Últimas Notícias | Ano 13 | Edição 003


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Além das fake news,

há outra fonte surpreendente de desinformação: nós mesmos. Confira agora em nosso boletim!

"A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância."

(Dalai Lama)


Você cria suas próprias informações falsas

Juntamente com veículos de notícias partidários e blogs políticos, há uma outra fonte surpreendente de desinformação sobre tópicos controversos: - cada um de nós. Em um experimento intrigante, pessoas que tomaram conhecimento de estatísticas precisas sobre um assunto polêmico tenderam a se lembrar erroneamente desses números mais tarde, para que eles se ajustassem às crenças comuns. Por exemplo, quando os voluntários viram que o número de imigrantes mexicanos nos Estados Unidos declinou recentemente, o que é verdade, mas vai contra a crença de muitas pessoas, eles tenderam a se lembrar do contrário. E quando essas pessoas repassaram essa desinformação que elas próprias criaram, os números se afastaram cada vez mais da verdade. "As pessoas podem gerar suas próprias informações erradas. Nem tudo vem de fontes externas," disse o professor Jason Coronel, da Universidade Estadual de Ohio, um dos idealizadores do experimento.


Criando notícias falsas sem querer - As pessoas podem não estar fazendo isso de propósito, alega o pesquisador, já que seus próprios preconceitos podem desviá-las da verdade e explicar o viés. "E o problema se torna maior quando elas compartilham sua desinformação gerada por si mesmos com os outros," afirmou. Assim, os resultados sugerem que não devemos nos preocupar apenas com as informações erradas que encontramos no mundo exterior ou com as notícias falsas que recebemos de nossos parentes e amigos mais velhos. "Precisamos perceber que fontes internas de desinformação podem ser tão significativas quanto, ou mais significativas, do que as fontes externas", disse a pesquisadora Shannon Poulsen, membro da equipe. "Vivemos com nossos preconceitos o dia todo, mas só entramos em contato com informações falsas ocasionalmente".


(Texto extraído do artigo “Investigating the generation and spread of numerical misinformation: A combined eye movement monitoring and social transmission approach”, dos autores Jason C. Coronel, Shannon Poulsen, Matthew D. Sweitzer, publicação da Human Communication Research)


Coty deve impulsionar onda de aquisições este ano

As fusões e aquisições na indústria de beleza prometem continuar aquecidas em 2020, mesmo após a conclusão da compra da Avon Products, que transformou a Natura & Co na quarta maior empresa do setor no mundo. Espera-se que fatores como a retomada do consumo e a baixa taxa básica de juros animem investidores no setor. Entre os principais ativos está a operação brasileira da Coty, que engloba marcas como Risqué, Monange, Biocolor e Bozzano. Oitava maior empresa do setor de beleza no país, a francesa Cory tem bons resultados no Brasil, mas sabe-se que quer se concentrar no setor de luxo. (Jornal Valor Econômico)


EUA apoiam Brasil para entrada na OCDE no lugar da Argentina

Os Estados Unidos planejam apoiar a proposta do Brasil de entrar na OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico no lugar da Argentina, confirmou o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Ernesto Araújo, na noite da última terça-feira, 14 de janeiro. Os planos do governo dos EUA, depois de ter dito anteriormente que queria que a Argentina fosse o próximo país a se juntar ao clube de nações mais ricas, é uma vitória para o governo brasileiro, que busca laços mais próximos com Washington. "Anúncio americano de prioridade ao Brasil para ingresso na OCDE comprova uma vez mais que estamos construindo uma parceria sólida com os EUA, capaz de gerar resultados de curto, médio e longo prazo, em benefício da transformação do Brasil na grande nação que sempre quisemos ser", disse Araújo no Twitter.


Esperando a Argentina - Apoiar a entrada do Brasil na OCDE era visto por muitos como um benefício tangível do alinhamento ideológico entre Bolsonaro e Trump, que tem buscado deixar para trás anos de disputas comerciais e desconfiança política entre os dois países para construir um relacionamento mais próximo. A associação à OCDE é vista como um selo de aprovação que aumentaria a confiança dos investidores no governo e na economia do Brasil. No entanto, a tentativa do Brasil de ingressar no clube vinha encontrando alguma resistência em Washington, e Bolsonaro ficou desapontado quando Trump não cumpriu inicialmente sua promessa de apoio ao Brasil e o país teve que se contentar com a vontade dos EUA de esperar a Argentina.


