ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 014


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"Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem." (John Lennon)

Após 20 anos genéricos têm um terço do mercado

A Lei 9.787/99, que instituiu os medicamentos genéricos no Brasil, completou 20 anos de existência em fevereiro. Segundo Telma Salles, presidente da PróGenéricos - Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos, só em 2018, foram vendidas 1,4 bilhão de unidades, volume 11,03% maior que o registrado em 2017. “Os genéricos já representam 33,7% do mercado de medicamentos no País, pelo critério de unidades produzidas”, afirma a executiva. A ProGenéricos informa que hoje mais de 120 laboratórios possuem linhas dedicadas à produção de genéricos no Brasil. São mais de 3.780 registros de medicamentos, 580 princípios ativos, em 21,7 mil apresentações, cobrindo praticamente 95% das doenças prevalentes. Para 2019, a entidade projeta um crescimento da ordem de dois dígitos, mantendo os indicadores de performance do ano anterior.


A demora das patentes é entrave - Um dos grandes entraves que barram o lançamento de novos produtos é a lentidão na aprovação das patentes. “O que precisamos é trazer ao mercado mais moléculas e para isso é necessário que o Inpi seja mais ágil, que não demore de 13 a 14 anos para analisar um pedido de patente”, ressalta Telma.

Os dez medicamentos genéricos mais vendidos no Brasil em 2018 – Os princípios ativos mais vendidos em 2018 foram em ordem decrescente: Losartana potássica, Hidroclorotiazida, Sildenafila citrato, Atenolol, Dipirona sódica, Enalapril maleato, Metformina cloridrato, Nimesulida, Sinvastatina e Captopril.


Ampliação do acesso aos medicamentos - A maior conquista da instituição da lei dos genéricos foi a ampliação do acesso aos medicamentos, principalmente no caso de substâncias destinadas a tratamentos de doenças crônicas, que exigem o uso contínuo pelos pacientes. O consumo de medicamentos para controle do colesterol, por exemplo, cresceu mais de 2.320% desde a implantação da lei. Já o de anti-hipertensivos, voltados para o controle da pressão arterial, aumentou 743%, e os remédios para o tratamento de diabetes registraram expansão de mais de 1368%. A categoria representa 52% das vendas de medicamentos para doenças crônicas no país. 


Walgreens leva ânimo a pacientes com câncer

Ideias simples poderiam ser incorporadas pelo mercado farmacêutico brasileiro para trazer um novo ânimo a pacientes com doenças graves. Uma boa inspiração pode vir da Walgreens. Por meio do projeto Feel More Like You, clientes que convivem com o câncer recebem dicas de beleza da rede para administrar efeitos colaterais do tratamento. O programa foi lançado como piloto em novembro do ano passado, graças a uma parceria com a fundação Look Good, Feel Better e com a Cancer Support Community, considerada a maior rede global de amparo a pessoas com câncer. “A jornada que vai do diagnóstico do câncer até o tratamento traz fortes implicações psicológicas para os pacientes e pode exigir uma extensa rede de apoio, especialmente quando impacta na aparência física. Com o Feel More Like You, mobilizamos nossas equipes para ampliar vínculos com nossos clientes, oferecendo conhecimento técnico e solidariedade nesse período crítico”, disse Rina Shah, vice-presidente de operações e especialidades farmacêuticas da Walgreens.


O programa piloto da Walgreens - No início deste mês, chegou a 3 mil lojas da rede nos Estados Unidos, engajando em torno de 15 mil profissionais. Mais de 12 mil farmacêuticos foram treinados para recomendar a esse público produtos OTC que ajudam a minimizar problemas como erupções na pele, aumento da fadiga e feridas e sequidão na boca. Paralelamente, 3 mil consultores de beleza orientam os pacientes a gerenciar mudanças mais profundas decorrentes de radioterapias e quimioterapias, incluindo a perda de sobrancelhas, cutículas dolorosas, descoloração da pele e ressecamento dos cabelos.


