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Últimas Notícias | Ano 12 | Edição 064


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20% do PIB do agronegócio brasileiro vem do Estado de São Paulo. Essa e outras notícias?


Leia em nosso boletim: www.upbeatconsulting.net/blog


"O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.(Albert Einstein)





São Paulo é 20% do agro brasileiro

Existe o amor do paulista pelo agronegócio. O setor movimentou mais de R$ 578,2 bilhões em 2018 e cerca de 20% do total do PIB do agro brasileiro vem do Estado de São Paulo. Com investimento em tecnologia, modernização e pesquisa o agronegócio vem gerando muitas oportunidades. 15% dos empregos formais de São Paulo estão no campo. Um dos principais polos exportadores do país, o Porto de Santos, é o maior da América Latina. Por lá passa 48% da soja nacional; 82% do café e é o maior exportador de proteína animal do mundo, com cerca de 900 mil toneladas por ano.


Os números da FAO - A FAO - Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura faz uma projeção ousada para 2050: a população será de 9,8 bilhões, 29% a mais do número atual e o crescimento maior será nos países em desenvolvimento. Setenta por cento da população será urbana e os níveis de renda serão maiores do que os atuais. A produção de cereais terá que aumentar para 3 bilhões toneladas/ano e a produção de carne precisará aumentar em mais de 200 milhões de toneladas. Um desafio e tanto para o agro, especialmente o do Brasil.


Foco na Pesquisa - Grande parte deste esforço já está sendo feito pela pesquisa, que aponta soluções para os principais problemas na lavoura, na pecuária e potencialidades que visam a produtividade. Em São Paulo são 6 institutos de pesquisa: IAC - Instituto Agronômico de Campinas; IZ - Instituto de Zootecnia; IP - Instituto de Pesca; IB - Instituto Biológico; IEA - Instituto de Economia Agrícola, e ITAL - Instituto de Tecnologia de Alimentos, que receberam mais de R$ 1 bilhão nos últimos 5 anos. Além da já reconhecida mundialmente ESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP – Universidade de São Paulo, que completou 118 anos. A unidade já formou mais de 16 mil profissionais e titulou mais de 10 mil mestres e doutores.


Muitas oportunidades e desafios - Café, cana-de-açúcar, citros, hortaliças, pecuária, frutas, borracha. São muitas as opções que o Estado de São Paulo oferece em produtos agropecuários. E cada uma dessas culturas enfrenta desafios:

Cana-de-açúcar: O primeiro engenho de cana-de-açúcar foi construído há mais de 500 anos no litoral paulista. Hoje São Paulo é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, açúcar e etanol. São 358 milhões de toneladas de cana; 24 milhões de toneladas de açúcar; 13 bilhões de litros de etanol. O setor sucroenergético experimentou a mecanização e vem sobrevivendo aos problemas climáticos, como as geadas que ocorreram em agosto deste ano e que só devem ser sentidas na próxima safra.


Citros: São Paulo também é destaque no citros. Concentra 60% da produção mundial e 78,7% da produção nacional de laranja, sendo o maior exportador mundial. Para se ter ideia do volume a produção paulista chega a ser 12 vezes maior que a de Minas Gerais, segundo produtor. E no limão tem 75,1% da produção nacional além de ser o segundo produtor nacional de tangerina. Esse aumento da produtividade está relacionado a melhorias na implantação e manejo do pomar e no aumento na densidade de plantio. Modernas técnicas de controle biológico também estão ajudando no controle do greening, principal doença. O consumidor brasileiro e o estrangeiro estão cada vez mais exigentes em qualidade da fruta e isso também desafia os produtores.


Café: São Paulo é sinônimo de fazendas históricas de produção em contraste com produções novas, geridas por jovens cafeicultores. Outra aposta atual está nos cafés especiais, que se destacam em testes internacionais de sabor e aroma. O segmento teve expansão média de 15% nos últimos anos. Em 2018 a safra paulista de café alcançou 5,8 milhões de sacas de café, o que representa um aumento de 29,6%.


Hortaliças: A olericultura responde por 40% da produção nacional. Geralmente praticada em pequenas propriedades por agricultores familiares. São cerca de 53 espécies plantadas, em pouco mais de 156 mil hectares.


Grãos: São Paulo também é destaque em soja. A área cultivada na safra 19/20 deve ocupar 1,04 milhão de hectares. A previsão é de uma produção entre 3 milhões e 4 milhões de toneladas. Nos últimos anos, a expansão da soja vem se intensificando na agricultura paulista, a ponto de se tornar a principal cultura do ciclo anual. O milho é boa alternativa na safrinha. Nesta safra São Paulo deve importar menos cereal de outros Estados, com uma colheita total de 8,2% maior tanto na primeira safra quanto na safrinha.


