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ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 12 | Edição 011


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" Horário de verão significa dormir sem sono e acordar dormindo." (Éwerton Único)

Horário de verão termina neste domingo

Termina neste domingo, 17 de fevereiro, o horário brasileiro de verão. Adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, a medida afeta os moradores de dez estados e do Distrito Federal, que terão de atrasar seus relógios em uma hora. Ou seja, à 0h do domingo, os relógios devem voltar para as 23h, de forma que o sábado, 16, terá uma hora a mais!


Higiene do sono ajuda adaptação ao fim do horário de verão

Com o término do horário de verão neste fim de semana, muitos ficam felizes porque não curtem relógios adiantados, e outros infelizes, porque que gostam de chegar do trabalho em casa com o dia ainda claro. Estima-se que em torno de 30% das pessoas não se adaptam ao horário de verão, outras 30% levam certo tempo para se adaptar e as demais nada sentem com a mudança. "Não é mito o prejuízo causado por esta uma hora de sono. Ela é relevante para algumas pessoas e há razões para as queixas que elas apresentam. O sono é extremamente importante para a reconstituição de algumas funções do organismo. Para algumas pessoas, essa uma hora de sono é extremamente crítica para a organização, porque o melhor momento do sono é o final da manhã, o período em que está para acordar," diz Ricardo Martins, médico do Hospital Universitário da UnB, em Brasília.


A higiene do sono Ao natural, as pessoas tendem a querer adormecer com o estabelecimento da escuridão. Por este motivo, acordar em um período muito escuro do dia fica difícil para algumas. Com o fim do horário de verão, a recomendação do médico de Brasilia é adotar algumas medidas chamadas de higiene do sono. "Elas ajudam a induzir o sono, o que é ideal para a pessoa se adaptar a essa nova condição do horário oficial," garante o Dr. Martins. As medidas prévias de higiene do sono podem incluir se reduzir a luminosidade do ambiente ao cair da noite; reduzir o acesso às telas de celulares e televisão; evitar bebidas estimulantes, como o café e que contém álcool; tornar o ambiente mais calmo e menos estimulante possível; evitar exercícios físicos pesados durante a noite,  e fazer refeições mais leves, como frutas e saladas.  (Diário da Saúde)


M&As e a provisão de créditos em processos judiciais

Um novo olhar sobre práticas de M&A vem ganhando força no Brasil: o direito de comercializar os chamados Legal Claims, ou seja os créditos contidos em processos judiciais em operações de fusões e aquisições. De forma geral, por uma obrigação contábil e societária, as empresas precisam provisionar em seus balanços todos os processos que, na visão dos advogados que assessoram a companhia, têm probabilidade de perda classificada como “provável”. E mais, enquanto se negocia a aquisição, os relatórios de due diligence informam todas as ações judiciais em andamento e suas respectivas classificações de risco - remoto, possível ou provável -, de modo a fornecer informação ao comprador sobre o risco e o valor estimado de perda e, às vezes, o tempo previsto para este desembolso. A partir daí, o valor dos processos em que a empresa figura como ré é descontado do valor da compra, afetando o Equity Value.  (Jornal O Estado de S Paulo, com informações de Rodrigo Valverde, sócio-fundador do escritório SV Law)


Gestora Unio cria rede de clínicas médicas

Formada por três ex-sócios-fundadores da holding de corretoras de seguros Alper - Brasil Insurance, a gestora Unio Investimentos vai investir este ano R$ 50 milhões em uma rede de clínicas médicas populares. O Controlador da gestora, Bruno Padilha, tem a ambição de liderar um processo de consolidação no setor. A rede de clínicas Dr.Tudo é o primeiro investimento não financeiro da gestora Unio. (Jornal Valor Econômico)


Ações da Coty valorizam com oferta de acionista

A fabricante francesa de cosméticos Coty recebeu de acionista, a empresa de investimentos JAB Holding Company uma oferta de compra de até 150 milhões de ações pelo valor de US$ 11,65 a unidade, um prêmio de 38%, considerando o preço médio ponderado dos últimos 90 dias. Com a transação, a fatia da JAB na empresa pode aumentar de 39% para aproximadamente 60%. Esta proposta, enviada pelo presidente do conselho de administração da JAB, Peter Harf, à multinacional francesa levavam as ações da Coty a registrarem alta de 17%. (Jornal Valor Econômico)


Subsídios ao crédito rural beneficiam mais os bancos e não chegam ao produtor

O governo quer mudar as regras de utilização dos recursos, mas tem grandes desafios pela frente. De acordo comAntônio da Luz, economista da FARSUL - Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, não pode haver uma reviravolta total no modelo que atualmente existe. É necessário que o "desmame" do crédito subsidiado seja mais lento para o setor agropecuário. Luz faz parte da equipe que está discutindo essas mudanças junto ao governo e destaca que os subsídios ao crédito rural não vão acabar. Essa não é a intenção do governo, ressaltou o economista, e informa que em nenhum momento se discute cortar os subsídios. O que se discute é se o subsídio chega ou não ao produtor. Essa é uma discussão que, como ressalta o economista, deve ser enfrentada.


