Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 022


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Surpresa e desapontamento na rescisão do acordo da Boeing com a Embraer. Essa e outras notícias? Leia em nosso boletim!


"Você só descobre quem estava

nadando pelado quando a maré abaixa." (Warren Buffet)


Surpresa e desapontamento na rescisão do acordo da Boeing com a Embraer

O CEO da Embraer Francisco Gomes Neto enviou no último sábado, 25, comunicado aos funcionários da empresa, no qual se disse “surpreso e desapontado” com a decisão da Boeing de romper o acordo entre as empresas na área de aviação comercial. “Ficamos surpresos e muito desapontados com a decisão da Boeing em não dar andamento a parceria estratégica que estávamos negociando desde 2017”, afirma Neto. O CEO ainda lembrou que a Embraer buscará uma compensação da Boeing para compensar as perdas financeiras com o fim do acordo. “Quero ressaltar que a Embraer tem liquidez suficiente e acesso a fontes de financiamento para alavancar a continuidade dos seus negócios. Somos uma empresa estratégica para o Brasil”, afirmou Gomes Neto. Ele finaliza a mensagem ressaltando a capacidade tecnológica e em mão de obra da Embraer, como recurso para atravessar a crise. “Nossa história de mais de 50 anos é repleta de momentos difíceis. Todos superados”, completa.


Boeing, sobre o negócio pactuado com a Embraer - Firmado em 2018, o negócio, então avaliado em R$ 5,26 bilhões, previa a criação de uma empresa conjunta que ficaria sob comando da Boeing, com 80% de participação. A Embraer ficaria com os 20% restantes, e poderia vender a sua parte para a fabricante americana. “É uma decepção profunda. Entretanto, chegamos a um ponto em que continuar negociando dentro do escopo do acordo não irá solucionar as questões pendentes”, diz o comunicado aos investidores divulgado pela Boeing. O texto diz ainda que a Boeing “exerceu seu direito de rescindir" acordo "após a Embraer não ter atendido as condições necessárias”.


Embraer, sobre o negócio pactuado com a Boeing - Já a Embraer afirmou que a Boeing rescindiu "indevidamente" o acordo e que a empresa norte-americana "fabricou falsas alegações como pretexto para tentar evitar seus compromissos de fechar a transação". A empresa ainda diz que buscará as medidas cabíveis contra a Boeing, pelos danos sofridos pela rescisão do acordo.


Impacto do corona no mercado de aviação - Na mensagem gravada aos funcionários da Embraer, Francisco Gomes Neto também avaliou que, além da rescisão do acordo, a crise causada pelo coronavírus deve ter impactos no setor de aviação. “Isso não significa que vai ser fácil superar os obstáculos, o cancelamento da parceria pela Boeing e o impacto da Covid19 na indústria aeronáutica não devem ser subestimados”, disse o CEO da Embraer em sua mensagem aos funcionários da empresa. O cancelamento ocorre em meio aos impactos causados pelo coronavírus no mercado de aviação.


Impacto do valor atual das ações da Embraer - A queda nas ações da Embraer e preocupações com dinheiro na Boeing, impulsionadas pelo impacto do coronavírus nas viagens aéreas, foram um golpe para a transação nos últimos dias. O valor das ações da Embraer, terceira maior fabricante de aviões do mundo chegou a cair dois terços desde que o acordo foi divulgado em 2018, segundo dados da Refinitiv. A esse preço, a Boeing assumiria o controle da unidade de fabricação de aviões comerciais da Embraer, mas somente após pagar três vezes o valor atual de toda a empresa. No fechamento do acordo em 2018, a Boeing se ofereceu para pagar US$ 4,2 bilhões em dinheiro por 80% da unidade comercial da Embraer, que fabrica jatos no segmento de 70 a 150 assentos e concorre com o programa A220 da Airbus. (Portal de notícias G1)


Embraer afirma que Boeing inventou "falsas alegações" para fugir do acordo

A Embraer acusou a Boeing de inventar "falsas alegações" como pretexto para tentar evitar compromissos, na transação que vinha sendo negociada há dois anos entre as companhias. Esses compromissos incluíam o pagamento de US$ 4,2 bilhões pela americana à brasileira. De acordo com o comunicado da empresa brasileira, a Boeing rescindiu "indevidamente" o MTA - Acordo Global da Operação. Horas antes, a Boeing havia anunciado publicamente que estava cancelando as negociações porque a Embraer não havia atendido a certas condições até o prazo de 24 de abril. A companhia brasileira rejeita essa tese e afirma ter cumprido todos os requisitos que eram previstos até essa data. Na versão da Embraer, "a Boeing adotou um padrão sistemático de atraso e violações repetidas ao MTA, devido à falta de vontade em concluir a transação, sua condição financeira, ao 737 MAX e outros problemas comerciais e de reputação." A empresa brasileira informa que buscará todas as medidas cabíveis contra a Boeing pelos danos sofridos como resultado do cancelamento indevido e da violação do MTA. (Portal epocanegocios)