Pecuária, aves e suínos: A importância da bovinocultura no Estado de São Paulo é amplamente reconhecida por diferentes fatores. Em 2018 o rebanho dos bovinos de corte cresceu 2,6%, São 10,4 milhões de cabeças. Nos últimos anos o que desponta é a genética. São Paulo também tem produção avícola, com 591 milhões de aves de corte e 51,9 milhões de postura além de crescimento de 8,8% na produção de ovos. Nos suínos são 894 mil cabeças.

Borracha: Mesmo em crise nos últimos anos o setor de heveicultura, com produção de borracha natural, concentra 90% da atividade no Estado. Em 2018, foram 184 mil toneladas, com área plantada de 251 mil hectares, sendo 152 mil em produção. (Portal AgroLink - Eliza Maliszewski)


Compartilhe seus objetivos, mas cuidado com quem

Se você deseja atingir uma meta, compartilhe seu objetivo com a pessoa certa. Em uma série de experimentos em laboratório, pesquisadores constataram que as pessoas demonstram maior comprometimento e melhoram o próprio desempenho quando contam seu objetivo a alguém que elas acreditam ter um status mais elevado do que elas próprias. Contar os objetivos a alguém que as pessoas acreditavam ter status inferior, assim como não contar os objetivos para ninguém, não ajudou em nada. Esses resultados contrapõem-se a um estudo de uma década atrás, muito divulgado por palestrantes da área de administração e negócios, que sugeriu que contar seus objetivos a outras pessoas seria algo contraproducente, disse o professor Howard Klein, da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA. "Ao contrário do que você deve ter ouvido, na maioria dos casos você se beneficia mais ao compartilhar seu objetivo do que se não o fizer, desde que o compartilhe com alguém cuja opinião você valoriza," disse o pesquisador.


A quem devo contar minhas metas? Os resultados mostraram que as pessoas ficam motivadas ao compartilhar uma meta com alguém que acreditam ter status mais alto porque passam a se preocupar com o modo como essa pessoa com status mais alto irá avaliá-las. "Você não quer que eles pensem menos de você porque você não atingiu seu objetivo," disse Klein. Mas também é possível levar a coisa longe demais, contando para pessoas de nível muito elevado ou para muitas pessoas, por exemplo. "Nós não encontramos isto neste estudo, mas é possível que você crie tanta ansiedade ao tentar impressionar alguém que isso possa interferir no seu desempenho," ressalva Klein.


Compartilhando - Então, com quem você deve compartilhar seus objetivos? Para as metas de trabalho, um supervisor é uma escolha óbvia, mas depende da situação, disse Klein. Se seu objetivo é conseguir um emprego melhor ou se você tem outro objetivo que não gostaria que seu supervisor soubesse, um mentor pode ser uma escolha melhor. Você pode até procurar alguém que admire fora do trabalho para compartilhar suas metas. "O importante é que você precisa se preocupar com a opinião da pessoa a quem você está contando seus objetivos," finalizou o professor Klein. (Portal Diário da Saúde)


Fleury amplia portfólio com a compra da Diagmax

Adquirida recentemente por um valor de R$ 112 milhões pelo grupo Fleury, mais conhecido pelos laboratórios de análises clínicas a+, a rede de laboratórios Diagmax, que tem seis unidades no Recife, passa a integrar a estratégia de expansão da companhia em Pernambuco. “Queremos ampliar nossa atuação numa região importante para o Fleury. Hoje somos focados em análises clínicas e com a Diagmax passaremos a ter todos os exames de imagem, além de colonoscopia e do centro de análises digestivas”, disse a diretora de Negócios do Grupo Fleury, Jeane Tsutsui. A companhia pretende manter o nome Diagmax, por ter as mesmas características de atendimento. “O mais importante é que, com as seis unidades, passamos a aumentar a capilaridade e ter oferta integrada de medicina diagnóstica com um portfólio mais amplo”, disse a executiva. Ela não revela se o grupo vai se expandir para outros municípios do Estado. Por enquanto, a operação do Fleury se concentrará na capital.


O Grupo Fleury - Com 93 anos de história, o Grupo Fleury é composto por cerca de 10 mil colaboradores e 2,3 mil médicos, contando com uma rede de aproximadamente 240 unidades em oito Estados. Desde 2002 vem ampliando sua atuação pelo Brasil por meio de aquisições. Chegou em Pernambuco em 2005. “Temos interesse em novas aquisições desde que as operações tenham a ver com a nossa cultura de atendimento ao cliente e entrega de valor aos pacientes”, disse Jeane. No primeiro semestre de 2019 o Fleury apresentou uma receita bruta de R$ 1,5 bilhões, resultado 7,7% superior ao registrado um ano antes. O lucro líquido no período foi de R$ 174 milhões. A companhia apresentará os resultados do terceiro trimestre no próximo dia 24 de outubro.


