Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 019


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Produtos de beleza: venda porta a porta é feita pela web. Essa e outras notícias? Leia em nosso boletim!


"Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis." (René Descartes)


Produtos de beleza: venda porta a porta é feita pela web

A história da paulista Carol Martins, de 35 anos, poderia ser a de mais uma influenciadora digital. Especialista em vídeos com dicas de beleza, Carol é acompanhada por cerca de 25 mil seguidores. Mas há uma diferença na trajetória dela na comparação com a de uma influenciadora comum: ela revende os produtos que recomenda. Ela trabalha com vendas diretas, um ofício que ganhou o apelido de “porta a porta digital”. Expõe os produtos numa loja virtual e passa o dia ligada no WhatsApp para tirar dúvidas de potenciais clientes. — Às vezes recebo mensagens de telefones com DDDs de cidades que não faço ideia de onde ficam — diz. Quando tinha 18 anos, Carol teve uma experiência com a venda direta tradicional, fora da internet. As vendas eram para vizinhos, que viam e tocavam produtos de uma empresa de cosméticos.


Vendas diretas cresce - O setor de vendas diretas, incluindo a comercialização pela web e as tradicionais, vem chamando a atenção pelo crescimento. Em 2020, deve faturar 46 bilhões de reais, perto de 2,5% acima de 2019, diz a consultoria paulistana DirectBiz, focada em vendas diretas. Embora ainda longe da expansão anual de dois dígitos típica de antes da crise de 2014, é mais uma prova da vitalidade do setor, cujo faturamento acumula alta de 8% em cinco anos, mais que o dobro da economia brasileira no período. “A crise não bateu no porta a porta”, diz Marcelo Alves, sócio da DirectBiz, para quem os investimentos em tecnologia ampliaram a competitividade das vendas em relação a outros meios como franquias ou o e-commerce.


Foco no relacionamento - Quem já tem tradição em vendas diretas aproveitou os últimos anos para ganhar eficiência com a tecnologia. Dona de uma rede de 1,1 milhão de revendedoras no Brasil, a fabricante de produtos de beleza Natura criou em 2011 uma plataforma virtual à disposição de suas revendedoras. É nessa espécie de “vitrine digital” que Carol exibe os itens que vende a seus clientes. Desde 2015, o sistema tem versão para celulares. “Hoje, 80% das consultoras usam ferramentas digitais”, diz Luciano Abrantes, diretor de tecnologia da Natura. Segundo a empresa, a tecnologia aumentou em 15% a produtividade das revendedoras, que agora perdem menos tempo em tarefas como despachar pedidos à matriz ou controlar o fluxo de entregas. (Blog Televendas & Cobrança – Afonso Basolli)


Crise já afeta transações de fusão e aquisição

Operações como venda do Outback e Echoenergia estão suspensas, enquanto venda da Oi móvel e refinarias da Petrobras ganham mais prazo. A pandemia do coronavírus deu um baque nas transações de fusões e aquisições no Brasil e no Mundo. Alta volatilidade, isolamento social, incerteza sobre o tamanho e tempo de impacto na economia têm levado vendedores e compradores a rever o ritmo de suas operações e até mesmo sua efetiva realização. No país, grandes negócios em curso vão ganhar mais prazo para se concretizar, caso da venda de refinarias pela Petrobrás e da telefonia móvel da Oi, enquanto outros já suspenderam as operações. (Jornal Valor Econômico)


Setores econômicos terão recuperação desigual após crise do coronavírus

Em um cenário em que ainda não está claro quando será o melhor momento para a retomada do contato social, e de atividades paralisadas em meio ao combate ao novo coronavírus, estudo da Bain & Company mostra que a recuperação entre diferentes setores estará longe de ser uniforme. Com a pandemia, as prioridades da população mudaram, colocando pesados desafios para as companhias de bens de consumo. Compras de “pânico”, como desinfetantes, máscaras, refeições prontas e medicamentos, ganharam espaço, enquanto laticínios, bebidas alcoólicas e produtos de luxo tiveram recuo. Nas últimas semanas, a demanda por atividades como comida fora de casa, passagens aéreas, turismo e eventos praticamente se extinguiu. Em um cenário em que o medo deve predominar, a tendência é que segmentos que dependam de concentração de pessoas enfrentem desafios de longo prazo, enquanto atividades virtuais poderão preservar parte do “boom” que registraram na crise.


