Últimas Notícias | 2 de dezembro de 2020


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"Uma mentira antiga tem mais credibilidade do que uma verdade recente."

(Provérbio Alemão)


Alemanha investirá milhões de euros na Amazônia

O Brasil e a Alemanha firmaram um acordo que prevê a doação de até 25,5 milhões de euros por parte do banco estatal alemão “KfW - Kreditanstalt für Wiederaufbau” ao projeto “Inovação nas Cadeias Produtivas da Agropecuária para a Conservação Florestal na Amazônia Legal”. Em reais os recursos são de pouco mais de R$ 160 milhões. O objetivo do projeto é o de expandir e fortalecer práticas produtivas sustentáveis nas cadeias da carne, soja e madeira em estados da Amazônia Legal. Em nota o governo brasileiro divulgou que o Ministério das Relações Exteriores tem coordenado profícua cooperação técnica e financeira entre Brasil e Alemanha, voltada ao desenvolvimento sustentável, com foco no fomento a projetos nas áreas de proteção ambiental e eficiência energética.


Cooperação técnica - O Ministério da Agricultura, por sua vez, será o encarregado de executar o projeto em questão, em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). A iniciativa complementa outros projetos, inclusive de cooperação técnica, executados pela ABC - Agência Brasileira de Cooperação do Itamaraty, pelo Mapa e por outros órgãos do governo federal. A Amazônia Legal é composta pelos Estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso, com um total de 772 municípios. São 5 milhões de quilômetros quadrados, ou 59% de todo o território nacional que pertencem à bacia Amazônica e à área de ocorrência das vegetações amazônicas.


Sementes misteriosamente recebidas contêm pragas que não existem no Brasil

Sementes não solicitadas chegaram via Correios na casa de alguns brasileiros. Contendo diversas pragas, algumas das sementes, sequer existem no País. Esse foi o resultado da análise feita pelo MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento até o momento, 36 amostras encaminhadas. De acordo com os testes feitos pelo LFDA-GO - Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás, 47% das amostras já analisadas apresentaram risco fitossanitário ao país. Foi identificada a espécie Myosoton aquaticum, uma praga ausente no Brasil considerada quarentenária, ou que poderia vir a se constituir ameaça à economia agrícola por causar danos fitossanitários e apresentar resistência a herbicidas. “Em quatro amostras foram identificadas uma espécie quarentenária não existente no país. Uma delas é da espécie Descurainia sophia, considerada como planta daninha nos Estados Unidos e Canadá, além de planta invasora no México, Japão, Coreia, Chile e Austrália. Já a Myosoton aquaticum é considerada daninha nos campos de trigo da China”, aponta o MAPA.


Risco à agricultura brasileira - Ainda segundo as análises, outras 15 amostras continham gêneros que tem espécies quarentenárias ou espécies com potencial quarentenário: sementes de Cuscuta; de Brassica; de Chenopodium; de Amaranthus; e dos fungos Cladosporium; Alternaria; Fusarium; e Bipolaris. “Após análises laboratoriais, pode-se avaliar que a introdução de material de propagação, como sementes ou mudas, mesmo em pequenas quantidades, sem atender aos requisitos fitossanitários e de qualidade estabelecidos pelo MAPA, coloca em risco a agricultura brasileira”, ressalta o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.


Provável substituto do glifosato em desenvolvimento

O IPN - Instituto Politécnico Nacional mexicano informou que seus cientistas desenvolvem uma tecnologia biológica patenteada junto ao IMPI - Instituto Mexicano de Propriedade Industrial, que inibe o crescimento de ervas daninhas em várias culturas, que poderia ser um potencial substituto do glifosato. Angélica del Carmen Ruiz Font, vinculada ao CIBA - Centro de Pesquisas em Biotecnologia Aplicada Tlaxcala, indicou que por meio dessa tecnologia foi possível selecionar, entre cerca de 40 microrganismos, oito bactérias gram positivas que regulam o crescimento de sementes silvestres de origem ruim, ervas, que competem com as plantas cultivadas por luz, água e nutrientes do solo, reduzindo assim a produtividade e a qualidade, além de dificultar a irrigação e a colheita.