Raia Drogasil compra a Drogaria Onofre

O grupo RD - Raia Drogasil anunciou em 26 de fevereiro a compra de 100% do capital social da Drogaria Onofre, controlada pelo grupo norte-americano CVS Health. Segundo fontes, as negociações teriam começado em dezembro. Com a aquisição, a Raia Drogasil mira o mercado de vendas online, que representa grande parte do faturamento da Onofre. Enquanto isso a Onofre continuará atuando de forma independente, sob o controle da CVS. Fundada pela família Arede em 1934, no Rio de Janeiro, a Onofre conta com 50 unidades - 47 em São Paulo, duas no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte. A compra pela CVS ocorreu há seis anos, num valor de R$ 700 milhões. A Raia Drogasil, maior rede de farmácias do Brasil, segundo o ranking da ABRAFARMA, possui 1.849 lojas em 22 estados. Em 2018 o grupo inaugurou 240 novas unidades, apresentando uma receita bruta de R$ 15,5 bilhões. O fechamento e a implementação da transação, assim como o processo de integração das operações, deve ocorrer após a aprovação do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica.


RD em busca da classe C - Além do foco no e-commerce, a RD também busca  meios de alcançar a classe C. Em um comunicado a investidores enviado no fim de 2018, o grupo ressaltou o desafio da concorrência com as farmácias de bairro, localizadas em regiões de baixa renda. A união dessas unidades com as redes associativistas permite maior poder de barganha na negociação com fornecedores, o que se tornou um problema para a gigante do setor. 


Drogal patrocina o XV, time de futebol de Piracicaba

Com o objetivo de valorizar um dos maiores símbolos de Piracicaba, a Rede Drogal firmou parceria com o Esporte Clube XV de Novembro para patrocínio, venda de ingressos e descontos ao sócio-torcedor do Nhô Quim. A oficialização do apoio ocorreu no dia 28 de fevereiro, durante coletiva de imprensa no Estádio Barão da Serra Negra. Os ingressos para os jogos do Paulistão, do qual o XV disputa a série A2, estão sendo vendidos em seis unidades da Drogal, no Centro, e nos bairros Nova Piracicaba, Santa Teresinha, Independência, Campestre e Piracicamirim. Nestas unidades o torcedor encontra os ingressos de valor inteiro, referentes aos setores azul, com entrada pelo portão 2, de cadeiras cativas, na rua Silva Jardim, e branco, cuja entrada se dá pelo portão 6, e geral, na avenida Independência. Quem é sócio-torcedor também pode usufruir de descontos oferecidos pela Rede Drogal em medicamentos e perfumaria. São diversos itens com valores reduzidos. Para utilizar os descontos basta que o cliente informe o CPF no balcão e no caixa.


Uma parceria de doze anos – O contrato atual se refere a 12 meses de parceria e a contrapartida será a inserção do logotipo da Rede Drogal em uma das coberturas dos bancos ao lado do gramado do Barão, localizado em frente ao Setor Azul, de cadeiras cativas, assim como no muro do estádio na Rua Moraes Barros. “Para nós é muito gratificante contribuir com os torcedores e também com o clube. O XV é patrimônio da cidade e a Rede Drogal tem a alma piracicabana. Somos parceiros do XV há 14 anos e queremos que o time se fortaleça e alcance a série A do Brasileirão”, afirma o diretor administrativo da Rede Drogal, Marcelo Cançado. Para o presidente do XV, Arnaldo Bortoletto, a parceria também é uma vitrine para que outras empresas invistam no clube. “Nem sempre é necessário valor financeiro. No caso da Drogal, o fornecimento de produtos trará economia de quase R$ 4 mil reais por mês, valor que será alocado para outros custos, além dos pontos gratuitos de vendas de ingressos”, ressaltou.

