Últimas Notícias | Ano 12 | Edição 077


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Taxa Selic em 4,5%.

Essa e outras notícias?

Leia em nosso boletim!

“Cobramos caro porque sabemos

que você paga.”

(Possível frase do Starbucks, entre as que as redes de fast food divulgariam, se fossem sinceras)





Taxa básica de juros Selic ficaria em 4,5% até 2021

Aurelio Bicalho, economista chefe da Vinland Capital, administradora de recursos e líder do Top 5 do Banco Central, grupo dos economistas que têm os maiores índices de acertos para as projeções da Selic. Bicalho é o economista é o que mais acerta projeções de juros, e diz que o BC vai parar de cortar a Selic. Para ele, os juros voltarão a subir quando a economia crescer mais de 2,5%. Segundo Bicalho, os juros voltarão a subir, mas será por um bom motivo. "Quando o Banco Central tiver que subir os juros lá na frente, isso vai ser bom porque representa que a economia voltou a crescer, que o desemprego caiu e que as pessoas passaram a consumir mais", disse.


Os motivos da manutenção da Selic em 4.5% - O campeão em acertos sobre os juros no país diz que a Selic voltará a subir porque a atual taxa está mais baixa do que o chamado juro neutro, aquela taxa que não provoca inflação nem atrapalha o crescimento. Mas quando voltar a subir, a taxa básica de juros do Brasil não voltará a patamares do passado, como os 14,25% de três anos atrás. Isso porque os juros no mundo todo estão mais baixos e a economia brasileira está mais eficiente. Ou seja, empresas e governo conseguem produzir mais sem gerar inflação. Além disso, o mercado de crédito no Brasil está mais disputado, com as fintechs e bancos digitais, o que reduz o custo do dinheiro para investimentos e consumo.


Cuidados a serem tomados na economia - Bicalho alerta que existem alguns cuidados a serem tomados no horizonte. Um deles é o dólar, que não pode subir e ficar acima de R$ 4,40 por muito tempo, pois causaria inflação. “Pelas projeções do Banco Central, as expectativas de inflação estão próximas da meta para 2020 e 2021. Assim, em tese, até haveria espaço para uma redução adicional dos juros. Por outro lado, houve uma depreciação do câmbio, com queda do real ante o dólar, e mais o choque de preços de alimentos, com destaque para carne. Isso vai elevar a projeção de inflação, mas no curtíssimo prazo. Além disso, as projeções para atividade econômica estão melhores e o cenário externo também. O próprio BC já tinha sugerido na última reunião uma postura de cautela. Com tudo o que ocorreu desde a última reunião, o BC pode decidir que a Selic está no patamar adequado. Ele não fecha a porta, mas para manter coerência com o discurso de cautela, com tudo o que ocorreu desde o último encontro, o BC deve optar por encerrar o ciclo de corte de juros”.


Inflação - “Temos que acompanhar as expectativas de inflação mais a médio prazo, olhando para 2021. O câmbio e o preço da carne não podem contaminar as expectativas de inflação mais para a frente. Outro ponto importante são os núcleos de inflação, ou seja os indicadores de preços que descontam alguns itens que variam muito além da média. Também temos que acompanhar o ritmo do crescimento econômico e do

emprego. Se a economia aquecer muito agora pode ser sinal de que poderão surgir pressões inflacionárias.”


A alta do dólar – ”O câmbio precisa ser monitorado, mas é preciso entender essa alta do dólar. Se tivesse a ver com política econômica errada seria preocupante. Mas não é esse o caso. O governo continua atuando com o ajuste fiscal, controlando gastos. As reformas estão caminhando, tudo no rumo certo para o Brasil ter uma economia mais eficiente. O dólar hoje no Brasil tem relação com os juros menores, menor fluxo de recursos com os leilões de petróleo, que ficou abaixo do esperado, além do cenário internacional, afetado por questões na região, com os casos do Chile e da Argentina. Mas o importante é que o prêmio de risco para investir no Brasil está baixo. De qualquer forma, tudo isso tem que ser monitorado. Se o dólar continuar subindo de forma persistente e afetar o prêmio de risco, se ficar num nível acima de R$ 4,40, pode começar a afetar as expectativas de inflação.”