Sobre a Embraer - É uma empresa aeroespacial global com sede no Brasil, tendo completado 50 anos de atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, e Aviação Agrícola. A empresa brasileira é bem-sucedida, eficiente, diversificada e verticalmente integrada, com histórico de sucesso no atendimento a clientes com produtos e serviços, construídos em uma base sólida de recursos industriais e de engenharia. A empresa desenvolve e exporta tecnologia, em aviação de defesa, executiva e comercial. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer serviços e suporte a clientes no pós-venda. Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. A empresa brasileira é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e é a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.


Tempo de oportunidade

“É tempo de oportunidade e de entender melhor nosso negócio”. Esta foi a afirmação do presidente executivo da ANDAV - Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários, Paulo Tibúrcio. O assunto foi abordado em uma live do sistema FAEG – Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás, que tratou sobre o cenário do mercado de insumos agrícolas durante a atual pandemia do coronavírus. “Esse é o momento de se reorganizar no digital e fazer investimentos em novas áreas e tecnologias. Não vamos pensar em crise, haverá muito espaço para trabalhar o agro para quem se reorganizar. Queremos incentivar nossos distribuidores. O cenário é favorável, com o Brasil fechando bons acordos”, destacou Tibúrcio.


Impacto do dólar alto - Em 2019 os Estados Unidos tiveram consumo menor de defensivos e isso fez o Brasil avançar para o maior volume de defensivos da história, com US$ 12,4 milhões envolvidos. Segundo Tibúrcio o Brasil virou o ano com estoque alto de defensivos e isso acabou sendo positivo com a pandemia de Coronavírus. “Ainda em abril muito do estoque que está sendo escoado foi adquirido em 2019. Somente a partir de maio é que vamos sentir o peso do dólar alto sobre importação de defensivos. Mais de 90% dos defensivos utilizados no Brasil são importados, especialmente da China e leva 90 dias da compra até a chegada de defensivos importados no país.


Logística não deve ser afetada - Em plena safra recorde de soja, o escoamento segue normal tanto internamente quanto na exportação. Na logística de agroquímicos e fertilizantes não há previsão de grandes impactos. As plantas fabris da China e da Índia estão operando normalmente. O maior impacto pode ser sentido nos fosfatados. O Rabobank destacou que o surto de Covid19 vem afetando severamente a produção de fosfato na China, o que sugere que os preços dos fertilizantes fosfatados devam aumentar devido à escassez de produtos e custos de produção mais elevados. No entanto, a demanda é incerta e as pressões do mercado de exportação permanecem altas, o que coloca a indústria de fertilizantes fosfatados da China sob maior pressão em 2020.


Crescimento em meio às dificuldades - Os fabricantes de defensivos agrícolas devem procurar oportunidades para obter crescimento em meio às dificuldades. “O que pode acontecer é o transporte demorar um pouco mais, o que requer melhor planejamento aqui. Na importação de matéria-prima podem surgir problemas, mas as empresas devem se programar melhor em frente aos atrasos em portos e nos carregamentos até que os insumos cheguem à indústria brasileira”, esclarece Tibúrcio.


O papel dos distribuidores de defensivos - O vice-presidente do Conselho da ANDAV, Osvaldo Recha Filho, que também é distribuidor de insumos, ressaltou a importância do papel dos distribuidores neste momento, utilizando bem a informação, promovendo treinamento e o uso de ferramentas que facilitem o trabalho remoto dos distribuidores. “O momento é de reflexão, mas entendemos que estamos no agronegócio, um setor que tem capacidade de resposta rápida. Temos Flores e HF (produtos de horticultura e fruticultura) num momento não tão bom, mas temos a soja num cenário muito favorável. Mesmo com o real desvalorizado em relação ao dólar, no mercado de insumos ainda a relação de troca está valendo e trazendo lucros ao produtor”, completa.


Acesso dos consultores técnicos ao campo - Quanto à dificuldade dos consultores técnicos acessarem as propriedades, a recomendação da ANDAV é que se respeite o distanciamento social para garantir as condições de saúde. Ademir da Silva, executivo da ANDAV em Goiás, estado que concentra 60% dos associados da distribuição, também acredita que o momento é de reorganização virtual dos trabalhos. “O agendamento prévio é perfeitamente possível. Não tem nos afetado. O distribuidor tem papel essencial no sucesso da safra porque assegura que o insumo chegue na hora certa para uso do produtor. Acreditamos que, no momento oportuno, o produtor vai poder receber os consultores e isso não vai demorar” finaliza. (Portal AGROLINK - Eliza Maliszewski)


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