Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 012


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Coronavírus impacta logística do agronegócio. Confira essa e outras notícias agora em nosso boletim!


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Coronavírus impacta logística do agronegócio

O principal efeito sentido pelo agronegócio brasileiro em razão da pandemia de coronavírus até o momento é o da movimentação de cargas. Em especial nos portos da China, com o funcionamento de portos afetado pela paralisia do país asiático no ápice da disseminação da doença, houve impacto na logística. Os contêineres são refrigerados. Em Xangai, o porto estava operando abaixo da capacidade. Isso fez com que ficassem além do tempo necessário, atrapalhando as exportações brasileiras, observa Bruno Lucchi, superintendente técnico da CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Essa mesma paralisia afetou o consumo dos chineses. A avaliação do superintendente é de que isso deverá ser compensado mais adiante, com a normalização do fluxo. E também pelo fato de que o governo chinês precisou se desfazer de estoques por conta da situação. A mercadoria precisará ser reposta. De toda forma, o mês de março ainda poderá registrar efeitos nas exportações. Em fevereiro, a ABRAFRIGO - Associação Brasileira de Frigoríficos apontou menor volume movimentado de carne bovina brasileira. Nos embarques de aves e de suínos, houve alta. Cargas de grãos reduziram nos dois primeiros meses. Na soja, o volume foi 10,6% menor, na comparação com o ano passado.


Além do coronavírus - Lucchi pondera que não se pode colocar tudo na conta do coronavírus. Outros fatores ajudam a explicar essa diferença. É o caso da maior oferta de soja no início de 2019. E do mercado interno aquecido para o milho em 2020. A preocupação maior vem da instabilidade global, causada pela combinação de vírus com o recuo nos preços de petróleo. A China, mesmo crescendo pouco, precisa recuperar consumo. No resto do mundo, a economia caminhando para recessão acende luz amarela, observa o superintendente técnico da CNA. (Portal AGROLINK)


CVS Pharmacy compra farmácias da Schnucks nos EUA

A rede americana de mercearias Schnucks está saindo do negócio de farmácias através de um novo acordo com a CVS Health. A CVS Pharmacy estará adquirindo 110 farmácias da Schnucks, renomeando e operando 99 delas como CVS Pharmacy. As 11 farmácias restantes verão seus arquivos de prescrição transferidos para locais próximos à CVS Pharmacy. O braço de farmácia da CVS Health é proprietária e opera todas as farmácias nas lojas da Target. A CVS Pharmacy e a Schnucks posicionaram o acordo como uma jogada estratégica para reunir a mercearia e os serviços de farmácia e experiência clínica da CVS Pharmacy. A CVS Health observou que o acordo também oferece à empresa uma expansão eficiente em termos de capital para os principais mercados. Depois que o negócio for concluído, os clientes da Schnucks terão acesso aos vários programas de atendimento ao paciente da CVS Pharmacy, incluindo oportunidades de gerenciamento de saúde, o aplicativo CVS Pharmacy e o gerenciamento de medicamentos. As mudanças serão lançadas ao longo de vários meses após a conclusão da transação, que deve ser concluída no final do segundo trimestre.


“União da fome com a vontade de comer” - “Temos grande admiração pela Schnucks e acreditamos que a CVS Pharmacy pode oferecer serviços clínicos adicionais a seus clientes”, disse o vice-presidente executivo da CVS Health, Jon Robert. “Um dos pontos estratégicos da CVS Health é ‘Ser local’. Ao abrir lojas CVS Pharmacy nas lojas Schnucks aumentamos o acesso ao atendimento de alta qualidade e atendemos os clientes onde eles estão. A Schnucks é uma mercearia de primeira classe e temos a honra de fazer parceria com eles para oferecer a melhor farmácia do mundo para seus clientes”. As empresas também destacaram seu alinhamento por não vender produtos de tabaco. A CVS Pharmacy parou de vender tabaco em 2014, enquanto a Schnucks parou de vender a categoria no início deste ano.


Parceria promissora - “Como a Schnucks continua expandindo nossa ênfase em saúde e bem-estar, essa colaboração com a CVS é ​​uma oportunidade para nos alinharmos a uma empresa que tem um foco semelhante”, disse o presidente e CEO da Schnucks, Todd Schnuck. “Essa parceria nos permite continuar a fornecer serviços farmacêuticos de qualidade a nossos clientes da maneira que eles esperam. Isso ao mesmo tempo em que seguimos nossa missão de nutrir a vida das pessoas. Também oferecemos aos nossos colegas de equipe de farmácia uma oportunidade de continuar suas carreiras em um importante varejo”. (Portal Drugstore News)


Mais de 300 milhões de dólares em Startups no começo de 2020

O mercado de capital de risco acelerou por aqui durante o começo de 2020, quando as preocupações com o novo coronavírus ainda não tinham escalado ao nível de pandemia. Entre janeiro e fevereiro, as startups brasileiras captaram US$ 317 milhões em 37 novas rodadas de venture capital. Os dados são da plataforma de inovação Distrito. Em janeiro, foram US$ 218 milhões arrecadados pelas startups brasileiras em 19 aportes. O volume é similar ao visto em janeiro de 2019, de US$ 219 milhões. 60% das rodadas se concentraram no estágio semente, ou seed. As startups de serviços financeiros, fintechs, lideraram o número de aportes em janeiro, com três aportes. Em seguida aparecem as adtechs, edtechs, HRTech e real estate, com dois aportes por categoria. O principal destaque de janeiro foi a Loft, que se tornou um unicórnio após receber 175 milhões de dólares. Kenoby, Delivery Center e Olivia também se destacaram no primeiro mês de 2020.