O deve ocorrer com a Selic depois dos corte do BC – ”A taxa de juros está abaixo da neutra. Mas essa própria taxa de juros neutra está mais baixa no Brasil. Essa taxa de 4,5% deve produzir um estímulo para a economia. Mas não vejo uma alta dos juros antes do segundo semestre de 2021. Há uma ampliação dos agentes que atuam no mercado de crédito, com fintechs e bancos digitais, também com mudanças no ambiente regulatório, com a introdução do Open banking. Tudo isso pode afetar os juros. Isso já está ocorrendo. Essa transformação toda no mercado de crédito ajuda a reduzir o spread, torna o mercado mais competitivo. Quando o Banco Central tiver que subir os juros lá na frente, isso vai ser bom porque representa que a economia voltou a crescer, que o desemprego caiu e que as pessoas passaram a consumir mais. Os juros vão subir menos que o necessário. Com o cenário de condição fiscal mais equilibrada e com os juros reais baixos no mundo, zero nos Estados Unidos e negativos na Europa. É razoável pensar uma taxa de juros real na casa de 2%, levando em conta uma inflação de 4%, podemos pensar em uma Selic de 6% a 7%.”


PIB de 2020 - ”O PIB deve crescer 2,5% em 2020. Temos uma safra boa de dados da economia, em especial, no varejo. A indústria é que ainda pode reagir com mais força. Mas pensando em um crescimento de 2,5% é um bom número, porque temos um cenário de economia crescendo entre 2% e 3%. (Portal UOL Economia)


O brasileiro e as marcas de fast food

Em 1979 o McDonald’s abria seu primeiro restaurante no Rio de Janeiro. Quarenta anos depois a rede lançou sua milésima loja na Avenida Paulista. Não muito atrás o Burger King opera hoje mais de 800 lojas no Brasil e o Bob’s mais de 500. Se considerarmos os sanduíches naturais, ninguém supera o Subway com mais de 2.200 unidades. O mercado brasileiro para o setor é grande. Para se ter ideia, no meio do ano o McDonald’s acumulou 160 trimestres de receita em alta no país. Além disso, se somarmos apenas os crescimentos em vendas líquidas das três marcas citadas acima, teríamos um montante superior a R$ 9 bilhões. Mas não são só hamburguerias que levam vantagem nessa história. O Grupo Habib’s, por exemplo, anunciou no início deste ano que iria investir R$ 100 milhões na abertura de mais de 125 lojas das marcas Habib’s e Ragazzo – ano passado a rede chegou a faturar R$ 234 milhões.


O Fast Food Brasil - Em uma série de pesquisas, a Opinion Box Insights trouxe o Fast Food Brasil, estudo que busca entender essa febre do consumidor brasileiro pelo fast food, incluindo o desempenho das marcas no mercado e o relacionamento dos consumidores com elas. Ao todo, 15 redes de restaurantes foram avaliadas. A pesquisa constatou que, espontaneamente, McDonald’s, Burguer King, Subway, Bob’s e Habib’s foram as cinco marcas mais lembradas pelo consumidor, respectivamente. Mas quando se fala das mais conhecidas, a ordem muda um pouco: as duas primeiras posições permanecem, mas o terceiro lugar vai para o Habib’s, seguido do Bob’s e Subway. As colocações podem estar diretamente relacionadas a quantidade de conteúdo publicitário que chega ao consumidor: metade dos entrevistados se lembra de ter visto uma propaganda do McDonald’s nos últimos 12 meses e 35% de ter visto do Burger King.

Como os anúncios publicitários são veiculados - Na última Black Friday e Halloween, McDonald’s e Burger King travaram constantes batalhas publicitárias criativas, que divertiram o público, mas que visaram disputar a atenção e o coração da audiência. Isso se reflete principalmente na intenção de compra e no consumo.