Modelo atual de crédito subsidiado é criativo – O economista da FARSUL tem a opinião de que antes de se pensar em um novo modelo, tem que pensar no atual modelo que, para ele, foi bastante criativo. “Saímos de uma situação na qual o governo financiava a agricultura e passamos a outro modelo no qual a sociedade financia a agricultura retirando dinheiro dos depósitos compulsórios e deslocando dinheiro da caderneta de poupança, neste último caso, fazem isso apenas os bancos federais e, posteriormente, as cooperativas de crédito.”


Pensando em novas alternativas - Segundo Luz, o sistema utilizado no momento foi criado quando a agricultura era de 50 milhões de toneladas. “Atualmente, com uma agricultura de 240 milhões de toneladas a situação é diferente. O agronegócio, a partir de 1996, cresceu muito mais do que cresceram os depósitos a vista. Do Plano Safra 2014 ao Plano Safra 2018, o custo de produção aumentou 22%. Sem considerar aumento de área, aumentou-se, no mínimo, 22% a necessidade de recursos. Entretanto, no mesmo período, mesmo com os anúncios de créditos cada vez maiores, o que de fato foi emprestado ao produtor caiu 10,5%.”  Segundo o economista, os produtores estão pagando juros estratosféricos e o sistema "naturalmente, bateu no teto". Por isso, devem ser pensadas em novas alternativas que não são para o próximo Plano Safra. O setor, entretanto, tem solicitado ao governo que estude alternativas porque esse sistema tem dado sinais claros de esgotamento, como relatou o economista da FARSUL.  (Portal Notícias Agrícolas)


Lojas de conveniência BR Mania despertam interesse

A rede de postos de gasolina da BR Distribuidora, controlada pela Petrobras, contratou o banco BR Partners para buscar um parceiro no negócio de suas lojas de conveniência nos postos de atendimento, denominadas BR Mania, conforme informado pelo jornal Valor Econômico. Entre as empresas que sinalizaram interesse nas últimas semanas estão as Lojas Americanas, o GPA - Grupo Pão de Açúcar, a IMC, dona do Frango Assado e Viena, o Carrefour, a americana 7Eleven e a gestora Advent. Informaremos sobre os desdobramentos futuros. 


Setor Óleo e Gás bateu recorde de fusão e aquisição 

O setor de óleo e gás bateu recorde de operações de fusões e aquisições no Brasil em 2018. Segundo levantamento da consultoria KPMG, foram realizadas 46 transações no ano passado, um aumento de 64% em relação a 2017. Foi o maior patamar já registrado na indústria petrolífera desde 1998, início da série histórica medida pela KPMG. A consultoria atribui o resultado aos recentes leilões de áreas exploratórias e à "grande movimentação doméstica". "O mercado espera que esse ritmo seja mantido nos próximos anos com a previsibilidade da agenda de licitações". (Jornal Valor Econômico)


Shell estreia em geração de energia elétrica no Brasil

Pátria Investimentos, Shell e a MHPS - Mitsubishi Hitachi Power Systems formalizaram, em 11 de fevereiro, a constituição de uma joint venture para construção e operação da termelétrica a gás Marlim Azul, em Macaé, RJ. Ao todo, serão investidos 700 milhões de dólares para construir a usina térmica. A Marlim Azul, que tem capacidade instalada de 565 megawatts, marca a estreia da Shell no setor de geração de energia elétrica no Brasil. Inicialmente, a petroleira havia entrado no projeto como fornecedora do gás natural que será consumido na usina. Ainda no ano passado, contudo, a multinacional iniciou as conversas para compor a sociedade responsável pela construção da termelétrica. O CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica, inclusive, já havia dado o aval para a entrada da Shell ainda em 2018. O projeto terá o fundo Pátria Investimentos com 50,1% de participação, a Shell com 29,9% e a MHPS com 20%. A usina foi negociada no leilão de energia nova realizado pela ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica em dezembro de 2017.


A sociedade com a Shell - A joint venture será responsável pelo desenvolvimento da usina, assim como pela comercialização de sua energia, tanto no mercado cativo, como no ACL - ambiente de contratação livre de energia, através da Shell Energy Brasil S.A. Marlim Azul foi o primeiro projeto vencedor dos leilões de energia a ser suprida com gás do pré-sal brasileiro. A usina térmica entrará em operação em 2022, disponibilizando ainda energia adicional a ser vendida no mercado livre. A turbina a gás será fornecida pela MHPS. A Marlim Azul tem a expectativa de despacho de mais de 80%, o que permitirá complementar a intermitência da geração renovável com a exploração das reservas de gás natural do pré-sal. A sociedade estima que, no pico da construção da planta, o número de empregos diretos criados poderá chegar a 1,5 mil. (Jornal Valor Econômico)


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