ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 017


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"O essencial é estar bem consigo mesmo." (Voltaire)

O futuro do bem-estar não está na economia

Inúmeras pesquisas confirmam que dinheiro não compra felicidade. É certo que todos precisam de uma renda mínima para sobreviver dignamente, mas a felicidade aparece junto com pessoas, não com coisas. Fatores não materiais, como apoio social, liberdade e justiça, terão um papel maior do que o dinheiro ou os fatores econômicos no bem-estar futuro das pessoas. Esta é a conclusão de uma pesquisa global de bem-estar cujo objetivo foi projetar como estarão os níveis de felicidade mundial em 2050. A conclusão é que, para melhorar ao máximo o bem-estar das pessoas nas próximas décadas, os formuladores de políticas devem olhar além dos cálculos econômicos e priorizar os fatores não materiais ao tomar grandes decisões. "Políticas de longo prazo que são excessivamente focadas no crescimento econômico terão efeitos limitados no bem-estar," disse Christopher Leigh, da Universidade McGill, no Canadá. "Se o bem-estar humano é o principal objetivo dos governos, seus recursos seriam mais bem gastos com base no que realmente importa para a experiência humana."


Indicadores econômicos e indicadores sociais - Os pesquisadores projetaram um modelo estatístico que combina dois conjuntos de medidas. O primeiro conjunto inclui os indicadores objetivos materiais tradicionais, incluindo o PIB per capita e a expectativa de vida. O segundo conjunto envolve indicadores sociais, conforme medidos na Pesquisa Mundial Gallup nos últimos anos. Esses indicadores incluem a liberdade de escolher o que fazer com a própria vida, níveis percebidos de corrupção do governo e dos negócios, prevalência de doações e disponibilidade de apoio social informal. Os dados da pesquisa global mostram que, em uma escala de zero a 10, os entrevistados, em média, avaliaram seu próprio bem-estar em 5,24 em 2016.


Investimentos no tecido social - Os pesquisadores então usaram mudanças observadas nos dados de 2005 a 2016 para projetar cenários para as avaliações de vida em 2050. Os resultados mostram que mudanças futuras em variáveis materiais provavelmente produzirão melhorias modestas nas avaliações globais de vida - um aumento de zero a 10% acima dos níveis atuais. Por outro lado, os cenários baseados em variáveis não materiais mostram uma ampla gama de possíveis resultados, de um aumento de 30% nas avaliações globais de bem-estar no cenário mais otimista, até uma queda de 35% no cenário mais pessimista de declínio social. "Nossos resultados mostram que os maiores benefícios a serem potencialmente feitos nas próximas décadas, bem como as armadilhas mais perigosas a serem evitadas, residem no domínio do tecido social," concluem os pesquisadores. A pesquisa foi publicada na revista Nature Communications. (Diário da Saúde)


Produtos saudáveis e práticos estão em alta

Depois de permanecer estável em 2018, o consumo tende a crescer em 2019, impulsionado pela demanda por produtos com apelo saudável ou que sejam práticos, de acordo com a empresa de consultoria de pesquisas de mercado Kantar Worldpanel. Esta consultoria avaliou o desempenho de 105 categorias de produtos de consumo de massa no Brasil em 2018. De acordo com o estudo, o varejo teve crescimento de 1,5% em valor em 2018, totalizando R$ 42 bilhões. Em volume, houve queda de 2,1%. Em unidades vendidas, houve incremento de 0,4%, para 12,6 bilhões de itens. O gasto médio dos consumidores por compra encolheu 1% e a frequência às lojas teve redução de 1,8%, o que significa uma visita a menos no varejo a cada seis meses, aproximadamente. “Foi um ano em que o consumo não cresceu. Havia uma expectativa de que o consumo aumentaria no quarto trimestre, com a definição do cenário político e o aumento da confiança dos consumidores. Mas não houve crescimento“, afirmou Giovanna Fischer, diretora de marketing da Kantar Worldpanel.


