Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 010


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Mundo quer aumento da produção agrícola brasileira. Confira essa e outras notícias agora em nosso boletim!


"O mundo precisa de atitudes, não de opiniões.

“Opinião nenhuma mata fome ou cura doença." (Angelina Jolie)




Mundo quer aumento da produção agrícola brasileira

Para o coordenador do Centro de Agronegócio da FGVAgro, Roberto Rodrigues, o Brasil tem uma oportunidade inédita de dar um novo salto de produtividade graças ao incremento de 20% projetado para a demanda global de alimentos em 10 anos, mas, segundo ele, é necessária uma estratégia nacional integrada, que ainda precisa ser construída. Rodrigues acredita que as tendências de consumo de alimentos em curso podem alterar significativamente, no futuro, os rumos da produção e da indústria de transformação.


Perspectivas de longo prazo para o agronegócio brasileiro – Roberto Rodrigues diz que há uma estimativa da OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico que indica a necessidade de aumentar em 20% em 10 anos a produção global de alimentos para que haja comida suficiente para alimentar a população mundial. Cumprir essa meta não é fácil porque as projeções mostram que Estados Unidos e Canadá não crescem 10%; os países da União Europeia e Oceania não chegam a 12%; os países da Eurásia, China, Índia, Rússia não alcançam 15% de incremento na produção de alimentos. Para que o mundo tenha o crescimento esperado em 10 anos, é preciso que o Brasil cresça 41%. Há, portanto, uma demanda de fora para dentro inédita.


O que falta - “O Brasil tem tecnologia tropical sustentável, terra disponível e pessoal capacitado nos diversos elos da cadeia produtiva. O Brasil tem condições de ampliar sua produção duas vezes mais do que o mundo precisa. Podemos crescer porque essas três variáveis persistem ao longo do tempo. Fazer isso depende de uma estratégia articulada e integrada voltada para o agro, que ainda não existe. O agro representa 25% do PIB brasileiro, responde pelo saldo da balança comercial em mais de 90%, enfim, tem um papel socioeconômico relevante, mas que não vem sendo compreendido, ao longo dos anos, pelo Estado brasileiro. Precisamos de uma estratégia que contemple fundamentalmente cinco aspectos, a seguir”:


1 – Logística e infraestrutura – “No século passado, a agricultura era costeira, mas depois migrou para o Centro-Oeste. No entanto, a estrada, a ferrovia, o armazém, nada migrou. E nós precisamos colocar essa infraestrutura lá para escoar a produção em bases competitivas, mas isso acontecerá apenas quando houver segurança jurídica e as reformas forem concluídas, assim haverá confiança por parte do investidor, tanto o nacional quanto o estrangeiro.”


2 - Política comercial – “Hoje há um protecionismo enorme entre os países desenvolvidos, com a proliferação de acordos bilaterais. A OMC - Organização Mundial do Comércio está perdendo o protagonismo nessa mediação. O Brasil não tem qualquer acordo bilateral relevante. Então, é fundamental que esse acordo Mercosul-União Europeia saia do papel, porque é a única forma de o Brasil ter acesso a mercados de forma estruturada e também de fazer outros acordos bilaterais com China, Índia, Estados Unidos, Canadá. Precisamos estabelecer uma ampla política de comércio internacional, com mais consistência do que a existente hoje.”


3 - Política de renda no campo – “Como o seguro rural, créditos e outros mecanismos para, ao garantir ao produtor a manutenção da sua atividade, se dê garantias também de abastecimento ao consumidor. Por fim, a tecnologia, que permitiu o nosso salto de qualidade e a explosão da nossa produtividade nos últimos 40 anos, não pode parar de receber investimentos, porque é um processo dinâmico.


4 – Recursos em tecnologia – “O que vem surgindo com a revolução 4.0 da agricultura é muito impressionante e precisamos, urgentemente, colocar recursos nessa área para não ficarmos atrasados.”


5 – Defesa Sanitária – “Outro aspecto atrelado à tecnologia que é de importância capital. Temos que fortalecer nosso aparato, com os devidos recursos para montarmos barreiras fortes que impeçam a entrada de doenças, pragas e outros elementos nocivos ao agro.”


Sustentabilidade – “Questão transversal muito importante. Sem sustentabilidade não há competitividade no mundo contemporâneo. Preservar o meio ambiente é uma demanda da legitima da juventude global e é uma necessidade real do planeta. Nós, brasileiros, temos o Código Florestal, que é uma ação concreta em defesa do meio ambiente. É preciso colocar a esse tema no cenário das estratégias nacionais para que haja um reconhecimento, de fato, da competitividade sustentável do agronegócio brasileiro.”


As perspectivas de curto prazo – “Nós estamos no meio de um ciclo da safra de verão. Tem chovido razoavelmente bem no Brasil inteiro, embora tenha faltado chuva no Rio Grande do Sul, e parte do Mato Grosso do Sul e do Paraná. De modo geral, o clima está correndo bem. Há uma grande expectativa para a safra de verão, especialmente de soja, milho, algodão, amendoim, e outras commodities mais conhecidas. Isso também é bom para as carnes. É um ano positivo em termos de produtividade, salvo os desastres em algumas partes do país. Também é um ano de bons preços, em um primeiro momento, por conta da peste suína africana e do coronavírus.


