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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 019


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"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos." (Antoine de Saint-Exupéry, autor de "O Pequeno Príncipe")

HPC amplia foco no varejo farmacêutico

Mudanças no comportamento do consumidor têm ampliado o papel das farmácias na comercialização de produtos HPC, como são conhecidos os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. Projeções da consultoria Euromonitor International apontam que esse mercado terá um aumento acumulado de 14,3% até 2020. O cenário estimula as empresas do setor a ampliarem sua atenção nos pontos de venda. Seguem exemplos de produtos de diversas marcas e categorias dentro dos considerados como produtos HPC:


Nupill Cosméticos, com 80 itens no portfólio, investe na categoria dermo para aumentar a participação no varejo. Destaque para a linha de tratamento facial com vitamina C, seu mais recente lançamento. As farmácias representam 40% do volume de negócios, graças a bem sucedidas parcerias com players como Droga Raia, Drogasil, Drogaria Araujo e Ultrafarma, afirma o gerente de vendas Vinícius Fausto.


Professional Donna, marca de varejo da Itallian Hairtech, prevê um crescimento de 30% no canal farma em 2019. “Nossa representatividade para o faturamento da companhia deve saltar de 2% para 10% em dois anos. Para isso, buscamos atuar de maneira mais próxima junto aos distribuidores e atacadistas, especialmente nas regiões Sudeste e Sul”, comenta a gerente comercial Cristiany Lirico.


Dailus há três anos aposta na linha de esmaltes e maquiagem como estratégia de entrada nas farmácias e drogarias. Hoje, esses estabelecimentos respondem por 44% do faturamento. “Temos como meta impulsionar os resultados em até 8%, mirando principalmente as independentes”, observa o gerente comercial Samir Silva.


GUM planeja estar presente em 30 mil pontos de venda até o fim de 2019. Hoje atua em 10 mil, onde se destaca pela parceria com redes associativistas e independentes. “Entre as nossas estratégias estão a oferta de produtos inovadores como os flossers e soft picks, lançados no ano passado para facilitar a limpeza interdental e que já ocupam o topo das vendas”, afirma Luiz Augusto Tavares, presidente da Sun Star Brasil, empresa que detém a marca GUM. (Portal Panorama Farmacêutico)


UPS entregará remédios em casa por drones nos EUA

Nos Estados Unidos, a UPS celebrou uma parceria com a Matternet que vai desenvolver um serviço de transporte de medicamentos entre as unidades do hospital WakeMed, na Califórnia, e a casa de alguns pacientes. No entanto, é no meio de transporte escolhido que reside o ponto de interesse. É que os medicamentos vão ser transportados em drones autônomos, capazes de carregar em torno de 2,2 quilos, em distâncias de até 20 quilômetros. A UPS sublinha que o sistema vai ser mais rápido e barato do que o atual sistema de entregas e que há uma vantagem difícil de bater: a inexistência de engarrafamentos. Desta forma, a empresa espera conseguir garantir uma entrega mais consistente e capaz de responder a pedidos urgentes em tempo útil. Nesta fase, o serviço vai ser feito em rotas fixas, com um piloto remoto que ficará encarregado de acompanhar a viagem. A iniciativa contará com apoio da FAA - Administração Federal de Aviação, que tem interesse em avaliar a viabilidade deste serviço nos EUA. (Portal Eexpo news)


Roche fecha fábrica no RJ e se concentra em medicamentos inovadores

Como parte de uma estratégia global, a empresa farmacêutica suíça Roche decidiu encerrar as atividades de sua fábrica de medicamentos em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. A estimativa é que o processo seja concluído entre quatro e cinco anos. De acordo com nota enviada à imprensa, a companhia manterá suas operações no Brasil, por meio de suas unidades em São Paulo e Goiás, com foco na área de medicamentos inovadores em diferentes áreas terapêuticas. “Continuaremos trabalhando em parceria com governos, clientes e demais agentes da sociedade na incorporação de nossas inovações no mercado brasileiro e na geração de acesso à saúde”, afirma o presidente Patrick Eckert. O objetivo é ampliar a atuação no segmento de medicamentos sintéticos, ou pequenas moléculas, concentrando os esforços em produtos de alta complexidade e baixo volume de produção.


