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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 018


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"O homem erudito é um descobridor de fatos que já existem - mas o homem sábio é um criador de valores que não existem e que ele faz existir." (Albert Einstein)

Sete regras morais são validas em todas as culturas

Com tais regras morais universais fica mais claro o quanto o "aprimoramento moral" é exemplo de má ciência e que, de fato, não precisamos esperar o pior da moralidade alheia. Antropólogos da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram o que eles acreditam serem as sete regras morais universais. Indo diretamente ao ponto, esses sete mandamentos da moral seriam:

1. Ajude sua família.

2. Ajude seu grupo.

3. Retorne favores.

4. Seja corajoso.

5. Obedeça seus superiores.

6. Divida os recursos de forma justa.

7. Respeite a propriedade alheia.


Moral relativa ou moral universal? As regras foram encontradas em uma pesquisa com 60 culturas diferentes de todo o mundo. A equipe analisou relatos etnográficos de ética dessas 60 sociedades, abrangendo mais de 600.000 palavras de mais de 600 fontes. "O debate entre universalistas morais e relativistas morais tem durado séculos, mas agora temos algumas respostas. As pessoas em todos os lugares se deparam com um conjunto similar de problemas sociais e usam um conjunto similar de regras morais para resolvê-los. Como previsto, essas sete regras morais parecem ser universais em todas as culturas. Todos, em todos os lugares, compartilham um código moral comum. Todos concordam que cooperar, promover o bem comum, é a coisa certa a fazer," defende o professor Oliver Scott Curry, coordenador do estudo, publicado na revista científica Current Anthropology.


Moralidade como Cooperação - A equipe testou a teoria de que a moralidade teria evoluído para promover a cooperação e, como existem muitos tipos de cooperação, se existiriam muitos tipos de moralidade. De acordo com essa teoria, a seleção de parentesco explica por que sentimos um dever especial de cuidar de nossas famílias. O mutualismo explica por que formamos grupos e coalizões e, por isso, valorizamos a união, a solidariedade e a lealdade. A troca social explica por que confiamos nos outros, retribuímos favores, sentimos culpa e gratidão, retribuímos e perdoamos. E a resolução de conflitos explica por que nos envolvemos em exibições dispendiosas de coragem, como bravura e generosidade, por que nos submetemos a nossos superiores, por que dividimos os recursos de forma justa e por que reconhecemos a posse anterior de bens.


O comportamento cooperativo é válido em todas as culturas - Os pesquisadores concluíram, primeiro, que esses sete comportamentos cooperativos são sempre considerados moralmente bons. Segundo, exemplos da maioria dessas morais foram encontrados na maioria das sociedades. Crucialmente, não houve contra-exemplos, ou seja, em nenhuma sociedade qualquer um desses comportamentos é considerado moralmente ruim. E, terceiro, essas morais foram observadas com igual frequência em todos os continentes, não sendo uma reserva exclusiva do Ocidente ou de qualquer outra região. "Esperamos que esta pesquisa ajude a promover o entendimento mútuo entre pessoas de diferentes culturas; uma valorização do que temos em comum e como e por que somos diferentes," concluiu o professor Curry. (Diário da Saúde)


Dispositivos Médicos cresceram 13,5% em 2018

O setor de Dispositivos Médicos registrou alta de 13,5% no acumulado de 2018, segundo dados do Boletim Econômico da ABIIS - Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde. Só no ano passado, este mercado movimentou US$ 10,5 bilhões. As importações tiveram uma elevação de 21,8% no ano, totalizando US$ 5,4 bilhões. Já a produção nacional, que representa uma fatia maior do setor com 51,5% do todo, subiu 5,6% e atingiu US$ 5,7 bilhões em negócios. “Esta alta é atribuída principalmente a investimentos em equipamentos e aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e de irradiação. Em 2018, o mercado registrou um número elevado de fusões e aquisições de hospitais, clínicas e laboratórios, em todo o país, com ampliação dos investimentos nesses equipamentos”, analisa o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes.


