ÚLTIMAS NOTÍCIAS | Ano 11 | Edição 042


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Petrobras negocia venda da refinaria de Pasadena

A Petrobras está negociando a venda da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, com a norte-americana Chevron, de acordo com três fontes com o conhecimento do assunto. Uma das fontes indicou que estão avançadas as negociações para a venda do ativo, que esteve no foco das investigações da operação Lava Jato sobre corrupção envolvendo a estatal brasileira. A negociação ocorre no momento em que companhias de petróleo dos EUA estão buscando expandir as operações de refino para absorver os grandes volumes de petróleo de "shale" que estão sendo extraídos no país. Segundo uma fonte da indústria de petróleo nos EUA, a companhia norte-americana "está muito perto de adquirir Pasadena", refinaria com capacidade de processamento de 110 mil barris por dia. No Brasil, uma segunda fonte com conhecimento da situação confirmou as negociações com a Chevron. "Pode ser sim, Pasadena pode ser vendida para Chevron. Há conversas em andamento, e só posso dizer isso", disse.


O processo de venda de Pasadena – O processo de venda da refinaria americana pela Petrobras, que teria causado prejuízo para a estatal de mais de meio bilhão de dólares, segundo relatório do Tribunal de Contas da União, foi iniciado em fevereiro deste ano. Em maio, a Petrobras iniciou a fase vinculante do processo de venda do ativo, em que interessados habilitados em uma fase anterior da negociação recebem cartas-convite com instruções detalhadas e orientações para realização de due dilligence. Depois disso, a estatal não divulgou mais informações sobre o processo de venda. Quando anunciou a venda da refinaria de Pasadena, a Petrobras afirmou que o negócio incluiria todo o sistema de operações de refino, tanques com capacidade de armazenamento de 5,1 milhões de barris de petróleo e derivados, terminal marítimo e estoques associados. Há alguns anos, a Petrobras reconheceu, por conta dos problemas de corrupção, baixas contábeis de 530 milhões de dólares relacionadas a ajustes no valor percebido da refinaria.


O envolvimento de Dilma Rousseff – As baixas contábeis atingiram a ex-presidente, que na época da compra da refinaria era a presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Em 2014, quando questionada sobre os problemas na aquisição de Pasadena, Dilma afirmou que recebeu informações incompletas das diretorias da Petrobras responsáveis pela negociação, que a induziram a aprovar o negócio, segundo ela. Na época da compra de Pasadena, Dilma também era ministra da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ao todo, a Petrobras pagou cerca de 1,2 bilhão de dólares por Pasadena, em negócio que envolveu inicialmente cinqüenta por cento do ativo, por 360 milhões de dólares, em 2005. Após uma disputa em uma câmara de arbitragem com a sócia Astra Oil, a petroleira brasileira foi obrigada a desembolsar milhões de dólares adicionais pela outra metade do ativo. (Blog Fusões & Aquisições - Rodrigo Viga Gaier e Erwin Seba)


Desnacionalização de empresas avança no Brasil

Nos últimos cinco anos, quase 400 empresas brasileiras passaram para as mãos de estrangeiros no País. Eles desembolsaram R$ 133 bilhões nesse período para comprar participações em companhias nacionais. O movimento vem crescendo desde 2014, mas ganhou destaque no ano passado, quando o número de transações envolvendo capital externo avançaram 40%, de 75, em 2016, para 108. Em 2018, a expectativa é que, definido o cenário eleitoral na próxima semana, novas operações sejam anunciadas, elevando ainda mais a presença de grupos internacionais no País. Na lista de anúncios esperados, estão operações envolvendo duas gigantes nacionais: Embraer e Braskem.


Brasil é alvo de estrangeiros - Os números - levantados pela Transactional Track Record (TTR), que acompanha o volume de fusões e aquisições no mundo - refletem o cenário econômico nacional e externo. Enquanto o Brasil patina na retomada da economia, com empresas em dificuldade e real desvalorizado, o mundo vive uma onda de elevada liquidez. Isso fez os ativos brasileiros virarem alvo de estrangeiros, que veem o Brasil como um mercado consumidor importante. "Estamos com limite de poupança interna e o mundo tem capital em abundância.


Esses recursos que vêm do exterior são até necessários para que as empresas continuem operando", afirma o professor do Insper, Sérgio Lazzarini, autor do livro Capitalismo de Laços - Os donos do Brasil e suas conexões. Ele lembra que empresas importantes para a economia brasileira caíram na Lava Jato e foram obrigadas a vender ativos para pagar dívidas e reforçar o caixa, a exemplo de Odebrecht que se desfez de vários negócios, como a Odebrecht Ambiental, vendida para a canadense Brookfield. "Na recessão, quem tinha dinheiro para marcar território eram os estrangeiros."


Quem se aproveita mais - Os americanos, chineses e franceses foram os que mais se aproveitaram dessa fase de "Brasil barato", segundo o levantamento da TTR, feito a pedido do jornal O Estado de S. Paulo. No ranking por número de transações, os EUA fecharam 75 operações entre 2014 e 2018; China, 23; e França, 22. Um dos negócios fechados recentemente pelos americanos foi o da multinacional ADM - Archer Daniels Midland Company, que comprou ativos da empresa brasileira Algar Agro. O negócio incluiu as instalações de processamento de oleaginosas em Uberlândia, MG e Porto Franco, MA.