Menos tempo para comprar - A consultora observou que, nos anos de crise, houve queda na frequência de compras de produtos para consumo no lar, compensada por um aumento no volume médio de compras por visita. Em 2018, no entanto, a frequência de compras caiu, mas o volume médio de compras ficou estável. “Os consumidores estão com menos tempo disponível para fazer compras, por isso vão menos ao varejo. Do lado positivo, fazem mais compras de urgência. Nesses momentos, a necessidade fala mais alto que o preço. Essas compras aumentam principalmente nos minimercados e lojas de vizinhança”, afirmou Giovanna. Houve um aumento no número de compradores de 4,1% no ano passado, em relação a 2017.

Atacarejo vai aumentar - Na avaliação da diretora, as categorias de lojas de vizinhança e atacarejo ganharão espaço em 2019. Em 2018, o número de visitas ao atacarejo aumentou 12,8% em relação a 2017. A frequência em lojas de vizinhança cresceu 6,3%. Já em hipermercados, caiu 9,2% e em supermercados convencionais, diminuiu 0,4%. Em farmácias, houve queda de 1,5%. “O atacarejo ainda vai crescer muito. Apenas 50% das famílias compram uma vez por ano ou mais nesse tipo de varejo. O potencial de crescimento é grande”, avaliou Giovanna.


Menor consumo fora de casa - O estudo também revelou queda no consumo fora de casa. Em valor, houve retração de 5,3% em 2018, para R$ 20,6 bilhões. Em volume, a retração foi de 4,6%, para 4,7 bilhões de unidades. As compras de alimentos e bebidas para consumo fora do lar representaram 40% do valor gasto em 2018 e 37% do volume de compras dos consumidores.

Maior consumo dentro de casa - De acordo com Giovanna, também houve mudança no perfil de consumo dentro e fora de casa. Os brasileiros saíram menos para comer fora, mas compensaram isso com refeições mais caprichadas em casa. Dessa forma, há um crescimento no consumo dentro do lar, de produtos de valor agregado mais alto como sorvetes, azeite, batata congelada e molho para salada. Itens considerados mais saudáveis ou práticos crescem mais. É o caso das vendas de manteiga, que crescem 3%, azeites (16%) e massa fresca (10%). Produtos considerados menos saudáveis ou práticos perdem espaço, como as vendas de margarina (que caem 5%), vendas de óleo de soja (cai 22%) e sobremesa em pó (cai 2%).


Escolhas mais sofisticadas - “O consumo não cresceu, mas não se trata de economizar nas compras, e sim de fazer escolhas diferentes”, afirmou Giovanna. Na avaliação da consultora, os consumidores estão fazendo escolhas mais sofisticadas, levando em consideração qualidade e praticidade, além do preço. “Produtos considerados commodities, ou que não sejam considerados muito saudáveis perdem espaço na cesta”, acrescentou.


Atenção à promoções - A consultora também observou que os consumidores ainda estão muito atentos a promoções. De acordo com a Kantar Worldpanel, 55% das categorias de produtos que apresentaram crescimento no consumo aumentaram as vendas apenas com promoções. Ao todo, 17% das compras dos consumidores em 2018 foram de produtos em promoção, 1 ponto percentual a mais do que no ano anterior. (Portal Valor Online)


Cosan vai participar do leilão da ferrovia Norte-Sul

Pertencente ao empresário Rubens Ometto Silveira Mello, o grupo vai participar nos próximos dias de leilões de privatização de terminais portuários e da concessão da ferrovia Norte-Sul. Criada originalmente como produtora de açúcar e etanol, a companhia está elevando suas apostas em ativos de infraestrutura no País. Na próxima sexta-feira, 22, a Raízen, joint venture formada entre Shell e Cosan, vai participar do leilão de quatro terminais portuários de granéis líquidos, sendo três deles no porto de Cabedelo, na Paraíba e um em Vitória, ES. A Raízen também sinalizou interesse nas áreas portuárias que serão leiloadas no início de abril, no Porto de Belém. O governo federal pretende oferecer ao mercado, até o fim do ano, 17 áreas de arrendamentos de terminais portuários, que devem exigir R$ 2,5 bilhões em investimentos, afirmou o diretor do PPI - Programa de Parcerias de Investimentos, responsável pela área portuária, Diogo Piloni da Silva.


