ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 044


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“Um dia sem risada é um dia desperdiçado.” (Charlie Chaplin)


Rir a dois melhora relacionamento, mesmo se o outro rir de você

O riso desempenha um papel importante nos relacionamentos, seja o riso compartilhado ou direcionado ao outro. De fato, os parceiros tendem a se mostrar mais contentes com seu relacionamento quando lidam bem tanto com as risadas a dois, quanto quando o companheiro ri "ridicularizando" algum comportamento ou fala da outra. As pessoas que têm medo de serem ridicularizadas, por outro lado, são frequentemente menos felizes em seu relacionamento, frequentemente partindo para uma discussão - "Você está rindo comigo ou de mim?". Esse jeito de lidar com o riso também afeta o parceiro e a vida íntima do casal, dizem René Proyer e Kay Brauer, da Universidade Martin Luther, na Alemanha. Os psicólogos conduziram entrevistas com 154 casais heterossexuais, nas quais os participantes responderam separadamente a perguntas sobre seu relacionamento. Por exemplo, sobre a satisfação com o relacionamento em geral, se o casal discutia com frequência e como os dois parceiros estavam satisfeitos com sua vida íntima. Uma atenção especial foi dada a como os participantes lidam com o fato de serem ridicularizados e se gostam de rir dos outros.


Rir ou ser rido - "Nós descobrimos que os parceiros são muitas vezes semelhantes em relação às suas características individuais e também aos seus perfis," resume Kay Brauer. Quando esses perfis e características correspondem, os casais geralmente têm "mais conteúdo" em seus relacionamentos. Curiosamente, os pesquisadores observaram que o fato de um parceiro rir do outro tem efeitos basicamente positivos, principalmente para as mulheres. Ter medo de ser ridicularizado, por outro lado, tende a ter efeitos negativos: as pessoas que têm esse medo têm menos conteúdo em seu relacionamento e também tendem a desconfiar de seu parceiro. Isso também tem consequências para o parceiro: os homens disseram com mais frequência que não se sentiam realmente satisfeitos com sua vida íntima quando o parceiro demonstra esse medo de ser ridicularizado.


Exceder ao ridicularizar o outro aumenta o nível das discussões - Já o fato de um parceiro ter um gosto especial por ridicularizar o outro aumenta o nível de discussões entre o casal. "Isso não surpreende, considerando que essas pessoas frequentemente vão longe demais e fazem comentários irônicos que podem levar a uma discussão," disse Brauer. É claro que nem tudo em um relacionamento são risadas. Os pesquisadores afirmam que o modo de lidar com o riso, compartilhado ou dirigido ao outro, não é suficiente para avaliar se um relacionamento é considerado bom ou não pelos parceiros. "É claro que há mais do que isso para que um relacionamento seja bem sucedido, em que os parceiros experimentam a felicidade," afirmaram eles em seu artigo, publicado na revista Journal of Research in Personality. (Diário da Saúde)


Justiça limita fiscalização dos conselhos de farmácia

O Tribunal Regional Federal de São Paulo deferiu uma ação da ABCFarma - Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico que impõe limites à fiscalização do CRF-SP - Conselho Regional de Farmácia de São Paulo. Segundo a decisão do TRF-SP, só compete ao CRF-SP a verificação do exercício da profissão de farmacêutico. Na interpretação do órgão, o acompanhamento das condições sanitárias dos estabelecimentos, inclusive quanto à venda de produtos de conveniência, é uma atribuição que cabe exclusivamente à vigilância sanitária por se tratar de um assunto inerente à saúde da população. Apesar de envolver diretamente o conselho paulista, o entendimento deve ser aplicado a todas as entidades congêneres do país, já que a decisão foi baseada em jurisprudência do STJ - Superior Tribunal de Justiça.