A América Latina na OCDE - A eleição do presidente de esquerda argentino, Alberto Fernández, parece ter feito o Brasil subir na fila. Mesmo assim, não é provável que a adesão seja imediata. Em outubro, Bolsonaro disse que a adesão à OCDE era um processo prolongado e que o Brasil levaria até um ano e meio para se tornar membro. Na América Latina, apenas Chile e México estão no clube, enquanto a Colômbia está a caminho de ingressar em breve. (Agência de notícias REUTERS)


Rabobank: perspectivas do Agronegócio em 2020

Em 2019, o agronegócio brasileiro foi profundamente afetado pelas repercussões da disputa comercial entre Estados Unidos e China e pelo surto de PSA - Peste Suína Africana na China, segundo estudo sobre as perspectivas para o setor feito pelo Rabobank. Os impactos, positivos e negativos, desses eventos nos preços e fluxos comerciais são visíveis no desempenho das exportações brasileiras em 2019. Por exemplo, enquanto o valor das exportações brasileiras de carne aumentou 13% em relação a 2018, as receitas de exportação de soja caíram 21% em comparação com 2018, como resultado de menor volume e preços mais baixos. Segundo o chefe da área de pesquisa da América do Sul do Rabobank, Andy Duff, a PSA e a disputa comercial EUA / China fizeram de 2019 um ano difícil para a soja, frequentemente visto como um barômetro para o agronegócio brasileiro em geral”.


Milho e algodão campeões e soja tímida – No entanto, de acordo com o especialista, com esses eventos dominando as manchetes, o fato de o mesmo ano ter sido espetacular para o milho e algodão brasileiro pode ser facilmente ignorado. "Não apenas os preços locais eram bons, mas em 2019, o Brasil se tornou o segundo maior exportador mundial de algodão e consolidou sua posição como o segundo maior exportador de milho.” A influência da PSA e da disputa comercial EUA / China persistirá em 2020, segundo o relatório. Para o setor de proteína animal do Brasil, há a promessa de preços altos e forte demanda de exportação. Para o setor de soja, no entanto, qualquer recuperação nas receitas em 2020 é incerta, dependendo não apenas da evolução da PSA, mas também das relações comerciais EUA / China. Portanto, não é de admirar que a expansão esperada na área de soja em 2020 seja a mais tímida em anos. (Notícias Agrícolas)


Chineses investem mais de US$ 100 bilhões no Brasil

Os investimentos de empresas chinesas no Brasil alcançaram US$ 100,5 bilhões de 2007 até 2018, entre aportes anunciados e confirmados, envolvendo quase 200 projetos finalizados ou em andamento, segundo dados divulgados pelo CEBC - Conselho Empresarial Brasil-China. De acordo com a SNA - Sociedade Nacional da Agricultura, esse fato irá incentivar a internacionalização das empresas do país. “Enquanto os negócios de energia e mineração dominam, a China busca cada vez mais o vasto território brasileiro para alimentar sua população”, disse o presidente da entidade, Hélio Sirimarco. “Dados recentes divulgados pela CAMEX - Câmara de Comércio Exterior, ligada ao Ministério da Economia, mostram que os investimentos chineses no Brasil totalizaram US$ 1.87 bilhão até setembro de 2019, número que se mantém estável em relação à soma de US$ 1.8 bilhão do mesmo período do ano passado”, completa a SNA.


Para 2020, a estimativa dos analistas e empresários é de que os chineses participem de grandes projetos de infraestrutura e iniciar novas empreitadas no País, diante de um cenário de recuperação econômica e retomada do programa de privatizações e concessões. “Em declaração ao portal Animal Business Brasil, Sirimarco disse que as características dos investimentos chineses no Brasil indicam a continuidade da fase iniciada em 2014”, indica a Sociedade.


A Dakang e a Cofco - “A empresa chinesa Dakang adquiriu a trader mato-grossense Fiagril em 2016 e a empresa paranaense Belegrícola, comercializadora de grãos e insumos, em 2007. No momento, o grupo chinês está integrando as duas empresas e orientando as vendas de soja para a China, enquanto comercializa mais defensivos e outros produtos para agricultores brasileiros, informou o vice-presidente da SNA, acrescentando que a Dakang e a Cofco também pretendem investir no setor de carne bovina.

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