Sobre o coronavírus – “O cenário é muito instável porque não se sabe em quanto tempo o coronavírus será eliminado na China. Enquanto isso não se resolve, há um temor que haja um refluxo no comércio de alimentos. A China é nosso melhor comprador. Tenho uma expectativa positiva para a safra, pendente dessas questões, especialmente da situação chinesa. Se demorar muito tempo para controlar o coronavírus, os mercados vão encolher, pois haverá retração das atividades de transporte, e, consequentemente, das possibilidades de escoamento da produção.” (Assessoria de Comunicação do portal Notícias Agrícolas)

RD e mais 14 redes de farmácia entre as maiores varejistas do mundo

A RD – Gente, Saúde e Bem-Estar, proprietária das redes Droga Raia e Drogasil, ocupa a 239ª posição entre as 250 maiores varejistas do mundo, segundo a pesquisa Poderosos do Varejo Global 2020 da consultoria Deloitte. A companhia é a única brasileira do segmento farmacêutico a compor o ranking global e também figura na lista das 50 empresas que mais cresceram em 2018 (12%) e no acumulado desde 2013 (20%). O levantamento, que levou em consideração o ano fiscal de 2018, ainda inclui mais 14 empresas varejistas que atuam no canal farma.


As maiores redes farma no mundo - Novamente o Walmart aparece na primeira posição mundial. O top 10 reúne também as norte-americanas Walgreens (6ª) e CVS Health (9ª). Outra grande rede de drogarias americana, a Rite Aid, ocupa a 60ª posição. Na 49ª colocação vem a A.S. Watson Group, de Hong Kong, presente em 24 países e detentora da rede de farmácia Watsons, com mais de 1.500 lojas em 13 mercados asiáticos e europeus. Cinco varejistas do Japão estão na lista, sendo a mais bem posicionada a Tsuruha Holdings (151ª), seguida por Cosmos Pharmaceutical Corp. (186ª), Sundrug (192ª), Matsumoto Kiyoshi (199ª), e Sugi Holdings (230ª). A Alemanha tem quatro redes de farmácia na lista. A Rossmann está na 95ª colocação. As demais representantes do país são a DM Drogerie (98ª), uma das maiores varejistas da Europa Central; a Müller Holding (222ª) e a McKesson Europe AG (232ª), que opera na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Áustria, Eslovênia, Itália, Portugal, Reino Unido, Irlanda, Dinamarca, Noruega e Suécia.(Portal Panorama Farmacêutico)


OLX compra o Grupo Zap por 2,9 bilhões de reais

O site de classificados OLX comprou o Grupo Zap, dono dos sites de imóveis Zap e VivaReal. A operação, de R$ 2,9 bilhões, será paga em dinheiro por meio de um aumento de capital feito pelos acionistas da OLX no Brasil: a Prosus, braço de serviço de internet da sul-africana Naspers, e a norueguesa Adevinta, que tem sites em 16 países. A expectativa é que o negócio, que precisa ser aprovado pelo CADE, seja concluído no segundo semestre. Esta é a segunda aquisição da OLX no mercado imobiliário brasileiro em seis meses. Em agosto do ano passado, a companhia comprou a Anapro, que atua com incorporadoras na gestão de vendas de lançamentos imobiliários, por valor não informado. Perguntado se novas operações podem ocorrer em outras áreas no Brasil, Oudshoorn disse que a OLX está sempre olhando oportunidades, mas ressalvou que, neste momento, a atenção está voltada à conclusão da compra do Zap.


Sobre se manter os nomes Zap e VivaReal - “O segmento de imóveis é o segundo mais importante para a OLX, depois de carros, e acreditamos muito no crescimento devido ao momento de recuperação da economia, de juros baixos. Além disso, trata-se de um mercado imaturo, com muitas ineficiências. Com a aquisição, conseguimos ter mais inovação”, disse o holandês Andries Oudshoorn, presidente da OLX Brasil. Segundo o executivo, ainda não está definido como as operações funcionarão após a integração – se os anúncios de imóveis da OLX migrarão para o Zap e para o VivaReal, ou se as duas operações serão mantidas. A decisão só será tomada depois da avaliação do negócio pelo CADE.


O Grupo Zap - Foi criado em 2017 com a união do Zap e do VivaReal, os dois maiores sites de imóveis do Brasil. A companhia era controlada pelo Grupo Globo e tinha como acionistas fundos que investiram no VivaReal, como Monashees, Kaszek, Valiant, Dragonner, Spark Capital e Lead Edge. Com 800 funcionários, o Zap teve, em 2018, receita líquida de R$ 217 milhões, com Ebitda negativo de R$ 18 milhões. O Zap nasceu em 2001 como Planeta Imóvel. Mais tarde, foi vendido para o Grupo Globo e o Grupo Estado. Em 2012, passou a ser controlado 100% pelo Grupo Globo. Em 2017, novos sócios entraram na empresa com a fusão com o VivaReal. A companhia era considerada candidata a tornar-se um unicórnio, como são chamadas companhias iniciantes com valor de mercado superior a 1 bilhão de dólares.


A OLX – A empresa tem 750 funcionários e fechou 2019 com receita de R$ 400 milhões. Em 2018, número mais recente disponível, os usuários compraram e venderam um total de 59 bilhões de reais. De origem holandesa, o site começou a operar no Brasil em 2010, mesmo ano em que o controle da operação global foi adquirido pela Naspers. Em 2014, comprou seu principal concorrente local, o Bom Negócio. O site OLX tornou-se o principal destino para compra e venda de produtos usados no país, em grande parte devido ao movimento do concorrente Mercado Livre de se concentrar em lojas que vendem produtos novos. Nos últimos anos, a OLX vinha trabalhando na segmentação de sua operação por áreas como automóveis, bens de consumo, empregos e serviços. Globalmente, a companhia fechou, em novembro, um aporte de US$ 400 milhões no FCG - Frontier Car Group, que controla sites de venda de veículos usados em países emergentes. (Jornal Valor Econômico)


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