Na primeira posição aparece o estudo, com 21%, seguido por experiência de vida, 19%, e pelo sonho da casa própria, com 17% das respostas. Whittaker reforça que a preocupação ambiental, hoje presente na geração, não era observada nos anos anteriores. “Embora a questão ambiental pareça menos relevante, ela já aparece nas preocupações de muitos jovens, o que antes não era comum. A pesquisa demonstrou também que o tema está fortemente ligado à decisão de ficar ou não em uma empresa. Trinta e três por cento dos jovens desistiriam de um salário maior ou de benefícios para trabalhar para uma empresa mais ecológica. Ainda que seja uma minoria, há uma informação clara de para onde caminha essa geração”, declara. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados se sentem pessoalmente responsáveis por preservar o meio ambiente e apenas 8% não se interessam pelo assunto.


Inteligência Artificial - O modo de trabalho já demonstra mudanças, principalmente com o surgimento dos bots, desempenhando funções antes feitas por humanos. Quando questionados sobre o medo da automatização substituir o homem, a nova geração apresentou preocupações. Cerca de 50% dos jovens não pensam que a IA vai substituir o seu trabalho. No entanto, dos entrevistados, 17% acreditam na automatização e 33% dizem que sim também, porém, não estão preocupados com isso. Em relação ao desemprego estrutural, troca do homem pela máquina, o diretor executivo do Grupo Geometry enfatiza que a robotização é destinada para tarefas repetitivas. “Tudo o que for realmente mecânico tende a ser substituído, mas o que for criativo e imaginativo, não”, finaliza. (Portal Consumidor Moderno - Jade Gonçalves Castilho Leite)


Natura dispara após Avon ser vendida à LG

As ações da Natura foram um dos principais ganhos da última semana. As ações da companhia foram negociadas a R$ 49,05, alta de 9,54% após a Avon anunciar sua venda à sul-coreana LG Household & Health Care, do grupo LG. Os papéis da Natura chegaram a valorizar quase 12% no pregão. A Avon foi vendida por US$ 125 milhões, valor que será pago em dinheiro a Avon NA Holdings e ao fundo Cerberus, que detém 80% do controle da Avon América do Norte.


Não foi a empresa brasileira que comprou a Avon - A Natura havia sondado a aquisição da empresa americana em setembro do ano passado e, em março deste ano, tinha confirmado que estava em negociação para a aquisição das divisões da América do Norte, com sede nos EUA e capital fechado, e da operação mundial, com sede em Londres e listada em bolsa. Caso a negociação se concretizasse, a Natura se tornaria líder mundial em vendas diretas, incorporando as mais de 250 mil revendedoras da Avon na América do Norte. No entanto, a Natura teria que se endividar para a aquisição, movimento semelhante quando fez a aquisição do The Body Shop, o que não é bem avaliado pelos investidores. Mesmo assim, a Natura segue com interesse em incorporar o braço mundial da companhia americana, segundo informa a própria Natura.  (Portal Investing Brasil)


Agtechs brasileiras caminham sem conectividade

As agtechs, como foram batizadas startups e empresas de tecnologia para o agronegócio, caminham sozinhas no Brasil. Maior celeiro agrícola e pecuário do Hemisfério Sul, o País tem cerca de 300 companhias do tipo, com investimentos estimados em R$ 100 milhões ao ano, capazes de oferecer ao produtor qualquer tipo de serviço. Mas a falta de conectividade nas fazendas e de integração dos dados gerados por diferentes dispositivos são os desafios dessas empresas, segundo especialistas presentes no “Fórum de Inovação”, realizado ontem, 1º de maio, pela ABAG - Associação Brasileira do Agronegócio e pelo jornal O Estado de S. Paulo, na Agrishow, em Ribeirão Preto, SP.


No caminho do aumento da produtividade - Guilherme Raucci, responsável pela área de novos negócios da Agrosmart, avalia que as startups serão responsáveis por gerar tecnologia para resolver quase todo o desafio de fazer o campo produzir cada vez mais para alimentar a humanidade no futuro. “Não há mais área disponível para grandes expansões de produção e a mão de obra é cada vez mais escassa no setor. É preciso aumentar a produtividade e o caminho são essas empresas”, disse. “Mas os dados não são integrados e, no Brasil, apenas 14% das propriedades rurais têm conectividade”, emendou o executivo.


Para prover a conectividade do agronegócio - Diante da lentidão ou da falta de interesse em levar a internet para o campo – já que 90% das propriedades do Brasil são pequenas e 67% dos produtores não utilizam tecnologias que dependam de conexão – as principais montadoras do setor assumiram uma das pontas desse problema e até montaram pools com outras empresas. Uma das iniciativas é o ConectarAgro, formado por grandes grupos do setor, como a CNH Industrial, a AGCO e a Jacto, com empresas de tecnologia e telefonia. “O projeto irá levar internet para as propriedades de um modo que realmente conecte tudo, seja simples, com um sistema aberto e acessível para o pequeno e grande agricultor”, explicou Marco Aurélio Milan, especialista de produto na área de agricultura de precisão New Holland, uma das marcas da CNH Industrial.


Mais recursos para as seguradoras rurais - Além de lidar com os gargalos tecnológicos, as agtechs encaram novas e pontuais demandas do agronegócio brasileiro. Caroline Capitani, gestora de design digital e inovação da Ilegra, conta que novos pedidos de soluções tecnológicas para a empresa vêm do setor de seguros agrícolas. Esse aquecimento coincide com a ideia do governo federal de drenar mais recursos para as seguradoras e menos para o crédito agrícola na próxima safra, a partir de julho.