A nova tecnologia - Para obter as pequenas sementes, às vezes microscópicas, o pesquisador faz uma triagem do solo. Bactérias Gram positivas com certos nutrientes são colocadas em placas de Petri e as sementes também são adicionadas para selecionar microorganismos com potencial para deprimir as plantas. “Dessa forma, as bactérias com maior capacidade de regular o crescimento das plantas herbáceas são isoladas alimentando-se de suas raízes; bem como seus termos de germinação”. Ruiz Font explicou que o trabalho, que começou como uma pesquisa básica, tornou-se uma tecnologia que pode trazer muitos benefícios para o campo e a população, graças ao vínculo com o setor produtivo liderado pela empresa CoxBiopharma, bem como à colaboração com alunos do mestrado em Biotecnologia Produtiva, com os quais formou um sólido grupo para o desenvolvimento de ciências aplicadas que forneçam solução para um problema real. (Portal AGROLINK)


CNA vê alta de 3% no PIB do agronegócio em 2021

O Produto Interno Bruto do agronegócio brasileiro crescerá 3% em 2021, enquanto o VBP - Valor Bruto da Produção Agropecuária aumentará 4,2% no ano que vem, estimou ontem, a CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, ponderando que há preocupações climáticas para as principais safras que podem ajustar a oferta de grãos. O setor deve perder ritmo no próximo ano em relação a 2020, cujo crescimento do PIB é estimado em robustos 9%, com expansão de 17,4% no VBP. Além da forte base do PIB deste ano, a expansão será mais moderada em 2021 por conta de uma menor alta de preços, visto que os valores dos principais produtos atingiram recordes em 2020 em meio à pandemia e à disparada do dólar, disse o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, a jornalistas. “Um PIB de 3% acima de 9% ainda é muita coisa, é um crescimento robusto sobre este ano, os preços não vão ter muito aumento e a produção vai crescer”, afirmou ele. Em nota sobre perspectivas para 2021, a CNA disse também prever um equilíbrio da oferta e da demanda mesmo com a expectativa de produção maior para a maioria dos alimentos.


La Niña e os preços em 2021 - Os técnicos destacaram também que, na questão dos preços, a pandemia desregulou os mercados, proporcionando fortes altas, que inclusive no país estiveram ligadas ao pagamento dos auxílios emergenciais, que aumentaram a demanda por alimentos básicos. Contudo, a CNA acredita que um dos fatores que pode ditar o cenário para 2021 será a intensidade do La Niña, com potencial de afetar especialmente a colheita da região Sul do Brasil, com eventuais impactos nos preços. “Tem a questão climática que vai afetar seriamente a oferta...”, disse o especialista, lembrando que o plantio da soja foi atrasado e impactará a segunda safra.


O milho - “Certamente vai comprometer a safra de milho do ano que vem (plantada após a soja), a safra de milho verão do Rio Grande do Sul também foi afetada”, disse Lucchi. “Não vamos deixar de ter uma safra recorde, mas poderíamos ter uma safra muito maior, não fosse a questão climática... Em milho, temos preocupação, a produção vai estar muito ajustada com o consumo”, completou. Segundo a CNA, produtores de soja, milho e algodão, que têm mais mecanismos para travar os custos com vendas antecipadas, deverão sofrer menos com questões relacionadas aos preços dos insumos, que tendem a ser impactados ainda pelo câmbio. Além disso, o preço do milho, um dos principais componentes das rações para animais, está em patamares recordes, e as indicações de especialistas são de que as cotações seguirão firmes até pelo menos a entrada da segunda safra brasileira, a maior do cereal do país, apenas em meados de 2021.