A transição - “Nossos colaboradores receberão o melhor suporte possível, com tratamento transparente e respeitoso, ao longo deste período de transição”, acrescenta Eckert. De acordo com o executivo, em 2019 não há previsão de redução do quadro de funcionários no Rio de Janeiro em decorrência do anúncio. A fábrica fornece medicamentos para a América Latina e Europa.


Os medicamentos da Roche fabricados em Jacarepaguá que estão no fim de seu ciclo de vida - Segundo a empresa farmacêutica, os desinvestimentos e o fim do ciclo de vida de alguns medicamentos tornaram a operação do Rio de Janeiro pouco sustentável. “Produtos maduros como Bactrim, Bonviva, Cymevene, Dilatrend, Dormonid, Lexotan, Prolopa, Rivotril, Rocaltrol, Rohypnol e Valium possuem alto volume e baixa complexidade e estão no fim de seu ciclo de vida”, diz a nota. (Portal Panorama Farmacêutico)


Mercado vegano preocupa indústria láctea

CEOs da indústria láctea estão mais conscientes do avanço de empresas como a NotCo, que chega ao Brasil com maionese sem ovo e leite de origem vegetal. Os laticínios são quase onipresentes na mesa do brasileiro, seja como produto final como o leite ou o iorgurte, ou como insumo para outros produtos, como acontece com as pizzas. Grandes empresas do setor, porém, enfrentam dificuldades, aponta um estudo da consultoria McKinsey. As empresas de laticínios tiveram uma queda média de 3% no ROIC - retorno sobre o capital investido entre 2008 e 2017. O indicador caiu de 9,5% para 6,5% no período. Mesmo assim, as cinco maiores empresas analisadas conseguiram aumentar a margem de lucro em 4,1% entre 2013 e 2017. Mais de 2.700 propriedades leiteiras encerraram as operações nos Estados Unidos em 2018, de acordo com o USDA - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A agência disse que os produtores enfrentam preços mais baixos de leite e custos mais altos de produção.


Substituição de produtos animais por vegetais - No Brasil, o preço do leite ao produtor subiu 33,8% em fevereiro na comparação com o mesmo período do ano passado. A expectativa do Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada é que o preço continue subindo em março, mas em menor intensidade. O crescente movimento vegano provocou o nascimento de soluções que substituem os produtos derivados de animais, como o leite e o ovo. Empresas apostam em substitutos extraídos de plantas e nozes. O estudo feito pela McKinsey com 56 CEOs da indústria láctea mostrou que os líderes das empresas do setor estão mais atentos ao movimento de outras companhias que não têm animais em sua cadeia de produção. Em 2015, 36% dos CEOs acreditavam que as empresas com soluções não lácteas cresceriam a partir daquele momento. Em 2018, a maioria (51%) dos profissionais disse acreditar no crescimento de suas concorrentes. A participação de mercado de bebidas à base de vegetais foi de 10% em 2015 para 13% em julho de 2018. Nesse período, a participação de bebidas lácteas tradicionais caiu de 90% para 87% em 2018. Ou seja, os vinte CEOs (36%) que acreditavam no crescimento deste mercado em 2015 estavam certos.


Queda no consumo de leite - De acordo com o USDA, o consumo de leite por pessoa chegou ao seu menor nível em 2016 nos Estados Unidos. No ano, o consumo per capita foi de 60 litros. Enquanto isso, a venda de bebidas à base de vegetais e nozes cresceram 9% em dois anos. Em 2017, o varejo faturou US$ 1,6 bilhão com a venda dos produtos, crescimento de US$ 141 milhões na comparação com 2015. Foi nesse período que houve a queda da participação de mercado das bebidas lácteas.


A NotCo fabrica maionese sem ovo - Em abril, chega ao Brasil uma maionese sem ovo, feita pela Not Company, ou NotCo. A startup chilena é um grande exemplo de empresa que pode incomodar companhias que trabalham com laticínios. Ainda neste ano, chegam o leite de origem vegetal e os sorvetes feitos a partir desse leite, nos sabores baunilha, morango e chocolate. O objetivo de Pablo Zamora, cientista e fundador da NotCo é permitir que qualquer pessoa cozinhe o que quiser, sem restrições, sem usar qualquer ingrediente de origem animal. Segundo ele, sua empresa está perto de atingir este objetivo. A startup chilena atraiu a atenção do fundador da Amazon, Jeff Bezos, que investiu US$ 30 milhões na empresa. O portfólio da NotCo é composto pela NotMayo (maionese sem ovo), NotCheese e NotYorgurt (sem leite de vaca) e a NotMeat (carne de origem não animal). A maionese sem ovo já conquistou 10% do mercado de molho no Chile. O produto chegou ao mercado em 2017 e está disponível em mais de mil lojas no país. (Portal Consumidor Moderno - Leonardo Guimarães)