O real lugar do Nhô Quim - O diretor comercial da Rede Drogal, Ricardo Cançado, que é apaixonado pelo XV e não perde os jogos no estádio, apontou que a parceria busca contribuir com o alvinegro, que deve voltar “ao lugar de onde nunca deveria ter saído”, se referindo ao passado, quando figurava entre os grandes times do futebol brasileiro.  (Redação Panorama Farmacêutico)


Venda da Usina São Fernando poderá ser retomada

Após duas tentativas infrutíferas, o processo de venda da Usina São Fernando, em falência desde junho de 2017, poderá ser retomado a partir deste ano. De acordo com informações da VCP - Vinícius Coutinho Consultoria e Perícia, que administra a massa falida da unidade sucroalcooleira desde junho de 2017, a Justiça concluiu o julgamento de embargos que barravam a operação, a ser realizada por meio de contratação de uma empresa especializada. Com a autorização judicial, a consultoria poderá dar continuidade ao procedimento de venda. Uma vez fechado o contrato, a empresa responsável pela venda da São Fernando fará levantamento da situação do patrimônio e também a atualização do valor de avaliação. Pelo último trabalho, realizado pela própria consultoria à época em que a Justiça decretou falência da Usina São Fernando, o montante avaliado estava em R$ 716.192.500,00. Ainda não há prazo estimado para a conclusão do processo de venda, já que a decisão judicial é muito recente, segundo a VCP. “Atualmente, a Usina São Fernando está funcionando para manter as despesas, para o pagamento dos funcionários, que está em dia, e para evitar que o maquinário, equipamentos e demais bens sejam degradados”, informou a administradora judicial.


A massa falida - Ainda conforme a VCP, a venda dos bens e o pagamento dos credores da Usina São Fernando ainda não foi realizado porque a empresa não tem valor arrecadado e está com processo de venda suspenso. Dois editais chegaram a ser realizados entre 2017 e 2018 para proposta de compra do empreendimento, mas não houve resultados positivos. No ano passado, a administradora judicial sugeriu a contratação de uma empresa especializada para cuidar do processo de venda da unidade e o pedido chegou a ser deferido pelo juiz, mas embargos apresentados à Justiça suspenderam o trâmite do processo, até o julgamento dos recursos, o que ocorreu no início deste ano.


O auge e o declínio da usina - Considerada a maior geradora de empregos de Dourados até entrar em recuperação judicial em abril de 2013, a Usina São Fernando chegou a empregar, em seu auge, cerca de 3.800 funcionários, situação muito distante da realidade atual. Até o primeiro semestre do ano passado, a indústria operava com apenas 30% de sua capacidade, empregando 900 trabalhadores, de acordo com informações repassadas à época pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Açúcar, Etanol e Bioenergia de Dourados e Ponta Porã. O empreendimento pertencia à família do empresário José Carlos Bumlai, envolvido em escândalos de corrupção apontados pela Operação Lava Jato, e teve a falência decretada pelo juiz da 5ª Vara Cível de Dourados, Jonas Hass, em junho de 2017. A Usina São Fernando passou a ser controlada por um administrador judicial até ser definido um destino para a indústria.


Os credores - O maior credor da usina é o BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que financiou o projeto. No primeiro leilão, em setembro de 2017, o valor mínimo fixado para a venda da usina era de R$ 716 milhões, mas não apareceram interessados. Já no segundo certame, não foi estabelecido valor. Na ocasião, foi apresentada apenas uma proposta feita pela empresa Pedra Angular Açúcar e Álcool Participações e Administração no valor de R$ 825 milhões. Na época, o juiz Jonas Hass julgou a Pedra Angular “incapaz de assumir tamanho compromisso” e afirmou que o capital social da empresa “é ínfimo ante o tamanho das dívidas, do capital da massa falida e do fluxo de caixa diário da massa falida”  (Jornal Correio do Estado – Campo Grande, MS)


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