Aprovação do CADE - O negócio ainda precisa ser aprovado pelo CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Mediante aprovação, o Diagmax será a 32ª aquisição realizada pelo Grupo Fleury. A rede Diagmax tinha como sócia minoritária a Vinci Partners, fundo de investimento que investe em empresas da região Nordeste e o restante do negócio estava dividido entre os três médicos fundadores do laboratório, o radiologista Alberto Ribeiro de Souza Leão e os médicos Marcelo Carneiro de Menezes e Alexander Saunders. Todos os três continuam no atendimento aos clientes. (Portal Fusões & Aquisições)


Quatro laboratórios disputam os OTCs da Takeda

Em fase final, os ofertantes avaliam o negócio de medicamentos OTC da Takeda na América Latina em torno de 700 milhões de dólares. Quatro grupos farmacêuticos avançam na disputa pela divisão de medicamentos isentos de prescrição da empresa japonesa. As empresas empenhadas na disputa são as brasileiras EMS e União Química, a italiana Menarini e a uruguaia Mega Labs. (Jornal Valor Econômico)


Allergan shareholders support takeover by AbbVie

Allergan announced Monday, 14th, that its shareholders have voted in favour of approving AbbVie's proposed $63-billion acquisition of the company. "More than 99% of the votes cast at both a special court-ordered meeting of shareholders and at an extraordinary general meeting of shareholders were in favour of the transaction, representing in each case approximately 68.6% of the shares outstanding," Allergan stated. Brent Saunders, chief executive at Allergan, said that shareholders gave "overwhelming support" for the combination with AbbVie, adding the merger will "create a leading biopharmaceutical company with a diversified portfolio." Allergan reiterated that the cash and stock deal, which represents a total consideration of $188.24 per share, is expected to be finalised in early 2020.


FTC and Pharmaceutical multi-billion mergers - Late last month, the US FTC - Federal Trade Commission made a second request to the companies for additional information about the pending transaction. Allergan has also said it plans to divest its investigational inflammatory bowel disease candidate brazikumab, as well as the exocrine pancreatic insufficiency therapy Zenpep (pancrelipase), in connection with the deal, regardless of whether regulators request such a move or not. Meanwhile, AbbVie has said it does not believe the FTC will force it to sell the psoriasis drug Skyrizi (risankizumab). US senators have asked the FTC to look more closely into multi-billion dollar mergers in the pharmaceutical industry in the wake of this and other recent takeovers, including Bristol-Myers Squibb's pending $74-billion deal for Celgene, which recently agreed to offload Otezla (apremilast) for $13.4 billion in a bid to ease antitrust concerns. (FirstWord Pharma newsletter - Anna Bratulic)


Brasil precisa de mercados além da China para soja

O Brasil precisa encontrar outros mercados além da China para comercializar sua soja, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, acrescentando que o efeito positivo causado pela guerra comercial dos chineses com os Estados Unidos é temporário. "Temos que ter outras alternativas além da China para vender nossa soja, não podemos ter essa acomodação", disse Tereza, que citou que há países da Ásia interessados nesse comércio. O Brasil é o maior exportador global de soja, o principal produto de exportação do país. Tereza Cristina afirmou que, em 2018, a produção brasileira agropecuária chegou a US$ 147,4 bilhões e que a previsão é que continue crescendo. "Projeções apontam que nos próximos dez anos a produção brasileira de grãos crescerá 27%, carne bovina 19%, suína 25% e frango 28%. Parte dessa produção será destinada ao mercado externo, contribuindo para garantir a segurança alimentar e nutricional global", disse.


Aberto para o mundo - Ao participar do painel Brasil: Potência Agrícola Sustentável, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019, em São Paulo, a ministra disse que o Brasil quer avançar para além dos atuais 7% de participação no comércio mundial. Ao falar para empresários brasileiros e estrangeiros, a ministra lembrou as vantagens de se investir no agro brasileiro. Além de ter um mercado interno formado por 210 milhões de consumidores, a participação no MERCOSUL permite o acesso a mais 55 milhões de pessoas residentes nos países vizinhos. Além disso, nos próximos anos, esse número de consumidores será ainda maior, considerando os dois acordos recém-fechados pelo Brasil com União Europeia e EFTA, formado pela Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que somam juntos quase 510 milhões de habitantes. "A conclusão desses dois acordos é um sinal claro à comunidade internacional de que o Brasil está aberto ao mundo, em prol do livre comércio", disse a ministra, lembrando que Brasil tem defendido, ainda, negociações de acordos comerciais do MERCOSUL com outros mercados importantes como Canadá, México, Japão, Singapura. (Portal Agrolink)


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