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Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 018


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Inflação tem menor nível para março desde 1994. Confira essa e outras notícias agora em nosso boletim!



"Em momentos de crise só a imaginação é mais importante que o conhecimento." (Albert Einstein)



Inflação tem menor nível para março desde 1994

A inflação oficial do Brasil registrou em março o menor nível para o mês desde 1994, mas ainda assim mostrou as consequências das medidas de isolamento devido à pandemia do coronavírus, com aumento dos preços da alimentação em domicílio. Em março, o IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo desacelerou a alta a 0,07%, ante 0,25% no mês anterior, informou o IBGE na quinta-feira, 09 de abril. O dado ficou abaixo da expectativa, e é o mais fraco para um mês de março desde o início do Plano Real em 1994. A inflação acumulada em 12 meses chegou a 3,30%, de 4,01% em fevereiro e contra expectativa de avanço de 3,38%. O centro da meta de inflação para este ano é 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Os efeitos do coronavírus no IPCA em direções diferentes – Os dados foram pesquisados entre os dias 3 a 30 de março e é primeira vez que os preços foram coletados de forma remota. O resultado de março tem os primeiros sinais de queda de demanda provocada pelo Covid-19. Na alimentação em domicílio se viu uma alta, com bares e restaurantes fechados com as pessoas comprando por estarem mais em casa. Os preços em casa subiram ou por maior demanda ou por restrição de produtos. Se por um lado os preços das passagens aérea e dos combustíveis caíram, comer em casa ficou mais caro em meio às medidas de proteção no Brasil com isolamentos e fechamentos de empresas.

As altas da alimentação - A maior alta foi do grupo Alimentação e bebidas de 1,13%, contra 0,11% em fevereiro. Esse resultado foi influenciado principalmente pela alimentação no domicílio, que passou de 0,06% em fevereiro para 1,40% em março. Os destaques foram o ovo de galinha (4,67%), a batata-inglesa (8,16%), o tomate (15,74%), a cebola (20,31%) e a cenoura (20,39%). O coronavírus teve efeito generalizado nos alimentos captados pelo IPCA. E não se descarta o aumento da restrição da oferta de vegetais como a cenoura e o tomate.

Preços dos transportes e combustíveis caíram - Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três tiveram deflação em março e a maior contribuição negativa foi dada por Transportes, com queda de 0,90% nos preços. As passagens aéreas caíram 16,75%, enquanto os combustíveis tiveram deflação de 1,88% -- todos caíram em março: etanol (-2,82%), óleo diesel (-2,55%), gasolina (-1,75%) e gás veicular (-0,78%). O coronavírus teve mais pressão altista do que de queda. A queda dos combustíveis é por conta do recuo do barril de petróleo.

Banco Central decreta taxa selic em baixa recorde - Ainda do lado das quedas, os preços de artigos de residência recuaram 1,08, enquanto as despesas pessoais, grupo que abrange pacotes turísticos e hospedagem, recuaram 0,23%. Diante das incertezas relacionadas ao coronavírus, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros a 3,75%, nova mínima histórica, e tanto a autarquia quanto o governo vêm adotando medidas econômicas para tentar mitigar os potenciais devastadores impactos do vírus. O Ministério da Economia e o BC preveem atualmente estagnação da atividade este ano, mas esses números ainda devem ser revisados para baixo. A pesquisa Focus realizada pelo BC com economistas mostra que a expectativa é de a inflação termine este ano a 2,72% e a economia encolha 1,18%, mas algumas casas já preveem contração de mais de 3%. (Agência de notícias REUTERS - Camila Moreira e Rodrigo Viga Gaier)

Oportunidades do agro em meio à crise

No atual momento em que o mundo vive, uma das maiores preocupações é com a produção de alimentos e sobre como será possível manter o abastecimento para a população. Pensando nisso, o Sr. Alysson Paolinelli, o ex-Ministro da Agricultura que criou a EMBRAPA décadas atrás, e o Sr. José Luiz Garcia se reuniram para conversar sobre o que aprenderam com crises passadas e como superar esse difícil momento que estamos vivendo. O debate ocorreu durante o evento online e gratuito “Almoço com Gigantes – Os desafios do agro: o que aprendemos com as crises passadas”, promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte®, no dia 07 de abril de 2020. Com a mediação de Cristiano Veloso, fundador e CEO da Verde, o Sr. Alysson Paolinelli e o Sr. José Luiz Garcia falaram sobre a importância de enxergar no momento atual novas perspectivas para a agricultura brasileira, para que ela saia mais fortalecida da crise.