Número de crianças sem vacina quadruplica nos EUA

Um relatório produzido pelo CDC - Centers for Disease Control and Prevention, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, evidencia uma crescente preocupação entre as autoridades locais. Segundo o estudo, o percentual de crianças menores de dois anos que não recebeu nenhuma vacina quadruplicou nos últimos 17 anos. Dos meninos e meninas nascidas em 2015, cerca de 100 mil não foram imunizados desde então. O percentual ainda é pequeno em relação ao contingente total de crianças norte-americanas – 1,3% –, mas era de apenas 0,9% em 2011. Nas zonas rurais do país, o índice sobe para 2%. No ano passado, os Estados Unidos voltaram a registrar a incidência de doenças como o sarampo. Um dos surtos ocorreu no estado de Minnesota, onde a maioria dos casos confirmados envolvia crianças somali não vacinadas. A baixa adesão foi desencadeada por informações distorcidas disseminadas por ativistas contrários à imunização, que assustaram comunidades de imigrantes locais. “Mas a recusa dos pais representa apenas uma das motivações para esse problema. Cerca de 7% do público sem cobertura de seguro nessa faixa etária não foi imunizada, contra 0,8% das crianças com plano de saúde privado e 1% vinculada ao Medicaid”, alerta Amanda Cohn, pediatra e conselheira sênior do CDC para vacinas. (Panorama Farmacêutico)


Melhoram as transações de M&A em outubro

Sinais de melhora dos negócios de fusões e aquisições de empresas no mercado brasileiro no mês de outubro. Foram realizadas 75 transações, um crescimento de 21% em relação ao mesmo mês de 2017, quando foram divulgadas 62 operações. Em volume financeiro, essas transações movimentaram cerca de R$ 35,3 bilhões, crescimento de 126,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 2018, com 675 operações, verificou-se um crescimento de 2,9%, em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram apuradas 656 transações. Já em relação ao montante dos investimentos, verificou-se crescimento de 16,3%, alcançando 232 bilhões de reais. O acumulado dos últimos doze meses sinaliza um crescimento de 1,5% do número de transações, com 875 negócios, comparativamente com o acumulado do mesmo mês do ano anterior. O valor médio das transações acumuladas nos primeiros dez meses registrou crescimento de 13,0% em relação ao mesmo período do ano passado.


Setores com maior crescimento dos negócios - O maior crescimento do número de transações no acumulado do ano ocorreu nos negócios de porte de 500 a 999 milhões de reais, com 36 negócios e crescimento de 12,5%. A maior queda foi constatada no volume de transações de porte maior do que um bilhão de reais, com redução de 16% no acumulado do ano. Os setores de TI, OUTROS, COMPANHIAS ENERGÉTICAS e HOSPITAIS E LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLINICAS foram os mais ativos nos primeiros dez meses. E os que mais cresceram foram: OUTROS e HOSPITAIS E LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLINICAS. O maior apetite no mês ficou por conta dos investidores Estratégicos com 52 operações. os Financeiros realizaram 23 operações no mês. Os investidores de Capital Nacional foram responsáveis por 38 operações no mês. No acumulado do ano, 435 operações responderam por um crescimento de 7,7%.


Capital estrangeiro - Os investidores de Capital Estrangeiro realizaram no mês 37 operações. No acumulado do ano foram 240 operações, queda de 4,8%. Por país, os EUA, com 16 operações, foi o de maior apetite estrangeiro no mês de outubro/18. No acumulado do ano os EUA também lideraram com 89 transações. As maiores transações do mês de outubro foram a Petrobras vendendo ativos na Nigéria por até US$ 1,53 bi, e a Stone, processadora de cartões brasileira, que saltou 30% em estreia que levantou 1,5 bilhão de dólares em IPO na Nasdaq, alcançando valor de mercado de 9 bilhões de dólares. (Blog Fusões & Aquisições)


Três grupos disputam complexo eólico da Renova

AES Tietê, Aliança Energia e Rio Energy estão na disputa pelo Complexo Eólico Alto Sertão III, da Renova Energia. Avaliado em cerca de R$ 700 milhões, o negócio envolve um projeto de 400 megawatts no interior da Bahia, energia suficiente para abastecer uma cidade de 1,6 milhão de pessoas. A venda do projeto ou uma capitalização na holding para conclusão do empreendimento deve ser fechada ainda neste ano. Fundada em 2001, a Renova tem como sócios a estatal mineira Cemig; a Light, do Rio de Janeiro; o BNDES e a RR Participações. Até agosto deste ano, Alto Sertão III estava sendo negociado com a canadense Brookfield, apontada como a favorita a concluir a transação. A gestora tinha interesse nos ativos que complementariam seus projetos de energia renovável, mas as negociações não foram adiante.