Geração de empregos - O ano de 2018 também foi positivo na geração de empregos. Entre janeiro e dezembro, foram abertas 6.058 vagas na indústria e no comércio do setor de Dispositivos Médicos, uma alta de 4,6% em relação a 2017. Atualmente são 138.940 trabalhadores - 63,1 mil na indústria e 75,8 mil no comércio. Este número que não inclui os empregados em serviços de complementação diagnóstica e terapêutica. Entre os segmentos, destaque para a criação de 2.819 postos de trabalho na ‘Indústria de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos ópticos’. A variação mais representativa em percentual foi na ‘Indústria de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação’, alta de 9,7%. “Os dois segmentos que mais abriram oportunidades de emprego foram justamente na produção de equipamentos, mais um reflexo do investimento no setor”, afirma o diretor-executivo da ABIIS.


“A modernização da Saúde no Brasil é lenta” - Para Cerqueira Gomes, o ano foi positivo, mas a modernização da saúde no Brasil ainda é lenta. “Precisamos de uma regulação mais inteligente, aliada a incorporação racional de tecnologias, para que as redes pública e privada possam atender uma demanda crescente. O desempenho do setor hoje está nos mesmos patamares que há 5 anos, a mudança se faz necessária e urgente”, finaliza. O Boletim ABIIS é desenvolvido pela Websetorial Consultoria Econômica. (Portal Healthcare Management)


Startup na destinação social de medicamentos

Conectar entidades assistenciais que necessitem de medicamentos com a indústria farmacêutica. Essa é a proposta da PegMed, plataforma que intermedeia a doação de remédios que estão próximos do vencimento. “Com 120 dias antes da data de validade, os remédios não podem mais ser comercializados pelo fabricante, que é obrigado a descartar um produto ainda útil e que pode ajudar muitas pessoas”, alerta o CEO Rodrigo Miranda. A startup realiza na plataforma o cadastramento dos medicamentos que a indústria precisa descartar na plataforma. Nela constam 13 instituições beneficentes baseadas na cidade de São Paulo, que recebem a lista desses remédios e escolhem os que necessitam. O laboratório também pode escolher ou indicar a entidade de sua preferência. A entrega é combinada de acordo com cada doação, podendo ser efetuada pela indústria ou retirada no local pela instituição”, explica o CEO.


Eurofarma utiliza-se da PegMed - Uma das companhias que utiliza a plataforma há quatro meses é a Eurofarma. “Algumas indústrias têm seus próprios programas de doação, mas ainda muito manuais e burocráticos, fazendo o medicamento chegar à instituição muito perto de expirar a validade. Nossa plataforma consegue otimizar esse tempo, além de desburocratizar e conseguir métricas importantes para a indústria”, ressalta Miranda. Segundo o executivo, a intermediação funciona totalmente online, mas a documentação, assinatura eletrônica, cadastro de instituições e renovação é personalizada de acordo com o que indústria farmacêutica necessitar. “Com a plataforma, as grandes indústrias farmacêuticas podem reduzir em 20% os gastos com logística reversa e incineração e aumentar em 30% as doações”, finaliza. (Portal Panorama Farmacêutico)


CVS vai vender produtos de maconha nos EUA

A CVS Health, maior rede de farmácias dos EUA vai vender produtos de maconha em 800 lojas. Com a onda crescente de legalização nos EUA, a indústria da maconha e de seus derivados vem se tornando de tal forma uma realidade bilionária que agora os gigantes do mercado começam a não só desejar como precisar fazer parte de tal mudança. A CVS anunciou que a partir da semana que vem suas lojas em oitos estados norte-americanos passarão a vender produtos à base de CBD – Canabidiol, um dos princípios químicos da maconha. Ao todo serão 800 lojas, nos estados do Alabama, Califórnia, Colorado, Illinois, Indiana, Kentucky, Maryland e Tennessee oferecendo produtos com CBD. Inicialmente serão cremes, sprays, roll-ons, loções e pomadas. A declaração da rede afirma que está estabelecendo parcerias com fabricantes que sigam a lei e os padrões de qualidade da CVS, e o projeto pressupõe que o número de lojas oferecendo tais produtos cresça rapidamente.