As reformas governamentais - A entidade acredita que uma recuperação consistente da economia dependerá da “superação de desafios internos como a aprovação das reformas administrativa e tributária”. Para a CNA, as PECs - Propostas de Emenda à Constituição que tratam da reforma tributária em discussão no Congresso Nacional “impactam o setor e a sociedade negativamente”. “A CNA defende uma simplificação do sistema tributário e afirma que continuará atuando para evitar a elevação dos custos de produção da atividade agropecuária para manter a competitividade do Brasil no comércio internacional, além de impedir uma alta dos preços dos alimentos para a população em função de uma carga tributária maior para os alimentos”, afirmou. Neste contexto, são necessárias “políticas públicas que garantam isenção tributária para os produtos da cesta básica”.


Meio ambiente - Questionado sobre a preocupação com fatores relacionados à preservação de meio ambiente e avanço da agropecuária, e seus impactos nos mercados globais para o Brasil, o presidente da CNA, João Martins, afirmou que o país “não está de braços cruzados” e tem trabalhando junto com o governo em programas de rastreabilidade, como é o caso do setor da pecuária. Ele disse ainda que o governo brasileiro tem que determinar “claramente quais são as obrigações ambientais que serão cobradas dos produtores rurais”, tendo em vista que o país já tem uma “lei ambiental rigorosa”, e pode cumprir as exigências internacionais. O superintendente técnico explicou que o Brasil precisa terminar de implementar temas do Código Florestal, como os pagamentos por serviços ambientais, e realizar a regularização fundiária, para que seja possível saber quem faz desmatamento ilegal e aquele que abre áreas com o consentimento da lei. (Agência de notícias REUTERS)


Preparando-se para os efeitos colaterais das vacinas

Embora as vacinas pareçam ser a única esperança para liquidar de vez com a pandemia de covid-19, elas não chegarão sem trazer seus próprios problemas. Em um artigo publicado em sua última edição, a renomada revista Science chama a atenção para os efeitos colaterais das vacinas, afirmando que "o público precisa se preparar para os efeitos colaterais da vacina", qualquer que seja a versão aprovada. A reportagem começa contando a história do biólogo Luke Hutchison, que trabalha em pesquisas contra o câncer no Beatson Institute for Cancer Research e que se apresentou como voluntário para os ensaios clínicos da vacina contra covid-19 da farmacêutica Moderna. Mas nem tudo saiu como esperado, conforme conta a reportagem: "Mas, após a segunda injeção, seu braço inchou até o tamanho de um 'ovo de ganso', conta Hutchison. Ele não podia ter certeza se tomou a vacina e não um placebo, mas em poucas horas, Hutchison, que era saudável e tinha 43 anos, teve dores nos ossos e músculos e uma febre de 38,9 °C. 'Comecei a tremer. Tive pressões de frio e calor' disse ele. 'Fiquei sentado ao lado do telefone a noite toda pensando: Devo ligar para a emergência?'"


A reatogenicidade e o desaparecimento dos sintomas - Os sintomas de Hutchison desapareceram após 12 horas. Mas, destacou ele, "Ninguém me preparou para a severidade disso." O biólogo destaca que o público deveria estar mais bem preparado do que ele, porque um subconjunto de pessoas poderá enfrentar efeitos colaterais intensos, embora transitórios, chamados de reatogenicidade, observados na vacina da Moderna. Vários especialistas ouvidos pela reportagem da Science concordam. "Alguém precisa lidar com o elefante na sala: E quanto à reatogenicidade da vacina? Embora, não vá causar problemas de longo prazo, como essa percepção passará para o público quando eles começarem a recebê-la?", questionou a Dra Deborah Fuller, uma vacinologista da Universidade de Washington, cujo laboratório está desenvolvendo vacinas de RNA de segunda geração contra covid-19. A cientista teme que os efeitos colaterais possam alimentar a hesitação contra a vacinação. "Eu sinto que está sendo encoberto," disse ela.