Fusões & Aquisições - Falando sobre M&As, 14 startups foram compradas por corporações. Exemplos são PinPag, adquirido pela Linx, Teravoz, adquirida pela Twilio, Hekima, adquirida pelo iFood, Plataformatec, adquirida pelo Nubank e Zaitt, Shipp e Lucco Fit, adquiridas pela Sapore. Mesmo assim, teve um volume de investimentos 6,6 vezes maior. Foram US$ 99 milhões neste ano, contra os US$ 15 milhões de fevereiro de 2019. A maioria dos investimentos ficou no estágio semente, em 72% das 18 rodadas. As principais rodadas de fevereiro destacadas pelo portal Distrito foram aquelas feitas nas startups Solinftec, Weel, Trybe, Docket e Memed. Novamente, as startups de serviços financeiros lideraram o número de aportes no último mês, com quatro aportes. As fintechs são seguidas pelas healthtechs, com 3 aportes e agrotechs, com 2 aportes, no pódio de negociações com capitalistas de risco.


Tendências - 2020 também segue forte na tendência de aquisições e fusões. Foram 18 acordos do tipo entre janeiro e fevereiro, 30% mais do que o visto no mesmo período de 2019. Exemplos são a Mozaiko, adquirida pelo grupo Stefanini; a Banqi, adquirida pela Via Varejo; a Trigg, adquirida pela Omni Banco e Financeira; e a Credigogo, adquirida pelo BTG Pactual. (Portal da revistapegn.globo)


Três brasileiras entre as 100 fintechs mais inovadoras

O Brasil já tem mais de 500 startups com foco em soluções financeiras. Porém, de acordo com o Fintech 100, da KPMG, o país possui três das 100 fintechs mais inovadoras do mundo, com destaque para a ascensão de neobanks e o crescimento acelerado de serviços bancários digitais globais. Como ainda há muito espaço para esse mercado evoluir no país, os pontos mais fortes neste momento são os indícios de liberação do sistema financeiro, com a flexibilização da entrada de capital estrangeiro, e a concessão de crédito, na modalidade de Sociedade de Crédito Direto. Esse movimento, inclusive, deve impactar a economia, porque haverá mais oferta de crédito, contribuindo para o destravamento dos investimentos. O FinTech Mining Report, estudo realizado pelo portal Distrito, mapeou o cenário das fintechs no Brasil, identificando as tendências e as tecnologias do setor aqui e no mundo. A seguir quatro tendências da atual onda digital:


Transações bancárias móveis continuarão crescendo - A indústria mundial de pagamentos e bancos mobile movimentou, em 2017, mais de US$ 1 bilhão por dia em transações, segundo a GSMA, organização mundial que representa os interesses operadores móveis. Esta tendência continuará a crescer. O segmento tem sido impulsionado pela acessibilidade que entrega às pessoas excluídas do sistema tradicional, especialmente América Latina e África. Até o próximo ano é esperada uma queda de 36% no número de transações em agências e aumento de 121% em transações móveis, chegando a 88% do total. Esse movimento impulsionará os investimentos em carteiras digitais e ferramentas de transação sem contato, com transferência instantânea. Os bancos tradicionais e grandes empresas devem continuar investindo em seus canais digitais, enquanto desenvolvem estratégias para colaborar, adquirir ou investir em startups ou criar suas próprias fintechs. Essas, por outro lado, precisarão de fôlego para enfrentar dificuldades regulatórias e desafios de escala.


Tecnologia blockchain em crescimento - A tecnologia e o conceito das criptomoedas já tiveram uma grande influência na transformação do mercado financeiro, com novas formas de transações, infraestrutura e regulamentação, mas ainda há muito pela frente. Apesar do seu surgimento ter sido ‘fora-da-lei’, essa tecnologia promete ser a base de importantes evoluções no setor, por ter um alto padrão de segurança em quantidades massivas de dados e uma enorme agilidade para reduzir processos intermediários de transações e contratos, que passam de dias a minutos ou segundos. Atualmente, o setor financeiro gasta 1,7 bilhão de dólares por ano com blockchain e espera-se que esse número cresça, assim como a procura por especialistas na tecnologia.


Automação inteligente em tomada de decisões - Os assistentes virtuais já estão substituindo os call centers em várias funções. O próximo passo será a “Automação Inteligente”, que usa Inteligência Artificial combinada à Automação Robótica de Processos. Dessa forma, a automação passa das tarefas e processos repetitivos para a tomada de decisões complexas relativas a investimentos, controle de gastos e aprovação de empréstimos. Outras tendências são as automações para proteção dos clientes, que ajuda verificar identidade para evitar fraudes e controlar gastos, e o uso de comandos de voz (Voice Banking), que já é oferecido pelo Ally Bank, Mercantile Bank of Michigan e Capital One, mas ainda de forma limitada, permitindo ver apenas as últimas transações.


Open Banking veio para ficar - A abertura dos dados bancários de modo seguro e padronizado para novos serviços financeiros, veio para ficar e continuará orientando novas soluções e mudanças na regulamentação do setor. A União Europeia já é uma referência com a PSD2 - Payments Service Directive 2, que regulamenta a abertura de APIs das instituições financeiras tradicionais. Seguindo esse exemplo, o Banco Central do Brasil deu o primeiro passo e divulgou o início do processo de implementação do Open Banking no Brasil. Essa nova relação entre as instituições e o os consumidores pode abrir caminho para novas soluções. Tanta exposição demanda um cuidado especial para que não ocorra vazamento de informações e ataques cibernéticos. Ou seja: o Open Banking é vital para o desenvolvimento do setor financeiro e com um bom planejamento de implementação e mitigação de riscos pode ser uma virada de chave para a disrupção. (Portal Fusões & Aquisições - Odilon Costa, CEO da fintech Tree Solution)


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