Soluções financeiras e de tecnologia para os agricultores - Trazer soluções tecnológicas e financeiras para o agricultor motivou a criação da Inter Chains, companhia que trabalha com o conceito de blockchains, basicamente uma base de dados capaz de fazer o registro de operações monetárias, análises de dados, servir como um registro digital de negócios e até atuar na rastreabilidade de uma propriedade. “A avaliação por meio do blockchain, com toda a cadeia integrada, é capaz de gerar um rating de um produtor, o que facilitará na hora de tomada de crédito, por exemplo”, explica Eduardo Figueiredo, sócio da companhia que tem 2 milhões de hectares gerenciados.


Levando o trator mais perto da fazenda - Até mesmo os antigos gargalos físicos do agronegócio em um País continental como o Brasil geram oportunidades no setor. É o caso da Alluagro, startup que nasceu para fornecer serviços compartilhados de máquinas para produtores rurais, nos moldes do que já é oferecido por aplicativos de transportes em grandes cidades. “É economia compartilhada, onde conectamos prestadores de serviços e produtores rurais. É levar o trator, o produto mais próximo à fazenda”, explicou Marco Aurélio Chaves, um dos sócios da empresa. (Jornal O Estado de S Paulo)


JBS compra processadora de carne suína no RS

A JBS anunciou na semana passada que fez acordo para comprar uma processadora de carne suína no Rio Grande do Sul por 235 milhões de reais. O acordo foi acertado com a Adelle Indústria de Alimentos e a unidade comprada está localizada na cidade de Seberi. A JBS não informou a capacidade da processadora, mas disse que a unidade vai contribuir com a estratégia da empresa no processamento de suínos e produtos preparados, incluindo presunto, linguiça e bacon. “A planta, uma das mais modernas do Brasil, está localizada em uma região reconhecida pela sua relevância na produção de suínos no país”, disse Joanita Karoleski, presidente da unidade Seara. A fábrica comprada foi inaugurada em 2015. Segundo informações da Adelle, a instalação tem capacidade de abate de 2 mil cabeças por turno. A aquisição será paga por meio da dação de 80 milhões de reais em pagamento do Frigorífico Frederico, localizado em Frederico Westphalen, RS. Além disso, 115 milhões de reais do valor do negócio referem-se à assunção de dívidas da Adelle e 40 milhões serão pagos em moeda corrente. A conclusão da operação depende de aprovação do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica.  (Agência de notícias REUTERS)


Brasil continua perdendo florestas tropicais nativas

Estudo aponta que mundo perdeu uma área do tamanho da Bélgica de florestas tropicais primárias no ano passado, tipo de vegetação que têm maior impacto em termos de emissões de carbono e biodiversidade. O mundo perdeu 12 milhões de hectares de florestas tropicais em 2018, o equivalente ao território da Nicarágua, afirmou em 25 de abril, a ONG ambientalista WRI - World Resources Institute. O ano de 2018 foi o quarto pior em termos de desmatamento de florestas tropicais, depois dos anos de 2016, 2017 e 2014, desde que o WRI começou sua cartografia, em 2001, acrescentou o relatório anual, elaborado pelo projeto Global Forest Watch, com base em dados compilados pela Universidade de Maryland, nos EUA, a partir da análise de imagens de satélite. Dos 12 milhões de hectares perdidos, 3,64 milhões de hectares são de florestas tropicais primárias, também chamadas de florestas nativas ou virgens, o equivalente ao território da Bélgica.


Brasil na frente - O Brasil foi o país que perdeu a maior área dessas florestas no ano passado, mais de 1,4 milhões de hectares, à frente da República Democrática do Congo, com 481,2 mil hectares, e da Indonésia, com 339,8 mil hectares. Segundo o WRI, a perda de floresta nativa no Brasil em 2018 foi menor do que seu pico, relacionado a incêndios em 2016 e 2017, mas maior do que foi entre 2007 e 2015, período em que o país tinha reduzido sua taxa de desmatamento em 70%. A situação pode piorar no Brasil, segundo a organização não governamental Imazon, porque o desmatamento na Amazônia brasileira aumentou 54% entre janeiro de 2018 e janeiro de 2019, mas também devido à alteração de políticas ambientais defendida pelo presidente Jair Bolsonaro. Mas, segundo o Global Forest Watch, ainda é muito cedo para avaliar o impacto de eventuais medidas do novo governo brasileiro sobre a cobertura florestal no País.


A perda de florestas virgens - É "especialmente preocupante", segundo a ONG. "Estas florestas são as que têm maior impacto em termos de emissões de carbono e biodiversidade", já que armazenam carbono e abrigam uma grande fauna e flora, informou  a especialista do WRI, Mikaela Weisse. A taxa de destruição de florestas nativas também é preocupante na República Democrática do Congo. Porém, ela diminuiu 63% na Indonésia, em comparação com o pico de 2016, de acordo com o estudo. A Indonésia se beneficiou de medidas do governo e de dois anos relativamente úmidos, desfavoráveis à deflagração de incêndios, mas o fenômeno El Niño pode mudar a situação em 2019. Na vizinha Colômbia, a perda de florestas nativas aumentou 9% entre 2017 e 2018, uma vez que o acordo de paz entre o governo local e as Farc ajudou a tornar algumas áreas mais acessíveis, afirma o estudo. "O desmatamento causa mais poluição climática do que todos os carros, caminhões, navios e aviões do mundo juntos", disse Glenn Hurowitz, executivo chefe da Mighty Earth, uma organização ambientalista. "É vital proteger as florestas que ainda temos".  (Jornal alemão Deutsche Welle)


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