As vacinas de RNA - As vacinas de mRNA, ou RNA mensageiro, são outro problema sobre o qual os cientistas têm mantido um silêncio preocupante. Até o início da pandemia de covid-19, 12 candidatos à vacinação baseados nesta nova tecnologia haviam sido submetidos a ensaios clínicos: Nenhuma foi aprovada. Todos os especialistas no assunto têm falado no meio acadêmico sobre as preocupações de reações autoimunes em longo prazo das vacinas de RNA. As chamadas "meta-análises", que são revisões que cientistas renomados fazem de toda a literatura científica publicada sobre um determinado assunto, também têm criteriosamente levantado a necessidade de estudos de longo prazo sobre as vacinas de RNA, sobretudo quanto ao risco eventual de reações autoimunes. Mas o assunto não tem chegado à imprensa e nem tampouco ao público.


Vacinas mRNA e o Interferon tipo I - A revista Nature também havia destacado o problema em um artigo intitulado "Vacinas mRNA - Uma nova era na vacinologia", publicado antes da pandemia. Diz a reportagem: "Uma possível preocupação poderia ser que algumas plataformas de vacinas baseadas em mRNA induzem respostas potentes do interferon tipo I, que têm sido associadas não apenas à inflamação, mas também potencialmente à autoimunidade. Assim, a identificação de indivíduos com risco aumentado de reações autoimunes antes da vacinação com mRNA pode permitir que precauções razoáveis sejam tomadas. Outro problema de segurança potencial pode derivar da presença de RNA extracelular durante a vacinação de mRNA. Foi demonstrado que o RNA extracelular nu, sem cobertura de outras partículas, aumenta a permeabilidade de células endoteliais compactadas e pode, portanto, contribuir para o edema. Outro estudo mostrou que o RNA extracelular promove a coagulação sanguínea e a formação de trombos patológicos. A segurança, portanto, precisará de avaliação contínua, conforme diferentes modalidades de mRNA e sistemas de distribuição são utilizados pela primeira vez em humanos e são testados em populações maiores de pacientes."


Respostas imunes potentes - Em um artigo mais recente, publicado no último mês de outubro, a mesma revista Nature apresenta uma revisão sistemática de todos os candidatos a vacina contra o vírus SARS-CoV-2, causador da covid-19. No tocante às vacinas de mRNA, a revisão conclui que, "Levando tudo em conta, é essencial identificar epítopos capazes de induzir respostas imunes potentes, ao mesmo tempo em que se diminui a probabilidade de induzir autoimunidade."


Em risco a credibilidade da ciência - Enquanto isso, as empresas farmacêuticas têm pressionado os governos que querem garantir o fornecimento de suas vacinas a assinar "termos de compromisso de segurança", que isentam essas empresas de quaisquer responsabilidades, tanto quanto à eficácia das vacinas para eliminar a covid-19, quanto para garantir isenção de responsabilidades judiciais e pagamentos de indenizações. E existe ainda um outro risco, talvez esse tão crítico quanto a saúde das pessoas que tomarão as vacinas: A própria credibilidade da ciência como instituição e dos cientistas como autoridades perante o público. Caso as vacinas de mRNA sejam aprovadas sem que todos os critérios de segurança sejam cuidadosamente avaliados, há um grande risco de que eventuais efeitos colaterais danosos, sobretudo os de longo prazo, como a autoimunidade, venham reforçar os crescentes e preocupantes movimentos anti-vacina, fazendo a população duvidar da palavra dos cientistas em situações futuras. Assim, o que se espera da ciência e dos cientistas é que eles não se esgueirem de "lidar com o elefante na sala", como disse a Dra Deborah Fuller, falando claramente com o público sobre as vantagens e os riscos das vacinas. A clareza e a honestidade certamente são as melhores prevenções contra problemas futuros indesejados.


(Texto extraído dos artigos científicos: “Public needs to prep for vaccine side effects, de Meredith Wadman, publicado na revista Science; “mRNA vaccines - a new era in vaccinology”, dos autores Norbert Pardi, Michael J. Hogan, Frederick W. Porter, Drew Weissman, publicado na revista Nature, e “A systematic review of SARS-CoV-2 vaccine candidates”, dos autores Yetian Dong, Tong Dai, Yujun Wei, Long Zhang, Min Zheng, Fangfang Zhou, publicado na revista Nature)


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