Continuar investindo em inovações de tecnologia - Alysson Paolinelli ressaltou que uma das chaves é continuar investindo nas inovações tecnológicas, citando o exemplo do uso de biológicos dentro da agricultura. Para ele, com isso o produtor brasileiro tem capacidade de dar continuidade ao crescimento agrícola que tem sido feito nos últimos quarenta anos: “Confio muito nessa evolução que aconteceu naturalmente [na agricultura brasileira], fruto da expertise dos nossos produtores brasileiros”. O Sr. José Luiz Garcia ecoou as palavras de Alysson Paolinelli, ressaltando que a produção de alimentos é uma questão de soberania nacional, já que nações que conseguem alimentar a sua própria população e exportar têm mais vantagem.

A qualidade dos alimentos e a solubilidade dos fertilizantes – Paolinelli falou também sobre a importância do Brasil, neste momento, pensar não somente na quantidade de alimentos produzidos, mas na qualidade desses alimentos: “Se vamos trabalhar com uma soja, que essa soja tenha maior valor de proteína, que ela tenha mais óleo. Se for um algodão, que ele tenha uma fibra mais longa. Essa questão volumétrica, ela vai ter menor peso daqui pra frente”. Uma das formas de conseguir essa maior qualidade e soberania é repensar a dependência dos insumos importados no Brasil. O Sr. José Luiz Garcia e o Sr. Alysson Paolinelli falaram sobre a necessidade de os agricultores estarem atentos ao uso de fertilizantes insolúveis: “Agora é o momento de se procurar alternativas. Quando você tem um adubo solúvel, em um cenário de grandes chuvas como tivemos esse ano, é um problema terrível. O Dr. [William] Albrecht já falava do insolúvel, porém disponível: nós precisamos de disponibilidade de nutrientes, nós temos que trabalhar com um conceito novo de nutrição”, disse José Luiz Garcia. Alysson Paolinelli reforçou: “As mudanças surgem do cientista, surgem do produtor que têm coragem para questionar as tradições e procurar as inovações”.

Os especialistas em diálogo - Os especialistas encerraram o encontro falando sobre o potencial e a riqueza mineralógica do Brasil, em relação a essas novas fontes de nutrição. Também voltaram a insistir que, mesmo em meio à crise, é o momento de olhar para as novas oportunidades que vão surgir. Alysson Paolinelli, atual presidente da ABRAMILHO é um dos nomes mais importantes da agricultura brasileira. Em 2006, recebeu o Prêmio Mundial da Alimentação, reconhecido pela contribuição no avanço do desenvolvimento humano em aprimorar a qualidade, quantidade e disponibilidade de alimentos no mundo. É formado em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras. Paolinelli é diretor da Verde desde 2014. José Luiz Garcia foi um dos pioneiros na introdução do uso de microrganismos na agricultura do Brasil. Ele iniciou o atual movimento de multiplicação on farm de agentes biológicos. Em 2015, fundou o Instituto de Agricultura Biológica. José Garcia é graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e mestre em Fisiologia e Bioquímica de Plantas pela Michigan State University, nos EUA. A conversa com Alysson Paolinelli e José Luiz Garcia pode ser vista no link: https://youtu.be/_EfHP90_xUI

(Portal AGROLINK)

A Cosan e o Corona

A Cosan optou por suspender as projeções financeiras para 2020 (guidance), divulgadas em fato relevante de 14 de fevereiro de 2020, devido à evolução e os impactos do coronavírus em seus negócios e das empresas do grupo, informou a companhia na terça-feira, 07 de abril. A empresa, um conglomerado de energia, logística e produção e comercialização de combustíveis, disse que o atual contexto é de incertezas, e os cenários mudam rapidamente a cada dia. “A companhia poderá retomar a publicação de projeções tão logo tenha maior clareza acerca dos possíveis impactos em seus resultados.” A Cosan disse que implementou, desde o início, um plano de contingência visando garantir a preservação da saúde e integridade de seus colaboradores, bem como a segurança e a continuidade das operações essenciais de cada uma das suas empresas. Este plano vem sendo avaliado a cada dia e atualizado em função da evolução desta pandemia. “A Cosan segue atenta aos desdobramentos e impactos desta pandemia na economia global e local, buscando identificar riscos e oportunidades e adequando expectativas em função dos cenários que se apresentam.” (Agência de notícias REUTERS)


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