Bolsonaro diz que não quer mais capital chinês na infraestrutura - Os chineses foram mais ativos no setor de infraestrutura, o que virou alvo de crítica por parte do candidato Jair Bolsonaro. Ele sinalizou restrição ao capital chinês, especialmente no setor de energia, se for eleito. Nos últimos anos, os asiáticos injetaram bilhões de reais no setor para comprar hidrelétricas das estatais Cesp e Cemig e a distribuidora de energia CPFL. Além disso, controlam o Porto São Luís, no Maranhão, e têm outros negócios em andamento, como a aquisição da Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira. Os franceses, na terceira posição no ranking da TTR, também compraram ativos importantes na área de energia renovável, petróleo, aeroportos (Aeroporto de Salvador) e tecnologia.


Além da crise - "Esse movimento vai além da crise; são decisões estratégicas de investidores que olham um horizonte mais longo e veem que, independentemente de quem for governar o Brasil, as reformas são necessárias para o País voltar a crescer", diz Thiago Rocha, diretor da área de fusões e aquisições do Credit Suisse. Ele afirma que tem percebido um aumento do interesse dos estrangeiros pelo País, especialmente dos europeus. (Jornal O Estado de S. Paulo)

CADE pode intervir em operações de M&A ainda que não exijam notificação para aprovação prévia


Ainda que uma operação não exija aprovação concorrencial prévia, o Cade poderá determinar sua notificação para análise no prazo de um ano após sua consumação. A Lei de Defesa da Concorrência, Lei 12.529/2011, estabelece que certas operações societárias como fusões, aquisições, joint ventures, etc., deverão ser submetidas obrigatoriamente ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica para aprovação prévia quando ao menos um dos grupos econômicos envolvidos tiver registrado, no Brasil, faturamento de R$ 750 milhões ou mais no ano anterior e ao menos um outro grupo econômico envolvido tiver registrado faturamento de R$ 75 milhões ou mais. Se uma dessas situações não ocorrer, a operação não precisará de aprovação prévia do CADE para ser consumada. Não é incomum que empresas envolvidas em operações que não atinjam esses critérios de faturamento deixem de realizar uma análise mais cuidadosa dos possíveis riscos concorrenciais da operação. (Jornal O Estado de S. Paulo)


CADE aprova compra da Neovia pela ADM

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou sem restrições a aquisição de 100 por cento da empresa de nutrição animal Neovia pela gigante de grãos ADM - Archer Daniels Midland, conforme despacho no Diário Oficial da União da segunda-feira, 22. Em seu parecer, o órgão antitruste afirmou que o negócio "não gera danos ao ambiente concorrencial, visto que tanto as relações verticais quanto a horizontal, propiciadas pela operação, não comprometem parte substancial dos mercados afetados". O acordo foi feito junto ao grupo francês de agricultura cooperativa InVivo, que detém a maior parte das ações da Neovia, cuja sede é em Saint Noiff, na França.No Brasil, por meio de suas subsidiárias, a Neovia opera nas áreas de premix, aditivos e ingredientes, ração completa, aquacultura, petcare e análises laboratoriais. (Agência de notícias REUTERS)


Empresa inglesa Dechra compra a veterinária Venco O Conselho da empresa britânica Dechra anunciou na segunda-feira, 22, a aquisição da totalidade do capital social dos Laboratórios Vencofarma do Brasil Ltda, indústria veterinária conhecida como Venco, sediada em Londrina, no Paraná, por um valor total de 185 milhões de reais, valor livre de dívidas. A receita da Venco em 2017 foi de 65 milhões de reais, equivalente a 11,6 milhões de libras esterlinas. A aquisição será financiada pelas disponibilidades e facilidades de empréstimo existentes da empresa inglesa e a conclusão do negócio está prevista para novembro, após satisfação de condições precedentes. A Venco possui um amplo portfólio de vacinas e outros produtos para a saúde animal vendidos predominantemente no Brasil e em outros países sul-americanos. A aquisição fornece à Dechra uma presença estrategicamente significativa nos mercados brasileiro e sul-americano, que estão em rápido crescimento.


Continuidade - A brasileira Venco detem mais de 200 registros de produtos em seu portfólio. O site da empresa em Londrina abriga o desenvolvimento de novos produtos, manufatura, vendas, marketing e assuntos regulatórios. Recentemente, o site foi alvo de investimentos significativos que resultaram na obtenção de licenças regulatórias. A Dechra continuará a investir significativamente nos próximos anos para desenvolver o negócio e sua presença na América do Sul, desenvolvendo o pipeline de produtos registrados da Venco, e registrar a linha de produtos mais relevantes da Dechra para estabelecer sua marca nos mercados sul-americanos em que atua. (Jornal Valor Econômico)


Mohawk compra a Eliane Revestimentos Cerâmicos

A Eliane Revestimentos Cerâmicos informa que seus acionistas aprovaram a venda de 100% de suas ações para o grupo norte-americano Mohawk Industries. A empresa não revelou o valor da operação. O Grupo Mohawk é uma das maiores empresas do setor cerâmico mundial, com um faturamento bruto de US$ 3,4 bilhões somente neste segmento. Com operações na Austrália, Europa, Malásia, México, Nova Zelândia, Rússia e EUA, entra no Brasil com esta aquisição. “A Eliane, uma das líderes do mercado nacional, ratifica que a perfeita harmonia entre a estratégia e valores compartilhados por ambas as empresas manterá inalteradas suas práticas comerciais e a estrutura de marcas, assim como a sua missão e valores que sempre nortearam a conduta da empresa ao longo de seus 58 anos de existência”, diz a empresa, em comunicado, ressaltando que sua equipe gestora será mantida. Ainda de acordo com a companhia, cujos acionistas são a família Gaidzinski e fundos Kinea, com a mudança de controle acionário a Eliane dará seguimento ao seu planejamento estratégico, mas “amplia a capacidade de implementar os seus planos de crescimento e incorporação de tecnologia”. (Jornal O Estado de S. Paulo)


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