Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 021


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Agronegócio brasileiro exporta

em meio à pandemia. Essa e outras notícias? Leia em nosso boletim!




"Mesmo quando tudo parece desabar, a mim cabe decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir." (Cora Coralina)


Agronegócio brasileiro exporta em meio à pandemia

Desde dezembro de 2019, quando foram reportadas na China, as infecções por coronavírus têm se alastrado por vários países e, em março de 2020, foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como pandemia. Para combater a disseminação da doença e seus efeitos sobre a saúde de seus habitantes, os governantes dos países têm adotado medidas de restrição de circulação de pessoas e mercadorias. As limitações de atividades econômicas, por sua vez, têm levado o Fundo Monetário Internacional e governos a revisarem para baixo as projeções de crescimento da economia global, com alastramento de suas consequências, inclusive sobre o comércio mundial, que deve recuar em 2020 frente a 2019. Embora agentes portuários tenham relatado ocorrência de paralisações e atrasos na liberação de cargas nos portos chineses nos primeiros meses de 2020, a participação das exportações brasileiras para o país superou os 28%, um recorde para o período, segundo dados da SECEX - Secretaria de Comércio Exterior. Como sempre, esse resultado teve a contribuição importante do complexo soja.


China retorna à “normalidade” - A China foi o primeiro país a decretar quarentena em três municípios da província de Hubei: Wuhan, Huanggang e Ezhou. Nesse período, com a paralisação das atividades, houve queda anualizada, até o primeiro bimestre de 2020, de 13,5% da produção industrial e de mais de 20% nas vendas do varejo, segundo o BNS - Escritório Nacional de Estatísticas chinês. Desse modo, o país asiático reduziu o ritmo de importações em 4% e das exportações, em 17%, no acumulado de janeiro a fevereiro de 2020. Em março as diminuições foram menores, de 6,6% nas exportações de 0,9% nas importações totais. E, para este mês de abril, a perspectiva é de que a China retorne à “normalidade”, caso não haja problemas de novas ondas de infecções.


As importações dos chineses - As importações chinesas dos produtos do agronegócio brasileiro reduziram um pouco em janeiro, com recuperação em fevereiro e tomaram mais força em março. No acumulado de janeiro a março, as exportações brasileiras do agronegócio ultrapassaram 21 bilhões de dólares, valor muito próximo ao registrado no primeiro trimestre de 2019, apenas com pequena redução de 0,4%. A China manteve sua parcela de 34% de participação, semelhante à observada em 2019.


As exportações para outros países - Outros destinos que também sofrem com o alastramento da doença e ainda mantêm medidas de restrição à economia, como os países da União Europeia e os Estados Unidos, também mantiveram sua participação nas compras dos produtos brasileiros, de em torno de 17% e de 7%, respectivamente.


Os produtos agropecuários brasileiros mais exportados - Em termos de produtos, os do complexo da soja representaram 35% das vendas externas do agronegócio de janeiro até março, as carnes, quase 19%, os florestais, 13%, o açúcar, quase 7% e o café, 6%. Os produtos do complexo da soja, florestais, café e do setor têxtil conseguiram superar as vendas externas, em termos de valor, no agregado do primeiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019.


Boas expectativas - O agronegócio é considerado setor essencial da economia e as projeções para 2020 têm sido mais animadoras do que para outros setores. A safra de produtos importantes como a soja, que está em final de colheita, deve ser recorde, e a oferta de outros produtos, como açúcar, milho e café, deve ser elevada. Desse modo, a expectativa é de recuperação das vendas externas do agronegócio ao longo do ano, o que já se verificou em março, com a paulatina volta à normalidade das atividades econômicas na China e à medida que os principais parceiros do agronegócio brasileiro também consigam conter o agravamento da pandemia. Há, inclusive, perspectivas de que as vendas dos produtos do complexo da soja superem os valores dos embarques de 2019, conforme último relatório do USDA. No entanto, para o setor de frutas e carnes, poderá haver alguma dificuldade no curto prazo, principalmente em relação à logística, uma vez que agentes portuários têm relatado problemas de disponibilidade de contêineres refrigerados.


Abertura de novos mercados - Em março, também houve a abertura de novos mercados, principalmente carnes, fruto de um esforço do Ministério da Agricultura, que tem atuado para garantir o abastecimento doméstico e elevar as vendas externas do setor, mesmo durante a pandemia. (Portal AGROLINK, com informações do CEPEA/ESALQ)


Cura para hérnia de disco pode ser simples como consertar um pneu

Pesquisadores desenvolveram uma nova técnica para tratar hérnias de disco que lembra o modo como se conserta um pneu furado. Após uma ruptura, um material semelhante a uma geleia vaza do disco herniado, causando inflamação e dor. A lesão geralmente é tratada de duas maneiras: um cirurgião costura o buraco, deixando o disco vazio; ou o disco é reabastecido com um material de substituição, o que não evita que o vazamento se repita. Como nenhuma das duas abordagens dá resultados eficazes para todos os casos, a equipe do professor Lawrence Bonassar, da Universidade Cornell, nos EUA, combinou esses dois métodos em uma nova técnica de duas etapas que resulta em um disco "remendado" que mantém a função mecânica e não entra em colapso e nem se deteriora. A nova técnica usa um gel de ácido hialurônico para reinflar o disco e gel de colágeno para selar o buraco, essencialmente reparando os discos rompidos, semelhante ao reparo de um pneu furado.