Outras alternativas - Uma fonte ligada aos sócios da Renova afirmou que além da venda total dos parques, há outras alternativas em análise. A entrada de um sócio por meio da capitalização da holding seria uma delas. Nesse caso, o empreendimento seria concluído, podendo ser vendido posteriormente por um preço mais alto, afirmou uma fonte. Hoje o projeto está com 87% dos investimentos concluídos. No total, foram gastos até agora R$ 2,1 bilhões, sendo R$ 900 milhões de dívidas com o BNDES - originalmente, esse valor era de R$ 650 milhões, referente a um empréstimo ponte que vem sendo renovado a juros altos. Para concluir o projeto, faltam R$ 325 milhões.


Renova tem pressa para definir o futuro do complexo eólico - Com a paralisação das obras, a companhia tem sido obrigada a comprar energia no mercado à vista todo mês para cumprir contratos firmados no mercado. A Renova tem cerca de 100 MW de energia de Alto Sertão III vendida em contrato. O empreendimento faz parte de um conjunto de três complexos eólicos levantados pela Renova na Bahia. Os dois primeiros, que somam quase 700 MW de potência instalada, já foram vendidos. O primeiro foi adquirido pela Brookfield e o segundo pela AES Tietê, que no ano passado desembolsou R$ 600 milhões pelo ativo e agora avalia a compra do terceiro complexo. A aquisição de Alto Sertão III representaria um ganho de escala e eficiência para a empresa controlada pelo grupo americano, que vendeu neste ano a Eletropaulo e já afirmou que quer apostar em energia renovável no Brasil. Procurada, a AES Tietê informou, por meio de nota, que a companhia "está atenta a todas as oportunidades do setor, mas não comenta sobre rumores de mercado".


Outras empresas interessadas na Renova - Outra empresa que tem interesse no complexo eólico é a Aliança Geração de Energia, uma joint venture formada em 2015 por Cemig e Vale. O grupo tem sete usinas hidrelétricas, com capacidade de 1.158 MW, e um parque eólico de 98,7 MW. A Rio Energy, da gestora internacional Denham Capital, tem parques eólicos na mesma região onde está localizado Alto Sertão III, porém não respondeu à solicitação de contato.

Histórico da Renova - A Renova foi uma das primeiras empresas a apostar na energia eólica no Brasil. Em 2010, com um portfólio robusto de projetos no Nordeste, a companhia abriu o capital na Bolsa de Valores de São Paulo, hoje B3, e atraiu a atenção de vários investidores, como Cemig e Light. Mais tarde, a empresa fechou uma parceria frustrada com a americana SunEdison. O negócio obrigou o grupo a fazer uma rígida reestruturação, com novos aportes de sócios e venda de ativos. A dívida da holding é de R$ 1,3 bilhão, sendo 65% com os sócios. Atualmente, a empresa tem três pequenas centrais hidrelétricas gerando um total de 41,8 MW; e participação de 51% da Brasil PCH, dona de 13 usinas espalhadas pelo Brasil, com capacidade de 148,4 MW. (Jornal O Estado de S. Paulo)


Exportações de carne bovina batem novo recorde

As exportações de carne bovina in natura do Brasil totalizaram um recorde de 150,7 mil toneladas em setembro, de acordo com dados da Secex - Secretaria de Comércio Exterior. O principal destino do produto nacional continua sendo a China que, por meio da cidade-estado de Hong Kong e pelas importações realizadas pelo continente, comprou, nos nove primeiros meses deste ano, 517.084 toneladas do produto brasileiro, ante 392.745 toneladas no mesmo período de 2017. Com isso, o país asiático passou a representar 43,3% das vendas brasileiras em 2018, ante 36,9% em 2017. O volume embarcado de carne bovina pelo maior exportador global representou um aumento de 4,4% ante o observado em agosto, quando os embarques já tinham sido recordes. Houve ainda um aumento de 34,7% em relação ao apurado em igual mês do ano passado.


Países que também apresentaram aumento relevante de exportações de carne: Egito, que passou de 104.618 toneladas de carne bovina em 2017 para 125.576 toneladas em 2018 (+ 20%); Chile, que foi de 43.910 toneladas para 84.208 toneladas (+92%) e Uruguai, que saiu de apenas 2.653 toneladas para 37.266 toneladas neste ano (+304%). No total, 100 países aumentaram suas compras de carne bovina enquanto outros 54 reduziram. A Abrafrigo – Associação Brasileira de Frigoríficos destaca a ausência da Rússia, que já foi o maior comprador de carne brasileira em anos passados e que zerou suas importações desde dezembro de 2017. Anteriormente, o país havia adquirido 116.804 toneladas de carne bovina brasileira. (Portal Agro Plural)


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