A participação no leilão da ferrovia Norte-Sul - No fim do mês, a Rumo, que é dona da ex-ALL, vai fazer uma oferta no leilão da Norte-Sul. A concessão de cerca de 1,5 mil quilômetros de malha ferroviária, que liga Porto Nacional, no Tocantins, a Estrela D’Oeste, SP, tem lance mínimo de R$ 1,35 bilhão e prevê investimentos de R$ 2,8 bilhões. O grupo está analisado os detalhes do edital desde sexta-feira passada. “São cerca de 300 páginas que recebemos de questionamentos feitos por interessados no edital”, disse Júlio Fontana, presidente da Rumo. A Norte-Sul é complementar aos negócios do grupo que, por meio da ex-ALL, é responsável pelo escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste do País para o porto de Santos. A companhia avalia, no momento, quais são os riscos da Norte-Sul, que demandam pesados investimentos para o futuro dono da concessão.


O Cosan Day está acontecendo hoje - A jornalistas, o presidente da Cosan, Marcos Lutz, afirmou estar otimista em relação à retomada econômica neste ano. Mas, segundo ele, o crescimento da economia está ligado à aprovação da reforma da Previdência. Os executivos do grupo realizam nesta terça-feira, 19, o “Cosan Day”, com investidores.


Outros interesses do grupo Cosan - Lutz afirmou que o grupo também vai avaliar as refinarias que serão colocadas à venda pela Petrobrás. Não há, contudo, interesse firme em entrar neste segmento. “Temos a obrigação de olhar esses ativos, mas o grupo não tem interesse de diversificar para este tipo de negócio.” Ativos de gás também estão no radar da companhia, que é controladora da Comgás, maior empresa de gás canalizado do País.

Renovação dos canaviais - Maior produtor de açúcar e álcool do País, a companhia deverá fazer este ano a maior renovação de área para cana dos últimos dez anos. A empresa detém quase 900 mil hectares plantados no País e elevará os investimentos nos canaviais, um ano após o período de seca que afetou as áreas plantadas. (Jornal O Estado de S Paulo)


Estabilidade na população ocupada no agronegócio

A população ocupada no agronegócio brasileiro manteve-se estável entre 2017 e 2018, somando 18,20 milhões de pessoas, de acordo com pesquisas do Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da ESALQ/USP, com base em dados da PNAD Contínua, do IBGE. No acumulado do ano, a participação do setor agro no total de ocupados no Brasil foi de 19,82%, ligeiramente inferior aos 20,11% observados em 2017. Considerando-se os segmentos que compõem o agronegócio, de 2017 para 2018, foram observadas reduções no número de ocupados para os elos de insumos (de 1,43%), primário (de 0,77%) e indústria (de 0,56%). Por outro lado, o número de pessoas atuando em agrosserviços cresceu 1,12%.


Contingente informal aumentou - Pesquisadores do Cepea destacam que, ao ponderar os resultados pela importância que cada atividade detém no setor, nota-se que as culturas que mais impactaram na redução do contingente de ocupados na agropecuária foram os cereais e as atividades de pesca e aquicultura. No caso das agroindústrias, a queda observada esteve atrelada às indústrias de açúcar, moagem, bebidas, têxteis de base natural e papel e celulose. Ao avaliar a mão de obra do agronegócio em termos de posição na ocupação, verifica-se continuidade na tendência de elevação no número de empregados sem carteira assinada observada nos últimos anos. De fato, o montante de ocupados nesta situação passou de 3 milhões em 2017 para 3,12 milhões em 2018. Contudo, cabe destacar que este movimento é também realidade para o mercado de trabalho do País como um todo. Os dados apontam que, entre 2017 e 2018, o total de empregos informais no Brasil aumentou 4,24%, ao passo que, no agronegócio, este percentual foi de 3,9.


Rendimentos médios no agronegócio cresceram - Os rendimentos médios obtidos por ocupados no agronegócio, por sua vez, apresentaram crescimento real entre 2012 (início da série histórica) e 2018. No ano passado, os valores segmentados com base em posições na ocupação foram: de R$ 1.759,14 para empregados e outros (com alta de 10,92% em relação ao início da série), de R$ 5.567,49 para empregadores (alta de 1,43%) e de R$ 1.263,44 para trabalhadores atuando por conta própria (elevação de 7,54%) (Assessoria de Comunicação do portal Brasilagro)


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