Rumo vence concorrente e leva ferrovia Norte-Sul

A empresa Rumo, pertencente ao grupo Cosan, venceu o leilão de concessão da ferrovia Norte-Sul, com um lance de R$ 2,719 bilhões. A companhia superou sua única concorrente, a VLI, empresa de logística que tem como principal sócia a Vale, que fez uma oferta de R$ 2,065 bilhões. O valor oferecido pela Rumo é mais que o dobro do lance mínimo estipulado, de R$ 1,35 bilhão, o que representa um ágio de 100,9%. A empresa deverá investir cerca de R$ 2,8 bilhões em um prazo de 30 anos de contrato, que não pode ser prorrogado. O trecho leiloado tem 1.537 quilômetros e liga Estrela D'Oeste, SP a Porto Nacional, TO, passando por Minas Gerais e Goiás, e atualmente é controlado pela empresa estatal Valec. A Rumo já opera o trecho da Norte-Sul que vai de Estrela D'Oeste até o porto de Santos, ambos no estado de São Paulo. Esse é o principal leilão de infraestrutura do governo. É também a primeira concessão ferroviária desde 2007, quando a Vale arrematou outro trecho da mesma ferrovia, ligando Palmas, no Tocantins a Açailândia, no Maranhão.


Projeto se arrasta há mais de 30 anos - A estrada de ferro que corta o eixo central do país é um projeto que se arrasta há mais de 30 anos. Dos 4.500 quilômetros de trilhos planejados, saíram do papel 1.575 quilômetros, que são pouco utilizados. As obras de construção da ferrovia começaram em 1987. O trecho entre Açailândia, no Maranhão, e Anápolis, em Goiás, com cerca de 1.550 quilômetros, está pronto para uso. Já o trecho de 682 quilômetros entre Ouro Verde, Goiás e Estrela d'Oeste, São Paulo, está com as obras em andamento. A ferrovia Norte-Sul foi projetada para ser uma espécie de espinha dorsal do transporte ferroviário brasileiro. A expectativa é de que, ao integrar o território nacional, ajude a baixar os custos do transporte de carga no país.


Leilão pode ser questionado na Justiça - Um dos questionamentos é que a concessão não prevê o transporte de passageiros pela ferrovia. O lance mínimo definido para o leilão também foi questionado: ação movida pelo PDT afirma que, segundo informações obtidas com a estatal Valec, o valor efetivo de concessão seria hoje de R$ 6,5 bilhões --o lance mínimo é de R$ 1,3 bilhão. A Valec afirma que o cálculo efetivo dos valores não compete a ela, e sim à ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres. A maior crítica, porém, é que o edital não inclui regras exigindo o uso múltiplo da ferrovia por diferentes empresas, o chamado "direito de passagem". Sem isso, segundo os críticos, acabam sendo favorecidas as empresas que já operam outros trechos da Ferrovia Norte-Sul, ou seja, a VLI, controlada pela mineradora Vale, em sociedade com as empresas Mitsui e Brookfield, com participação do fundo FI-FGTS. Ela atua desde 2007 no trecho norte, entre Palmas, TO e Açailândia, MA e a Rumo, que controla o extremo sul da ferrovia, entre São Paulo e o porto de Santos.


Entidades acusam privilégio de empresas - Para entidades representativas do agronegócio, Ministério Público Federal, Ministério Público de Contas, empresas do setor e associações ferroviárias, as cláusulas do edital afastaram novos concorrentes e privilegiaram a continuidade dessas empresas nas operações, favorecendo o monopólio. O governo, a VLI e a Rumo negaram qualquer tipo de favorecimento e alegaram que as regras foram debatidas, são públicas e que passaram pelo plenário do Tribunal de Contas da União. (Portal UOL Notícias)


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