O mercado americano de produtos com canabidiol - Estima-se que o mercado de produtos com CBD nos EUA chegue a 16 bilhões de dólares em 2025, e por isso empresas que fornecem tais produtos não só vêm ganhando alta valorização, como estabelecendo parcerias com outras gigantes como a própria CVS. Marcas como a Curaleaf, que trabalha com 40 produtores de maconha em 12 estados, não só assinaram a distribuição na rede CVS como com outras lojas, e o valor de suas ações sobem se aproximando das dezenas de milhões de dólares. (Portal R7)


CIA considerou soja brasileira ameaça aos EUA

A soja brasileira é encarada pelos Estados Unidos como uma "ameaça" às exportações americanas há pelo menos 46 anos, segundo documentos produzidos pela CIA, a agência de inteligência daquele país. Em 1973, um relatório afirmava no título que o grão brasileiro apresentava um risco concorrencial aos EUA. Sob a inscrição "Brazil's Soybeans: An Emerging Threat to US Exports", ou Soja do Brasil: uma ameaça emergente para as exportações dos EUA, o texto foi classificado à época como confidencial e, recentemente, liberado para consulta como parte do "Freedom of Information Act" - Lei de Liberdade de Informação. O documento mostra os dados sobre a produção dos dois países no início dos anos de 1970 e destaca que a exportação de soja brasileira ainda não alcançara a exportação americana, "mas que ameaça seus lucros futuros". O estudo, com 13 páginas, também afirma que, com um crescimento anual de 50% da produção do grão, naquele período, o Brasil já era o "único concorrente importante" dos Estados Unidos.


Os prejuízos da trégua China X EUA - O histórico de concorrência na exportação de soja vem à tona quando os produtores brasileiros podem ter perdas estimadas em R$ 20,5 bilhões, caso se confirme a trégua comercial entre China e EUA. A China teria oferecido aos americanos a compra de um adicional de R$ 111 bilhões em produtos agrícolas, o que diminuiria a demanda de similares brasileiros. "Caso se confirme, vai haver um impacto inicial muito forte, o temor é esse", diz Luis Fernando Fucks, presidente da Aprosoja-RS - Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul. No entanto, Fucks relativiza o impacto a médio prazo, pois a China não poderia abdicar de importar a soja brasileira porque, mesmo comprando dos Estados Unidos, sua produção é insuficiente para abastecer todo o país.


A visita de Bolsonaro aos Estados Unidos – A visita teria reforçado a aliança política e econômica entre os dois países, avalia Paulo Pires, presidente da FecoAgro-RS - Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul, e uma parceria não pode impedir o Brasil de vender para o mundo todo, diz. "Não pode ter ideologia de nenhum lado. O ministro da Economia Paulo Guedes foi feliz na declaração", disse Pires. "Sabe quem tem mais investimento direto nos Estados Unidos? Os chineses. Então por que nós não podemos fazer comércio com a China e deixar que eles invistam no Brasil em ferrovias para transportar nossa soja?", disse Guedes, durante a visita em que acompanhava Bolsonaro.


A previsão da CIA sobre o crescimento da exportação brasileira - "É quase certo que o Brasil ganhará uma maior fatia da exportação mundial de soja no longo prazo", afirma o texto. Além disso, a CIA entendia que uma eventual queda nos preços mundiais, naquele período, favoreceria o Brasil, já que os produtores americanos trocariam a soja pelo milho, enquanto os brasileiros permaneceriam com a soja, que é mais lucrativa.


O documento também dizia que o governo brasileiro estava incentivando os produtores com subsídios saídos de impostos e que o apoio ocorria também em nível estadual, como no caso do Rio Grande do Sul, que veiculava uma campanha publicitária sobre os números da safra. Dez anos depois, a produção brasileira de soja continuava no radar da CIA. Em julho de 1983, a Diretoria de Inteligência da agência produziu outro documento, a pedido do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. Além dos números recentes das safras brasileiras, o documento de 1983 afirmava que, "diferentemente de Washington, Brasília intervém fortemente no mercado" e que os "preços são controlados, especialmente para produtos de soja". O texto também ressalta que os produtores recebiam incentivos, crédito e auxílio em marketing. Consta ainda a afirmação de que estatais brasileiras eram as principais responsáveis por acordos de vendas para a então União Soviética. O comunismo era outra preocupação dos Estados Unidos, na época, em Guerra Fria com os russos (Jornal Folha de S.Paulo)


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