Polos opostos - Os restaurantes hoje só operam com delivery e, no Brasil, as companhias aéreas reduziram o tráfego em cerca de 90%. No sentido contrário, ferramentas de trabalho e ensino a distância viram a demanda explodir. A ferramenta de videoconferência Zoom, por exemplo, viu sua média de usuários subir 340% desde o início do isolamento. Para Luciana Batista, sócia da Bain & Company, esses dois grupos se posicionam em polos opostos. Enquanto as ferramentas online – grupo que também inclui cursos e streaming de vídeo e games – ganharam força e devem se fortalecer no médio e longo prazos, atividades que dependem da reunião de pessoas – grupo que também inclui restaurantes, eventos e turismo – vão demorar mais para ganhar fôlego. Quanto maior a necessidade de aglomerações, provavelmente mais difícil a recuperação. “Para essas atividades vai ser difícil voltar ao antigo normal.” (Jornal O Estado de S Paulo)


A crise no Agro, por Roberto Rodrigues

Hoje é domingo de Páscoa. Mas será diferente de todos os outros anos. Muita gente mergulhada no confinamento não vai ganhar nem presentear ovos de chocolate aos seus queridos. A prioridade de todos nós do campo e do MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento agora é abastecer, com a engrenagem que vai da roça ao consumidor. Esta longa cadeia de abastecimento, por sua vez, é impulsionada por um poder superior, a natureza. É ela que diz a hora de plantar, de cultivar e de colher, de transportar e distribuir, que determina o ciclo fundamental do trabalho rural, o ciclo da vida, ao qual os agentes da cadeia de abastecimento se adaptam. Por isso agricultura e abastecimento estão sempre juntos. E o Mapa vem trabalhando competentemente para desmanchar todo “nó” que estrangule qualquer elo das cadeias produtiva e de abastecimento. Dada a grandeza da crise, nem sempre isso é possível. Há problemas quase incontornáveis.


As flores - Aconteceu com os produtores de flores: não tem mais eventos, nem festas, nem celebrações importantes que são os grandes demandantes de flores. Até casamentos estão sendo adiados... Portanto, o mercado sumiu. Será necessário socorrer esse segmento com um crédito especial, barato e de longo prazo para evitar a quebradeira geral de seus heroicos produtores.


As frutas e verduras passam por problemas semelhantes: quando estão maduros, precisam ir ao mercado imediatamente, caso contrário apodrecem. E os sistemas de distribuição não funcionam agora como em tempos normais. Medidas em sua defesa devem também acontecer.


A cana-de-açúcar - Nenhum setor está causando mais dor de cabeça do que o canavieiro, por diversas razões: ocupa mais de 9 milhões de hectares em centenas de municípios em todo o País, emprega milhares de pessoas ao longo da cadeia produtiva e movimenta uma economia gigantesca. O que aconteceu com esse importantíssimo setor? Depois de alguns anos muito ruins, seja por erros de governo, como o governo Rousseff que tentou evitar a inflação segurando artificialmente os preços dos combustíveis e assim quase quebrou a Petrobrás e a agroenergia, ou por acidentes de mercado, com pesados subsídios em anos anteriores, os produtores indianos de cana e de açúcar aumentaram a produção e “encheram” o mercado açucareiro, derrubando os preços, havia uma expectativa favorável para 2020: no começo do ano estava clara uma retomada da economia canavieira porque os estoques mundiais de açúcar tinham caído e os preços vinham reagindo, a demanda por etanol estava aquecida com a melhora do ambiente econômico interno e o clima chuvoso indicava alta produtividade agrícola. Os empresários se preparavam para fazer investimentos em tecnologia e em equipamentos e nas regiões canavieiras havia muito otimismo.


Virus derrete esperança - De repente, essa esperança derreteu no rastro do coronavírus e do estranho embate entre Arábia Saudita e Rússia que derrubou os preços do petróleo para menos de US$ 30 o barril. Ora, com a pandemia, ninguém sai de casa e o consumo de etanol caiu 60 a 70%, dependendo da região, e o produto encalhou nas usinas. E como seu uso só é viável até custar 75% do preço da gasolina nas bombas, vai perdendo competitividade com a queda do valor do petróleo. Foi uma impressionante mudança de cenário em muito curto espaço de tempo.


Medidas paliativas vêm sendo estudadas pelo governo junto com o setor. Uma delas é colocar para funcionar a Cide, taxa que foi criada exatamente para enfrentar crises como essa: incidindo sobre a gasolina, melhora a competitividade do etanol. Outra é não cobrar PIS/Cofins dos produtores. Estas duas medidas durariam enquanto durarem os efeitos do covid-19 e depois seriam revogadas.


Financiar a estocagem de etanol - Medida muito importante é o financiamento de estocagem de etanol: se o consumo continuar muito baixo, certamente o produto terá que ser estocado, e talvez por muitos meses. Sem vender, como sobreviveria o produtor? O estoque financiado reduz este descasamento. Mas atenção: como esse crédito só é dado ao industrial, a condição necessária para concessão do recurso é que o industrial pague em dia seu fornecedor de cana. O CBio previsto no RenovaBio também ajudaria muito, mas só deve funcionar no ano que vem... Linhas de crédito para realizar a safra ou mesmo para o plantio de cana são outra alternativa, desde que com prazo longo, visto que a cana-de-açúcar é uma cultura semipermanente, e depois de plantada fica no terreno por até 8 anos. São medidas que demandam rápida solução, porque a safra não espera. Felizmente a competente ministra Tereza Cristina conhece muito bem o assunto e está trabalhando para encaminhar algumas das soluções apresentadas. Feliz Páscoa a todos. (Jornal O Estado de S.Paulo - Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas)


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