O vínculo do consumidor com as marcas - A Opinion Box também avaliou o vínculo emocional do consumidor com as marcas, o que eles chamam de CEV - Customer Emotional Value. Nessa metodologia é perguntado aos clientes como eles se sentem em relação a cinco pares de emoção, em uma escala de 0 a 10. O indicador resulta das respostas a estas cinco perguntas e varia em uma escala de 0 a 100, que classifica o consumidor de hater a lover da marca. (Portal Consumidor Moderno – Júlia Mariotti)


Rede D’Or São Luiz compra o Hospital Santa Cruz e a Paraná Clínicas

A Rede D'Or São Luiz anunciou na última segunda-feira, 09, a compra do Hospital Santa Cruz e da Paraná Clínicas, empresas de propriedade da família de Hamilton Leal. A compra desses dois importantes ativos de saúde no Paraná, marca a entrada da maior rede de hospitais privados do país na região Sul. "Temos muita satisfação em anunciar essas aquisições, na medida em que são instituições de referência com grande tradição", afirma Paulo Moll, vice-presidente do grupo Rede D'Or São Luiz. "Vamos entrar já anunciando a construção da segunda torre do Hospital Santa Cruz, o que permitirá aumentar significativamente o atual número de 220 leitos, e também colocaremos a infraestrutura necessária para a realização de cirurgias robóticas", destacou Moll. A Rede D'Or informa que a aquisição está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores, e que tão logo haja a aprovação, informará o cronograma de investimentos da expansão do Hospital Santa Cruz.


O Avanço da Rede D’Or - Com 47 hospitais próprios, 1 hospital administrado sob gestão, 7,3 mil leitos, dezenas de clínicas de especialidades e instituto de pesquisa e ensino, a Rede D'Or avança em seus planos de expansão em todo o país. Já está presente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Maranhão e no Distrito Federal e conta hoje com 46 mil colaboradores e 80 mil médicos. "Nosso objetivo é ser uma rede nacional para oferecer o que há de melhor na medicina internacional, em parceria com mais de 70 operadoras de saúde. Com a aquisição do Hospital Santa Cruz, teremos oportunidade de ampliar essas parcerias também para operadoras que atuam na região", ressalta Moll.


Estudo da ANVISA comprova que alimentos são seguros para o consumo

Divulgado na terça-feira, 10, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, um estudo mostrou que os alimentos de origem vegetal produzidos no Brasil são seguros para o consumo pela população. A pesquisa faz parte do trabalho do PARA - Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, e apontou que 77% das amostras de alimentos foram consideradas satisfatórias, sendo que desta quantia, 49% não apresentaram resíduos e outros 28% ficaram dentro de parâmetros estabelecidos.


Os vegetais brasileiros são seguros - De acordo com Nicholas Vital, diretor de comunicação da Croplife, grupo que integra empresas e associações ligadas às áreas de sementes, biotecnologia e produtos fitossanitários, os resultados obtidos com as análises comprovam que os produtos brasileiros são seguros, e que a população pode ficar tranquila e continuar consumindo os vegetais. O consumidor teme muito os resíduos de agroquímicos. O estudo da ANVISA mostra que o problema não está no produto, e sim no uso incorreto dos mesmos. Quando usados corretamente, a ANVISA mostra que não há resíduos, então é possível se usar os defensivos agrícolas de forma correta e segura.


O estudo da ANVISA - Ao todo, foram analisadas 4600 amostras coletadas nas redes varejistas entre agosto de 2017 e junho de 2018. Foram coletados alimentos que representam mais de 30% do que é consumido pela população, como abacaxi, alface, arroz, alho, batata doce, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, manga, pimentão, tomate e uva.


Os dados apurados - "O produtor rural, em sua maioria, adota as boas práticas e utiliza os insumos de forma correta. Claro que existem as exceções, mas são poucos", diz Vital, apontando para o dado de que 0,89% das amostras mostraram risco potencial agudo. Para ele, estes casos devem ser tratados com educação e treinamento do produtor para aplicar o defensivo agrícola de forma correta. Outra inconformidade encontrada em 0,5% das amostras apontava para uso de produtos proibidos, que possivelmente entram no país de forma ilegal. Alguns casos de inconformidade, cerca de 23% esbarram, em sua maioria, em questões burocráticas e não sanitárias, como produtos que são aprovados para uso em determinada cultura, mas estão sendo usados na produção de outro alimento.” (Portal Notícias Agrícolas - Aleksander Horta e Letícia Guimarães)


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