A nova e rápida opção de tratamento - "Agora temos potencialmente uma nova opção de tratamento, diferente de andar por aí com um grande buraco no disco intervertebral e esperar que ele não volte a re-herniar ou continue a degenerar. E podemos restaurar completamente a competência mecânica do disco," disse Bonassar. O gel de colágeno para reparar discos de hérnia incorpora riboflavina, um derivado fotoativo da vitamina B. Em vez de costurar o disco rompido, os pesquisadores conseguiram remendá-lo aplicando o gel e iluminando-o para ativar a riboflavina. A reação química resultante faz com que as fibras do colágeno se liguem e o gel enrijeça em um sólido. Mais importante ainda: o gel fornece um terreno mais fértil para as células desenvolverem novos tecidos, selando o defeito melhor do que qualquer sutura. A aplicação da técnica leva apenas cinco ou 10 minutos e pode ser feita em conjunto com uma discectomia, o procedimento pelo qual o núcleo pulposo vazado é removido da raiz nervosa. A técnica também pode ser usada para tratar outros tipos de degeneração do disco ou integrada a outros procedimentos e terapias da coluna vertebral, acrescenta a equipe.


(Texto extraído do artigo científico entitulado “Combined nucleus pulposus augmentation and annulus fibrosus repair prevents acute intervertebral disc degeneration after discectomy”, dos autores Stephen R. Sloan Jr., Christoph Wipplinger, Sertaç Kirnaz, Rodrigo Navarro-Ramirez, Franziska Schmidt, Duncan McCloskey, Tania Pannellini, Antonella Schiavinato, Roger Härtl, Lawrence J. Bonassar, publicado na revista Science Translational Medicine)


70% dos empresários esperam que economia retome entre 4 e 6 meses

Do universo de 2987 empresas ouvidas uma sondagem do Ibre/FGV - Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, 70% concentram suas respostas sobre o período entre quatro e seis meses para a economia retomar a trajetória de crescimento após a quarentena por conta do coronavírus. Em todos os setores, a maior parte das empresas projeta que o coronavírus impactará suas atividades no 2º e no 3º trimestres de 2020. Em alguns segmentos, como hiper e supermercados, há uma heterogeneidade na expectativa de recuperação, que fica entre 4 e 6 meses ou em mais de 9 meses, após o fim da crise. “Vale ressaltar que existem empresas esperando uma demora maior da retomada. 37% esperam que ocorra em mais de nove meses. Porém, há quase um empate com o grupo de empresas que consideram a normalização dos negócios entre quatro e seis meses, 35,3%”, disse Rodolpho Tobler, economista do Ibre/FGV e um dos responsáveis pela pesquisa. Essa diferença, de acordo com ele, pode ser explicada pela resposta de estabelecimentos de menor porte, ou que ficam em localidades onde o consumo está mais restrito, dedicado a itens essenciais. “Outro ponto de cautela que os empresários podem estar considerando é a demora que o mercado de trabalho, e consequentemente a renda das famílias, devem apresentar nessa recuperação”, concluiu. (Portal Estadão Conteúdo)


Unilever suspende previsão de vendas devido à pandemia

A companhia de produtos de consumo disse que foi atingida por mudanças causadas pela pandemia e suspendeu nesta quinta-feira suas metas de vendas para este ano e avisou que seu desempenho poderá piorar no trimestre atual, conforme se ajusta a um mundo em que as pessoas consomem mais a partir de suas casas. A companhia de produtos de consumo disse que foi atingida por mudanças causadas pela pandemia, com mais pessoas evitando ir a restaurantes e optando por fazerem suas próprias refeições em casa. A Unilever suspendeu metas de vendas para o ano, que previam um crescimento perto do pico da faixa de 3% a 5%, dizendo que não pode "avaliar de forma confiável o impacto" do coronavírus.


"As coisas ficarão mais difíceis antes de melhorarem" - Foi o que disse o presidente-executivo do grupo, Alan Jope, em teleconferência, apontando especificamente para o impacto nas vendas de sorvetes e nos negócios de food service, que atende estabelecimentos como cantinas, restaurantes e cafés. Por outro lado, a Unilever, afirmou que a preocupação das pessoas com higiene está ampliando as vendas de sabão em pó, desinfetantes para as mãos e outros produtos de limpeza. A companhia vai priorizar o desenvolvimento de produtos de menor valor agregado, pois espera que as economias de todo o mundo entrem em um período de crescimento lento. "Estamos nos adaptando aos novos padrões de demanda e nos preparando para mudanças duradouras no comportamento do consumidor, em cada país, à medida que saímos da crise e nos recuperamos", disse Jope.


Menor resiliência - As vendas da Unilever permaneceram estáveis no primeiro trimestre, sustentadas por crescimento nos Estados Unidos e Europa, onde consumidores estocaram produtos de limpeza e de higiene pessoal. "A Unilever está se mostrando menos resiliente do que seus pares até agora e a primeira metade do ano continuará fraca com um provável segundo trimestre pior", escreveram analistas do JP Morgan em relatório divulgado nesta quinta-feira... (Portal da revista Época negócios)


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